Coroas feias, cinquentonas, gordas, suadas, fedidas e casadas: É assim que eu gosto.
Bom dia, meus amigos safados! Acabei de chegar em casa depois de um final de semana insano no interior de Pernambuco, onde realizei meus fetiches mais loucos com duas mulheres casadas, comuns e maduras, daquelas que vivem no Sertão seco, cheias de curvas volumosas, bundas enormes e um cheiro forte de suor misturado com desodorante barato que me deixa doido de tesão. Elas têm mais de 50 anos, moram em casinhas pobres, e os maridos nem sonham que paguei uma grana boa pra elas toparem tudo: desde chupar meu pau pela primeira vez na vida delas, se beijar com nojo, lamber bundas podres de suor no quintal quente, até dar o cu de quatro com peidos, merda melando tudo e vômitos de tanto cheiro ruim. Foi uma orgia fedorenta e dolorosa no calor do sol, com elas gemendo, resistindo e cedendo por dinheiro, e eu gozando nos cus arrombados delas. Se você curte fetiches pesados com mulheres reais, suadas e nojentas, leia até o final, veja as fotos e vídeos anexados, e prepare-se pra se masturbar – tem mais aventuras assim vindo em breve, com postagens diárias cheias de putaria real. Comente aí o que achou, seus tarados!
Chego no Alto Sertão de Pernambuco pra fazer um trabalho rápido perto da feira de Sairé, e logo avisto aquelas duas casas caindo aos pedaços, com terra seca por todo lado, árvores esparsas e um sol do caralho queimando tudo. Uma delas é Maria, uma morena robusta de cabelo grisalho preso, óculos grossos e corpo largo, peitos enormes pendurados e barriga farta, do tipo que já pariu um monte de filho e trabalha o dia todo no roçado. A outra é Joana, mais clara, cabelo tingido malfeito, rosto redondo e bundão que balança quando anda, pernas grossas e pés sujos de poeira. As duas são casadas com uns cornos que saem cedo pra feira e voltam tarde, deixando elas sozinhas nessa miséria onde água é luxo – mal tem pra beber, quanto mais pra banho. Puxo papo na cerca de arame, elogiando o quintal delas, e percebo que estão simpáticas, rindo das minhas piadas bobas. "Ei, vocês parecem mulheres fortes, hein? Trabalham muito aqui?", digo, e elas respondem com sotaque carregado, reclamando da vida dura. Sabendo que os maridos estão longe, abro o jogo: "Olha, sou Daniel, e pago bem pra mulheres como vocês toparem uns fetiches loucos meus. Nada de machucar, mas é putaria pesada, e a grana ajuda na casa, né?". Elas se olham, olhos arregalados, mas a pobreza fala mais alto. "Quanto?", pergunta Maria, e eu ofereço uma quantia que faz Joana engolir em seco. Elas topam, mas quando conto os detalhes – cheirar bundas suadas, lamber cu, dar o rabo – elas ficam vermelhas, "Ai, homem, isso é loucura! Nunca fizemos nada assim, nem com os maridos!". Mas o dinheiro vence, e entramos na casa de Maria, um barraco com fogão a lenha, sofá velho rasgado e cama de corno fedendo a suor antigo.
Primeiro, mando todo mundo tirar a roupa. Elas hesitam, cobrindo os peitos flácidos e as bucetas peludas, mas eu insisto: "Tira tudo, caralho, ou sem grana!". Meu pau já tá duro só de ver aquelas carnes moles, suadas, com marcas de sol e celulite por todo lado. Maria tem axilas cabeludas cheirando forte a suor azedo misturado com desodorante vencido, e Joana, bundão branco contrastando com as pernas queimadas, solta um peido nervoso ao se abaixar. "Vem cá, chupem meu pau, suas putas casadas!", ordeno, e elas se ajoelham no chão de terra batida, olhos cheios de nojo. Maria pega primeiro, boca quente e desajeitada, nunca chupou na vida, gengivas roçando, saliva escorrendo. "Assim, ó, lambe a cabeça, porra!", guio, e Joana assiste, mordendo o lábio. Troco pra boca dela, mais macia, mas ela engasga: "Ai, que grossura, Daniel! Meu marido é fininho...". Eu rio, empurrando fundo, "Engole tudo, vadia, ou nada de pagamento!". Elas revezam, cuspindo e tossindo, meu pau babado brilhando no sol que entra pela janela.
Agora, o fetiche esquenta: "Beijem-se na boca, mostrem as línguas!". Elas se encaram, horrorizadas. "Não, isso é pecado, mulher com mulher!", reclama Joana. "Só pago se fizerem tudo, caralho!", ameaço, e Maria, precisando mais da grana, puxa Joana e cola os lábios. É um beijo desajeitado no início, bocas secas se roçando, mas mando: "Línguas pra fora, se chupem!". Elas obedecem, línguas grossas se entrelaçando, gosto de saliva velha e cebola do almoço, gemidos baixos de vergonha. Abraçam-se, peitos esmagados um no outro, suor colando as peles. "Beija o pescoço dela, Maria! Mama nos peitos da Joana!", comando, e Maria desce, lambendo o pescoço salgado, depois sugando os mamilos duros, marrons e grandes. Joana arfa: "Ai, que estranho... mas tá quente aqui embaixo...". Elas se empolgam um pouco, mãos apertando bundas, mas o nojo tá ali, olhos se evitando.
Levo pro quintal, sol forte batendo, calor de 40 graus fazendo suor escorrer por todo lado. "Agora, dedem o cu uma da outra e cheirem!". Elas congelam. "Não, Daniel, por favor, isso é nojento demais!", suplica Maria. Mas eu insisto, e Joana enfia o dedo no cu apertado de Maria, que grita: "Ai, dói, caralho!". Tira o dedo marrom, cheira e faz careta: "Que fedor podre, de merda velha!". Bota pra Maria cheirar, que vira o rosto: "Urgh, cheira a cu suado e podre!". Eu tô louco de tesão, pau latejando. "Chupem as bucetas agora, no sofá velho!". Elas vão pro sofá rasgado, Joana deita, pernas abertas, buceta peluda fedendo a mijo e suor. Maria desce, língua hesitante lambendo o clitóris inchado. "Lambe direito, porra, enfia a língua!", grito, e ela obedece, som de sucção molhada enchendo o ar, Joana gemendo: "Ai, que delícia estranha... continua, vadia!". Troçam posições na cama do corno, lençóis fedorentos, 69 fedendo a buceta azeda, línguas trabalhando, cus piscando.
Volto pro quintal, onde o cheiro é mais forte – bundas suadas no sol, sem banho há dias. "Abaixem e abram as bundas pra eu cheirar!". Elas de quatro na terra, bundões abertos, ânus marrons e enrugados exalando um fedor terrível de suor, peido e merda acumulada. Enfio a cara no cu de Maria primeiro: "Porra, que cheiro podre, azedo, de cu que não vê água!". Lambo, língua sentindo o sabor salgado e amargo, ela treme: "Ai, Daniel, tô com nojo de mim mesma!". Passo pra Joana, cu mais fedorento ainda, peidando na minha cara: "Prrrrt! Cheira isso, seu tarado!". Lambo fundo, gosto de merda velha na boca, elas se olhando com olhos lacrimejantes, quase vomitando. "Agora, lambam a bunda uma da outra!". Elas resistem: "Não, por favor, isso é demais!", chora Joana. Mas forço, Maria cheira o cu de Joana: "Urgh, fedor de podre!", e lambe, língua entrando, Joana peidando de novo: "Prrrrt! Ai, que nojo!". Maria vomita no chão, bile amarela, mas continua, lágrimas rolando.
O clímax: "Quero comer os cus de vocês, suas putas!". Elas negam: "Nunca demos o cu, Daniel! Dói pra caralho!". Mas passo manteiga barata nos ânus, cheiro de gordura rançosa misturando com o fedor de bunda suada. Coloco as duas de quatro lado a lado no quintal, sol queimando as costas. Meto no cu de Maria primeiro, devagar, pau grosso arrombando o anel apertado: "Aaaaah, dói, filho da puta! Tira!". Gemo: "Relaxa, vadia, sente o pau entrando!". Empurro, som de carne se abrindo, ela gritando, peidando: "Prrrrt! Ai, que ardência!". Tiro, pau melado de manteiga e merda marrom, boto pra elas cheirarem: "Cheirem meu pau sujo de cu!". Elas farejam, narizes enrugados: "Fedor de merda fresca!". Meto no cu de Joana, mais apertado, ela uiva: "Porra, tá rasgando meu cu!". Revezo, pau entrando e saindo, melado de bosta, elas se beijando enquanto dou: "Beijem-se, línguas pra fora!". Peidos constantes: "Prrrrt! Prrrrt!", pau saindo todo cagado, elas quase vomitando de novo. Olho pra baixo, vendo os cus arrombados piscando, merda escorrendo pelas coxas. Muito ais meu em www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife
Gozo forte, jorrando porra dentro do cu de cada uma, alternando: "Toma leitinho no cu, putas!". Tiro, cus abertos vazando esperma misturado com merda marrom e fedorenta no chão do quintal. Elas gemem de dor e alívio, cus ardendo, bundas sujas. Os cornos nem imaginam que as esposas viraram putas fedorentas por grana. Adoro esse fetiche louco, tenho muito mais desse final de semana pra liberar pra vocês, tarados! Postagens diárias vindo, com fotos, vídeos e mais putaria real. Comente aí o que achou, se gozou lendo, e qual fetiche quer ver próximo – abraço do Daniel!
Redes sociais e contatos em www.bit.ly/selmatudo
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (0)