Amizade Colorida
Finalmente Sarah tinha me levado a sua casa, antes havíamos ficado em motéis, na minha casa, até mesmo na casa da amiga dela, só que dessa vez havia algo implícito, algo quase palpável que eu não conseguia dizer o que era, mas independente disso, eu tinha certeza, depois daquele dia tudo mudaria.
Ao chegar, eu estava no pique, não era novidade a riqueza da família dela, e mesmo sabendo que só seríamos nós dois, me vesti como achei que ela gostaria. Fiquei de camisa social, um blazer alongado por cima, eu fui chique, apesar que não era esse o objetivo. Depois de apertar a campainha, me deparei com a mulher mais gostosa do mundo, curvas que me deixavam hipnotizado, olhos que me conduziram diversas vezes, boca que já me deixou sem ar, seios fartos, bunda avantajada, e foi nesse momento que minha ficha caiu.
— Por que você tá vestido assim? — Ela perguntou franzindo a testa, e nesse momento, eu notei a minha burrice estratosférica.
Ela estava de biquíni, e eu, o idiota, de blazer, então dei a desculpa mais idiota e lerda possível.
— Vim sim por um motivo só: nadar com você sem roupa alguma. — Me arrependi no momento que falei, afinal, não era uma desculpa plausível perante minha burrice.
— Podemos conversar primeiro? — Ela disse abrindo espaço para que eu entrasse, concordei com a cabeça logo adentrando a casa.
O lustre dourado, a casa espaçosa, não importa o que me falem, aquilo era uma mansão. Olhei ela um pouco confuso, o sorriso de canto dela é hipnotizante, mas ainda sim, uma curiosidade se tornou uma ansiedade crônica, contando cada segundo até que ela me contasse o que deseja.
No sofá, me sentei como quem mora a décadas, ela se sentou no meu colo, confesso que me animei de imediato, mas ela mostrou uma feição cabisbaixa.
— Não podemos continuar assim. — O meu ar faltou no mesmo instante que ela falou isso, meu peito acelerou como não fazia a anos, e nesse momento lembrei do último beijo dado nela, fazia dois dias.
— Como assim, Sarah? Pensei que estivéssemos bem. — Perguntei confuso.
— Lembra que conversamos sobre não se apegar? Eu tentei, juro que tentei! Mas você fez merda! Por que você me deu flores? Isso mudou tudo! — Fiquei ainda mais confuso.
— Sarah, desculpa mesmo, mas não tô te entendendo, não é a primeira vez que te dou flores, eu só fiz aquilo porque você disse que ninguém tinha te dado nenhuma flor esse ano, pensei que fosse gostar.
— Esse é o problema, você ouve o que eu digo, você se importa com os meus sentimentos, era pra você só querer transar! — E foi aqui, que minha alma se partiu.
— Você quer se afastar? — Perguntei com a voz mais grossa que o normal, obviamente estava afetado, nunca, jamais falaria isso a ela, não naquele momento.
— Não, mas as coisas precisam mudar. Você vai continuar como um amigo ou-
— Eu quero você! Quero namorar você, ter você como minha, minha mulher, minha amiga, minha confidente, se for pra continuar respirando o mesmo ar que você, eu quero você. — Eu a interrompi, cedi a emoção, não racionalizei, acho que nem poderia.
A vi dar o sorriso mais bonito, mas me questiono se eu tivesse suposto errado, porém isso não importa, o intuito era tornar sério, e ouvindo a Sarah me explicar isso, eu aproximei minha boca de seu ouvido, e a envolvendo com meus braços, disse baixo: "Você quer namorar comigo?" Arrisquei mais uma vez, e ela balançou a cabeça em um sim frenético, beijando e abraçando de volta.
Ela me ajudou a me despir, não pedi nada a ela, mas ela acabou me fazendo um boquete rápido, apenas para dar uma animada, isso realmente me deixou mais animado, mas só de pensar que aquela gostosa agora tinha um dono, que agora ela não era uma amiga com benefícios, mas sim a mulher que me tem por inteiro, estava em uma epifania constante.
Me joguei sobre a piscina, o sol a deixou morna, não era um dia especialmente quente, mas era agradável, então, ao flutuar na água, mantendo minha cabeça fora da água, vi uma deusa passando protetor solar sobre a pele, até que ela olha para mim, e com um gesto me chamando, eu saí e me aproximei, sequei rapidamente na toalha próxima, e auxiliei para passar nas costas, pude notar ela se arrepiando levemente. Ao terminar, dei um beijo em sua boca, e ela, sem mais nem menos, foi pegando em meu pau, me masturbando conforme nos beijamos, nem parece que estamos ao ar livre, não que importe, o vizinho mais próximo deve estar a meia hora de caminhada. Posicionei minhas mãos sobre sua cintura perfeita, dei um tapa na bunda dela que a fez parar de me beijar para soltar um gritinho, vi a expressão dela de um susto leve para um olhar de lascívia. Só ouvi uma palavra: "Rasga."
Pensei ter ouvido um pedido, pensei ter sido uma palavra solta, mas eu sabia o que era, era uma ordem, uma ordem da mulher que me tem, e jamais a decepcionaria. Minhas mãos se alojaram na bunda dela, a segurando forte, a colando em meu corpo, e então, segurando seu biquíni, o rasguei, parti em dois, e com a parte de cima não foi diferente, joguei os restos longe, algo que agora era somente trapos. Invadi sua boca em um beijo intenso, ela segurou meu pescoço com uma intensidade que antes não havia. "Ajoelha" ela ordenou.
Geralmente eu a conduzia, mas a novidade me preenche por inteiro, queria saber o que ela estava disposta a fazer, e até onde ela iria me ordenando. Cedi, ajoelhando perante uma mulher perfeita, mas não faria isso rapidamente, me ajoelhando fui beijando sua boca, queixo, pescoço, seios, barriga, pélvica e enfim, sua buceta rosa, que me chamava. Eu sabia o que ela queria, mas queria que ela continuasse nesse papel dominante, dei leves beijos, lambidas, até ela pressionar minha cabeça fazer o que ela realmente queria, a chupar com vontade.
Fiz o que ela queria sutilmente, até que a chupei, lambi, mexi em seu clitóris até ela me puxar para cima, e irmos até às cadeiras de sol, onde abaixo do guarda sol podemos nos divertir mais. Me deitei sobre a espreguiçadeira, me vi tendo a visão de uma deusa grega se aproximando, subindo em mim, se ajeitando e enfim sentando em meu pau. Em um ritmo constante a senti cavalgar sobre mim, sentia cada estocada com um prazer indescritível, ela sentava me olhando, gemendo em sons agudos, eu segurava sua cintura, a fazendo ser mais penetrada, até que subia minhas mãos, apalpando e acariciando seus seios gostosos e fartos, em dado momento ela parava de cavalgar, se inclinando para mais, perto, e eu, enlouquecido de tesão, beijsava seus seios, chupando, acariciando, dando leves mordidas, até que ela voltasse a cavalgar como se a vida dela dependesse disso.
Alteramos a posição, ela ficou de quatro em cima da espreguiçadeira plana, me ajeitei e comecei a penetrar novamente aquela buceta quente, puxava o cabelo loiro dela, enquanto com a outra não segurava com força em sua cintura, depois soltei seus cabelos, sua bunda branca estava implorando para que eu, seu dono, a marcasse, então foi isso que eu fiz, bati em suas nádegas, uma por uma, tapa por tapa, até que eu a vi estremecer.
Alteramos a posição mais uma vez, dessa ela deitou, arqueando as pernas, eu as segurei, as elevando, a penetrando, gemendo baixo enquanto ela soltava gemidos tão agudos que talvez quebrariam uma taça. Parei quando ela ordenou, e como ela gosta de leite quente, tive que dar a boca dela, mesmo que tenha caído um pouco na bochecha e na testa.
Não achei que começaria o dia como amigo, e terminaria como namorado. Que surpresa gostosa.
Continua?
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