“Primeira vez levando rola de homem maduro: dor, prazer e gozada dentro”
Nunca imaginei que um homem de 52 anos, pai da minha namorada, fosse me deixar louco de tesão a ponto de eu esquecer qualquer limite. Ele, o tal de **Júnior**, um cara que parece ter parado no tempo: corpo esculpido na academia do **Shopping Boa Vista**, tatuagem tribal no ombro esquerdo que desce pelo braço grosso, olhar de quem manda no pedaço sem precisar gritar. Eu, com 26 anos, namorando a filha dele há quase dois anos, sempre admirei de longe... até o dia em que o fogo acendeu de verdade e virou incêndio.
Resumo rápido pra quem tá curioso: comecei admirando o sogro malhado, passei por toques "acidentais" num churrasco em casa, depois provocações no vestiário do clube de **Boa Viagem**, uma punheta mútua no vapor quente, e terminou com ele me comendo devagar e fundo no apartamento dele em **Pina**, com dor gostosa no cu, gemidos abafados, gozadas múltiplas e a promessa de repetir sempre que der. Se você quer ver as aventuras completas, fotos e vídeos quentes que eu posto das nossas escapadas, é só procurar na internet por **www.selmaclub.com**. Agora segura aí que o conto vai te deixar com vontade de mais.
Tudo começou num churrasco daqueles de família em casa, lá na **Várzea**. Eu tava carregando caixa de cerveja pro quintal da piscina quando ele apareceu: "Deixa que eu ajudo, garoto". No corredor estreito, nossos corpos se espremeram. Senti o peito duro dele colar nas minhas costas, a mão grande apertando minha cintura "pra não cair". Um arrepio subiu pela espinha. "Calma aí, hein", ele sussurrou perto da orelha, voz grave, cheiro de carne na brasa misturado com perfume forte. Meu pau deu um pulo dentro da bermuda. Ele percebeu, deu um sorrisinho de canto e seguiu como se nada tivesse acontecido.
O dia inteiro ele jogava olhares. Quando eu me abaixava pra pegar algo, ele passava perto demais. Quando eu ria com alguém, ele chegava e colocava a mão no meu ombro, apertando de leve. "Tá forte, hein, menino". Eu tentava disfarçar, mas minha cabeça já via ele me prendendo contra a parede, me beijando com força.
No fim da tarde, todo mundo já meio alto, ele se ofereceu pra me deixar em casa. "Vem, eu te levo, tá tarde". No carro, o papo começou leve: futebol, trabalho, academia. De repente ele mudou o tom: "Você cuida bem da minha filha, né? Porque homem novo tem que ter fogo pra segurar mulher...". Colocou a mão na minha coxa, como quem não quer nada. Subiu devagar. Meu pau endureceu na hora, marcando na bermuda fina. Ele olhou de relance, lambeu os lábios e apertou. "Gostei do que vi". Meu coração batia na garganta. Chegamos na porta do prédio, ele parou o carro, me olhou firme: "A gente se vê no clube sábado, vai jogar bola?". Assenti, sem voz.
Sábado chegou. No clube de **Boa Viagem**, depois do jogo, vestiário vazio. Ele tirou a roupa sem pressa. Corpo bronzeado, peitoral largo, barriga tanquinho marcada, pau grosso semi-duro balançando enquanto ele se ensaboava. "Vem pro banho quente, relaxa o músculo". Entrei. Vapor subindo, cheiro de sabonete masculino. Ele se aproximou: "Entendo porque ela não te larga... com esse pau bonito assim". Encarou meu volume. Meu pau subiu reto. Ele riu baixo, pegou no meu pau com firmeza. "Relaxa, aqui ninguém vê".
Eu gemi baixo. Ele apertou, masturbou devagar. "Tu gosta, né?". Toquei nele também. Pau pesado, veias saltadas, glande brilhando. Ele gemeu rouco: "Porra, garoto...". Ajoelhei na hora. Primeira lambida no tronco, salgado, quente. Subi até a cabeça, circulei a língua. Ele segurou minha nuca: "Vai fundo". Engoli metade, depois mais. Boca cheia, saliva escorrendo. Ele fodia minha boca devagar, gemendo: "Assim, caralho... chupa bem". Tirei a boca com estalo, olhei pra cima. Olhos dele famintos.
Me levantou, me encostou na parede fria. Cuspiu na mão, lubrificou meu pau, me masturbou enquanto mordia meu pescoço. "Quero te comer sem pressa". Saímos molhados, vestimos roupa por cima da pele úmida, fomos pro carro. No caminho, ele dirigia com uma mão no volante, a outra na minha coxa. "No meu apê em **Pina**. Agora".
Chegamos. Porta fechada, ele me prensou contra a parede do corredor. Beijo bruto, língua invadindo, mão no meu pau de novo. Fomos tropeçando até o quarto. Me jogou na cama, tirou a roupa devagar, me olhando como quem registra cada detalhe. "Tu é lindo, sabia?". Ajoelhou, abriu minhas pernas, chupou meu pau com apetite. Sugava a glande, lambia as bolas, enfiava dedo no meu cu devagar. "Relaxa... deixa eu te preparar".
Virou-me de bruços. Abriu minha bunda com as mãos grandes. Língua quente no meu cu, lambendo, cuspindo, enfiando a ponta. Eu gemia alto: "Caralho, Júnior...". Dedo entrou, dois dedos, abrindo. Dorzinha boa misturada com prazer. Pegou lubrificante na gaveta. Passou generoso no meu cu e no pau dele. Encostou a glande. "Vai devagar, por favor". "Eu sei o que faço".
A cabeça entrou. Fogo puro. Parei de respirar. Ele beijou minhas costas: "Respira, amor... solta". Entrou mais. Centímetro por centímetro. Quando chegou no fundo, eu tava tremendo. "Tá todo dentro... me encheu, porra". Ele ficou parado, mão no meu pau masturbando devagar. Dor virou prazer. Empurrei pra trás. Ele começou a meter: curto primeiro, depois fundo. Pele batendo, gemidos misturados. "Assim, garoto?". "Mais forte".
Acelero. Estocadas rápidas. Senti o gozo subindo. "Vou gozar...". Gozei forte no lençol, cu apertando ele por dentro. Ele gemeu alto: "Porra... vou gozar também". Duas estocadas fundas, pulsou dentro da camisinha, enchendo. Ficou abraçado em mim, beijando minha nuca. "Delícia...".
Depois do primeiro round, banho juntos. Eu lavei as costas dele, mordi o ombro, tracei a tatuagem com a língua. Ele riu: "Tu é safado mesmo". Na cozinha, cerveja gelada. "Acha que dá pra esconder isso?". Ele pensou: "Não sei se dá pra esconder. Mas dá pra escolher. E eu escolho repetir".
Voltamos pra cama. Ele me comeu de novo, de quatro, devagar no começo, depois forte. Soltei um peido sem querer no meio da foda. Ele riu: "Relaxado, hein? Gosto assim, natural". Gozamos juntos outra vez. De manhã, acordei com ele me abraçando por trás, pau duro encostado na minha bunda. "Fica mais um pouco". Fiquei.
Agora, toda vez que vejo ele no clube ou em família, o olhar diz tudo. No carro, na mão na coxa, no vestiário, no apê... a gente repete. Dor no cu vira saudade quando não rola. E eu fico pensando: na próxima vai ser na praia de **Piedade** à noite? No carro parado em algum canto deserto? Ou ele vai me foder tão forte que eu não vou conseguir sentar direito no dia seguinte?
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