Nizam e seu cunhadinho Léo - Parte 15
Era uma tarde normal de terça-feira. Eu Léo, tinha acabado de voltar da casa do Maurício.
Passei a manhã lá, tomando café com ele, rindo de besteira, sentindo aquele calorzinho bom no peito que só ele conseguia me dar. Cheguei em casa pela porta dos fundos, tirei o tênis na entrada, joguei a mochila no sofá e fui direto pra cozinha pegar uma água gelada.
Minha mãe estava lavando louça, cantarolando baixinho uma música antiga. Meu pai estava na sala vendo jornal, como sempre. Passei por ele, dei um “oi, pai” meio distraído. Foi aí que vi: um envelope branco grande em cima da mesinha de centro.
Meu nome escrito na frente, com letra caprichada “Leonardo Britto – Universidade Estadual de São Paulo”.
Meu coração parou na hora.
— Mãe… isso aqui é…?
Ela virou da pia, mãos molhadas, já sorrindo como quem sabia de tudo.
— Chegou hoje de manhã, filho. Não abri, mas o envelope já entrega.
Peguei o envelope com a mão tremendo. Sentei no sofá devagar, como se qualquer movimento brusco fosse estragar tudo. Meu pai desligou a TV, veio sentar do meu lado e colocou a mão pesada no meu ombro.
— Abre logo, moleque. A gente tá esperando.
Rasguei a borda com cuidado, tirei a carta. O papel era grosso, oficial, com o brasão da universidade em cima. Li em voz alta, com a voz falhando no começo:
“Prezado Leonardo Britto, temos o prazer de informar que você foi aprovado no vestibular para o curso de Letras – Português e Espanhol – período matutino. As aulas começam em fevereiro. Sua nota te colocou entre os primeiros da lista. Parabéns! As orientações para matrícula estão anexas…”
Não consegui continuar, as letras borraram. Lágrimas quentes escorreram antes que eu percebesse. Meu pai apertou meu ombro com força, voz rouca.
— Parabéns, filho. Eu sabia que você ia conseguir.
Minha mãe veio correndo da cozinha, secando as mãos no avental, me abraçou forte, apertando minha cabeça no peito dela.
— Meu menino, minha alegria, você conseguiu!
Eu ri no meio das lágrimas, abracei ela de volta, depois meu pai. Os dois me apertaram juntos, igual quando eu era pequeno.
Meu peito parecia explodir de uma felicidade limpa, sem medo, sem culpa.
Eu tinha passado, ia fazer faculdade. ia estudar Letras, como sempre sonhei.
— Eu vou conseguir… — sussurrei mais pra mim mesmo. — Vou estudar… vou ser alguém.
Meu pai riu, deu um tapinha na minha nuca.
— Você já é alguém Léo, sempre foi. Agora vai ser ainda mais.
Minha mãe beijou minha testa.
— Vamos comemorar, vou fazer aquele bolo de chocolate que você adora.
Saí da casa dos meus pais ainda com o envelope na mão, coração batendo forte. A aprovação era real.
Eu ia estudar, ia sair daquela cidadezinha, ia ser alguém. Mas antes de contar pro Maurício, antes de comemorar de verdade, senti que precisava fechar um capítulo que ainda pesava o do Nizam.
Peguei o ônibus até o bairro dele. O caminho foi curto, mas pareceu eterno. Cheguei no apartamento simples onde ele morava com minha irmã, toquei a campainha com o dedo tremendo.
Quando ele abriu a porta, vi o mesmo rosto de sempre, barba por fazer, olhos escuros, corpo grande ocupando o batente inteiro.
— Léo… — ele murmurou, surpreso. — Você veio.
Entrei sem esperar convite, segurei o envelope contra o peito como se fosse um escudo.
— Vim te contar uma coisa.
Ele fechou a porta, cruzou os braços, tentando parecer calmo, mas dava pra ver a esperança nos olhos.
— Fala.
Sentei na ponta do sofá velho, respirei fundo.
— Fui aprovado na faculdade, começo em fevereiro.
Ele piscou, depois abriu um sorriso grande, daqueles que eu não via há meses.
— Caralho, Léo… parabéns. Eu sabia que você ia, você é inteligente pra caramba, meu menino…
Ele veio sentar do meu lado, esticou a mão pra tocar meu rosto.
— Obrigado, mas vim dizer outra coisa também.
Ele congelou, mão parada no ar.
— O quê?
Olhei nos olhos dele, voz firme apesar do nó na garganta.
— Essa é a última vez que eu venho aqui. A última vez que a gente se vê assim, preciso encerrar isso, Nizam. Você foi importante pra mim, muito! Me ensinou sobre o corpo, sobre tesão, sobre me entregar. Mas agora eu quero ser livre, quero estudar, viver sem medo de ser vigiado ou punido.
Ele baixou a mão devagar, rosto endurecendo.
— Então é isso? Você vai embora e acabou?
— Obrigado por tudo que você me deu. Pelos momentos bons, pelo tesão, pelo carinho quando você não tava com ciúme. Obrigado por me mostrar que eu podia sentir prazer assim mas agora preciso seguir em frente! Sem você.
Ele riu seco, passou a mão no rosto.
— E o Maurício? Ele te dá o que eu não dava?
Eu sorri de leve, meio frio.
— Ele me dá paz. Carinho sem ameaça, me faz sentir amado sem querer me controlar. E sim… ele me fode gostoso também.
Nizam ficou quieto um segundo, depois se inclinou, voz baixa.
— Meu primo Vitor tá na faculdade. Divide quarto com um garoto, os dois transam todo dia. Ele diz que é normal lá, que eles se gostam, se cuidam, se fodem sem ninguém mandar no outro. Talvez seja isso que você quer agora.
— Vim me despedir — falei baixo. — Mas não quero ir embora sem… sem uma última vez.
Ele engoliu em seco, deu um passo pra frente, mão tremendo quando tocou meu rosto.
— Tem certeza?
Concordei, peguei a mão dele e levei pro quarto. A cama era a mesma de sempre: lençol cinza amarrotado, cheiro dele no travesseiro. Tirei a camiseta devagar, olhando nos olhos dele, ele fez o mesmo. Quando ficamos pelados, ele me puxou pra cama, deitou do meu lado, corpo grande cobrindo o meu como um cobertor quente.
Começamos devagar, beijos longos, língua dançando tranquila, mãos explorando como na primeira vez. Ele beijou meu pescoço, lambeu os mamilos, desceu pela barriga, parou no pau duro. Puxei ele pra cima, beijei a boca dele, provei meu gosto nele.
— De ladinho… como a gente gostava — pedi baixinho.
Ele riu, virou meu corpo de lado, deitou atrás de mim, perna sobre a minha. Cuspiu na mão, lubrificou o pau grosso, depois meu cuzinho. Entrou devagar, centímetro por centímetro, gemendo rouco no meu ouvido.
— Caralho… ainda tão apertadinho, tão quente
Eu gemi, empurrando pra trás, sentindo ele me abrir inteiro. Ele segurou meu quadril com uma mão, a outra no meu pau, masturbando devagar enquanto metia ritmado, fundo, sem pressa. Era diferente, era só prazer puro, uma despedida carinhosa.
— Você é tão gostoso… sempre foi… — ele sussurrou, beijando minha nuca. — Vou sentir falta disso de você gemendo assim…
Eu gemi mais alto, rebolando contra ele.
— Então fode gostoso… me faz gozar uma última vez, pra eu lembrar como era bom com você.
Ele acelerou devagar, batendo fundo, mão voando no meu pau. Gozei primeiro, tremendo inteiro, jorrando na mão dele, cuzinho apertando forte. Ele gemeu rouco, meteu mais fundo, gozou dentro de mim, enchendo até pingar, abraçando forte por trás.
Ficamos ali, ofegantes, ele ainda dentro, beijando minha nuca devagar.
— Obrigado… por tudo — falei baixo, mas firme. — Pelos momentos bons, pelo tesão, por me mostrar que eu podia sentir prazer assim. Obrigado por ter sido meu primeiro… por ter me ensinado tanto.
Ele beijou meu ombro, voz rouca.
— Eu te amo, Léo! Sempre vou amar.
Fechei os olhos um segundo, senti uma lágrima escorrer, mas segurei as outras.
— Eu sei, mas acabou! Essa foi a última vez.
Levantei devagar, sentindo a porra dele escorrer pela coxa. Peguei minha roupa, vesti rápido, ele ficou deitado pelado, olhando pra mim, olhos vermelhos.
— Não me procura mais Nizam, não liga, não manda mensagem. Preciso seguir em frente. Preciso ser feliz sem olhar pra trás.
Ele assentiu devagar, voz quebrada.
— Tá bom… se é o que você quer.
Peguei a mochila, fui até a porta do quarto, parei.
— Cuida de você e da minha irmã. E… obrigado de novo.
Saí do quarto, atravessei a sala, abri a porta da frente. Não olhei pra trás, desci as escadas rápido, coração acelerado, mas leve.
Peguei o ônibus quase correndo, sentei na janela e mandei mensagem enquanto o ônibus balançava.
“Fui aprovado na faculdade. Tô indo aí agora”
A resposta veio em menos de dez segundos:
“Meu menino… meu orgulho. Tô te esperando na porta”
O portãozinho lateral já estava aberto. Maurício estava lá, camiseta preta justa marcando o peito, bermuda cinza, sorriso enorme iluminando o rosto inteiro. Ele me viu e abriu os braços.
Pulei nele, pernas enlaçadas na cintura, mochila caindo no chão. Ele me segurou firme, beijou minha boca com fome, língua invadindo profunda, mãos apertando minha bunda por cima da bermuda.
— Meu aluno aprovado… — murmurou contra meus lábios, voz rouca de tesão e emoção. — Meu menino inteligente… meu orgulho. Você conseguiu, porra… você conseguiu.
Eu ri entre os beijos, lágrimas misturadas com suor.
— Consegui… Letras… matutino… começo em fevereiro…
Ele me carregou pra dentro sem soltar minha boca, chutou a porta, trancou com uma mão enquanto a outra apertava minha nuca. Me levou direto pro quarto, me jogou na cama com força controlada.
O colchão afundou, eu ri alto de nervoso e felicidade. Ele tirou minha camiseta rápido, beijou meu peito inteiro, lambeu os mamilos até ficarem duros, mordendo de leve enquanto eu arqueava as costas gemendo.
— Você merece tudo Léo… tudo — sussurrou, descendo beijando a barriga, abrindo o botão da bermuda com os dentes, puxando junto com a cueca. Meu pau pulou duro, babando.
— Maurício… por favor… me fode… quero comemorar selvagem… quero sentir você inteiro…
Ele tirou a roupa num movimento só, pau grosso pulsando contra minha coxa. Cuspiu na mão, lubrificou tudo, me virou de bruços, empinou minha bunda, abriu as nádegas.
— Olha esse cuzinho rosa… piscando pra mim, pronto pra ser fodido pelo seu homem
Entrou de uma vez, fundo, gemendo rouco no meu ouvido.
— Caralho, tão apertadinho… tão quentinho… minha putinha aprovada…
Eu gritei de prazer, empurrando pra trás, pedindo mais. Ele meteu forte, ritmado, batendo a virilha na minha bunda com estalos altos, mão na minha nuca me segurando contra o travesseiro.
— Toma rola… toma tudo… comemora sua vaga gemendo pra mim… mostra como você goza gostoso quando eu te fodo assim…
Eu choramingava, rebolando, gozando na mão dele sem nem encostar direito, corpo tremendo.
— Maurício… mais forte… me fode… me enche… por favor…
Ele acelerou mais, batendo fundo, gemendo alto.
— Você tem 18 e eu tenho 40… quase 22 anos de diferença e olha como você abre as pernas pra mim… olha como esse cuzinho engole minha rola toda. Você nasceu pra isso meu menino, nasceu pra ser fodido por homem mais velho, pra gozar gritando meu nome… pra ser minha esposa safada…
Eu gemi mais alto, gozando de novo, cuzinho apertando forte.
— Sim… amo ser seu
Ele meteu fundo, gozou forte dentro de mim, enchendo até transbordar, corpo tremendo contra o meu.
— Toma meu leitinho… toma tudo… minha esposa, minha putinha aprovada, minha alegria…
Ficamos ali, ofegantes, ele ainda dentro, abraçando por trás, beijando minha nuca devagar, mão na minha barriga suada.
— Parabéns, meu amor… você merece o mundo — sussurrou, voz emocionada.
Virei o rosto, beijei a boca dele devagar.
— Obrigado por acreditar em mim… por me fazer sentir que eu consigo… por me amar assim.
Ele sorriu contra meus lábios.
— Sempre vou acreditar. Sempre vou te amar e sempre vou te foder gostoso pra comemorar cada conquista sua.
Eu ri, apertando ele contra mim.
— Promete?
— Prometo. E amanhã a gente comemora de novo… e depois de novo… até você cansar.
No outro dia acordei devagar, o corpo ainda pesado e quente do que rolou na noite anterior. A luz da manhã entrava fininha pelas cortinas meio abertas do quarto do Maurício, iluminando o lençol todo embolado nos nossos pés e o peito largo dele subindo e descendo devagar do meu lado. Ele dormia de lado, com o braço jogado por cima de mim, mão aberta na minha barriga, como se quisesse me proteger mesmo dormindo.
Eu sorri sozinho, sentindo um calorzinho bom subindo pelo peito. Fazia semanas que eu dormia ali quase toda noite, e cada manhã parecia um presente.
Meu pauzinho já tava meio duro só de acordar colado nele, sentindo o pau grosso dele descansando contra minha bunda, ainda mole, mas quentinho.
Virei devagar, fiquei de frente pra ele e beijei o peito dele bem devagarinho, lambendo o mamilo castanho até ele endurecer na minha língua. Maurício gemeu baixinho, acordando aos poucos, mão apertando minha cintura.
— Bom dia, meu menino… — voz rouca de sono, olhos abrindo devagar, sorriso preguiçoso aparecendo. — Acordou safadinho hoje?
Eu ri, subi pra beijar a boca dele devagar, língua entrando suave, sentindo o gosto de sono misturado com o dele.
— Quero você agora… de papai e mamãe, como no começo.
Ele riu baixo contra meus lábios, virou meu corpo de costas pro colchão com cuidado, deitou em cima de mim. O peso dele era delicioso, me prendia ali.
Beijou minha boca bem fundo, depois desceu pro pescoço, mordendo de leve, lambendo a clavícula, chupando os mamilos até eu arquear as costas gemendo baixinho.
— Você quer o paizão te fodendo gostoso, né? — sussurrou, mão descendo pela barriga, apertando meu pauzinho duro, masturbando devagar. — Quer sentir o pau do seu paizão entrando todo, te abrindo… te enchendo?
Eu gemi alto, pernas abrindo automaticamente pros lados, coxas tremendo.
— Sim, por favor… me fode… me faz gozar… sempre vai ser meu paizão…
Ele sorriu contra meu peito, cuspiu na mão, lubrificou o pau grosso dele, depois meu cuzinho rosa que já tava melado de tesão e do que sobrou da noite. Posicionou a cabeça na entrada, segurou meus quadris com as duas mãos grandes, entrou devagar, centímetro por centímetro, gemendo rouco.
— Caralho…
Eu gemi alto, unhas cravando nas costas dele, pernas enlaçando a cintura, puxando ele mais fundo.
— Mais, paizão… me fode gostoso, me faz sentir seu pau…
Ele meteu fundo de uma vez, pau inteiro dentro, virilha colada na minha bunda. Ficou parado um segundo, pulsando lá no fundo, beijando minha boca devagar.
— Olha como você chama seu paizão pra te foder… olha como esse cuzinho rosa engole minha rola toda
Eu chorei de prazer, rebolando contra ele, gemendo alto.
— Sim paizão… fode seu menino
Ele começou a meter forte, ritmado, batendo fundo a cada estocada, mão no meu pau masturbando rápido, boca no meu ouvido sussurrando safadezas.
— Toma rola do paizão… toma tudo, goza pra mim mostra como meu menino safado goza gostoso quando o paizão mete forte…
Eu gozei tremendo inteiro, gozo jorrando na barriga dele, cuzinho apertando forte em volta do pau dele. Ele gemia rouco, meteu mais fundo, gozou forte dentro de mim, enchendo até transbordar, corpo tremendo contra o meu.
— Toma meu leitinho, toma tudo, meu menino, minha putinha, meu amor…
Ficamos ali ofegantes, ele ainda dentro de mim, abraçando forte, beijando minha testa, minha boca, meu rosto inteiro.
— Sempre vai ser meu paizão… — sussurrei, voz rouca de prazer e emoção, abraçando o pescoço dele.
Ele sorriu contra minha pele, beijando devagar.
— Sempre, meu menino. Sempre vou ser seu paizão, sempre vou te foder gostoso, te cuidar, te amar.
Eu fechei os olhos, sorrindo, sentindo ele ainda pulsando dentro de mim, quente, cheio.
Dois dias depois era uma noite tranquila. Eu tava deitado no peito do Maurício, na cama dele, lençol embolado nos pés, corpo dele quente e pesado me abraçando por trás como sempre fazia depois de transar. Ele ainda tava dentro de mim, mole agora, mas quentinho, respirando devagar no meu pescoço.
Eu sentia a porra dele escorrendo devagar pela coxa, o cheiro de sexo e carinho misturado no ar.
Eu não queria falar, não queria quebrar aquele momento. Mas a carta da faculdade tava na minha mochila jogada no chão do quarto, e as palavras “início das aulas em fevereiro” não saíam da minha cabeça. Semana que vem eu ia embora, ia morar na república perto do campus, ia estudar Letras de verdade, começar uma vida nova. E aquilo… aquilo com ele não ia caber mais.
Respirei fundo, virei o rosto pra olhar pra ele. Os olhos dele tavam semicerrados, sorriso preguiçoso no rosto.
— Maurício… — minha voz saiu baixa, tremendo um pouco.
Ele abriu os olhos devagar, beijou minha cabeça.
— Fala meu menino. O que foi?
Engoli em seco, sentindo as lágrimas já se formando nos cantos dos olhos.
— Semana que vem eu vou embora, pra faculdade as aulas começam. Vou morar na república, vou estudar de verdade. E… a gente não vai poder mais ter isso, não vai ter mais nada entre a gente.
Ele congelou, o braço dele apertou mais forte minha cintura, como se quisesse me prender ali.
— O quê? — voz rouca, quase sussurrada.
Virei de lado, fiquei de frente pra ele, olhos nos olhos.
— Preciso encerrar isso, Maurício. Não é porque eu não te amo, eu amo, amo muito. Você me salvou de tanta coisa ruim, me fez sentir desejado, amado, seguro. Me ensinou que prazer pode ser carinho, não só posse. Mas eu tenho 18 anos, você tem 40. Eu vou pra faculdade, vou conhecer gente da minha idade, vou estudar, vou crescer. E você… você merece alguém que fique. Alguém que não vá embora, alguém mais perto da sua idade, que possa te fazer feliz de verdade, sem prazo de validade.
Ele ficou quieto um tempão, olhos fixos nos meus. Depois balançou a cabeça devagar, voz baixa e rouca.
— Léo… eu gosto de mais novos. Sempre gostei! Gosto de mandar, de cuidar, de ver um menino como você abrir as pernas pra mim, gemer meu nome, se entregar inteiro. Gosto da diferença de idade, gosto de ser o paizão, gosto de te proteger, te foder devagar, te encher e depois te abraçar até você dormir. Não quero alguém da minha idade.
As lágrimas escorreram. Segurei o rosto dele com as duas mãos, beijei a boca dele devagar, língua entrando suave, como quem se despede com gosto.
— Eu sei… sei que você gosta. E eu amei ser seu menino, amei ser sua putinha, sua esposa, sua alegria. Mas preciso ir! Preciso viver isso que tá começando, preciso estudar, conhecer o mundo sem olhar pra trás com medo de te decepcionar ou de te deixar sozinho esperando.
Ele fechou os olhos. Uma lágrima escorreu pelo rosto dele a primeira vez que eu via ele chorar. Apertou minha cintura forte, voz quebrada.
— Você vai me deixar mesmo?
Concordei, chorando junto.
— Vou! Você vai ser sempre importante pra mim. Mas eu preciso seguir… e você também. Encontra alguém, alguém que te ame como eu te amei.
Ele puxou meu rosto pro peito dele, abraçou forte, corpo tremendo.
— Eu te amo, Léo. Sempre vou amar, você foi o melhor que aconteceu na minha vida.
Chorei no peito dele, abraçando forte.
— Eu também te amo! Obrigado por tudo.
Ficamos ali abraçados um tempão, chorando baixo, beijando devagar, mãos acariciando o corpo um do outro como quem quer guardar cada pedacinho na memória. Ele beijou minha testa, minhas pálpebras, minha boca uma última vez.
— Vai, meu menino e se um dia precisar de mim… eu vou estar aqui.
Levantei devagar, senti ele sair de dentro de mim. Peguei minha roupa, vesti tremendo. Ele ficou deitado, olhando pra mim, olhos vermelhos.
— Adeus, paizão — falei baixo, voz quebrada.
Ele sorriu triste.
— Adeus, minha esposa… meu menino.
Peguei a mochila, abri a porta do quarto, parei na porta da casa. Olhei pra trás uma última vez, ele tava sentado na cama, cabeça baixa, mãos no rosto.
Saí e fechei a porta devagar.
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Comentários (1)
Lagartixa: Teve uma troca de nomes, mas você escreve bem. Na faculdade esse viado vai ser a festa dia professores, dos veteranos e novatos
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