#Gay #Teen

Desforra

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Fotografo

Vizinho gay, atrevido, chorão, mas, ao final, valente.

Eu fotografo, desde a adolescência, por “herança”.
Eu tinha uma máquina simples (caixote), que usava para tirar fotos simples (de garotas), porque ainda não tinha a devida noção de fotografia, apesar de saber os procedimentos de laboratório (branco e preto), da minha família, que ficava no porão da nossa casa.
Eu devia ter uns 17 anos, na época do ocorrido: eu dei bobeira e um vizinho pentelho da casa ao lado, de uns 14 anos, pegou minha câmera, sem que eu visse e depois de algum tempo voltou com ela, todo satisfeito, a dizer que fotografara diversas coisas. Fiquei puto da vida, porque ele, até por absoluto desconhecimento, clicou diversas vezes, sem rodar o filme, o que sobrepôs várias imagens sobre a última que eu houvera feito e, com isso, fudeu o registro de uma lindíssima garota que morava num bairro próximo (ela estava de minissaia, distanciava-se de mim olhando para trás, com um sorriso e com as mãos nos cabelos, o que mostrava mais de suas coxas). Fiquei puto de verdade! Eu soube disto, ao revelar o filme. Tive muita vontade de dar uns cascudos nele, mas, como ele era irmão de uma gatinha, deixei pra lá. Mas, a idéia de desforrar ficou armazenada. Como nada fiz, ele começou a se aproximar de mim, querendo ver as fotos do tal filme, querendo saber como eu fazia etc. Numa das vezes, decidi levá-lo ao laboratório. Verifiquei se ninguém observava seu acesso à minha casa e entramos. Chegando lá, já fui fazendo 2 exigências: ele tinha que chupar meu pau e depois me deixar pôr no seu cu. Ele concordou de cara, dando a entender que sabia o sentido de sua resposta. Ele estava de calção de pano, camiseta e chinelo. Pus meu pau pra fora da calça, meia bomba ainda e ele caiu de boca (sem os dentes centrais superiores, em fase de troca). Deixei-o chupar até endurecer bem. Aí ele mesmo sentiu o enrijecimento, tirou meu pau da boca, disse que estava bem duro e perguntou se eu já queria meter. Eu disse que sim e ele mesmo se virou, arriou o calção, apoiou as mãos nos joelhos e arrebitou a bunda pro meu lado. Passei bastante saliva no meu pau, principalmente na cabeça, abri sua bunda com uma das mãos e posicionei meu cacete entre as pregas do moleque. Quando senti que estava na posição certa, forcei e a cabeça entrou de uma vez. Ele deu um tranco para a frente já chorando forte, mas, baixinho, o que fez a cabeça sair de suas pregas. Puxou o calção e se afastou para a frente. De fato, por inexperiência, deu essa merda. Nunca havia tido relação com moleque. Para ele parar de chorar, eu disse que lhe daria um “bolo” de linha de pipa e o entreguei a ele. Aos poucos ele parou com a choradeira. Esperei um tempo e disse para ele ir embora. Ele foi, todo feliz, com o cordonê.
No dia seguinte, ele se aproximou e me perguntou: “– Zezinho, vamos?”.
Eu pensei rápido: ele deve estar com algumas pregas arrebentadas e não vai agüentar, de novo. Melhor esperar um tempo. Eu disse a ele que não podia, naquela hora.
Daí uma semana, ele tornou a perguntar: “– Ei, Zezinho, vamos?”. Eu disse que não queria porque ele chorava. Ele disse: “– Agora, eu não vou chorar mais não”. Eu falei pra ele que, pra fazermos aquilo, ele teria que ser valente! Ele respondeu no ato: “– Hoje eu vou ser muito valente”. Então, eu questionei: “– E se doer e você chorar?”. Ele respondeu que não choraria, não. Que havia passado creme da mãe dele, no cabo grosso de uma escova de cabelos e treinou “desde antes de ontem”. E que hoje ia dar certo. Então, concordei, verifiquei se ninguém poderia estar olhando a entrada dele em minha casa e fomos para o porão.
Já cheguei de pau duro. Ele quis chupar e não deixei. Mandei que se virasse e ele o fez, já baixando o (mesmo) calção, apoiando as mãos nos joelhos e arrebitando a bunda.
Desta vez eu tinha preservativo e vaselina. Baixei minha caça e a cueca, encapei o herói, lubrifiquei-o totalmente, apontei para o rego do moleque e fui “tateando”, até encaixar a pontinha, no cuzinho do vizinho. Disse a ele para segurar firme que eu iria fazer força, devagar, para entrar de leve e ele não sentir dor. Ele assentiu com um gesto de cabeça e comecei a penetração. No início, ele só aumentou a respiração, mas mantinha a bunda firme. Meu pau deslizou por entre as pregas e a glande passou. Ele soltou um grunhido profundo mas baixinho e continuou firme. Segurei em sua cintura e fui penetrando seu ânus, aos poucos. A partir daí, meti até encostar na bunda dele. Ele estava respirando muito rápido. Avisei a ele que estava tudo dentro, que ele era mesmo valente e que eu iria fazer uma pausa, sem tirar, para ele se acostumar com o volume dentro dele. Senti até que ele até relaxou um pouco. Depois de algum tempo, perguntei se estava gostoso. Ele disse que “tava”. Eu disse que se ele já estivesse se sentindo bem, que poderia rebolar. Ele não falou nada, mas, começou a fazer leves movimentos circulares com a bunda. Após algum tempo, comecei a acompanhar o rebolado dele, com movimentos de entra-e-sai. Ele se acostumou rápido. Logo, eu estava metendo pra valer; tirava quase tudo e enfiava até o fundo. E ele, jogando a bunda para trás e rebolando. Depois de uns cinco minutos de metição intensa, segurei mais firme em sua cintura, forcei meu cacete todo dentro dele e despejei minha porra na camisinha. Ele disse que sentiu meu pau latejar dentro do seu cu. Quando tirei a camisinha, ele pediu para chupar o restinho de porra. Eu deixei. Ele limpou meu pau todinho. A gente se vestiu, ele disse que no início foi dolorido, mas, depois, foi muito gostoso. Disse ainda que queria fazer, de novo. Eu perguntei se ele conversava essas coisas com sua irmã e ele disse que sim, que ela que havia ensinado a ele usar o creme na escova de cabelos. Perguntei se poderia trazer a irmã para fazermos juntos. Ele disse que conversaria com ela.

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