Sobre ser uma FÊMEA
Fêmeas nasceram pra serem usadas, pra dar prazer, pra fazer macho gozar.
Fêmea nasceu para agradar machos, é nossa obrigaçãozinha diária, não deveríamos ter nenhum outro objetivo na vida.
Nosso único objetivo é esvaziar bolas de macho.
Eu nem sempre fui fêmea, mas acho que sempre quis ser. Desde criancinha eu sentia um vazio estranho, como se meu corpo fosse um erro. Olhava as meninas da escola, as curvas delas, o jeito dengoso de andar, e algo dentro de mim latejava, eu não sentia atração por elas, eu queria ser uma delas. Eu queria ser assim. Queria ser olhada, desejada, usada, queria que os meninos batessem punheta pensando em mim.
Um dia,, sozinha em casa, peguei uma calcinha rosa da minha irmã, vesti devagar e me olhei no espelho. Meu pau endureceu na hora, apertado contra o tecido fino. Eu me senti... certa. Passei as mãos pelo corpo, imaginando que eram mãos de homem me tocando, me apertando, me marcando como propriedade.
Nessa época comecei a ver vídeos de FPOV (female pov) que mostram a perspectiva feminina na hora do sexo. Me imaginava chupando um pau. Batia punheta até gozar e lambia meu próprio gozo dos dedos, fiquei apaixonada no cheiro de porra. Assistia vídeos de sissy training (tipo vídeos que treinam pra vc virar menininha), eu gozava litros vendo isso e imaginando um macho me comendo.
Foi aí que começou minha transformação. Mesmo sendo menor de idade eu tomava hormônios todos os dias, eu pegava os hormônios com a tia de uma amiga que conseguia para mim. Tomava direitinho como uma boa putinha obediente. Meus peitos cresceram devagar, sensíveis, os bicos rosados ficando duros só de roçar na blusa. Minha pele ficou macia, minha bunda arredondou, minha cintura afinou. Cada mudança me deixava mais safada, mais desesperada pra servir machos.
Comecei a usar roupinhas curtas, saias minúsculas, vestidinhos provocantes, os homens começaram a me olhar na rua, começaram a mexer comigo. Comecei a ser encoxada em ônibus lotados, passavam a mão na minha bunda redondinha, tudo isso me excitava MUITO.
Claro que familiares não aceitaram e me odiaram por um tempo, acho que até hoje me odeiam... Mas sei que vários tios e primos me acham mto gostosa kkkkkk
Dei pela primeira vez aos 14, mas não vou falar disso agora. Só vou dizer que não foi tão bom, mas que naquele momento entendi direitinho que minha função é fazer macho gozar.
Hoje eu sou Gaby, uma fêmea trans. Peitinhos firmes, bundinha empinada, voz manhosa, pauzinho rosinha e um cuzinho guloso que aperta pau como se tivesse nascido pra isso. Eu amo ser fêmea. Amo acordar durinha pensando em como vou esvaziar bolas. Amo me ajoelhar, abrir a boca e sentir um macho grosso me usando até gozar fundo na minha garganta. Amo ser virada de quatro, ter meu cuzinho arrombado enquanto gemem no meu ouvido que eu sou só uma vadia feita pra tomar porra.
Ser fêmea é minha natureza.
Não quero carreira, não quero independência. Quero ser útil.
Quero ser o buraco quente e apertado que alivia o macho depois de um dia cansativo. Quero sentir esperma escorrendo pelas minhas coxas, saber que cumpri meu dever.
Eu nasci pra agradar. Pra gemer. Pra engolir. Pra abrir as pernas e dizer “aiiin isso.. não para, goza dentro vai, enche meu cuzinho vai... isso, não segura, solta tudinho... issoo!!!”. E eu me sinto tão bem assim... tão certa, tão feliz, tão durinha só de pensar que um macho vai me usar como mereço.
Sou fêmea. E isso é tudo que eu quero ser. Pra sempre
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