A nova realidade que mudou o mundo parte 133 - Elas são piores
Nos primeiros dias após a queda da cidade, as escravas não tiveram pressa. A liberdade era nova, ainda frágil, e elas queriam saborear cada segundo de dor que infligiam aos homens que as haviam destruído.
O jornalista, o pai de Julie, o homem que um dia chegara ao novo mundo para contar a história e acabara se tornando um dos piores algozes, foi um dos primeiros a receber atenção especial. Elas o arrastaram nu para o centro da praça principal, ainda usando o mesmo cinto de castidade que ele havia obrigado Julie a usar por semanas. O modelo era idêntico, talvez até o mesmo, aço frio, dois plugs grossos de metal, um ficava apertando o saco e o pau, com uma jaula apertada que esmagava os testículos contra o corpo. Como ele era homem, o cinto não havia sido projetado para seu corpo. As escravas o fecharam com força máxima. O plug anal entrou seco, rasgando-o por dentro. O tubo de aço que prendia o pau foi apertado até a carne ficar roxa e inchada, os testículos esmagados contra a base de metal. Ele gritou desde o primeiro segundo, a dor era constante, latejante, insuportável. Cada respiração fazia o metal morder mais fundo. O pau, preso e esmagado, latejava como se fosse explodir. Os testículos, comprimidos até quase estourar, enviavam ondas de agonia pelo ventre. Ele se contorcia no chão, implorando, chorando, babando: Por favor… castram-me… cortem tudo… eu não aguento mais…
As mulheres ao redor apenas riam. Uma negra que ele mesmo havia chicoteado muitas vezes se aproximou, cuspiu no rosto dele e disse baixinho: Você vai sentir isso todos os dias. Exatamente como sua filha sentiu, nós não vamos cortar nada, vamos deixar você viver assim. Ele ficou dias inteiros com o cinto. Andava curvado, lágrimas escorrendo, o pau roxo e inchado, os testículos pretos de sangue acumulado. Implorava por castração a qualquer uma que passasse e elas sempre negavam. Queriam que ele sentisse, por muito tempo, o que havia imposto à própria filha.
Marcos, o homem que havia apresentado o jornalista ao novo mundo e o ajudara a comprar Caroline e Julie, recebeu um castigo mais lento e teatral. Elas o penduraram pelo saco escrotal, usando um gancho de carne enfiado profundamente na pele. O corpo dele ficou suspenso apenas pelos testículos, os pés a poucos centímetros do chão, o peso inteiro puxando a carne sensível. Depois, começaram a espancá-lo. Chicotes, paus, correntes. Bateram até ele desmaiar de dor e quando acordava, o saco já estava inchado, roxo, a pele esticada ao limite. Deixaram-no ali a noite inteira. O frio da madrugada fez o inchaço piorar. Quando o sol nasceu, o escroto estava completamente preto, a pele tão esticada que parecia prestes a rasgar. Marcos delirava, babando, os olhos revirados, o corpo tremendo em espasmos de agonia. Elas o deixaram mais um dia inteiro pendurado. Só então cortaram as cordas e o deixaram cair, o saco quase explodindo de inchaço e hemorragia interna.
O velho que havia levado Caroline e Julie para a cisterna de esgoto recebeu um castigo que parecia saído de um pesadelo. Colocaram-no dentro de um tambor de metal grande, apenas com a cabeça para fora. O corpo ficou espremido lá dentro, sem espaço para se mover. Depois, rolaram o tambor por um pasto irregular, cheio de pedras e buracos, por quase um quilômetro. Cada volta esmagava o corpo dele contra o metal, quebrando costelas, rasgando pele, causando hemorragias internas. O tambor parou às margens de um rio raso. Elas o deixaram ali, preso, com a cabeça exposta ao sol escaldante. Sem água, sem sombra e com as feridas do tombo ainda sangrando. Ele passou três dias e três noites gritando. A sede, o calor, o corpo destruído por dentro. As moscas começaram a se alimentar das feridas. No quarto dia, ele ainda respirava quando as mulheres passaram por ali e cuspiram em seu rosto antes de continuar andando.
O prefeito da cidade, o homem que havia assinado tantas leis que transformaram mulheres em mercadoria, sofreu o castigo mais simbólico. Elas o amarraram nu numa mesa no meio da praça. Com uma faca afiada, cortaram o pau dele pela base, devagar, serrando a carne enquanto ele uivava. Depois costuraram o membro decepado na própria testa dele, usando linha grossa, deixando a cabeça roxa e sangrando apontada para cima como um chifre grotesco. Em seguida, colocaram seus testículos numa pequena prensa de metal e apertaram lentamente. Os gritos do prefeito ecoaram pela cidade inteira enquanto os testículos eram esmagados até virarem uma massa sanguinolenta. Só então cortaram o que restava com uma faca cega.
Enquanto ele gritava e se debatia, as mulheres ao redor aplaudiam. Batiam palmas ritmadas, riam, algumas choravam de alívio e raiva ao mesmo tempo. O som dos aplausos misturava-se aos berros dele como uma sinfonia do ódio acumulado.
Esses foram apenas os primeiros.
Nos dias seguintes, a cidade inteira se transformou num teatro de vingança. Cada homem pagou, de formas diferentes, por anos de abuso sistemático. E as mulheres, pela primeira vez, sentiram o gosto doce e amargo da justiça.
O Doutor Harlan, o médico que arrancava clitóris com precisão cirúrgica nas fazendas de reprodução, foi levado para o antigo centro médico que ele mesmo comandava. As mulheres o amarraram nu na mesma mesa ginecológica onde tantas delas haviam sido mutiladas. Usando as próprias ferramentas dele, elas abriram seu saco escrotal lentamente, sem anestesia, e retiraram os testículos um por um, mostrando-os para ele enquanto ele gritava. Depois, enfiaram um tubo de metal grosso em seu pau e injetaram ácido diluído, queimando-o por dentro. Ele urinou sangue e pus por horas, contorcendo-se, implorando por morte. Elas o deixaram vivo, amarrado na mesa, com um cartaz no peito: Aquele que cortava prazer agora sente só dor.
O Capitão Mendes, chefe dos guardas do hotel e responsável por muitas das sessões de estupro coletivo, foi levado para o pátio interno. As negras que ele havia humilhado por anos o penduraram pelos pulsos, pés bem abertos. Elas enfiaram um tubo de borracha em seu ânus e bombearam quase dez litros de água fervente misturada com sal e pimenta. Seu ventre inchou grotescamente, a pele esticada ao limite. Depois, enquanto ele delirava de dor, elas inseriram um arame farpado longo e o giraram dentro dele, rasgando tudo por dentro. Mendes gritou até perder a voz. Quando desmaiava, elas jogavam água fria no rosto e continuavam. Ao final do segundo dia, ele ainda respirava, mas seus intestinos estavam destruídos. Elas o deixaram vivo, para que sentisse a infecção devorá-lo por dentro.
O Senhor Lombardi, um hóspede rico e sádico que gostava de queimar os seios das escravas com cigarros e enfiar garrafas, recebeu um tratamento especial das mulheres brancas. Elas o amarraram de bruços e enfiaram uma garrafa quebrada no seu cu, girando-a para que os cacos rasgassem tudo. Depois, acenderam cigarros e queimaram cada centímetro de seu corpo, pau, bolas, mamilos, pálpebras, língua. Ele urrou até a voz falhar. Quando parou de reagir, elas o castraram com uma tesoura cega e costuraram sua boca com o próprio pau decepado dentro.
O Peão Ramirez, um dos que mais havia estuprado Caroline e as negras no galpão, foi entregue às índias. Elas o amarraram de quatro e, uma por uma, usaram paus de vassoura, garrafas e pedaços de madeira para fodê-lo no cu durante horas, até ele rasgar e sangrar profusamente. Depois o penduraram pelos tornozelos, cabeça para baixo, e o deixaram sangrar lentamente enquanto as mulheres urinavam em seu rosto e boca. Ele demorou dois dias para morrer, consciente até o fim.
Senhor Vargas, o dono da fazenda de reprodução onde Caroline havia sido enviada, recebeu o castigo mais simbólico. As matrizes que ele havia tratado como vacas o amarraram em um cercado, nu, de quatro. Elas colocaram um arnês com um enorme plug anal com cauda de vaca e o forçaram a puxar uma carroça pesada o dia inteiro, chicoteando-o sem parar. À noite, o amarraram em uma mesa e injetaram hormônios pesados em suas mamas e nádegas, fazendo-as inchar dolorosamente. Depois, costuraram sua boca e o deixaram preso no cercado, para que as outras escravas o vissem engordar e inchar como as “vacas” que ele criava.
Durante esses primeiros dias, a cidade inteira cheirava a sangue, merda, mijo e carne queimada. Os gritos dos homens ecoavam dia e noite. Algumas escravas choravam enquanto torturavam, não de pena, mas de alívio, outras riam. Muitas simplesmente observavam em silêncio, como se finalmente estivessem equilibrando uma balança que estivera inclinada por anos. Não era justiça, era retribuição. E para cada mulher que havia sido destruída, havia agora um homem sentindo, na própria carne, um pedaço daquele inferno que ele ajudara a construir.
Mas o novo mundo ainda não estava acabado...
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