#Assédio #Coroa #Gay #Virgem

Dando a bunda e peidando no pau do vizinho baiano depois da aula

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Piazza1908

O conto envolve scat e fart. Caso não curta esse tipos fetiche, recomendo não siga com a leitura. Também não espere algo ultra exagerado.

A aula finalmente acabou, marcando o fim daquela maratona de Cálculo I. Guardei o caderno cheio de integrais e o notebook na mochila, sentindo o peso familiar cortando os ombros. Saí pro corredor da universidade e a brisa fresca bateu no rosto, trazendo o cheiro de terra molhada misturado com asfalto quente. Ajustei a alça da mochila e respirei fundo. Estava no primeiro semestre de Engenharia Agrícola na UFSM, campus Cachoeira do Sul (RS). Me chamo Rafael, 18 anos recém-completos, natural de Agudo (RS), uma cidadezinha do interior. Sou forte, alto (1,90m), físico atlético moldado pelos treinos matinais na academia, rostinho bonito e agradável, olhos azuis claros e cabelo loiro natural. Descendente de alemães e italianos, com aquelas características bem típicas de um guri do interior gaúcho. Lá na minha região, nunca tive dificuldade pra chegar e comer algumas gurias, continuo não tendo em qualquer outra região. Havia me mudado para Cachoeira do Sul assim que comecei o curso, morava sozinho, de aluguel, com uma ajudinha financeira da minha mãe que ficou na minha cidade natal.

Caminhei em direção ao estacionamento com passos largos. Usava uma camisa polo verde-escura, bombacha bege bem justa nas coxas grossas, panturrilhas e na bunda, além de tênis pretos. Minha mão direita, por instinto, tateou o bolso lateral da mochila atrás da cuia de chimarrão. Caralho, não tinha bebido nada durante a aula toda.

No caminho, aquela vontade de cagar que eu já sentia desde o começo da tarde voltou mais insistente, deixei escapar uns peidos enquanto caminhava. Não curto fazer isso fora de casa, então segurei firme hahaha, apertando uma coxa contra a outra. O tecido da cueca branca por baixo da bombacha roçava no meu cuzinho a cada passo, um atrito leve que me deixava inquieto.

Cumprimentei alguns colegas com tapinhas nas costas, sem entrar em papo, só um “falow” rápido.

Cheguei no estacionamento e vi o carro, um Volkswagen Virtus preto estacionado numa das filas. Aurélio estava encostado na porta do motorista, mexendo no celular com aquela postura séria. Ele era baiano, 52 anos, natural de uma cidade do extremo sul da Bahia chamada Vitória da Conquista, mas morava no Rio Grande há mais de dez anos, desde que se divorciou da ex-esposa. Eu sabia disso porque, nas viagens diárias, ele falava histórias dela com um tom ainda carregado de ressentimento. Era meu vizinho, Uber, ele estava sendo meio que um motorista particular pra mim, me levava pra faculdade e pra academia, e, de certo jeito, uma figura paterna improvisada. O acordo era simples: ele me levava e trazia, eu pagava um valor tal no final do mês. Barato demais pra ser verdade, mas Aurélio sempre dizia que gostava do meu jeito. “Teus olhos são muito bonitos, gosto de olhos azuis”, ele comentava esse tipo de elogio de vez em quando, com um olhar que demorava um segundo a mais do que deveria, e eu levava isso na mais pura zoeira.

— Opa. Bora? — falou ele, com aquela voz grave e o sotaque diferente do que eu costumava ouvir das outras pessoas, de um jeito que sempre me fazia sorrir sem querer.

— Aham. Tudo certo, seu Aurélio? Desculpa a demora, o professor enrolou pra caralho hoje — respondi, me aproximando.

Aurélio era magro, pele escura, barba preta com alguns fios grisalhos que combinavam com o cabelo curto. Pelos grossos visíveis nos braços. Acho que não passava de 1,75m. Estava com uma camisa xadrez lenhador vermelha, calça jeans escura e sapatos sociais.

— Que nada, rapaz. Entra aí — disse ele, abrindo a porta do passageiro pra mim.

Sentei no banco da frente, coxas bem juntas, sentindo a bombacha esticar na pele e a cueca afundar entre as nádegas. O cheiro suave de lavanda que ele sempre deixava no carro me acertou na hora. Ajustei o cinto de segurança. Aurélio deu a volta, entrou no banco do motorista e ligou o motor.

— Como foi a aula hoje? Difícil? — perguntou, enquanto manobrava para sair.

— Ah, complicado… Derivadas parciais. Vou ter que estudar à noite.

— Nem adianta explicar, passo longe dessa matemática. Não é comigo — respondeu ele, rindo curto daquele jeito seco e curto, típico dele.

Olhei pela janela enquanto o estacionamento ficava para trás. O sol da tarde batia no asfalto, criando ondas de calor.

— Posso conectar meu celular no som do senhor?

— Pode.

Ele abriu o porta-luvas, pegou o cabo auxiliar e me entregou. Conectei no celular e no carro, rolei a tela e escolhi uma música eletrônica. Coloquei o aparelho sobre o painel.

— Hum… agora sim.

Aurélio sorriu de canto, beirando o imperceptível. Fiquei olhando pros braços dele no volante, os pelos escuros se diferenciando da camisa xadrez. Fazia umas semanas que eu reparava mais nele. Nas caronas recentes, ele tinha ficado mais calado, mas os olhares demoravam nas minhas pernas quando eu entrava de bombacha justa. Os elogios aos meus olhos e ao meu corpo vinham com uma frequência esquisita, sempre disfarçados de comentário casual. O preço baixo da carona, a insistência em me buscar todo dia… humm tudo começava a fazer sentido.

— Por que o senhor não começa a treinar? Se quiser, podemos ir na academia juntos — falei, sorrindo. — Aproveitando que o senhor me leva lá todo dia.

Ele olhou de lado, mão firme no volante.

— Eu não, não tô precisando.

— Sério? Haha, acho que tu precisa sim, ué. O senhor tá sequinho aí.

— Bora treinar pra ficar bonito, hajajaha.

Tentei zoar, mas Aurélio nunca ria fácil. Sempre com aquela cara séria.

— Não… isso é coisa de viado. Comigo não dá certo.

Arregalei os olhos.

— Hã? Bah, como assim “coisa de viado”, pow?

Ri da pérola dele, mas senti um frio estranho na barriga.

— Pra mim parece coisa de viado só — respondeu, com tom seco, testando a reação.

— Chapou, hahahahah! Eu faço e não sou viado, poxa. De onde tu tirou isso?

— Penso assim.

— Agora tu me deixaste curioso, sabia? Nada a ver, cara. Bem sacana isso.

— Se quer ficar magrin assim, de boas…

Ele ficou sério de novo, olhos fixos na estrada. Virei pro vidro, ainda rindo baixinho pelo nariz. Nesse momento, a vontade de cagar voltou mais forte. Apertei as coxas, tentando distrair. Meu cuzinho piscava sem parar, o tecido da cueca roçando de forma incômoda.

— O senhor não sente vontade de pegar mulher? Tô tentando dar uma dica pro senhor, seu Aurélio.

Ele virou o rosto na minha direção por um segundo.

— E precisa de academia pra isso? Besteira.

— Hum… tendi.

Encarei ele. Meu coração acelerou. Aurélio nunca tinha sido tão direto. Nas últimas viagens, ele tinha começado a roçar “sem querer” a mão perto da minha perna no câmbio, a demorar mais pra abrir a porta, a elogiar meu físico com um olhar que não era mais tão inocente. O divórcio há mais de dez anos parecia ter o deixado carente, ele também não parecia ter muito sucesso com mulheres da região.

— O senhor é agressivo hein.

— Tem nada a ver com agressivo. Cada um pensa o que quer.

— Na tua lógica eu sou “viado” então?

— Deve ser.

— Nossa…

Soltei uma risadinha nervosa. O sinal fechou. Aurélio parou o carro e, sem nenhum aviso, pousou a mão direita na minha coxa. O aperto foi firme, quente, os dedos afundando no tecido da bombacha. Arrepiei inteiro. Meu pau endureceu na hora, latejando contra a cueca. Não consegui soltar uma palavra de imediato.

Virei o rosto devagar. Ele não tirou a mão. Olhei pro colo dele, um volume evidente marcava a calça jeans escura. Aurélio estava duro também. Meu cuzinho piscou mais forte.

A mão dele ficou ali, firme e quente sobre a minha coxa, os dedos apertando o tecido da bombacha como se quisesse marcar território. Meu pau latejava dentro da cueca, duro pra caralho, e o cuzinho não parava de piscar, ainda com aquela vontade de cagar que eu ainda segurava desde o começo da tarde. Olhei pro volume grosso na calça jeans dele, depois voltei pro rosto sério, aquela barba preta salpicada de grisalho.

Soltei uma risadinha baixa, debochada, inclinando a cabeça pro lado como se tivesse acabado de ver a maior comédia do mundo.

— Bah, seu Aurélio… tá me apalpando a coxa assim, do nada? — ironizei, voz cheia de sarcasmo, mas com um sorrisinho de canto. — Tu tá sequinho que nem vara de pescar, pele escu... que audácia, hein.

Ele não tirou a mão. Apertou de novo, devagar, os olhos fixos na estrada, ele ainda precisava manter a atenção dirigindo. A voz saiu direta, limpa, sem enrolação nenhuma.

— Melhor do que ser igual você, com esse jeito de viado.

Ri mais alto, debochando, mas meu coração tava disparado. Virei o corpo um pouco no banco, abrindo as pernas só o suficiente pra que a mão dele deslizasse um centímetro mais pra dentro, roçando mais perto da virilha.

— Olha só pra ti, cara… pequeninho, magrin. Tu acha que vai fazer alguma coisa comigo? — zombei, sarcástico, sem tirar os olhos dele. — Deve tá complicado encontrar uma guria que te queira, né?

Aurélio ficou em silêncio por uns segundos. A mão subiu um pouco mais, o polegar traçando um círculo lento sobre o tecido justo da bombacha, bem perto da costura interna. Ele não sorriu. Não riu. Só olhava pra frente, maxilar travado, como se estivesse testando até onde eu ia com aquela zoação toda. Eu via nos olhos dele, o homem não sabia se eu tava brincando ou se tava querendo ofender de verdade. O volume na calça dele tava visível, latejando, mas a cara continuava séria, desconfiada.

— Faço favor de te buscar e trazer todo dia da faculdade, ainda levo pra academia. É desse jeito que me agradece? Fazendo brincadeira — disse ele, voz baixa e direta, sem mudar o tom.

Ri de novo, mas dessa vez mais baixo, debochando da situação enquanto meu cuzinho contraía involuntariamente contra a cueca. O atrito do tecido me deixava ainda mais inquieto, uma coceira safada que eu estava curtindo sentindo.

— O preço barato da carona, as caronas todo santo dia, aqueles elogios pros meus olhos… tu tava planejando me comer, né? — ironizei, sarcástico, inclinando o corpo pra mais perto dele. — Eu nunca fiz isso, pow. Curto mulher. E também o senhor é feinho.

Disse rindo pelo nariz, com aquela maldade que eu tinha desde moleque, o mesmo jeitinho de zoar os gurizinhos esquisitos na época da escola, só que nesse momento o alvo era um cara mais velho, o mesmo com uma mão na minha perna e pau duro. Eu tinha esse costume de ser maldoso, de cutucar.

Ele balançou a cabeça devagar, um sinal claro de reprovação, mas a mão ficou firme na minha coxa, dedos apertando mais forte agora. O sinal abriu, ele voltou a pisar no acelerador. Os olhos dele finalmente viraram pra mim, sérios, escuros, cheios de uma fome que ele não conseguia mais esconder por completo.

Fiquei calado por uns segundos, o coração martelando, o pau latejando contra o tecido. Depois sorri, debochado.

— Tu até pode apalpar minha coxa, de boas… Mas vou pagar menos pra ti no final do mês. Beleza? — falei rindo, olhando pra ele de canto com meus olhos azuis.

Aurélio não respondeu na hora. Só apertou minha coxa uma vez mais, firme, possessivo. O carro seguia devagar pela rua residencial, o sol da tarde batendo no para-brisa e deixando o ar dentro mais quente.

Ele finalmente falou, voz baixa e direta, sem tirar a mão:

— To nem aí, pra mim não tem problema.

O tom era sério, sem se importar com a consequência. Ele não sorriu. Não piscou. Só olhava pra mim de lado. Eu via que ele ainda não tinha certeza. A mão dele subiu mais um centímetro, o polegar roçando bem na beirada da virilha, e eu senti um arrepio subir pela espinha.

Ri baixinho de novo, sarcástico, mas dessa vez minha voz saiu um pouco mais rouca, quase rouca de verdade:

— Tem certeza?… Preço da gasosa tá bem salgado — debochei, mantendo o olhar de canto em direção a ele. — Depois diz que quem vai na academia é viado. Eu sei o que tu quer.

— Viado é você mesmo, com essa cara de fêmea — ele respondeu seco, direto, sem mudar o tom.

Pisquei, dando risada alta, genuína dessa vez.

— ... não dá pra te entender. Porra, o que tem de fêmea na minha cara??? — questionei, ainda rindo, virando o rosto pra ele de novo.

Mais uma vez, meus olhos caíram pro volume na calça jeans dele. Tava marcando demais, o pau latejando contra o tecido escuro, implorando pra sair.

— Tu fica duro pra um homem — falei, dando uma risadinha baixa. — O viado é tu, porra.

Aurélio olhou rápido pro próprio colo, como se só agora tivesse se dado conta do quanto tava evidente. O maxilar dele travou um pouco mais. Ele não respondeu nada, só voltou os olhos pra rua, mas a mão ainda apertava minha coxa, os dedos cravados no tecido da bombacha.

Por dentro, eu tava uma bagunça. Tinha uma curiosidade safada rolando na cabeça: como seria o pau dele? Nunca tinha visto um pau preto na vida, só o meu, rosadinho, 17 cm. Só pela cor já mexia com a minha cabeça. O mais doido disso tudo é que eu nunca tive gosto por gurias negras, nunca me atraí por pretinhas, acho todas bem feias, quero distância delas, são lixos bem descartáveis, nunca vi graça nenhuma. Mas como se tratava de um homem… bagunçava um pouco a minha mente. E Aurélio, com aquela cara séria de macho frustrado, eu não levava a sério. Era só zoação. Brincadeira. Nada mais.

— Mas me fala, hahaha, o que tem na minha cara que parece com fêmea? — perguntei, rindo pelo nariz, inclinando a cabeça. — Quero saber.

Ele me olhou rápido, sério, sem paciência nenhuma. Frustrado. Cara chato pra caralho.

Fiquei calado uns segundos, olhando pra janela. A rua já tava mais familiar, a gente quase chegando em casa. Depois voltei o olhar pra ele.

— Tá bom… — soltei baixo, sem mais deboche no tom. — Bato uma pra ti, por 50 pila no Pix agora.

Aurélio virou o rosto pra mim devagar, me encarando por uns segundos longos, como se estivesse pensando se eu tava falando sério ou se era mais uma piada.

— Por que não paga um boquete logo? Não vale a pena só punheta — ele falou, voz direta, sem rodeio.

Gelei por dentro. O coração deu um pulo forte.

— Hum…

Pensei rápido. Se eu fosse fazer alguma coisa, pelo menos ia ser remunerado. Assim o arrependimento depois seria menor. Negócio é negócio.

— Isso te custaria mais caro — respondi, tentando manter a voz firme.

— Mais caro quanto? — ele perguntou, ainda sério.

— 200 pila eu faço.

Meu coração tava quase saindo pela boca. Nó na garganta, boca seca.

— Certo, pode ser esse valor — ele falou, sem hesitar.

Fiquei surpreso pra caralho. Ele topou na hora. Absurdo.

— Ah… — tentei sorrir, mas tava nervoso pra porra. — Mas tem que fazer o Pix antes.

Aurélio puxou o celular do bolso com uma mão só, dirigindo com a outra. Meu coração martelava. Ele ia mesmo fazer isso. Abriu o app do banco, mexeu rápido.

— Seu Pix é o seu WhatsApp, né? — perguntou, neutro.

— Aham…

Segundos depois, meu celular vibrou no bolso. Notificação.

Ele virou a tela pra mim, mostrando o comprovante.

— Tá feito. Já te mandei o comprovante pelo WhatsApp — disse ele, guardando o celular de volta no bolso da calça.

Soltei uma risada nervosa.

— Caralho, tu tá muito desesperado, hein… Haha, puts.

— Mas vai chupar meu pau até eu gozar na sua boca — Aurélio disse, direto, sem emoção na voz.

Meu cu piscou forte com o comentário, um aperto involuntário.

— Ata… — respondi seco.

Ele, ainda dirigindo pela rua residencial, desabotoou o botão da calça jeans e abriu o zíper devagar. O barulhinho ecoou no carro. Meu pau tava duro como nunca, pulsando na cueca. Aurélio puxou o pau pra fora. Arregalei os olhos.

Era preto, uma grossura considerável, bem duro. Sem cueca nenhuma, safado. Devia ter uns 20 cm, maior que o meu com certeza. Algumas veias marcadas, cabeça brilhando de pré-gozo.

— Puts… — soltei, sem conseguir disfarçar.

Ainda com o carro em movimento, inclinei o corpo, tirei o cinto de segurança e aproximei o rosto do seu pau duro. O cheiro dele subiu forte, pau limpo, meio doce, nada ruim. Senti a mão dele na minha nuca, firme.

— Mama — ordenou, mais agressivo agora, olhos fixos na rua.

Obedeci. Abri a boca e engoli a cabeça da pica preta. Comecei devagar, sem jeito, sentindo o gosto salgado e quente invadir minha língua. O pau dele pulsava na minha boca, grosso, pesado.

*Slurp… gluck…*

— Isso, viadinho — ele murmurou, voz baixa e direta, uma mão no volante, a outra apertando minha nuca.

Parei um segundo, o pau ainda na boca.

— Não sou viadinho, porra — resmunguei, voz abafada.

— É. Anda, mama a pica.

Voltei a chupar, respirando pesado pelo nariz. Fazia barulhos molhados enquanto o carro seguia devagar pelas ruas tranquilas do bairro.

*Gluck… gluck… slurp… mmmph…*

Pré-gozo dele escorria doce na minha língua, misturado com minha saliva que pingava pelo canto da boca. Meu cuzinho piscava sem parar, a vontade de cagar que eu segurava desde a faculdade agora apertando forte por causa da posição inclinada. Acelerei, mamando até a metade do pau grosso, sentindo ele bater no fundo da garganta e me fazer engasgar um pouco.

*Gluck-gluck-gluck… sluuuurp…*

De repente, sem querer, um pum escapou baixo, abafado pela bombacha justa e pela cueca, *prrrt*, curto e quente, saindo enquanto eu chupava mais fundo. Meu rosto corou de vergonha, mas não parei. Aurélio nem reagiu, só apertou minha nuca um pouco mais forte, guiando o ritmo.

*Slurp… gluck… mmmph…*

Continuei, língua rodando na cabeça grossa, sugando com mais vontade. Outro pum escapou, um pouco mais longo dessa vez, *brrrrt*, o cuzinho relaxando involuntariamente com o esforço da garganta. O cheiro leve de peido misturou com o cheiro de rola e saliva, mas eu tava perdido demais pra ligar. Meu próprio pau latejava forte dentro da cueca, marcando a bombacha.

Aurélio grunhiu baixo, quadril subindo devagar no banco, fodendo minha boca com movimentos curtos e firmes enquanto dirigia.

— Mais fundo — mandou, seco, voz controlada.

Tentei, engolindo até onde dava, olhos lacrimejando. *Gluck-gluck-gluuuuck… slurp…*

Mais um peido, *prrt*, escapou bem na hora que ele empurrava mais fundo. Eu sentia o cuzinho contrair e soltar, a vontade de cagar misturada com a excitação safada. Aurélio tava perto. Respiração mais pesada, mão apertando minha nuca.

— Isso… chupa, viadinho… engole a pica — ele disse, voz rouca mas ainda direta.

Não respondi. Só chupei mais rápido, saliva escorrendo pelo pau preto dele, barulhos molhados enchendo o carro.

*Gluck-gluck-gluck… sluuuurp… mmmph…*

Aurélio urrou baixo, um som rouco e contido que vibrou no peito dele, corpo inteiro tensionando no banco do motorista. O carro parou devagar em frente ao portão da minha casa, motor ainda ronronando. O bairro tava quieto, rua residencial, fim de tarde, ninguém passando perto. As janelas escuras do carro nos escondiam bem.

Parei de chupar por um segundo, ergui o torso, limpei a boca com as costas da mão e olhei em volta pelas janelas. Coração martelando. Ninguém. Nem uma alma.

— Anda, continua chupando, viado — Aurélio falou, agressivo, sem paciência nenhuma na voz direta e seca.

Meu cuzinho piscou forte com o tom dele. Voltei à posição inclinada rapidinho, engoli a pica preta grossa de novo, mamando com mais vontade agora, cabeça subindo e descendo ritmada. O pau dele ainda tava latejando, preto, o gosto salgado e doce misturando com minha saliva.

*Gluck… gluck… sluuuurp…*

Senti de novo aquela vontade louca de peidar enquanto chupava, o cuzinho apertado da posição inclinada, a tensão toda. Acabei soltando um peido bem alto, abafado só pelo banco e pela bombacha, *BRRRRRRT*. Longo, quente, o cheiro leve de peido subindo no ar quente do carro.

Tirei o pau da boca por um instante, saliva escorrendo no queixo.

— Ops… desculpa… — sorri, meio envergonhado, mas com aquele sorrisinho debochado que não saía do meu rosto.

— Não tem problema — o macho disse, sem nenhuma frescura, voz grave e neutra, como se fosse a coisa mais normal do mundo, que delícia.

Voltei a mamar, agora bem rápido, soltando gemidinhos abafados enquanto o pau grosso invadia minha boca.

“Hmmmm… hmmmmm… hmmmmm… hmmm…”

Senti os dedos dele entrelaçando no meu cabelo loiro, apertando firme, guiando o ritmo. Meu rosto já tava brilhando de suor, bochechas rosadas, olhos lacrimejando um pouco do esforço. Por dentro eu tava uma zona, humilhado pra caralho, me sentindo um viadinho de verdade, mas puta que pariu, que tesão do caralho. Que rola gostosa desse coroa. Maior que a minha, suculenta, bagunçava minha cabeça toda.

— Tá vendo como você é um viadinho, vagabundo? — Aurélio murmurou, agressivo, dedos cravados no meu cabelo.

Uma parte de mim se ofendeu pra caralho com aquilo, eu, guri cavalo hétero, sendo chamado assim. Mas a outra parte era mais forte, latejando no meu pau e no meu cuzinho. Mamei mais rápido como resposta, chupando e gemendo.

*Gluck-gluck-gluck… sluuuurp… mmmph…*

Parei de mamar de repente, voltei pro assento normal, mas mantive uma mão no pau dele, batendo uma punheta firme e lenta. Olhei pra ele, rindo baixinho.

— Eu sou viadinho, é? — disse, forçando uma voz feminina, manhosa, só pra zoar.

Senti o pau dele pulsar forte na minha palma.

— Vagabundo, voz boa de fêmea — ele respondeu, voz rouca, olhos escuros fixos em mim.

— Aiin… que safado, não me chama assim… — continuei com a voz afeminada, rindo, batendo punheta mais rápido, apertando a cabeça grossa.

— Viado — ele soltou, já delirando um pouco.

— Uii, seu Aurélio… curte a tua Rafaela, curte?? — perguntei, ainda na voz de fêmea, apertando o pau dele e acelerando a punheta.

— Vagabunda, mama, mama, filho da puta — ele falou, meio desesperado agora, quadril subindo no banco.

Eu ri pelo nariz e voltei a inclinar o corpo, aproximando o rosto da rola dura. Engoli tudo de novo, mamando frenético, cabeça batendo pra cima e pra baixo sem dó.

*Gluck-gluck-gluck-gluuuuck… slurp… mmmph… hmmmm…*

— Isso… mama, vagabundo, viado — ele rosnou, agressivo, mão voltando pro meu cabelo.

Não demorou muito. Senti o pau pulsar forte, os jatos grossos e quentes jorrando direto na minha garganta. Ri pelo nariz, engolindo tudo que deu, o resto escorrendo pelo canto da boca. Parei devagar, lambi a cabeça lambuzada toda, olhando pra ele com meus olhos azuis, fazendo aquela cara de vagabunda safada, lábios inchados, saliva brilhando.

Beijei a cabeça do pau dele uma vez, devagar, depois voltei pro assento normal, limpando a boca com as costas da mão.

— Satisfeito? — perguntei, voltando pro tom normal, voz rouca de tanto chupar.

Aurélio olhou pra mim, expressão ainda cheia de desejo cru, muito bruto. O pau dele, mesmo depois de gozar, continuava meio duro, latejando na calça aberta.

— Não. Quero meter no seu cuzinho agora — ele disse, voz um pouco rouca, direta como sempre.

Gelei. O cuzinho piscou forte, involuntário.

Dei risada, nervoso.

— Tá loco… eu não dou meu cu.

— Quanto você quer pra liberar o cuzinho pra mim? — insistiu ele, sem desviar o olhar.

— Não pow… eu não dou, por valor nenhum — falei, rindo, tentando disfarçar o tesão que subia.

Desconectei meu celular do som do carro, guardei o cabo no porta-luvas e enfiei o aparelho no bolso. Peguei a mochila no chão, já preparado pra sair.

— Você quer dar, vagabundo — ele disse, calmo, mas firme.

Gelei de novo. Meu cu piscou mais uma vez, traíra.

Aurélio botou a mão na minha coxa outra vez, apertando. Olhei pra ele de canto, dei uma risadinha safada, o velho querendo de todas as formas comer meu cuzinho.

— Vamo lá em casa, viadinho — ele falou e deu um tapa firme na minha coxa.

— Tá… — soltei no impulso, caralho, tava com muito tesão pra pensar direito.

Aurélio, esperto, pisou no acelerador devagar. Parou o carro em frente à garagem da casa dele, que ficava do lado da minha. Encostou o carro, desligou o motor. Desci. Ele desceu também. Fui atrás dele, detectando o olhar dele cravado no meu corpão, na bombacha justa marcando minha bunda e o pau ainda duro. Só ri baixinho, pernas um pouco moles, coração disparado.

O cheiro dele ainda na minha boca. O gosto de porra. E aquele cuzinho latejando, sabendo que a estava mesmo cedendo o pra ele.

Quando chegamos no interior da casa dele, Aurélio fechou a porta e girou a chave na fechadura. Joguei minha mochila sobre um dos sofás de couro preto, o peso batendo no estofado com um baque abafado. A casa era simples, mas bem cuidada, piso branco brilhoso que refletia a luz da tarde como um espelho, paredes claras com alguns quadros de artes modernas, uma mesinha de centro de vidro impecável com um jarro de flores sintéticas arrumadas e a TV presa na parede oposta, desligada.

Ouvi os passos dele se aproximando por trás, lentos e decididos no piso. Sem aviso, Aurélio acertou um tapa forte na minha bunda. O estalo ecoou alto e seco na sala, a palma quente dele por cima da bombacha. A dorzinha subiu imediata, quente, espalhando um calor que fez minha pele formigar.

— Aiin! — soltei, rindo, virando o rosto por cima do ombro com aquele sorrisinho sarcástico de sempre. — Que é isso, Aurélio? Tá louco?

— Rabudo — ele respondeu, voz direta e grave. — Essa bunda é por causa da academia também?

— Uhum… treino glúteo, pra deixar bem definida. Legal, né? — falei, tom de deboche puro, rebolando de leve só pra provocar ele.

Ele não esperou. Outro tapa, ainda mais forte, a mão aberta estalando contra a nádega direita com um *PLAFT!* seco. O calor se espalhou rápido, deixando a bunda latejando.

— Aah… — gemi, mordendo o lábio inferior, a dor misturando com um tesão safado que subia pela espinha.

Ouvi o zíper dele descendo de novo, o botão abrindo com um estalo metálico. O velho safado já tava com o pau pra fora outra vez, duro e latejando. Aurélio se colou por trás, pressionando a rola grossa bem no meio da minha bunda, por cima da bombacha justa. Começou a roçar devagar, quente, pesado, o tecido esticando contra mim.

— Moleque viado — murmurou ele, parecendo um rosnando.

Deu outro tapa forte, ao mesmo tempo que empurrava o pau contra mim. O *PLAFT!* ecoou ainda mais alto, a palma dele acertando em cheio, fazendo minha bunda balançar e a ardência queimar.

— Aiii! — ri, mas o coração já tava disparado, respiração ofegante. Meu pau babava dentro da cueca, marcando a bombacha. — Não, Aurélio… é chato ficar batendo assim, pow.

— Toma — ele ignorou, mandando outra palmada pesada na nádega esquerda, *PLAFT!*, o impacto fazendo a bunda vibrar e o ardor se espalhar. — Rebola, anda, viado — Ordenou seco.

— Aahh! — gemi alto, a voz saindo rouca.

Empinei a bunda, comecei a rebolar contra aquele pau duro, o tecido da bombacha roçando nele com força. O tesão subia quente, latejando.

— Isso, viado — ele falou alto, voz rouca de desejo.

Outro tapa, enquanto eu rebolava mais gostoso *PLAFT! PLAFT!*, as duas mãos alternando, cada estalo seco e forte fazendo minha bunda arder e tremer.

— Aahh! — soltei, gemendo mais longo, o som misturando dor e prazer.

Rebolei com força, bundão empinado. Aí veio aquela vontade louca de peidar de novo, o cuzinho apertado, o nervosismo, o tesão. Soltei dois peidos curtos e quentes enquanto rebolava, *prrrt… brrrt*. O cheiro leve subiu no ar.

— Ops… ops… — falei, rindo envergonhado, mas sem parar de mexer a bunda.

Aurélio não ligou. Começou a estapear os dois lados da minha bunda, ritmado e pesado *PLAFT! PLAFT! PLAFT!*, cada tapa fazendo a bunda saltar, a pele ficar quente e latejar. Eu gemia a cada um, voz falhando:

— Ahh… aii… aiii… auu!

— Abaixa essa calça, vagabunda — ordenou ele, tom agressivo, sem paciência.

Abaixei a bombacha até os joelhos num movimento rápido. A cueca branca suadinha ficou atolada no meio da minha bunda branquinha, definida, marcada pelos treinos. Aurélio apertou as nádegas com as duas mãos, dedos afundando na minha bunda quente dos tapas. Esfregou o pau contra o tecido fino, bem no vale. Meu cuzinho piscava sem parar, louco.

Ele subiu um pouco minha camisa polo.

— Tira tudo. Fica só de cueca, fdp — mandou.

— Tá… — respondi, voz já rouca.

Tirei a camisa, joguei no sofá. Depois chutei a bombacha pro chão. Sentei rapidinho, tirei os tênis e fiquei só de meias brancas e cueca. Meu peitoral liso brilhava de suor, mamilos rosados duros. O cheiro do meu suor subiu forte no ar.

Aurélio tirou a própria camisa xadrez, deixando o peito peludo, escuro, à mostra, exatamente como eu imaginava. Pelos grossos descendo até a barriga.

— Coxudo — comentou ele, olhando pras minhas coxas grossas brilhando no sofá.

Dei uma risadinha, encarando ele com aqueles olhos azuis que eu sabia que ele adorava.

— Vou ali, já volto — disse Aurélio de repente.

— Vai aonde?? — perguntei, curioso.

— Buscar um negócio — respondeu seco, já saindo da sala.

Menos de dois minutos depois ele voltou com um saquinho de camisinhas sem sabor. O coroa tava bem preparado, safado.

Me entregou uma. Segurei, rindo pelo nariz.

— Bota ela no meu pau — mandou.

Ele se aproximou, rola dura pra fora da calça jeans aberta.

— Aham — falei, expressão sacana, olhando pra ele.

Abri a embalagem, desenrolei a camisinha devagar e vesti no pau preto dele, apertando a base.

— Prontinho, seu Aurélio — completei com uma vozinha afeminada de viadinho.

Sem aviso nenhum, Aurélio segurou minha nuca e enfiou o pau todo de uma vez na minha boca, fundo, sem se mexer. Só deixou atolado. Comecei a babar na hora, engasgando, olhos lacrimejando.

Ele pressionou minha cabeça contra a virilha dele, me fazendo afogar na rola. Babava pra caralho, saliva grossa escorrendo pelo queixo, pingando nas minhas coxas grossas. Fiquei uns três minutos assim, garganta apertada, tossindo, lágrimas descendo.

Quando ele finalmente soltou, tirei o pau babado da boca, tossindo forte, tentando recuperar o fôlego.

— … c-caralho. O que foi isso, caramba? — perguntei, voz rouca, cuspindo um fio de baba.

— Levanta, Rafaela. Fica de quatro no sofá. Vira essa bunda pra mim — ordenou o velho safado.

Me recompus, levantei. Meus olhos caíram no som da sala. Uma ideia safada piscou na cabeça, a viadagem interna já tinha tomado conta faz tempo.

— O senhor me deixa ligar o seu som? — perguntei, rindo.

— Por quê? — devolveu ele.

— … eu poderia colocar uns funks e tals… pode ser?

— Certo, pode.

— Então tá bom, vou colocar — falei contente, já pegando o celular que tinha deixado na mesinha.

Abri o Spotify, apertei o botão de power do som. Aurélio ficou de olho no meu rabão de cueca. Selecionei “VAI SUA CAVALONA” do MC Menor MT e DJ Jeeh FDC, dei play. A batida pesada de funk encheu a sala.

Joguei o celular na mesinha de vidro e subi no sofá, me apoiando no encosto, bunda virada pra ele, pernas juntas, bundão branco empinado e provocante sob a cueca.

— Gosta dessas músicas de malandrão e viadinho, é fdp? — perguntou Aurélio, voz já rouca de tesão.

— Aham… curto, sim senhor, hahaha — respondi com tom afeminado, rebolando de leve no ritmo.

Senti um tapa forte estalar na bunda *PLAFT!*, a palma dele acertando em cheio, ardência queimando.

— AAAA! — gritei, rindo.

— Bunda boa, seu vagabundo — ele falou firme. — Abaixa a cueca.

Respirei fundo, ofegante, suando pra caralho, coração acelerado com a ideia de tomar no cu de verdade pela primeira vez.

Abaixei a cueca devagar até os joelhos. A bunda branquinha ficou totalmente exposta, ainda marcada de vermelho pelos tapas.

— Branquela — murmurou ele, admirado.

Aurélio se aproximou. Senti o pau coberto pela camisinha roçando no meio da minha bunda, quente, procurando o cuzinho virgem. A cabeça grossa roçou bem no anel apertado. Pisquei forte.

Ele começou a forçar, devagar. Gemi baixo, sorrindo, sentindo uma cócega safada misturada com ardor.

Arregalei os olhos quando a cabeça do pau começou a entrar, aos poucos, meu cuzinho relaxando contra a pressão. Fechei os olhos, mordendo o lábio, o funk batendo alto na sala enquanto a rola preta entrando no meu cu.

“Aaahr” gemi manhoso, a voz saindo fina e arrastada, automaticamente feminina, enquanto a cabeça grossa da pica preta forçava a entrada.

O pau de Aurélio entrou até a metade no meu cuzinho apertado, abrindo caminho devagar, centímetro por centímetro. Senti o buraquinho rosado esticar, uma ardência quente combinada com uma pressão cheia que me fez arregalar os olhos e prender a respiração. O cuzinho latejava em volta da rola, pulsando, tentando se acostumar com o tamanho. O funk tocando na sala, e o ritmo grave parecia martelar minha mente.

Aurélio começou a mover o pau duro, devagar no começo, entrando e saindo só um pouco, testando. Cada estocada curta fazia meu corpo tremer.

— Toma, vagabunda — ele disse, voz baixa e direta, sem emoção, só puro desejo pelo meu cuzinho.

Acertou um tapa forte na minha bunda suada, *PLAFT!*, a palma molhada estalando alto contra meu rabo já rosado dos tapas anteriores. A ardência queimou fundo, espalhando um calor que subiu pela espinha.

— Puta — completou ele, seco.

— Aaahh… — gemi, longo e rouco, a voz falhando no meio.
— Aaahh…
— Aaaaaa…

Os gemidos saíam sem controle, cada vez que ele empurrava mais fundo. Meu cuzinho piscava e relaxava em volta da pica, sugando ela involuntariamente. Comecei a peidar na rola enquanto ela entrava *prrrt… brrrt… prrrrt*, peidos curtos, quentes e molhados escapando a cada estocada, o ar preso saindo misturado com o movimento da pica abrindo meu buraquinho. O cheiro de peido subiu no ar, misturado com suor, mas Aurélio nem ligou. Só meteu mais firme.

— Rebola, puta — o velho mandou, voz rouca, mão pesada na minha cintura.

Obedeci no impulso. Comecei a rebolar devagar, dançando o funk no pau dele, bundão branco subindo e descendo no ritmo da batida grave. Empinava, girava o quadril, fazia o cuzinho apertar e soltar em volta da rola preta. Peidava mais enquanto rebolava *brrrrt… prrrt*, cada peido saindo quente e abafado contra o pau dele, o cuzinho vibrando com o movimento.

— Isso… assim, vagabunda — Aurélio rosnou, apertando minha bunda com as duas mãos, dedos afundando nas nádegas suadas e rosadas.

Ele acelerou o ritmo, metendo mais fundo agora, o pau indo quase até o talo. Cada estocada fazia um barulho molhado ecoar junto com o funk, *ploc… ploc… ploc*. Meu pau babava pra caralho dentro da cueca abaixada, pingando no sofá de couro. O suor escorria pelas minhas costas, pelo peitoral liso, pelos mamilos rosados duros. Eu tava perdido, gemendo, rebolando, peidando na pica, o cuzinho virgem sendo comido pelo coroa baiano que me trazia todo dia da faculdade.

— Aaaahh… Uuhn… — gemi, voz manhosa, mas com um sorrisinho safado no canto da boca mesmo sem ele ver.

Aurélio deu outro tapa forte, *PLAFT! PLAFT!*, alternando os lados, fazendo minha bunda balançar e arder enquanto eu continuava rebolando no pau dele, dançando o funk como uma vadia no ritmo da música.

O cuzinho já tava mais macio, aceitando a rola com mais facilidade, sugando ela a cada estocada. Eu sentia cada veia, cada pulsação dentro de mim. A vergonha ainda existia no peito, mas o tesão era maior.

Aurélio segurou meus quadris com mais força, metendo mais rápido, mais fundo, o barulho molhado enchendo a sala junto com meus gemidos e os peidos involuntários que não paravam de escapar.

— Puta… rebola na pica — ele mandou, voz ainda séria, mas claramente perdendo o controle.

Aurélio acelerou de repente, socando o pau grosso com força dentro do meu cuzinho. A virilha dele batia contra a minha bunda suada num ritmo rápido e seco, fazendo um barulho alto e molhado que ecoava pela sala junto com o funk pesado.

*PLOC! PLOC! PLOC! PLOC!*

Cada estocada forte fazia minha bunda balançar, a pele rosada dos tapas ardendo ainda mais. O pau entrava quase todo, saindo quase até a cabeça e voltando com tudo, abrindo meu buraco rosado sem piedade.

— Aaaahh… safadoo… — gemi manhoso, voz falhando, os olhos semicerrados.

*PLOC-PLOC-PLOC-PLOC-PLOC!*

Aurélio segurava meus quadris com força, os dedos cravados na pele, puxando minha bunda contra ele a cada investida. O barulho da virilha dele chocando contra minha bunda era alto pra caralho, molhado, obsceno.

— Toma, puta… toma pica — ele rosnou, voz direta e rouca, sem perder o controle.

*PÁ! PLOC! PLOC! PLOC!*

Ele deu mais um tapa forte enquanto socava, a palma estalando na bunda suada.

— Quica na pica, puta — mandou ele, seco, apertando minha cintura.

Meu coração deu um pulo. Mordi o lábio, sentindo o cuzinho latejar em volta da rola preta. Sem pensar muito, obedeci no impulso. Comecei a quicar, impulsionando a bunda pra trás com força, batendo contra a virilha dele rapidamente.

*PLAP! PLAP! PLAP! PLAP!*

A bunda branca ia para frente e para trás, empalando eu mesmo no pau dele. Cada quicada fazia o pau entrar até o talo, batendo fundo, e o barulho da minha bunda chocando contra a virilha dele enchia a sala inteira, alto, molhado, com o funk ao fundo.

— AAAAHH… AAAAHH… — gemi alto, voz manhosa, quase choramingando.

*PLAP-PLAP-PLAP-PLAP-PLAP!*

Quicava mais rápido, bundão empinado, rebolando no ar antes de descer com tudo. O cuzinho piscava e sugava a rola a cada descida, escorregadio de suor e lubrificante da camisinha. Senti vontade de peidar de novo com o movimento forte, *BRRRRT… prrrt… brrrrt* peidos quentes e molhados escapando direto na base do pau dele enquanto eu quicava sem parar.

— Isso… assim, puta… quica na pica — Aurélio grunhiu, voz mais baixa, uma das mãos descendo pra dar outro tapa forte na minha bunda.

*PÁ! PLAP! PLAP! PLAP!*

A ardência do tapa misturou com o prazer do pau socando fundo. Meu pau babava loucamente, pingando no sofá, latejando sem ser tocado. O suor escorria pelas minhas costas, pelo peitoral liso, pelos mamilos duros. Eu tava perdido pra caralho, quicando como uma vadia no pau do coroa, peidando na rola, gemendo manhoso enquanto o funk de putaria.

— Aaaaaaah… delícia… — choraminguei, voz fina, rebolando e quicando ainda mais rápido.

*PLAP-PLAP-PLAP-PLAP-PLAP-PLAP!*

Aurélio apertando minha cintura com mais força, deixando eu mesmo fazer o trabalho. Meu cuzinho já tava acostumado, macio, engolindo a pica grossa inteira a cada quicada. O barulho molhado da bunda batendo contra ele era constante, obsceno, ecoando pela sala.

Eu ri baixinho no meio dos gemidos, sarcástico mesmo no meio do tesão.

Mas a voz saiu rouca, manhosa, traída pelo prazer. Continuei quicando rápido, bundão indo e voltando sem parar, o pau dele me alargando enquanto os peidos e os gemidos saíam sem controle.

Aurélio acelerou ainda mais, socando fundo enquanto eu quicava, o barulho da virilha dele batendo contra minha bunda suada ficando cada vez mais alto e molhado.

*PLAP! PLAP! PLAP! PLAP!*

— Aaaahh… AAhhh… — gemi despreparado, voz fina e tremida, o cuzinho latejando em volta da rola preta.

De repente ele segurou meus quadris com força, parando meu movimento por um segundo. O pau dele ficou enterrado até o talo, pulsando dentro de mim.

— Aperta a minha pica, aperta — mandou ele, voz rouca e direta, quase um rosnado.

Mordi o lábio, o rosto queimando de vergonha e tesão. Obedeci. Forcei o cuzinho a apertar em volta da rola preta, contraindo o anelzinho rosado com toda a força que eu conseguia. O movimento fez o pau dele pulsar mais forte dentro de mim.

— Isso… puta — ele grunhiu, começando a meter de novo, agora ainda mais acelerado e forte.

*PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! PLAP*

— AAAHH! — gemi involuntariamente sentindo aquele pau entrando acelerado no meu cuzinho.

Eu apertava e soltava o cuzinho no ritmo das estocadas, sugando a rola como se quisesse prender ela lá dentro. Mas a vontade de cagar que eu segurava desde a faculdade tava insuportável agora. Cada estocada forte fazia o cuzinho relaxar um pouco e… saiu. A camisinha começou a lambuzar de bosta, marrom, quente, grudando na rola dele enquanto ele metia. O cheiro subiu rápido no ar, misturando com suor. Eu sentia a sujeira quente escorrendo um pouco pela camisinha, lambuzando tudo, mas não parei de apertar nem de quicar.

— Aaaahh!… — soltei envergonhado, mas o tesão era maior.

Aurélio sentiu a diferença na textura, o pau deslizando mais fácil, mais sujo, mas não parou. Só apertou minha cintura com mais força e meteu mais fundo.

— Caga no pau, fdp — disse ele, seco, sem nojo na voz, só tesão cru.

*PLAP-PLAP-PLAP-PLAP-PLAP-PLAP-PLAP-PLAP-PLAP-PLAP!*

Eu apertava o cuzinho com tudo, contraindo e soltando, fazendo a rola dele sentir cada pulsação. Peidava mais enquanto apertava *BRRRRT… prrrt… brrrrt*, peidos molhados e quentes escapando misturados com a bosta que lambuzava a camisinha. O barulho molhado ficou ainda mais obsceno, sujo, *ploc-ploc-ploc* com a sujeira facilitando o vai e vem.

— Aaaahh… aaaahh… que vontade de cag… — gemi alto, voz manhosa, rebolando e quicando mais rápido, o cuzinho apertando forte em volta dele.

Aurélio começou a respirar mais pesado, igual um animal, os golpes ficando mais curtos, mais rápidos, o pau inchando ainda mais dentro de mim. Ele tava perto.

— Aperta… a pica, fdp — rosnou, mão descendo pra dar mais um tapa forte na minha bunda suada.

*PÁ! PLAP! PLAP! PLAP!*

Eu obedeci, apertando o cuzinho com toda força, contraindo e relaxando rápido, massageando a rola lambuzada de bosta. O cheiro forte enchia a sala, o funk ainda alto, e eu quicava desesperado, bundão batendo contra a virilha dele.

*PLAP-PLAP-PLAP-PLAP-PLAP-PLAP!*

Aurélio grunhiu, um som rouco. O pau dele pulsou forte dentro de mim, inchando ao máximo.

E gozou. Forte. Jatos grossos enchendo e rompendo a camisinha lambuzada de bosta, o pau latejando e esguichando dentro do meu cuzinho apertado. Ele segurou minha cintura com força, empurrando fundo enquanto gozava, o corpo inteiro tenso.

*PLAP… ploc… ploc…*

Os últimos movimentos foram mais lentos, o pau ainda pulsando, esvaziando tudo. Eu continuava apertando o cuzinho em volta dele, ordenhando cada gota, gemendo manhoso

— Aaaahh… goza vai… goza dentro do meu cuzinho, safado… hmmmm…

Aurélio ficou parado uns segundos, respirando pesado, o pau ainda enterrado até o talo, a camisinha toda suja de bosta e porra. Depois soltou devagar, saindo do meu cuzinho com um barulho molhado e sujo.

*ploc…*

Eu desabei de quatro no sofá, bunda empinada, o cuzinho piscando, lambuzado, sentindo o peso da vontade de cagar que agora tava insuportável.

Aurélio puxou a camisinha suja devagar, olhando pra ela por um segundo sem dizer nada, cara ainda séria. Depois jogou no chão ao lado do sofá.

Meu cuzinho piscava, latejando, uma mistura quente de porra que tinha vazado um pouco durante a foda e a vontade insuportável de cagar que eu segurava desde o começo da tarde na faculdade. Nesse momento a adrenalina do tesão tava baixando, a pressão veio com tudo, um peso pesado, urgente, quase dolorido no intestino.

— Caralho… — murmurei, voz rouca, ainda de quatro no sofá. — Seu Aurélio… eu tô com uma vontade louca de cagar.

Ele só deu um grunhido neutro, direto como sempre.

— Banheiro é no fim do corredor, primeira porta à esquerda. Pode ir lá.

Levantei devagar, as pernas moles, a cueca ainda na altura do joelho.. Caminhei pelo piso branco brilhoso, bunda nua, e entrei no banheiro limpo dele, azulejo claro, pia simples, vaso branco.

Fechei a porta, sentei no vaso com um suspiro aliviado. As coxas grossas tremiam um pouco. A vontade veio forte, imediata. Empurrei devagar, gemendo manhoso enquanto o cuzinho relaxava.

— Ahmmmm…

O primeiro pedaço saiu grosso, pesado, fazendo um barulho molhado e longo no fundo do vaso *plop… plop-plop… brrrrt*. Senti a porra dele misturada saindo junto, escorrendo quente e branca junto com a bosta marrom. Meu cuzinho ardia gostoso, ainda sensível da rola grossa que tinha me arrombado.

— Aii… caralho… que alívio… — gemi mais alto, voz falhando, inclinando o corpo pra frente, mãos apoiadas nas coxas.

Outro empurrão, mais forte. *Prrrrt… ploc… ploc-ploc-ploc*. Mais bosta grossa caindo, carregando o resto da porra que tinha ficado dentro. O alívio era enorme, mas com uma vergonha safada que fazia meu pau duro balançar entre as pernas.

— Hmmmm… aaaahh… que alívio, porra… — sorri, voz manhosa, empurrando de novo.

*BRRRRT… plop… plop*. Peguei papel higiênico, limpei devagar, sentindo o cuzinho sensível, ainda com resquícios de porra e bosta. Passei o papel várias vezes, limpando tudo, gemendo baixinho a cada toque.

Levantei, dei descarga. O barulho da água levou embora a bagunça. Fiquei ali um segundo, olhando pro espelho, rosto avermelhado, cabelo loiro bagunçado, olhos azuis ainda vidrados de tesão.

Ri baixinho pelo nariz, sarcástico como sempre…

Comentários (1)

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  • Hjmsmekfjdj: Conto interessante

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