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O vizinho da casa ao lado, meu "vovô"

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Nono

O vizinho tem um carinho muito grande pelo garoto da vila, era quase como um avô, mas além do carinho também tinha um desejo profundo.

Meu nome é Gabriel, sou bem branquinho, cabelos escuros lisos, tenho 1,60 de altura e 50kg.

Isso aconteceu quando eu tinha 14 anos, eu e meus pais morávamos em uma vilinha pequena com 10 casas, tínhamos vizinhos mas a maioria eram casais mais velhos ou moradores sozinhos, meus pais sempre passavam maior parte do dia trabalhando e só voltavam a noite, enquanto eu estava de férias, não tinha nem um outro garoto da minha idade então eu me distraía sozinho dentro da vila, sempre fui um menino mais sensível e tímido, tinha um jeitinho e curvas mais afeminadas e talvez isso tenha atraído algo, na vila tinha o seu Zé, eu morava na casa 2 e ele na casa 1, nas tardes ele sempre costumava ficar na varanda da casa dele tomando cafézinho em cadeira de balanço e as vezes dava uma olhada pra ver se estava td bem comigo, seu Zé tinha cabelos semi brancos, pele escura, 52 anos, morava sozinho, começamos a nos aproximar, ele era querido pelos meus pais e confiavam nele, fazíamos chipa, vimos desenhos de manhã, jogávamos damas, era quase como um avô, eu passava maior parte dos dias na casa dele, um dia eu tava no colo dele vendo desenhos, quando sinto algo pulsando no meu bumbum, não liguei muito, mas quando olhei pra baixo vi o pau de seu Zé duro na bermuda, fiquei com muito vergonha mas surpreso e perguntei:

"Nossa vô, nessa idade seu pinto ainda fica duro??"

Seu Zé gelou na hora, mas me respondeu rindo sem graça:

"Mas é lógico menino, eu sou velho, mas ainda não tô morto hahaha"

Eu tentei me ajeitar no colo dele, mas seu pau foi parar no meio do meu bumbum e ele parece ter gostado, eu não sabia oq sentir mas era algo estranhamente bom e eu não sabia o por que, depois desse dia repeti isso mais vezes, sentava no seu colo durante os desenhos e sentia seu pau na minha bunda.
Numa tarde chuvosa eu tinha ficado pra fora de casa, meus pais tinham ido trabalhar e levaram a chave, mas tudo bem pq eu quase não ficava lá, só com meu vôzinho, resolvi ir brincar na chuva, coisa que eu adorava, me molhei td e seu Zé já chamou e disse rindo:

"Sai dessa chuva menino, vai cair um raio na sua cabeça haha"

Eu fui pra casa dele, seu Zé pegou uma toalha e deu pra me secar, eu disse que precisava trocar de roupas, mas não tinha o que vestir, ele disse que não tinha para mim alí, mas não tinha problema ficar sem e ele colocar as minhas pra secar, com vergonha eu tirei minha roupa e me sequei, quando seu Zé me viu logo notei seu pau duro dentro da bermuda, fiquei vermelho e disse:

"Nossa vô e isso aí na sua bermuda?"

Seu Zé pegou no pau e balançou por cima da bermuda e disse:

"Eu tô desse jeito por causa de você menino, vai se cobrir haha"

Rindo eu fui pra baixo do edredom, seu Zé trouxe um chocolate quente, sentou do meu lado e assistimos filmes, por costume eu sentei no colo dele e senti seu pau no meu bumbum, seu Zé não disse nada, até que durante o filme senti sua mão apalpando minha coxa e a outra na minha barriga, perguntei:

"O que o senhor tá fazendo vô?"

Seu Zé respondeu:

"É só um carinho meu amor"

Seu Zé começou a beijinhos no meu pescoço, eu senti meu corpo ficar quente, era gostoso e eu não sabia por que, talvez devesse pedir pra ele parar, mas não conseguia, sem controle deslizei meu mão pela bermuda dele até encontrar seu pau, ele tirou pra fora e eu acariciava seu pau enquanto recebia carinhos do meu "vovô", seu Zé deslizou sua mão até meu cuzinho e começou a massagear com tesão, ele me fez ficar de joelhos na sua frente e disse:

"Chupa um pouco seu vôzinho"

Ele colocou a mão sobre a minha cabeça e sem exitar eu chupei seu pau, não tinha experiência mas queria que ele se sentisse bem, eu tentava engolir e punhetava seu pau na minha boca, eu chupava ele com todo amor que eu tinha, eu ouvi seus gemidos aumentarem, massageava suas bolas peludas até que sinto um jato na minha garganta e um gosto salgado, meu vôvozinho tinha gozado na minha boca, eu quase engasguei, mas engoli seu leitinho, voltei pra seu colo e seu Zé me beijou na boca, eu senti o amor do meu vô, ele chupava minha língua e senti seu pau duro no meu bumbum de novo, dessa vez ambos sem roupas, ele me banco ficar de quatro com a bunda empinada, seu Zé sem cerimônia lambia e chupava seu cuzinho, eu senti sua língua passando pelas minhas preguinhas e delirava, tinha me tornado putinha do seu Zé, até que ele colocou seu pau na porta do meu cuzinho e começa a forçar entrada, aquilo doia, queimava a cada centímetro que entrava, eu soltei lágrimas por causa da dor, mas meu cuzinho mastigava o pau dele, seu Zé esperou alguns minutos, a dor passou um pouco e ele começou um vai e vem me fudendo, começou a ficar gostoso e a cada metida meu prazer aumentava, eu gemia louca, pedia por mais, me tornava mais submissa, ainda queimava, mas sempre que seu pau ia fundo em mim o prazer era indescritível, seu Zé dava tapas na minha bunda e eu gritava a cada um, ele aumentou o ritmo, eu gemia dizendo:

"Eu te amo vovôzinho, eu te amo seu Zé"
"Me fode com mais força, eu quero mais"

De um garotinho que ele cuidava, eu fui transformado em sua puta sem volta, até que sinto suas estocadas mais fortes, ele vai fundo dentro de mim e ura gozando dentro de mim, deixando todo seu amor no meu cuzinho, depois disso nossos dias se tornaram inesquecíveis.

Hoje tenho 18 anos, eu e meus pais já não moramos mais na vila, me assumi Gabrielly e ainda visitou meu avôzinho.

Comentários (1)

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  • paizaocampista: Meu sonho um netinho assim.

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