#Gay #Incesto #Teen

Dei um moleque de presente pro meu pai. Parte 2

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Novinho Dudu

Quase cinto da tarde, um peso diferente ocupava o ar da sala, um misto interessante de ansiedade e atrevimento. Convenci que o melhor jeito de apressar as coisas era fazer meu pai nos encontrar no sofá, Nicolas deitado de bruços, bunda pra cima só com a calcinha branca delicada emoldurado as duas nádegas, eu na ponta sentado só de cueca, um filme qualquer na televisão. Várias vezes ele quis levantar e sair correndo após dizer que aquilo era loucura, mas meu olhar fazia entender que estava tudo bem, que alguma coisa ali batia com essa energia de sexo proibido, só não seria obsceno o bastante para adivinhar que essa coisa era o tipo de relação que tenho com meu próprio pai.

As chaves bateram a porta, meu coração acelerou e Nicolas me olhou nervoso. Sua boca linda estava seca, mas se mantinha vermelhinha e convidativa. Meu pai abriu com tudo, entrou na sala despreocupado, era só um meio de semana habitual, mas não se passava pela sua cabeça que iria dar de cara com um moleque daquele jeito no sofá. Eu sorri, ele me olhou curioso, admirou a bunda se mexendo suavemente e Nicolas tremeu.

“Relaxa!” Sussurrei.

“Bom é que não precisa nem avisar que os amigos do meu filho podem se sentir em casa, né? Isso que eu chamo de ficar de boa.” Meu pai falou e me arrancou um riso pela naturalidade. Deveria estar mais do que surpreso, mas sabia como dominar o ambiente.

“Desculpa, eu nem sabia que você ia chegar agora. Que isso, Eduardo. Você falou que a gente podia ficar tranquilo. Meu Deus!” Até que Nicolas fingiu bem.

“Por mim…”

Meu pai seguiu em pé, mas dessa vez próximo da gente. Nicolas tinha tentado se levantar, mas a falta de força nas coxas forçou a permanecer deitado meio de lado. Seu corpo ainda podia ser visto em totalidade e o homem entre nós adorou isso. Com uma língua passeando nos lábios observou como os pés se encostavam, como as coxas lindas e magrinhas repousavam, como a cintura dava uma curva sedutora e a barriguinha seca pedia um beijo. Viu que a piroca de Nicolas estava guardadinha dentro da calcinha minúscula, que não chegava nem perto de fazer tanto volume, mas ainda assim não se parecia com uma garota; era um moleque vestido naquilo e o isso deixa a situação ainda mais excitante.

“Eu tava no ponto de dizer que por mim você pode continuar assim. É exatamente o que eu tava querendo ver quando chegasse em casa, acredita?”

“Desculpa, eu tenho costume de ficar assim só de calcinha. É bom até quando tá quente.”

“Você não vai se desculpar, nem ouse. Deixa só eu ver uma coisinha.”

Ele chegou mais perto e o seu cheiro de dominador veio junto. O peito enorme e aberto na camisa era o motivo de adoração de Nicolas. As pernas grossas cabiam perfeitamente dentro da calça social, a cara de safado era inesquecível naquele instante e eu só queria rir de como era fácil conseguir acordar o lado mais depravado do meu pai. Como pode um adulto achar tão normal que o amigo do seu filho esteja ali, deitado só de calcinha no meio da sala, ao seu deleite? Esse é o tipo de mundo que criaríamos se não existisse. Meu amigo não piscava, parecia não querer perder nenhum segundo do homem que cobria seu campo de visão ao se aproximar. Para mim meu pai deu uma piscadinha safada, mas para o viadinho exibido ainda deitado no sofá ele engoliu a saliva presa na boca parecendo que já sentia o gosto do sexo.

Escorregou um dedo grosso pela lateral do quadril, vi Nicolas se contorcer suavemente e suspirar, depois foi arrastando o dedo pela calcinha, tocando entre o cós e a pele, sentindo a maciez de alguém que foi instruído a satisfazer. Olhou a presa de cima com a pica já meia bomba dentro da calça, seguiu com o dedo por dentro da calcinha até chegar onde as duas bandas se encontram e o terreno fica mais quente. Passou por ali, apertou o rabo do moleque, curioso fincou o dedo até a entrada do cu e tirou para cheirar. Esfregou no bigode, sorrindo, é claro, e depois nos próprios lábios.

“Que cheiro de putinha delicada você tem, hein.”

“Eu sempre falo isso, pai” concordei com ele. Na verdade nunca falei, mas tinha que provocar.

“Vi você me olhando aquela tarde no FaceTime com o Dudu e os outros garotos. Pareceu interessado em alguma coisa, tô errado? Alguém andou me contando umas paradas bem legais sobre.” Apontou na minha direção e eu quis me esconder da acusação, mas me divertia mesmo assim.

“Falei? Tô sabendo de nada.” Me defendi.

“Você me paga…” Nicolas ameaça e esconde o rosto.

“Quer dizer que esse bonequinho aqui anda gozando pra minha foto?”

Quando falou, meu pai estendeu a mão até os cabelos da sua nova presa e se curvou só um pouquinho para ele, porque na real o garoto levantaria o rosto de qualquer jeito quando teve o cabelo puxado para encarar o homem nos olhos. Não conseguiu falar nada, parecia ter medo de abrir a boca e um gemido indecente sair por entre os lábios bonitos.

“Não precisa esconder que sente tesão pelo pai do seu amigo de sala. Que mal tem nisso, hein? Eu sou um homem bonito, você é um bonequinho muito cheiroso, acho que a gente pode…”

“O que pai?” Perguntei quando ele ia chegando a boca perto demais do meu amigo.

“Que tal você buscar uma água pro seu pai?”

“Tem certeza?” Quis me certificar.

“Tenho certeza que sim, filho. Vai com calma, nem precisa se apressar, estamos bem aqui esperando você.”

Levantei a mando do cara que entrou rápido demais no nosso jogo e o meu pau duro na cueca branca ficou mais visível do que gostaria. Contei cada passo na direção da cozinha que me dava visão total da sala, respirei fundo para assistir meu pai ser a melhor versão de si. Primeiro se afastou um pouco de Nicolas e tirou o cinto sem intenção nenhum de mostrar pressa, mas não tirou a roupa. Voltou e segurou o garoto pela cintura, fez ele ficar de joelhos no sofá e ainda assim o rosto não ficou na altura do seu, fez a presa erguer o queixo, choramingar por uma migalha de carícia e foi servindo a boca como recompensa por tantos segredos. Beijou lento, muito lento. Deu pra ver que cedia a própria saliva grossa de homem maduro e pegava de volta cobrindo a boca menor com a sua boca muito mais experiente. Nunca vi um garoto ser beijado assim antes. Enquanto suspirava, desceu as mãos e rapidinho estava tateando cada centímetro do quadril, cada espaço descoberto pela calcinha, que eram muitos. Puxou o fio, esticou o que dava e arrancou com isso um gemido manhoso do moleque em seus braços. Brincou no beijo, falou coisas bem baixinho e quando pisquei, estavam sentados.

Nicolas nem prestava atenção em mim, esqueceu muito rápido que o amigo não voltava nunca com a água. Sentado no colo, rebolava sobre a calça do seu adulto grandão alisando o peito coberto pela camisa social. Gemia de olhos fechados se esfregando no corpo enorme e maduro, sentindo a dureza, a quentura absurda e o peso dele. Ganhou mordidas no pescoço enquanto se esticava para servir o meu pai que me olhou por um segundo com o sorriso mais contente e imoral que um homem pode ter. Não demorou e a mão grandona do meu pai cavava a bunda por debaixo da calcinha pequenininha. O dedo estava inteiro dentro do cu depois de muitas cuspidas por cima, fazia o moleque se contorcer de tesão e gemer cada vez mais solto.

Entendo, sei o nível de confiança que o peitoral do meu pai inspira. Você encosta e de repente experimenta toda a liberdade possível de ser selvagem e desejado de verdade.

Com o dedo enorme cavado dentro do cuzinho, não só brincava de sentir e provocar tesão, mas preparava pra entrar ali, porque era isso que seu corpo deixava claro. Fingi que ia passando pro banheiro, meu pai me olhou e apontou com o queixo para o quarto. Me escondi no corredor e vi quando passou com Nicolas no colo, beijando intenso, mas sem pressa. Pela porta entreaberta deu pra ver o bonequinho dele cair de bruços e ficar sem calcinha com um movimento de mestre. Parecia mágica como tirava a peça minúscula, pensei nas muitas calcinhas que meu pai fez cair na vida. Aquela era só mais uma.

Vi quando mordeu cada lado da bunda, mas parando pra enfiar a cara inteira no meio delas com a língua exposta, lambendo e chafurdando o que encontrava pela frente. Foram mordidas pela cintura fininha, nos quadris, nas costas e lá encima nos ombros. Outras vezes voltou a foder com o dedo, depois dois, e em minutos estava simulando uma estocada com força, fazendo o menino se revirar em sua mão pesada.

O pau entrou melado, no pelo, só pingando lubrificante. Deve ter ardido nos primeiros centímetros, porque Nicolas forçou o próprio rosto contra os lençóis que carregam o cheiro do sexo que faço com meu pai. Um gemido alto e sofrido marcou a passagem da cabeça exagerada e nessa altura eu já batia uma punheta nervosa tendo um espetáculo particular. A metade da pica sumiu quando o cara se ajeitou atrás dele, puxou o quadril para o seu corpo e abriu as coxas menores com os joelhos. Demorou metendo até a metade, queria a segurança de poder ir fundo depois de acostumar aquele rabo com a grossura perfeita da rola adulta.

“Pode gemer. Não sei se tava gemendo alto quando gozou pra mim olhando a foto. Tava escondido no seu quarto fazendo essa safadeza? Aposto que se escondia do seus pais igual um garotinho sem vergonha. Aqui você pode gemer pra mim, bonequinho. Empina, abre bem esse rabo, pisca esse cuzinho. Respira fundo, quero te fazer sentir a pica lá dentro.”

Nicolas quis gritar, o corpo involuntariamente tentava correr da piroca que começou a entrar mais que somente a metade. As bolas pesadas foram encostando na virilha, sinal de que estava indo fundo. Primeiro uma socada com uma pausa pra pulsar dentro, eu vi tudo. Depois outra socada pra acostumar, pra fazer o cu se moldar, depois outra pra esquentar o buraco, pra fazer minar baba do pau. O que seguiu depois de iniciar o moleque foi uma surra de piroca. O corpo dele não estava acostumado a aguentar, tremeu imediatamente, transpirava forte, era pesado levar tudo aquilo.

Não fez por estar cansado, somente porque queria outra visão dele. Meu pai deitou na cama, deixou a rola em pé como um mastro e guiou o novo pupilo pela cintura como queria. Primeira sentada foi desajeitada, era tudo grande demais pra ele, mas logo ajeitou o ritmo, o jeito de empinar pra encaixar melhor, os ombros abertos lá em cima, orgulhoso de foder com um cara desse tipo. No meio das gemidas e das reboladas, Nicolas esboçava um sorriso quando não estava tentando sobreviver ao tesão que consome nosso corpo.

“Isso é tão gostoso. Faz assim. Vai, mais forte. Bota mais forte no meu cuzinho, Tio.”

Ouvi Nicolas pedir mais quando foi meu pai quem segurou seu quadril, ergueu um pouquinho e se esforçava pra chegar lá em cima com socadas cada vez mais violentas. O “tio” que saía manhoso da boca linda do meu amigo era o que me dava ainda mais tesão.

“Imaginava que ia dar a bunda assim pra mim? Porque eu sabia que ia te tratar desse jeito aqui. Tava louco pra experimentar um molequinho afeminado igual você.”

“Tá melhor do que imaginei, Tio. Ai, soca mais. Destrói minha raba, vai. Que delícia sentir esse homão assim.”

“Vai doer quando eu tirar e colocar de novo, meu príncipe, mas você vai se acostumar a tomar piroca nessa raba. Vocês nasceram pra isso. Olha só essa cinturinha, no jeitinho certo do cara segurar e aprumar a socada.”

“Tá doendo, tio. Tá ardendo tudo, mas é gostoso. Deixa eu rebolar devagarinho pra você.”

“Devagarinho não, putinha. Rebola devagarinho nesses malandrinhos da sua idade, aqui você vai rebolar igual vagabunda. Bota força nesse rabo, senta com tudo, vai. Não é pra ter dó do pau do seu macho. Deixa eu sentir a pica lá no fundo do seu cu. Isso! Assim mesmo, bom garoto. Rebola. Não para!”

A velocidade com que Nicolas sentava se equiparava a intensidade da punheta que bati. Cada rebolada dele que eu assistia fazia meus dedos ganharem mais força, era inevitável. Quanto mais meu pai socava, mais minhas bolas sofriam com os meus movimentos, e eu nem me preocupava com o barulho. Eles gemiam tão alto e se esfregavam com tanta força que os ruídos da minha masturbação seria só um detalhe ali.

Pensei que merecia algum nível de tortura, estava fácil demais ver os dois trepando na nossa cama. Fechei a porta e encostei na parede fora do quarto, bastava escutar o que faziam.

O ruído era lindo de ouvir: pele batendo, o cuzinho inexperiente sendo mastigado na pirocada, a cama maltratada contra a parede, os gemidos cada vez mais finos do mais novo, os urros cada vez mais grosseiros do mais velho. Barulho de um tapa molhado, o gritinho de dor e reclamação, as respirações entrando no mesmo ritmo e depois em descompasso, no ritmo das estocadas lá no fundo. Tentei adivinhar em que posição estavam, meu pai por baixo ainda, ou comia de lado? Na beira na cama ou agora faziam em pé, encostados no móvel? Se olhavam no espelho como ele fazia comigo? Forçava o rosto dele contra a parede na intenção de controlar cada movimento do corpo menor?

Minha punheta machucava minha rola. Era tudo que eu precisava.

“É assim que o seu macho vai gozar pra você, putinho. Já deu pra alguém no pelo? Esse cuzinho tá com jeito de não ter visto muita rola, não. Fala pra mim. Eu sou um dos primeiros, né? Eu tô arregaçando esse rabo. Olha isso, merecia ser filmado o jeito que eu tô te deixando.”

“Quer filmar? Eu deixo. Eu tô sentindo meu cuzinho todo arregaçado. Fode mais, vai. Fode o amiguinho do seu filho. Por favor, bota mais forte.”

“Cadê o celular? Na hora que a gente precisa tudo some.”

“Eu acho que tá na sua roupa, tio. Olha direito, mas vem logo. Você tirou sua pica e já bateu saudade. Vou empinar pra você filmar me comendo.”

“Queria assim de bundinha empinada? Então vai tomar sorrindo. Olha essa bocetinha toda melada” ouvi meu pai falar. “Olha só como eu tô deixado. Empina, porra, tá dando pra ver direitinho a rola entrando toda, tô rasgando isso aqui. Coisa linda o jeito que mastiga minha pica. Moleque safado demais, cuzinho novo é foda.”

“Gosta de comer cu de novinho?” Nic soltava cada vez mais manhoso. A provocação perfeita.

“Não tem macho que resista a um rabo novinho e macio assim. É muito melhor que uma bucetinha.
Botar em você é mais gostoso que trepar com qualquer piranha barata, meu bonequinho.”

E o barulho das socadas iam aumentando, cada vez mais alto, cada vez parecendo ir mais rápido e mais fundo. Nicolas gemia sofrido, era o som perfeito de um abuso. Não aguentei quando o som dos gemidos chegaram com um choro baixinho, puro tesão. Melei minha mão com jatadas pesadas que escorreram no corredor. O cheiro da trepada deles que chegava em mim se misturaram ao cheiro de rola que exalava. A casa ganhou outro perfume nessa tarde.

Eles pararam por alguns segundos, mas as estocadas seguiram. O jeito que os gemidos saíram apertados denunciou que eles metiam beijando. Abri a porta só um pouquinho e meu pai estava lá, de pé, moleque no colo de frente grudado em seu peito. Curvava o tronco para conseguir segurar o corpo muito menor nos braços e meter ao mesmo tempo. Beijava agressivo, apertava sedento. Pensei na hora que desse jeito não dava pra segurar, ia rolar porra dentro do meu amigo.

“Não tô aguentando, essa sua cucetinha tá maltratando meu pau. Tu vai ganhar porra, meu putinho. Segura em mim, deixa tudo aberto, vou gozar gostoso em você.”

“Goza no cuzinho que você arrebentou. Por favor, me dá porra. Goza em mim e depois deixa eu te limpar. Me dá leite. Me dá logo!”

Para outro cara seria difícil gozar e se segurar em pé, mas para meu pai isso seria a tarefa necessária. Botou leite como estava, socando e segurando o moleque. Não parou enquanto não terminou de bater a porra lá dentro ao ponto de escorrer feito uma espuma nas bolas penduradas. Contei as esporradas pela quantidade de gemidos que ele soltou com a cara enfiada no pescoço de Nicolas quando grudou ele em seu peito.

Depois de sujos, não tinha o que fazer. Se jogou na cama e assisti o meu amigo cair sem forças, completamente abusado. O celular foi parar longe nessa altura da brincadeira. Foi saindo devagarinho dos braços do meu pai e foi tirando a piroca ainda meia bomba do próprio rabo, soltando um gemido cansado enquanto isso. Mas também sorria. Tinha ganhado o que até ali era só um fruto da sua imaginação, finalmente aquele projeto de putinha poderia se orgulhar e sair por aí dizendo que foi arregaçado por um homem de verdade.

“É isso que um macho faz com viadinho que bota calcinha. Agora você pode dizer que foi comido de verdade. Essa brincadeira de dar em banheiro de escola é coisa de moleque.”

Meu pai fala, ri do próprio deboche e busca a boca vermelha pra um beijo molhado.

“Nunca mais vou esquecer o que você fez comigo.”

“Não vai mesmo, esse cuzinho não vai voltar ao normal tão cedo. Eu arrebentei.”

“O vídeo saiu como você queria?” Nic até tentou ir para cima do peito do homem que traçou seu rabo, mas existia um limite muito bem delimitado ali. Vi quando ele se afastou educadamente, sem parecer grosseiro.

“Dudu vai adorar assistir você dando o rabo pra mim.”

“Nossa, que vergonha. Não faz isso.”

“Engraçado, cadê a vergonha pra gritar que queria mais rola no rabo? Vocês são todos iguais, hein. Quando a piroca entra, a putinha sai.”

“Foi gostoso, eu tinha que pedir mesmo. Até porque quanto mais eu pedia, mas ganhava. Você tem força pra comer dois de mim.”

“Três. Eu comeria três de você facinho. Botava em fila e ia metendo de cu em cu até jogar porra em todos” meu pai disse dando uma mexida na piroca ainda todo esticado na cama desarrumada.

Entrei num susto e vi meu amigo querer se cobrir. Não tinha mais o que fazer, eu sabia o que tinha acontecido sobre a nossa cama. Meu pai botou a rola na mão e fingiu que era o momento errado me perguntando se eu não batia mais para entrar no quarto e fui obrigado a rir, mas como toda fantasia é válida, virei de costas e ele correu para o banheiro. A bunda durinha balançando quase me deixou duro de novo.

“Caralho, Nic… Acho que deu pra te ouvir gemer do outro lado do quarteirão.”

“Meu Deus, nunca mais vou olhar na cara do seu pai.”

“Deixa de ser otário, acha mesmo que isso aqui já não aconteceu antes?”

“Você sempre vê ele trepando com outros moleques?”

“Bom… Eu não diria moleques, porque você é o primeiro que ele come assim.” Precisei mentir, é óbvio. “Mas frequentemente sou obrigado a ouvir tudo.”

Queria dizer que ouço e participo. Queria detalhar que na verdade, tudo que ele fez com seu rabo, começou comigo. Foi em mim que o homem aprendeu a iniciar uma bunda, foi com o próprio filho que aprendeu como satisfazer um adolescente, mas nem tudo precisa ser tão claro.

“Isso na sua cueca é porra?” Meu pai perguntou quando voltou, limpo, e nos encontrou conversando na cama.

“Eu te ouvi acabar com meu amigo, como não vou bater uma pra vocês?”

“Achei que ia entrar pra meter nele rapidinho também.”

Eu e Nic nos olhamos, e por um segundo a ideia pareceu interessante, mas ele fez careta ao cobrir a região da virilha e saiu correndo para o banheiro fingindo que aquilo poderia lhe causar ânsia. Não consigo negar que ver seu corpo magrinho e delicado metido numa calcinha me deixava excitado. Fiquei sozinho no quarto pela primeira vez naquela tarde com meu pai e a primeira coisa que fizemos foi cair nos braços um do outro. Beijo rápido e molhado, ainda com gosto e cheiro de sexo. Era como beijar Nicolas, é claro, ainda tinha um pouco do sabor dele na língua grudenta do meu homem, mas era também o resulto único do encontro friamente calculado.

“Me pergunto o que eu fiz de certo na vida passada pra criar um filho como você.”

“É assim que me agradece?” Ri nos braços fortes dele. Deu tesão na hora.

“Foi uma trepada do caralho, filho. Seu amigo é muito gostoso, deu pra ouvir tudo? Gemi altão só pro meu amorzinho escutar e ter certeza de que o papai tava aproveitando muito da nossa caça.”

“Nossa? Pera aí, esse mérito é todo meu. Você só comeu ele…” Vi que ainda estávamos sozinhos, eu poderia matar a saudade de poucas horas daquela rola. Botei a mão inteira dentro da cueca que ele saiu vestindo do banheiro e abracei a pica com meus dedos. Meu pai soltou um gemidinho pra mim de olhos fechados, adorando minha brincadeira com a sensibilidade da cabeça da rola após o sexo. Falei cada vez mais baixo, um sussurro perfeito. “Eu fiz o trabalho mais difícil que é convencer esse gostosinho de que não tinha nada de errado em transar com meu pai sedutor, você só usou essa pica do jeito que sei que usa… Nisso preciso concordar, você é gostoso pra caralho, pai.”

“Amo quando você se derrete por mim.”

“Trepar com alguém diferente te deixou mais convencido. Quero ver se vai ter leite pra mim mais tarde.”

“Quantas vamos dar? Quer trepar a noite toda? Você sabe que eu aguento, não precisa se preocupar. Sua vez de cair na rola vai chegar.”

Quando Nicolas voltou parecíamos somente pai e filho novamente, não cúmplices de um crime sujo. Eles ainda se beijaram porque eu disse que queria ver como era, e meu pai só fez isso porque minha seriedade era convincente, ficou muito claro que aquela transa não se repetiria tão cedo. Mesmo assim, foi dele que partiu a ideia de deixar Nicolas em casa.

“Acho justo. Não vou deixar seu amigo andar torto até a estação, eu acabei com o rabo dele, filho.” Falou todo engraçadinho no caminho até a garagem.

Nicolas tentava se esconder afundando no banco dizendo que ia morrer de vergonha quando fosse me buscar na escola outro dia, mas meu pai estava divertido outra vez. Fez o moleque voar do banco de trás pelo meio dos nossos assentos na frente e grudou a boca na dele. Beijou com força de um jeito que os lábios ficaram vermelhos imediatamente e um fio de saliva se esticou quando desgrudaram. Segurando a cabeça do seu novinho, sorriu pra mim e perguntou se eu já tinha provado o gosto dele.

“Nic se faz de santinha pra mim, pai. Nem chegou a falar que usava calcinha, eu que arranquei essa informação dele.”

“Não faz isso com meu filho, bonequinho. Se você me dá gostoso assim, deveria tratar meu moleque bem também, ele vai ser a cópia perfeita do paizão.”

Meu pai ainda segurava a nuca do meu amigo e falava inventando um tom manhoso, mas para alguém do tamanho dele não parecia real, mas era muito gostoso de ouvir.

“Bonito e sedutor?” Nic quase gemeu olhando a boca do meu pai.

“Eu quis dizer que ele vai ser gostoso e pervertido igual o pai. Não ficou claro? Pensei que você já tivesse sacado a desse sem vergonha aqui.”

O homem esticou a outra mão na direção do meu rosto, segurou meu queixo, passou o dedo nos meus lábios e começou a me puxar para mais perto. Meu coração acelerou de imediato porque ainda rolava tesão na nossa brincadeira, então tudo podia surgir desse movimento. Nossa relação deveria ser mantida em segredo, mesmo que Nícolas fosse o tipo de garoto que adoraria saber da sujeira que guardamos embaixo dos tapetes.

Suspirei aliviado quando vi que sua intenção era fazer meu rosto se aproximar de Nícolas. Meu amigo não recusou e antes mesmo de sentir meu beijo já estava com a boca aberta esperando minha língua. Nos beijamos com força, colocando as línguas numa dança molhada. Mordi o quanto quis o lábio dele e sorrindo me devolveu cada uma, só que mais delicado e manhoso, perfeito para me deixar duro. O que estava bom, ficou delicioso. Uma boca maior entrou na jogada com um bigode cheiroso e macio espetando nossa pele ao mesmo tempo que provocava uma sensação gostosa. De repente três línguas disputaram atenção, cada uma sendo chupada por vez, cada uma ganhando a quantidade certa de saliva e carícia. Um beijo triplo entre dois moleques e homem grandão é a fantasia ideal.

Demoramos no beijo. Nic gemendo manhoso sendo nossa caça delicada, ganhando carinho dos dois em sua nuca, meu coração acelerado me deixou ansioso, mas não o suficiente para me perder no beijo, já meu pai fazia o papel que cabia: ser quem nos conduz.

“Eu achei que isso fosse coisa de fanfic ou pornô malfeito.” Falou todo trêmulo pra gente.

“Nunca viu um pai beijando o filho na boca?”

“Um selinho sim, mas isso aqui foi…”

“Fala sério” eu disse logo. “Meu pai nem chegou a botar a língua na minha boca. Não teve nada.”

“Eduardo… Eu vi a língua dele inteira na sua garganta. E quer saber? Eu achei delicioso. Acho que não dá pra falar quem beija melhor.”

“Dá sim! Eu sou seu amigo, só tem uma opção aqui.” Falei sério.

“Se você não disser que sou eu, vai ser injustiça.” Meu pai se defendeu rápido demais.

“Eu posso provar de novo?”

“Sem chance” meu pai foi rápido em cortar o assunto. “Tem coisa que perde a graça se repetir. Vai, some daqui. Aproveita pelos próximos dias a sensação do seu cu estourado por um homem do meu tipo.”

“O cara é brabo.” Brinquei. “Te vejo na escola, e espero que você saiba guardar nosso segredo.”

Quando Nic desceu do carro atordoado e excitado por assistir pai e filho se beijando intensamente, minha boca secou, fruto da ansiedade. Meu pai estava surpreso com sua própria atitude e ria nervoso depois de bancar o ousado.

“Fudeu, filhote. Como acha que ele vai lidar com isso?”

“Querendo mais, tenho certeza.”

“Tô falando sério, para de zoar.” Queria me repreender, mas ainda ria.

“Que viadinho não fantasia uma foda entre pai e filho? Olha nós dois aqui… Esse é o nosso mundo, pai. Não pode ser diferente. Todos nós queremos a mesma coisa.”

“E o que você quer agora, meu filhão?”

“Adivinha!” Meu sorriso foi sugestivo, meu olhar denunciava tudo.

De noite, sem surpresas, fui agarrado e beijado num nível de amorosidade que eu espero que Nicolas experimente na vida, porque na cama do meu pai ele só soube o que é ser usado de verdade. A gozada servida que demos um pro outro na punheta teve os gemidos manhosos de Nic e os incentivos pervertidos do meu pai no fundo do vídeo que assistimos batendo uma juntos. Foi perfeito ver como era nítida a socada de pica naquele cuzinho rosado e aparentemente muito macio.

Comentários (1)

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  • Luiz: 10 Nota 10 para seu conto , simplesmente excitante, maravilhoso quero que continue com muito erotismos pode colocar seu pai para fuder com todos seus amigos que um homem desse nao pode servir a uma so putinha

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic