#Outros

Estou sem acreditar no que fiz com esse lutador gigante e dotado.

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SELMA RECIFE

Gente, eu ainda não acredito no que aconteceu há alguns meses… Meu nome é Selma Recife e eu juro por tudo que até hoje fico chocada quando lembro dessa tarde no motel.

Recebi um convite de um cara chamado Jarbas. Um mulato enorme, quase dois metros de altura, lutador profissional, corpo todo definido, braço grosso pra caralho. Ele me mandou uma foto do pau dele… meu Deus, uma rola preta monstruosa, quase 29 centímetros, grossa como meu pulso, descendo até quase o joelho. Eu ri. Achei que era zoeira. Mas ele foi direto: queria comer minha buceta, meu cu… e depois realizar o fetiche mais podre que já me pediram: queria que eu cagasse direto na boca dele.

Eu perguntei várias vezes: “Jarbas, tu tem certeza? Minha merda é muito podre, cara. Tu nem imagina o cheiro que sai de mim quando eu seguro dois dias.” Ele respondeu na hora: “Não, Selma. Eu nunca fiz isso, mas vejo você e tuas amigas fazendo com outros machos. Tenho certeza que tua merda é deliciosa. Fica dois ou três dias sem cagar e faz isso pra mim.”

Eu ri, chamei ele de louco, de imundo, avisei que ele ia se arrepender. Ele insistiu: “Porra nenhuma, Selma. O sonho de muito brasileiro é receber uma cagada tua na boca. Segura a bosta pra mim.”

Topei. Mesmo com nojo.

Passei dois dias inteiros sem ir ao banheiro. Trabalhei o dia todo com dor de barriga, o intestino inchado, peidando quente e fedido o tempo inteiro. No sábado fomos pro motel. No carro eu soltei um pum tão podre que meu marido Márcio teve que parar no acostamento quase vomitando. Chegamos no quarto e eu já não aguentava mais.

Jarbas deitou na cama, abriu a boca e disse: “Despeja tudo aqui, Selma.”

Eu, sem acreditar no que estava fazendo, fui sentando devagar, encaixando meu ânus bem em cima da boca dele. Olhei pra trás e vi aquele macho enorme de boca aberta esperando minha bosta. Comecei a forçar. Senti a primeira merda durinha abrindo meu cu e saindo. Ele agarrou minha bunda com as duas mãos e começou a comer. **Comer de verdade.**

— Porra, Jarbas… tu tá comendo mesmo? Tu tá mastigando minha merda, filho da puta? — eu falava espantada, quase sem acreditar.

Ele mastigava, engolia e gemia:
— Porra, Selma… tua merda é muito podre… azeda pra caralho… amarga… mas é gostosa demais. Caga mais, porra… caga mais pra mim!

Eu não aguentava o cheiro da minha própria bosta, mas continuei. A segunda leva veio pastosa, quente, mole, caindo direto na boca dele. O cheiro tomou o quarto inteiro. Meu marido Márcio, que tava filmando, quase vomitou e saiu correndo pro banheiro, deixando a câmera ligada. Eu mesma quase passei mal, mas Jarbas não desperdiçava nada. Comia, lambia, engolia, o pau dele duro que nem pedra.

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Enquanto ele comia minha merda, eu olhava pra trás chocada:

— Tu é nojento pra caralho, Jarbas… tá comendo minha bosta quente e ainda fica de pau duro? Que porra de fetiche é esse?

Ele, com a boca suja, respondeu babando merda:
— É a melhor merda que já comi na vida, Selma. Continua… me usa de latrina.

Quando acabou a cagada, ele ainda queria mais. Pediu pra eu beijar a boca dele toda melada. Eu recusei na hora:

— Porra nenhuma, seu imundo! Tu acha que eu vou beijar essa boca cheia da minha própria bosta? De jeito nenhum! Eu quero é essa pica enorme no meu cu agora!

Meu cu ainda tava melado de merda. Jarbas me virou de quatro, segurou aquela rola monstruosa e enfiou na minha bunda sem piedade. Doeu pra caralho. Eu gritei:

— Ai porra! Vai devagar, seu cavalo! Essa rola é muito grossa!

Ele não teve misericórdia. Começou a socar fundo, batendo a barriga na minha bunda suja de merda. Dava tapas fortes na minha cara e na bunda:

— Toma, sua puta nojenta! — ele rosnava.

Eu gritava de dor e tesão:

— Bate mais, caralho! Eu gosto de apanhar! Bate na cara dessa vadia! Mete tudo nesse cu! Arromba meu rabo, Jarbas! Selma adora ser destruída!

O cheiro de merda ainda tomava conta do quarto inteiro. Ele metia como um animal, suado, sujo, maluco de tesão. Meu marido voltou pra filmar e eu humilhava ele na hora:

— Olha isso, Márcio, seu corno! Olha esse macho comendo meu cu todo cagado enquanto você filma! Essa rola é dez vezes maior que a sua! Filma direito, corno!

Jarbas batia mais forte, me xingava, me chamava de latrina humana. Eu gritava pedindo mais tapa, mais rola, mais força. O quarto parecia uma jaula de animais: cheiro insuportável, merda espalhada, gemidos, tapas, socadas brutais.

Até que ele não aguentou. Tirou a rola do meu cu e gozou feito um cavalo, jatos grossos e quentes voando nas minhas costas, na bunda melada e no cabelo.

O quarto ficou destruído. Sujeira, imundície, cheiro de merda e sexo selvagem pra todo lado.

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É só entrar e se deliciar.

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