#Assédio

Uma massagem mais que especial

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Solepa

Tasha - semi-deusa - entrou na minha tenda para receber uma massagem

O tecido contornava os biquinhos. Tão salientes, que pareciam querer perfurar a regata branca, que aos poucos tornava-se transparente pelos respingos de chuva que houvera recebido antes de entrar na tenda.
Tasha (depois fiquei sabendo seu apelido) adornada com piercings no nariz e orelhas, e algumas tatuagens pequenas espalhadas por diversas partes do corpo, inclusive nas mãos e pés.
Uma “figura” excêntrica... nada apetecível, mas desejável e... hipnotizante, passou as mãos pelos braços e pelo corpo todo, tentando espanar os pingos, fazendo transparecer as aréolas rosadas, que contornavam os mamilos ainda mais eretos pelo atrito.
As sacudidelas, um tanto desajeitadas (ingênuas – acreditei), deixaram à mostra partes dos seios pelo decote e pela lateral. Só não exibiu mais porque o tecido molhado colou à pele.

Perguntou se se deitava com ou sem roupas na maca, para a massagem. Respondi que a decisão era dela. Virou-se de costas, e pediu que eu abrisse o fecho da saia, que caiu aos seus pés. Abaixou-se para pegar, roçando as nádegas em mim enquanto tirava dos pés, atiçando ainda mais meu membro que já estava em riste. Jogou sobre a cadeira enquanto se virava, e com um sorrisinho “maroto” sussurrou: “o garoto está animadinho, hein!?”.
Me empurrou para o lado e passou, pois a maca estava atrás de mim.

Em seguida senti algo no meu ombro – era sua regata -, e ao me virar, já estava deitada de bruços, só de calcinha fio dental, exibindo um dragão tatuado nas costas que me deixou perplexo. E tinha um colibri, no cóccix, protegido do sol pela marquinha do biquini.

Reclamou que eu estava demorando.
Perguntei se queria prazer mútuo, ou individual (só para ela). Abriu os braços num gesto de “não sei” ou “tanto faz”. Eu precisava saber, para utilizar os óleos apropriados.
Peguei o óleo – para a primeira opção – (menta e Ylang ylang diluídos em água floral de Lavanda, que aquece e depois provoca uma sensação de frescor), me posicionei na cabeceira, e iniciei a massagem pelos ombros, deslizando as mãos espalmadas pela coluna até a cintura. Contornei a tira da calcinha e, com as pontas dos dedos, retornei pela lateral do seu corpo até a axila. Desci pela parte interna dos braços, e subi por fora, reiniciando na nuca.
Repeti, alternando entre mãos espalmadas e pontas dos dedos, e hora descia pela lateral e subia pela coluna, até perceber seus pelos se eriçarem pela sensação de frescor – primeiro passo.

Fiquei só de sunga e jaleco, e ajoelhei nos pés da maca, com suas pernas esticadas sobre cada uma das minhas coxas.
Com as mãos espalmadas, uma mão em cada perna, subi e desci, dos tornozelos até a base das nádegas, lento e suavemente. Vez ou outra, subia pelas laterais das nádegas, e descia pelo reguinho, ao que ela respondia com um gemido e um arquear das ancas.
Concentrei os movimentos nas coxas e nádegas. E ela abriu mais as pernas e arqueou os quadris, ficando quase ajoelhada.

Afastei o fio, e caí de boca no seu orifício anal, num úmido e profundo “beijo Grego”. Minha língua abriu caminho em suas pregas, enquanto ela empurrava o corpo contra minha cara, e gemia.
Escorreguei meu corpo por debaixo do dela, e juntei meus lábios aos dela (da vagina), deliciando-me com o aroma e sabor do melzinho inebriante que inundava e aquecia sua grutinha.

Ela retribuiu, abocanhando meu pau que despontava pela cintura da sunga, engolindo-o vorazmente, quase me fazendo explodir, enquanto atingia seu segundo orgasmo.

Foi a meia nove mais extasiante e intensa que já experimentei.
Entreguei-me e fui totalmente absorvido pelo prazer.
Saí de mim.
Fui submetido a sensações inimagináveis, do calor ao frio intenso.
Tremores por todo o corpo.

Então ela fala: Vai. Explode. Libera essa energia e enche minha boca com tua gala...

Vai...

Vai me atender, ou vai ficar com essa cara de quem viu uma deusa do Olimpo?

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