Histórias de Fábio :traindo o namorado no meio do mato.
Meu namorado no serviço, eu, puta, atrás de rola no meio do mato. Não sou exigente, quem chegar me fode.
Eu havia acabado de sair do banho, me lavei inteiro por querer dar o cu.
Era uma tarde quente de quarta-feira. Meu namorado estava recém saído pro trabalho, mandando mensagens carinhosas dizendo que mal podia esperar pra chegar em casa e me foder. Eu respondi com um simples “Também tô ansioso ❤️”, enquanto caminhava pelo parque de trilhas no meio do mato, o coração acelerado de tesão e culpa.
O lugar era perfeito: árvores altas formando uma cobertura densa, trilhas estreitas e pouco usadas. Encontrei o primeiro cara uns vinte minutos depois. Uns 30 e poucos anos, forte, tatuado nos braços. Ele estava encostado numa árvore, pau já pra fora, grosso e meio duro. Não precisei falar nada. Ajoelhei na terra, baixei o short até os joelhos e enfiei ele na boca com fome.
Ele gemia baixo, segurando minha cabeça. Em certo momento, peguei a mão dele e dei um tapa forte no meu próprio rosto com ela. O estalo ecoou entre as árvores. Ele entendeu imediatamente. Sorriu com malícia e começou a bater na minha cara enquanto eu chupava.
— Isso, puta… gosta de apanhar, né, sua vadia safada?
Os tapas vinham cada vez mais fortes. Primeiro no rosto, depois na bochecha, depois no outro lado. Cada tapa fazia minha pele arder, o som seco ecoando. Meu rosto esquentava, ficava vermelho, os olhos lacrimejando. Ele segurou meu cabelo com força e começou a socar minha garganta fundo, sem dó. O pau grosso entrava e saía batendo no fundo da minha boca, esticando meus lábios, fazendo eu engasgar violentamente. Baba grossa escorria pelo queixo, pingando no chão. Eu gemia abafado, o nariz escorrendo, enquanto ele me fodia a boca sem piedade, alternando tapas fortes que faziam minha cabeça balançar.
Foi então que o coroa apareceu. Uns 50 e poucos anos, barrigudinho, mas com um pau grosso e pesado. Ficou olhando um tempo, alisando a rola por cima da calça. Depois se aproximou, passou a mão grande na minha bunda e apertou forte, abrindo as bandas.
Mudei de posição rápido. Fiquei de pé na terra, pernas bem abertas, tronco inclinado pra frente pra continuar chupando o primeiro cara. O coroa baixou meu short completamente, cuspiu uma vez só na mão, passou rápido na rola dele e encostou a cabeça grossa no meu cu seco.
Empurrou com força.
Eu gritei abafado, o som saindo todo distorcido porque o pau do primeiro cara estava enfiado até o fundo da minha garganta. A dor foi lancinante. A cabeça grossa forçou meu anel apertado, abrindo ele à força sem nenhuma lubrificação. Senti meu cu queimando, rasgando, cada milímetro dele esticando minha entrada de forma brutal. O coroa grunhiu e continuou empurrando, centímetro por centímetro, sem parar. Meu cu ardia como fogo, a pele esticada ao máximo ao redor da grossura dele. Lágrimas escorriam pelo meu rosto enquanto ele metia mais fundo, abrindo caminho no meu interior seco.
— Caralho, que cu apertado e quente… — rosnou o coroa, segurando minha cintura com força e socando mais fundo.
Cada estocada era dolorosa e profunda. O pau entrava e saía quase inteiro, puxando um pouco meu anel para fora antes de socar novamente. A dor era intensa, queimando, latejando, mas eu empinava a bunda pra trás pedindo mais. O primeiro cara segurava minha cabeça e continuava destruindo minha garganta, batendo tapas cada vez mais fortes no meu rosto já inchado e vermelho, alternando com socadas que faziam eu engasgar e babar sem parar.
Eu tremia inteiro, dor e tesão misturados, o corpo todo suado. O coroa acelerou, metendo com força bruta, as bolas batendo contra minha bunda. O primeiro cara fodia minha boca com violência, os tapas não paravam — estalos secos no rosto, na bochecha, na testa. Meu rosto inteiro queimava.
Depois de um tempo longo e intenso, o primeiro cara gemeu alto e gozou, enchendo minha boca de porra grossa e quente. Engoli o que consegui, o resto escorrendo pelos cantos da boca e pingando no chão. Logo depois o coroa enterrou tudo e gozou dentro de mim, jatos quentes e abundantes enchendo meu cu destruído e ardido. Quando ele tirou o pau, senti meu buraco piscando, bem aberto, escorrendo porra misturada com um pouco de sangue.
Eles puxaram as calças e foram embora sem dizer muita coisa, me deixando de quatro, ofegante, rosto ardendo dos tapas, cu latejando dolorosamente.
Foi quando vi ele. Um viadinho magrinho, delicado, uns 20 e poucos anos, pele clara, olhando escondido atrás de uma árvore. Eu ainda estava de short abaixado, pau duro latejando pra caralho. Olhei pra ele, segurei meu pau e balancei devagar.
Ele veio quase correndo, caiu de joelhos na minha frente e engoliu meu pau até o fundo numa bocada só. A garganta dele era apertada e quente. Ele chupava com desespero, descendo até o nariz encostar na minha barriga, engasgando, olhos lacrimejando. Eu segurei a cabeça dele com as duas mãos e fodi sua boca com vontade, metendo fundo, sentindo o cu ainda escorrendo porra dos outros caras pela minha perna.
Ele gemia com meu pau na garganta, saliva escorrendo toda, chupando como se fosse a última rola da vida dele. Eu metia cada vez mais rápido, batendo no fundo da garganta dele, usando ele como um buraco. Não demorei muito. Depois de uns minutos intensos, gozei forte, enchendo a boca e a garganta do garoto de porra grossa. Ele engoliu tudo o que conseguiu, tossindo, lambendo meu pau inteiro até tirar a última gota.
Levantei o short, ainda tremendo, o corpo todo marcado, e fui embora do parque. No caminho, peguei o celular e mandei mensagem pro meu namorado:
“Estou com tanta saudade de você… Mal posso esperar você chegar em casa pra me foder bem gostoso ❤️”
Ele respondeu quase imediatamente: “vai demorar um pouco, amor, lembra que hoje é turno duplo.”
Guardei o celular, feliz, ele demorando, o vermelho dos tapas sumiria do meu rosto, o pouco que sobrasse poderia falar que era o vento gelado quando saí pra caminhar.
Eu estava sentindo o cu latejar a cada passo, a porra dos dois estranhos ainda escorrendo devagar dentro de mim e um sorriso safado no rosto.
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Comentários (2)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkBeto: Eu sei bem o que é isso no mato eu tenho muito tesão já dei muito meu cu no mato se alguém quiser
Responder↴ • uid:g62bi2fv1