#Gay

Na dúvida entre um e outro

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djpp

Qual era meu limite? Eu não tinha a menor ideia. Continuei lendo meu livro no banco do parque tentando obter uma resposta. Terminado o capítulo, levantei e andei um pouco para refletir melhor a questão. Mudei a pergunta. Havia limite? No silêncio e sentado na grama, olhando famílias, concluí que precisava colocar um. Levantei, sorri e achei melhor não.

O celular tocou e li a mensagem. Ri. Matias perguntava onde eu estava e disse que era bom visitá-lo. Escrevi que ele era safado e enviei uma figurinha de diabo. Este, não tinha limite! Saí do parque e dentro do Metrô fiquei pensando se realmente eu havia passado do limite. Ri de leve.

Matias, 44 anos, negro, baixo, rosto comprido, aguardava minha chegada. Eu estava consciente desta ida em sua casa. Branco e magro, olhos castanhos, rosto comprido, cabelos pretos, 25 anos, apertei a campainha e mandou entrar.

- Pensei que não vinha.

- Achou mesmo?

Trocamos olhares e rimos. Ganhei a cozinha e ele fechou a porta.

Meu destino estava selado. Uma conversa rápida e seu pau preto comprido com bela cabeça surge na minha frente. Humm! Boto minhas mãos em suas pernas e abocanho o caralho. Rosto corado, o corpo esquenta rápido! Abro a boca e ganho vai e vem para babar. A minha excitação é forte. Fico em pé. Abaixo as peças inferiores e mostro meu cu piscando.

- Vem.

Mãos na parede, sinto o toque da mão na bunda tendo um arrepio. Uma passada de cuspe, mira e invade fácil! Humm, delícia! O vai e vem deixa-me entregue. Seu pau preto ataca sem limites! Rápido, ágil, sinto cabeçadas e abro a boca, faço umas caretas, fecho os olhos e passo a língua nos lábios!

Matias tem fome de bunda branca. Ele não para, mantém o sexo rápido levando meu juízo para a estaca zero! Gemendo com caretas, fechando os olhos, o vai e vem dá um tesão danado e deixo rolar! O cu esquenta na entrada e a sensação inicial de rasgo foi embora há muito. Meu rabo vira uma avenida!

- Ai, ai, ai caralho! Ohhh!

O macho sua provando que não é fácil enquanto eu transpiro. Ele mostra poder com as mãos na minha cintura promovendo vai e vem. Humm! A tensão interna dita rumos aos quais eu sei onde chegará! Aperto meu pau para conter o tesão em alta. Cada cabeçada provoca situações distintas que o vai e vem quente acaba aliviando!

- Ohhh! Fode tudo. Mete. Gostoso.

Uma pausa e secamos nossos corpos para levar nova penetrada e retomarmos aquele ato delicioso. Abro a bunda em sinal de colaboração. Eu preciso de pica fodendo minha bunda e Matias mostra tara, fome, seu pau preto tenta solucionar desejos que não contenho. Ele acelera o ato, impõe velocidade e solto gemidos baixos de forma contínua para gaguejar! Não, não há limite! Meu cu precisa de cacete e sou bem servido!

- Rebola.

Dou uma rebolada e solto um sorriso acenando que está excelente. Mordo o lábio e passo a língua lubrificando tudo. Delícia! Levo espetadas e Matias retoma o vai e vem. Seu pau está tarado, fodendo rápido e ouço:

- Ahhh! Ohhhh! Ahhh, caralho! Bunda boa da porra! Ohhh!

Quieto, recebo uma leitada dentro do cu. Passo a língua, melo o lábio, os jatos voam dentro e tirando rápido, meu cu solta bastante esperma! Nossa! O nutriente mais importante para meu rabo é esperma. O excesso cai ao chão. Ele solta mais um pouco e sinto aquele pau espalhar tudo dando nova penetrada. Matias fode para deixar recado espalhando bem a leitada interna.

- Ahhh! Viado! Vai se lavar!

A pica sai e meus olhos brilham pelo ato feito. Dor no cu, quente, piscando. Uma sensação gostosa que se revela a cada transa. Um sorriso, uma piscada, falo que ele é tesudo e o chuveiro se encarrega de limpar a putaria em forma líquida e viscosa. Ele vem e lava seu corpo. O pau preto flácido relaxa após trabalhar bem e bastante saciando meu rabo branco! Vestimos.

- Seu cu gosta de rola.

- Com um pau deste, nem tem como não gostar.

Eu sei da necessidade do meu rabo. Ele precisa sofrer ataques de pica e Matias sabe fazer isto muito bem. Eu posso sofrer mas o tesão domina levando para uma situação excitante que fará eu dar o cu novamente em outra oportunidade.

Uma cerveja, um papo, sorrisos entre nós. Olho o celular e precisando ir embora. O aviso, antes de sair, é claro:

- Não some.

- Tá.

Acompanha até o portão, um tchau com sorriso e ganho as ruas paulistanas. Passo no boteco e tomo uma bem longe dali já no caminho de casa. Bebo em pé pois não consigo sentar. Neste dia, foi a sexta relação com o Matias após a retomada.

Chego em casa e tomo novo banho. Exausto, como algo leve e vou deitar. Penso na safadeza e dou um sorriso. Apago. Uns dias e estarei na ativa novamente.

Durante a semana a vontade pintou novamente e quem resolveu o problema foi outra pica preta que estava carente precisando do meu cu. Bê, negro, 45 anos, magro, estatura mediana com rosto comprido, não deixou barato.

De quatro no sofá de sua casa, ele mostrou para meu cu branco que sua rola preta de 18 cm precisa de atenção. O vai e vem rápido foi só o começo e levei enterrada fazendo caretas e gemendo. Adoro dar para ele pois sinto um prazer que beira a loucura. Seu sexo é tenso via bombadas. Ele tora toda a bunda, pede e eu rebolo, dou sorrisos e ele fica espetando e tirando caretas e solto gemidos:

- Ai! Ai! Caralho!

É um jogo erótico de poder onde eu fico submisso e obtenho prazer. Meu cu serve ao seu pau numa espécie de tara acumulada que é resolvida em quatro paredes e eu chego a babar o pau de tesão! Cada centímetro penetrado vale a pena e mesmo com a sensação de rasgo, eu permito que ele detone tudo e arrombe!

- Ai, ai, devagar, ai, ai, ahhh!

Ele apoia nas minhas costas e fica bombando levando para uma tensão forte e sou obrigado a aceitar deixando meu cu rendido para morder os lábios de olhos fechados e sentir pica preta fodendo tudo. Aguento. São três, quatro bombadas que criam tensão pura até terminar em…

- Ahhh, ohhhhh, ahhhhh, seu cu gosta, ahhh!

Ele tira e meu anel é coberto de esperma de pau preto. Lambuza e penetra para dar aquela espalhada gostosa e deslizar todo o caralho até o fundo dizendo que o meu cu precisará de mais rola no futuro.

A loucura que existia vai colocando juízo aos poucos. Passo a língua nos lábios e mamo a rola preta com resquícios de esperma. Deixo limpo com boquete rápido e vou ao banho para logo voltar para casa.

- Pinta mais vezes aqui.

- Venho. Obrigado.

Satisfeito, chego em casa e tomo um segundo banho para deitar e dormir. Penso nos dois caralhos pretos naquele momento. Cada um oferta ao seu modo e prefiro que não saibam da existência do outro.

Nestas idas e vindas da vida, eu penso que sou guloso por pica. Eu precisava decidir quem escolheria. Naquele momento, fiquei com os dois.

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djpp #Gay

Comentários (2)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Coroa60comtesãonorabo: Hum... quando se tem duas rolas a disposição, melhor não ficar na dúvida, e aproveitar o que mais e bom vc tem.

    Responder↴ • uid:xqegs2vhygg