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Flagrei meu pai no frot e meu pintinho acabou no meio

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Grok_o_perv

Voltei mais cedo da escola e flagrei meu pai e seu melhor amigo esfregando os pintos no sofá.

Eu me chamo Lucas, tenho 14 anos e um corpo que ainda parece de menino: magro, pele lisa, sem um fio de pelo sequer no peito, nas pernas ou na virilha. Meu pau é fino, rosado, daqueles que cabem direitinho na mão fechada, e por mais que eu me excite, ainda não consigo gozar de verdade — só fica latejando, babando pré-gozo sem parar até doer de tanto tesão acumulado.

Meu pai me teve aos 20 anos. Ele tem 34 agora, mas parece mais novo. Alto, corpo definido de quem malha desde sempre, peito largo, braços grossos e uma barba rala que deixa ele com cara de homem safado. A gente mora só nós dois desde que minha mãe sumiu do mapa. Ele é aberto pra caralho, mas nunca imaginei que fosse tão aberto assim.

Aquele dia eu saí mais cedo da escola. Tinha prova de química cancelada e resolvi voltar pra casa sem avisar. Abri a porta devagar, larguei a mochila no sofá e já ia subir pro quarto quando ouvi uns gemidos baixos vindo da sala de TV. A porta estava entreaberta. Meu coração acelerou. Pensei que ele estivesse vendo pornô sozinho.

Mas não era pornô.

Meu pai estava sentado no sofá grande, pernas abertas, completamente pelado. O pau dele — grosso, veioso, uns 19 centímetros fácil — estava ereto pra cima, brilhando de saliva e suor. E entre as pernas dele, ajoelhado no chão, estava o tio Marcos, melhor amigo dele desde a adolescência. Marcos também nu, corpo musculoso, peludo no peito e na barriga, pau um pouco mais curto mas bem mais grosso, quase roxo de tão duro. Os dois tinham os paus colados, esfregando um no outro devagar, bem apertado, num frot bem safado e molhado.

— Caralho, mano… tá gostoso pra porra — meu pai gemeu baixo, segurando os dois paus juntos com a mão grande, masturbando eles colados.

Marcos grunhiu, empurrando o quadril pra frente, fazendo a cabeça grossa do pau dele deslizar contra a do meu pai, deixando uma trilha brilhante de lubrificante natural.

— Porra, Renato… seu pau lateja tanto. Adoro quando você fica assim, todo manhoso pra mim.

Eu fiquei paralisado na porta, o coração martelando no peito. Devia ter saído. Devia ter feito barulho. Mas não consegui. Meu pau fino endureceu na hora dentro da cueca, latejando dolorido. Fiquei ali, escondido atrás da porta, só olhando.

Meu pai inclinou a cabeça pra trás, olhos fechados, mordendo o lábio enquanto Marcos acelerava o movimento. Os dois paus grandes, vermelhos, escorregadios, se esfregavam com força agora. O barulho era obsceno: pele molhada batendo, respirações pesadas, gemidos roucos. Meu pai abriu os olhos de repente e viu Marcos babando na cabeça dos dois paus, lambendo os dois ao mesmo tempo.

Marcos, com uma flexibilidade impressionante, curvou o tronco bem pra frente, quase dobrando o corpo, e conseguiu alcançar os dois paus ao mesmo tempo. Ele abriu a boca larga e enfiou as duas cabeças inchadas lá dentro, chupando e lambendo enquanto continuava esfregando. Meu pai gemeu alto, segurando a cabeça dele, fodendo devagar a boca do amigo.

Eu não aguentei. Desci a mão devagar e puxei meu pau fino pra fora. Comecei a bater punheta devagar, olhando tudo. Meu pré-gozo escorria sem parar, molhando meus dedos. Nunca tinha visto nada tão safado na vida. Meu próprio pai, aquele homem que me criava sozinho, sendo tão puto com o melhor amigo.

Eles mudaram de posição. Meu pai deitou no sofá, de lado, e Marcos se encaixou de frente, os dois paus colados de novo, agora com os corpos inteiros se roçando. Eles começaram a se beijar com fome, línguas se enrolando, enquanto os quadris se moviam em ritmo perfeito. O pau do meu pai deslizava contra o do Marcos, às vezes passando por cima, às vezes por baixo, as bolas pesadas batendo.

— Quero gozar assim hoje… esfregando bem gostoso no seu pau — meu pai murmurou entre beijos.

— Então me dá esse leitinho, porra. Quero sentir você gozando quente no meu pau.

Eu estava hipnotizado. Meu pauzinho fino doía de tão duro. Eu batia mais rápido, imaginando como seria estar ali no meio deles. Meu pai abriu os olhos de novo… e dessa vez me viu.

Por um segundo o tempo parou. Ele arregalou os olhos, mas não parou de se mover. Marcos percebeu e virou a cabeça também. Os dois me encararam enquanto continuavam o frot, paus escorregando um no outro, brilhando.

— Lucas… — meu pai disse, voz rouca, sem parar de mexer o quadril.

Eu congelei, pau na mão, cara vermelha de vergonha e tesão.

— Vem aqui, filho — ele chamou, sem raiva. Só tesão. — Não fica aí escondido. Se tá gostando… vem ver de perto.

Marcos sorriu de lado, lambendo o lábio.

— Caralho, o garoto tá com o pauzinho todo babando. Vem, Lucas. Não vamos te morder.

Eu tremia. Mas dei um passo. Depois outro. Entrei na sala, pau fino apontando pra frente, cueca abaixada até os joelhos. Meu pai estendeu a mão e me puxou pro sofá, me colocando sentado entre eles.

— Olha só pra você… todo lisinho, sem pelinho nenhum. Que delícia — Marcos murmurou, passando a mão na minha coxa interna, subindo até segurar meu pau fino entre os dedos grossos.

Meu pai se inclinou e me deu um beijo na testa, depois na boca. Um beijo molhado, de língua, enquanto Marcos continuava o frot com ele, mas agora com a mão livre me masturbando devagar.

— Relaxa, filho. Hoje você vai aprender como os homens de verdade se divertem — meu pai sussurrou no meu ouvido, mordendo o lóbulo.

Eles me colocaram no meio. Meu corpo pequeno e liso entre aqueles dois homens grandes e peludos. Meu pai e Marcos colaram os paus grossos no meu pauzinho fino, os três juntos. Eles começaram a esfregar devagar, bem devagar, fazendo aqueles dois monstros pesados e quentes deslizarem contra o meu pauzinho rosado e delicado. A cabeça grossa do pau do meu pai pressionava a minha, depois subia e descia, enquanto o pau do tio Marcos se esfregava de lado, quente, latejando, cobrindo quase todo o comprimento do meu. Os dois paus grandes se encontravam por cima e por baixo do meu, me esmagando deliciosamente no meio, me lambuzando com o pré-gozo deles que escorria sem parar.

Eu gemia alto, tremendo inteiro. A sensação era insana — o contraste de grossura, o calor, a veias pulsando contra minha pele lisinha e sensível. Meu pai segurava os três paus juntos com a mão grande, masturbando devagar, enquanto Marcos empurrava o quadril pra frente, esfregando a cabeça inchada dele bem na minha frestinha, espalhando lubrificante.

— Olha como o pauzinho dele some entre os nossos… — meu pai gemeu, excitado. — Tão fininho, tão lisinho… tá babando pra caralho, filho.

Eles aceleraram um pouco, esfregando com mais pressão, os dois paus grandes me dominando completamente, me masturbando só com a fricção deles. Eu não conseguia nem bater punheta, só gemia e me contorcia entre eles, completamente entregue.

Marcos segurava os três paus com a mão grande, masturbando todo mundo junto. Meu pai me beijava, apertava meus mamilos pequenos, descia a mão pra apertar minha bunda lisinha.

— Olha como ele tá molhadinho… nunca gozou ainda, né? — Marcos perguntou, rindo safado.

— Ainda não — meu pai respondeu, orgulhoso. — Mas hoje ele vai aprender o que é tesão de verdade.

Eles me viraram de lado. Meu pai atrás de mim, pau grosso se encaixando entre minhas nádegas lisas, só esfregando, sem entrar. Marcos na frente, colando o pau dele no meu, continuando o frot. Os dois se moviam em ritmo, me apertando no meio, paus grandes me cobrindo completamente.

Eu gemia como uma putinha, corpo tremendo, sem conseguir parar de babar pré-gozo. Meu pai mordia meu pescoço, Marcos chupava meus mamilos.

— Goza pra gente, Lucas. Deixa esse pauzinho fino gozar pela primeira vez — meu pai ordenou, acelerando o movimento.

Eu não aguentei. Meu corpo inteiro convulsionou. Um orgasmo seco, longo, dolorido e delicioso me atravessou. Fiquei gemendo alto, pauzinho latejando sem parar, só soltando mais e mais pré-gozo claro enquanto eles continuavam esfregando.

Marcos gozou logo depois, jorrando porra grossa e quente no meu ventre e no meu pau. Meu pai rosnou no meu ouvido e gozou também, lambuzando toda a minha bunda e costas com porra quente e abundante.

Nós três ficamos ali, suados, melados, respirando pesado.

Meu pai me abraçou por trás e beijou meu ombro.

— Bem-vindo ao clube, filho. Agora você sabe o segredo do papai.

Eu só consegui sorrir, exausto, satisfeito e já querendo mais. Muito mais.

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