#Gay #Teen

Escondido e acobertado

671 palavras | 2 | 4.00 | 👁️

Cheguei e fiz meu almoço. A tarde estava livre e poderia desfrutar. Comi e fui ao meu quarto para organizar algumas coisas. Arrumei e lembrei que precisava retirar a malha que pedi para fazer. O telefone tocou e atendi sendo justamente isto. Peguei a carteira, tranquei o portão e subi minha rua. Toquei a campainha e aguardei. Um sinal e mandou entrar.

- Tudo bem com a senhora?

- Tudo, meu filho.

- E o Genival?

- Na sala.

Dona Izilda, negra, magra e baixa, 65 anos, serviu um café.

Genival, negro, magro e baixo como ela, rosto comprido, cabelos pretos, 41 anos, fez aquilo que eu queria.

Ela foi pitar um cigarro no portão. Sabia que eu fiquei curioso sobre pica.

Uma rapidinha no quarto dele e faturou fácil meu cu branco novinho! Magro e com olhos castanhos, fiquei melado com esperma. Minha primeira vez.

Tivemos mais três relações depois desta e todas lá. Seu pau fez meu cu gostar de dar. Tudo escondido, ela acobertava a nossa safadeza. Ouvi:

- É bom que você gosta. Faz bem.

Uma troca de olhares com sorrisos indicava muita coisa. Ela passou a mão dela na minha e falou:

- Tem que “namorar” bastante.

- Eu gosto.

Ela abriu um sorriso e recolheu as coisas da mesa, limpando e fui conversar com o Genival na sala.

A porta da cozinha fechou e ele mostrou sua pica. Deitei de barriga no sofá pagando mamada forte, cuspi, espalhei e ganhei dedadas no cu!

O tesão subiu depressa e excitado, tirei a roupa permitindo o encaixe ao sentar na rola preta! Desci ao talo e ele conduziu com as mãos. Ganhei beijo de língua!

- Ai, mete. Come meu cu! Ai, ai, ain!

A vontade em sentir aquele caralho excitando meu cu não tem preço! Surrou e dei gaguejadas com a boca aberta! Escorreguei indo ao talo e rebolei. Falei:

- Gostoso.

- Rebola.

Rebolei mordendo o lábio e fechei os olhos para levar mais surra de pica! Ele sabe excitar e meu cu entrou em entrega completa!

- Ain caralho! Come meu cu. Hum!

Proibido, aquilo acontecia por pura safadeza minha e eu não estava nem aí. Fluidos corporais indicavam coisa quente e tensão com mais uma surra de pau!

- Ai, ai, oh, ai caralho, ai porra, ain!

Fiz uma careta e senti jatos lá dentro! Mãos na minha bunda, mordi o lábio e fiquei recebendo leitada de pau preto! Hum! Bom demais!

O leite já saiu antes melando o meu bundão lindo e perfeitinho. Um tapa e levantei. Escorrendo esperma, fui ao banheiro e bati uma. Gozei forte!

- Toma um banho.

O rabo quente e doendo era tudo que eu desejava. Vesti a roupa e tomei uma água. Dona Izilda continuava no portão, sentada e pitando um cigarro.

Sorri ao Genival. Ele estava ciente que eu sou tarado por rola e não ficaria só nisto. Peguei a malha e ele falou:

- Aparece aí.

- Tá.

Um sorriso com piscada e peguei o longo corredor. Ao chegar, Dona Izilda diz:

- Gostou?

- Muito. Obrigado.

- Aproveita a vida, meu filho.

- Claro.

Dei um sorriso e um tchau para descer a minha rua. Entrei em casa indo curtir o meu cu deitado na cama.

Fazer sexo, dar, sentir rola dentro do cu era muito importante para mim. Não foi só uma curiosidade.

Genival dava a atenção que meus pais não tinham tempo em dar. O sexo cobria uma carência afetiva.

Tudo estava no começo. Usando a malha, eu ratificava aquilo tudo. Delícia.

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#Gay #Teen

Comentários (2)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Mato Grosso 7: Muito bom conta mais

    Responder↴ • uid:1cnhd7izdg0y