Nossa primeira experiência a swing clube
Fui a um swing club com a Ana e enquanto fui ao bar pedir novas novas bebidas para nós, não a encontrei mais onde ela tinha ficado!
Após a nossa primeira aventura a quatro com a Rita e o seu marido António, que há dois dias convosco aqui partilhei, a paixão já meia apagada entre nós, voltou a ser fogo bem ardente, como outrora se sentia. O carinho e desejo que agora em nós ardia, levava-nos a uma loucura desmedida de desejos constantes a cada momento do nosso dia a dia, quer fosse na cama, quer fosse em cada nosso olhar, que sempre sorria!
No trabalho, a Ana sempre falava com a sua querida paixão a Rita e falava-lhe maravilhas do acontecido e do doce fruto que provara, para além da agora doçura da nossa vida!
A Rita questionou-a se ela gostaria de voltar a repetir a nossa pequena orgia, respondendo a Ana que de nada se arrependia e sim, que de muito mais gostaria.
A Rita então confessa que também mais do seu marido gostava de lhe dar, assim como também queria do seu, pois muito ainda há para curtir, mas que por uma ou duas semanas provavelmente não vai dar, devido à provável ausência do seu marido. Mas que depois terá lugar uma festa com vários casais seus amigos, lá na mansão do patrão do António e se nós gostaríamos de ir, pois todos eles são gente de bem e melhor se explica.
Esporadicamente quatro ou cinco casais se juntam num confortável, acolhedor espaçoso local, criado para esse propósito, onde não há regras específicas, para passarem momentos de muitos prazeres, sem tabus, preconceitos ou paranóias e que geralmente ainda são convidados dois ou três singles, para que de lá, não saia mulher alguma sem muito gozar.
Fala disto ao Miguel, pois posso-vos meter na lista e vocês irão adorar.
Desta a Ana não estava à espera, mas depois de um pouco pensar, logo por ela respondeu à Rita e decerto o Miguel, também irá adorar.
Mais a Rita disse ainda, eu, nós começámos num swing club em tal local, porque não vais lá com o Miguel no próximo fim de semana verificar, ninguém é forçado a nada que não queira, mas acho ser uma boa forma de vossa mente mais abrirem, para a outra situação, que se avizinha, e deu-lhe o contacto do local.
Quando a Ana me transmite tais conversas entre beijos, beijinhos e beijocas e vontade de, de tudo provar, que havia eu de fazer, senão concordar.
Mas antes de todas as respostas à Rita dar, porque não vamos primeiro ao tal swing club experimentar.
Fizemos lá a nossa marcação e no sábado, lá fomos o swing experimentar.
Sentámos nuns faustos sofás, entre muita gente gira que o local frequentavam e de imediato todos os olhos caem sobre nós, mas mais na Ana em especial. Ela estava linda como sempre e muito sensual. Suas maminhas através da renda bem se conseguiam vislumbrar, a sua perfeita barriguinha, nada a escondia e a sua curta saínha, deixava toda uma pernoca se ver. Cabelo comprido encaracolado e maquiagem perfeita, faziam dela a mais desejada atracção do local.
Olhares a penetravam, tal flechas fossem e não de apenas homens, as mulheres também a querem comer.
Alguns nos sorriam enquanto a miram, outros um pouco mais envergonhados, logo desviavam o olhar, mas de imediato voltam a mirar.
Beijoca lhe dei e pra ela um vodka laranja fui buscar, pra mim um gin tónico como é habitual.
Belos casais foram metendo conversa e homens mai atrevidos prontos a negociar, mas ainda a noite estava a começar. Para a pista de dança fomos um pouco roçar e trocas de esposas começaram a rodar.
Mulheres lindas me passaram pelas mãos, alguma beijei, outas não.
A Ana também aproveitava para ir marmelando, com aqueles que mais a seduziam, e assim as horas iam...
Fomos sentar para um pouco descansar, com o casal com quem estavamos a dançar, para logo de seguida ir ao bar buscar novas bebidas, mas as pessoas eram tantas, que algum tempo tive que esperar.
Quando regresso, nem a Ana nem o casal estavam no local.
Fui bebendo aos poucos, pois pensei que poderiam ter ido mijar, mas nem sinal de eles voltarem.
Fui aos lavabos verificar, mas nem sinal de algum deles encontrei e assim decidi subir ao primeiro andar.
Dois longos corredores com quartos adjacentes, alguns com portas fechadas, outros... abertas iluminados por luzes de vergonha e camas enormes onde pequenos grupos e casais se deliciavam comendo as mulheres dos outros, ou até só e apenas lésbicas se devoravam prazerosamente entre gemidos de fartura sexual.
Homens em pares, trios ou mais, também se deliciavam e comiam como se não houvesse o amanhã!
Em todas essas visões também eu adorava estar a participar e o meu pau, já estava a apertar.
Todos os quartos verifiquei e nem sinal da Ana, ou poderia até estar, num daqueles de porta trancada.
Comecei a ficar impaciente, porque saiu a Ana sem me esperar, seria que estava com algum a levar.
Arrisquei e portas fui abrindo e desculpas pedindo, até que ao fundo ao abrir a última, deparo-me com uma escada, que a outro andar dava acesso.
Até ao topo subi e deparei-me com dois espaços dedicados ao LGBT e acessórios sem fim e mais ao final duas mesas de ordenha e o gloy hall, onde finalmente a Ana e sua amiga com quem eu a deixara, mamavam num enorme pau que por um buraco surgia, acessivel aos seius anseios de nele mamarem.
Chamo a Ana, sua maluca, ao tempo que te procuro, já não sabia mais que pensar.
Estou aqui meu amor, queres também mamar.
Irene sua amiga logo diz, se o teu marido quiser, outro terá que procurar, pois este é nosso, até leite derramar.
Beijo uma beijo outra e não deixo de um pouco provar.
Continuem mulheres doidas, não vou mais atrapalhar e já agora ver do que são capazes.
Encostei-me um pouco ao lado e fiquei apenas a apreciar.
Mamam bem e com paixão com seu lábios se beijando, mamam com avidez, até muita esporra as encharcar.
Beijam-se loucas as meninas e de seus lábios leite escorre, dos seus queixos até ao chão.
Lá de trás sai o Beto e me ordenam o lugar dele eu tomar.
De pau bem feito no buraco o faço passar, para logo lábios bem sedosos nele, começarem a mamar.
Suas boca estavam uma delícia, macias como gel, sabendo à prior, que muito tempo não iria aguentar. Há horas que andava duro que nem aço e as minhas últimas visões de as ver a escorrer fizeram-me vir de imediato.
Todo vosso meus amores, gritei e tudo em seus lindos lábios depositei.
Dou a volta à parede e de duas boca queimando, todo aqule néctar provei
Surpreendida a Irene ficou, nunca homem nenhum dela tal provou.
Abraço a Irene o Beto abraça a Ana, rimos todos felizes, como quatro crianças.
Logo elas comentam, queremos muito mais, queremos em todo o lado, a vossa tarefa agora é trazerem outros mais e arrumem um quarto.
Bem, digo eu para o Beto, há por aí muito homem que as deseja, tratem as meninas do quarto, e connosco deixem o resto.
Descemos ao andar abaixo e não foi preciso muito procurar, logo no primeiro corredor, conseguimos fodilhões e o espaço.
São as nossas esposas, famintas por prazer, dêem-lhes o melhor que sabem e todas as vontades lhes façam.
Logo dispo o Zé para bem a minha mulher foder, que se põe em posição, a Irene a seu lado, toda se abre pro João e eles começam a lamber.
Nós as beijamos com carinho e a face da ana acariciei, entre gemidos já presentes.
Digo ao Beto, para mais dois homens irmos chamar é que enquanto uns as penetram nos outros podem mamar.
Um copo bebemos à pressa e mais dois homens lhes levámos, para na boca também as deliciar, pois é sonho de toda a mulher.
E que tal dupla penetração, pergunto eu à Ana, porque sei que ela gostaria de provar.
Sim logo disse a Ana e a Irene ficou a pensar.
O Zé deita-se ao comprido, a Ana nele se sentou eo outro bem devagar, no cuzinho começa a entrar.
No início da penetração a Ana se queixou, mas após aquecer, ela muito gostou e assim se realizou.
O Beto encorajou sua esposa, pois gostaria de assim a ver e também muito gostou.
Já leitinho do ânus da Ana escorre e logo da coninha também, o serviço estava feito e logo os pusemos a andar.
Pergunto à Ana se chega, ou quer que eu mais vá buscar, ela disse que outro na coninha a viria a completar.
A Irene mais não quer e pergunto ao Beto se minha esposa ainda consegue foder.
Desde logo se prontificou e a Ana na coninha ainda dele levou.
Para melhor a completar, na fervente e gelatinosa coninha, ainda lhe faço o minete, que realmente a fez estremecer
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