#Incesto #Teen #Traições

Dei Pro Meu Filho na Copa - Episódio 2

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Tainá Claine

Mais uma vez pega pelo meu filho, desta vez, pelada, enfiando um perfume na buceta, gravando pro marido.

Marcelo viajou na Quinta-Feira, passei a Sexta, o Sábado e o Domingo tentando dar atenção às crianças. Fomos ao cinema, ao shopping para comprar roupas e até passear de bicicleta em volta da lagoa Rodrigo de Freitas. Tentava fazê-los esquecerem que o pai não estaria conosco durante todo este tempo, queria diminuir a ansiedade deles para vê-lo na tv, e as coisas pareciam estar dando certo.

Pedro se mostrava um enorme cavalheiro, ajudando com a irmã, sendo solicito e carinhoso com nós duas. Era sua primeira oportunidade de ser o homem da casa e estava se saindo muito bem. Nunca tínhamos sido tão próximos e aquilo estava sendo maravilhoso, a todo momento estava do meu lado, se oferecendo para fazer coisas.

Eu ainda não tinha notado seus olhares, acho que eles sempre aconteciam quando eu estava de costas, completamente ingênua com tudo que já se passava lá em casa.

A Segunda chegou, Marcelo e eu não tínhamos tido tempo de nos falar ainda. A sua viagem longa, os preparativos para começar a fazer conteúdo para a televisão, toda correria tinha nos deixado distantes e eu também não tinha mais pensado em sexo. Mas sem as crianças em casa, já perto do meio-dia, com o almoço pronto para espera-las, decidi que era o momento de mandar uma fotinho de teta para ele.

Tirei o seio da blusa do pijama e tirei uma selfie, sem mostrar o rosto. A legenda foi "Saudade de você mamando nele."

A resposta foi imediata:

"Pega o pau de borracha e enfia na bucetinha pra mostrar pra mim. Finalmente cheguei no hotel e bater uma punheta em chamada de vídeo com você seria perfeito."

Não tive tempo de passar em um sex shop para comprar o vibrador que tinha prometido ao meu marido. O nervosismo para encontrar algo para enfiar dentro de mim fez meu tesão aumentar.

Quando vi estava no banheiro. Encarei todos frascos de perfume que eu tinha, além de alguns outros produtos, mas nenhum parecia ter o que eu precisava, nenhum deles tinha o tamanho cilindrico necessário, nem o cumprimento que me excitasse. Até ver o body splash da Aura e sua tampa redonda, com o corpo que eu conseguiria facilmente engolir com a buceta. Para completar a tampa ainda era rosada, lembrando a cabeça do pau dele.

Agarrei firme o frasco e voltei para o quarto. Posicionei o celular sobre a cômoda abaixo da televisão, bem de frente para a cama. Pensei em ligar para ele, uma video chamada sexual seria perfeita, nós dois poderíamos ter prazer juntos. Mas a ideia de ele ter um video meu, completamente puta, para assistir a qualquer momento, era muito mais excitante.

Me senti ridícula por não estar com um vibrador descente para fazer aquilo, parecendo uma adolescente que não pode entrar em um sex shop para fazer a compra do peru de borracha. Depois achei que era a melhor opção, evitaria que Marcelo tivesse qualquer sentimento ruim pensando que outro pau estava dentro de mim.

Comecei o video mostrando minha boca para a câmera, em seguida subi o frasco, passando a tampa nos meus lábios.

— Acho melhor você ir pra um lugar que não tenha ninguém, porque sua esposinha puta, vai enfiar esse perfume todo dentro da xoxota pensando em você.

Tirei a blusa e o short do pijama, as únicas peças com as quais eu passara o dia, não usei nada por baixo deles naquela noite.

— Viu, dormi quase peladinha — esfreguei a buceta com a mão, melei meus dedos logo nos primeiros toques.

Voltei para perto da câmera e engoli a tampa, tapando-a completamente com minha boca, sentindo o gosto de perfume terrível na língua.

— Prefiro o gosto do teu pau, sabia? Queria ele aqui agora pra meter forte em mim. Olha como eu tô molhada — inclinei minha cintura, fazendo apenas o grelinho aparecer na câmera.

Me afastei de costas para a cama, olhando a câmera, já passando a tampa no clitóris e esfregando ela entre os lábios da minha xoxota, fazendo cara de puta e ensaiando um rebolado que sabia que ele ia adorar. Apertava meu seio com a mão livre, girava o bico entre meus dedos, espremendo ele.

Quando me deitei na ponta da cama, na posição de frango assado, com as perninhas para cima, deixando que meu cuzinho virgem aparecesse, meu mundo caiu.

— Mãe?

A voz veio leve, mas entrou como uma bomba em meus ouvidos. Olhei imediatamente, sem querer ver, mas já sabendo o que eu veria.

Com a roupa do colégio, Pedro estava entre o corredor e a porta do meu quarto, que eu tinha deixado aberta, já que as crianças não iriam chegar tão cedo.

Vi a porta ser batida com força, ainda na posição que eu gostaria de ser comida, ainda pelada, ainda segurando o frasco de perfume, que por sorte, não estava dentro de mim.

Meu filho não ficou para assistir a sessão de masturbação da mãe. Desta vez fechou a porta, assustado provavelmente.

Sentia o coração quase sair pela boca, minhas pernas estavam bambas e não era mais pelo tesão, me arrastei tropicando, até o banheiro, esquecendo completamente do celular.

Meu filho tinha me visto pelada, toda arregaçada na cama, filmando um video pornô para seu pai, que estava do outro lado do mundo. Meu deus, meu mundo tinha acabado.

Quando peguei o telefone, mensagens pipocavam, nem me dei ao trabalho de lê-las, não sabia se ia contar mais aquele flagra que eu levara, novamente tentando agradar meu marido e quem acabava tendo visões era nosso filho.

Sai do quarto sem sentir minhas pernas, morrendo de medo, pensando em como encararia Pedro de novo, depois do que ele tinha visto.

Respirei aliviada quando só Valentina estava na mesa para almoçar. Pude ver a porta do quarto dele fechada, parecia estar tão chocado quanto eu.

Não consegui comer, nem ouvir o que Valentina contava sobre a sua manhã. Só respirei quando sentei sozinha no sofá.

A tela da Alexa marcava mais de 16:00 horas, o nervosismo não tinha deixado ver o tempo passar.

Queria voltar no tempo, apagar todo tesão que tinha me feito pensar naquela loucura, cogitando enfiar algo na minha buceta enquanto filmava.

Li as mensagens de Marcelo, desesperado pedindo o video e depois preocupado com meu sumiço. Já passava das 10 da noite no Catar e ele devia estar dormindo agora.

"As crianças chegaram bem na hora, não deu pra gravar"

Respondi, mais uma vez escondendo que tinha sido flagrada.

Enquanto olhava a tela do Whats, esperando para os sinais ficarem azuis na tela, Pedro chegou na sala.

Me olhou.

Não disse nada.

Eu que precisaria falar, era a adulta ali.

Ele foi para a cozinha.

Respirei fundo e o segui.

— Filho, o que você viu...

— Mãe, o que eu vi é algo completamente normal, todo mundo faz isso — virou para mim, com o corpo bem perto do meu, escorando a mão na geladeira. — A senhora é uma mulher, longe do marido, é muito compreensível que tenha seus momentos.

Ele estava sendo compreensivo, mostrando toda maturidade que parecia ter adquirido, mas para o meu terror, deixou claro que tinha visto que eu filmava aquela cena.

— Como assim, todo mundo, Pedro? — perguntei, ofendida, imaginando que ele fazia aquelas coisas também.

— Ué, mãe, super normal.

— Você.... você....

— Mãe, eu tenho 16 anos, falo com muitas garotas, algumas não consigo ver todo dia. A gente precisa matar o tesão de vez em quando.

Não conseguia acreditar que meu filho enviava e recebia nudes, aquilo era um choque imenso, fez meu coração palpitar de novo.

— Isso é um completo absurdo, Pedro. E se seus videos e fotos aparecem ai na internet?

— Acho que eu ia ficar bem falado, mãe — respondeu rindo, claramente querendo insinuar que seus dotes eram bonitos. — Alias, é só não cometer o erro que a senhora estava cometendo. Não pode mostrar o rosto de jeito nenhum. Se vazar, não tem como saber quem é.

— Era para o seu pai, não tinha a chance de vazar — rebati ofendida.

— É só uma dica, mãe, relaxa. Não aconteceu nada demais — Abraçou meu corpo pela cintura, aninhando minha cabeça no seu peito.

Pude sentir seu coração acelerado e algo que cutucava minha barriga. Ele estaria excitado?

Ele certamente estava excitado. Teria sido pelo que viu no quarto?

Me imaginava já como uma velha balzaquiana, que no máximo conseguia excitar o marido, que mesmo assim ainda preferia os livros sobre futebol que me comer todas as noites.

Coloquei na cabeça que ele devia ter recebido algum video, por isso se trancara no quarto.

Será que ele enviara algo para a garota também?

Será que seu pau era realmente digno de fama?

Segui abraçada nele, sem ver o tempo passar, sentindo aquele volume, que me cutucava bem mais que o de seu pai.

Quando notei que estava ficando excitada, empurrei seu corpo, sem deixar de dar uma rápida olhada para o short, O volume era bem perceptível, algo que com certeza o deixaria envergonhado se estivesse na rua.

Precisei sair de perto. Não sei se pelo tesão acumulado ou se pela quantidade de situações embaraçosas em que me enfiara nos últimos dias, mas eu estava excitada, subindo pelas paredes e precisava aliviar aquilo.

Infelizmente não consegui, Valentina me incomodou o resto da tarde e a noite inteira, querendo ficar perto e precisando de atenção. Nem o irmão conseguia controla-la, ela queria mesmo era a minha companhia, ou a do pai, mas este estava dormindo longe, provavelmente sem gozar, assim como eu.

Para piorar as coisas, Pedro e Valentina quiseram dormir na cama comigo, segundo a pequena, ela estava com muita saudade do pai e não ia conseguir dormir sozinha. Resultado: eu não teria nem meu tempo sozinha antes de dormir, para enfiar nem que fosse o dedo dentro da buceta.

Com um conjuntinho cinza, de short e blusa regata, deitei na cama.

A proximidade de Pedro do meu corpo e o perfume adolescente que saía do seu corpo, em um misto de suor e hormônios exalando, me fizeram lembrar do abraço na cozinha, do tamanho do cutuco que senti tocando meu corpo e da marca que seu pênis deixava na bermuda.

Nem tudo naquela noite foi azar, Valentina me ajudou a arrefecer todos pensamentos que Pedro tinha deixado na minha mente. Pediu para deitar no meio da cama, entre ele e eu, se aninhando mais nos braços do irmão. Eu, que sempre dormia no meio deles em ocasiões como aquela, não aguentaria de curiosidade se sentisse novamente o calor do meu filho me abraçando.

Ele dormiu de conchinha com a irmã, somente de short, sem camiseta, com aquele cheiro de adolescente que recém bateu punheta.

Fiquei em claro a noite toda, suando, deixando minha blusinha regata melada abaixo dos seios, me sentia pegajosa, precisava de um banho gelado, em plena madrugada.

O celular dele, que carregava na cômoda do pai, ao lado da cama, vibrou, acendendo a tela. Desisti de ir ao banheiro e fui fuxicar quem falava com meu filho quase três da manhã.

Sabia a senha do celular, era algo que não se escondia em nenhum aparelho lá em casa.

Abri a notificação, vinha de uma menina com o nome Fernanda.

Morena, cabelos longos, peitos pequenos, alta, devia regular de altura com Pedro.

Segurei a tela, sem abrir a conversa e vi que era um vídeo enviado por ela.

A curiosidade para confirmar que o vídeo trazia o que eu imaginava não foi o suficiente para abrir a conversa dos dois e assistir antes que ele visse.

Parada ao lado da cama, em pé, bem perto de onde ele dormia, via seu peito inflar e esvaziar, destapado, com calor também, achei a marca do seu pau no short.

Tentei me recriminar, pensava em me odiar, por ver meu filho daquela forma, por imaginar seu pau, por querer ver como as namoradinhas o agradavam. Claro que isso foi muito mais pelo medo que ele descobrisse que eu havia invadido sua privacidade, que por falta de tesão ou vontade de saber segredos que uma mãe não deveria descobrir jamais.

Puxei o nó que atava o short com mais firmeza na minha cintura, coloquei a mão dentro da calcinha e senti que o tesão já transbordara.

Enfiei dois dedos, mexendo na tela do telefone, apenas imaginando o que aquele rosto escondia no vídeo.

Então tive a ideia que acabou para sempre com a visão que eu tinha de Pedro.

Tirei o carregador do celular e levei o iPhone para o banheiro, caminhando pé ante pé.

Me certifiquei de ter trancado a porta, já sabia a desculpa que daria caso ele me pegasse com o aparelho: estava muito escuro, não achara meu celular e o dele brilhou.

Abri as fotos, sentada no vaso, ouvindo meu mel pingar na água, se desprendendo do corpo.

Achei que precisaria acessar pontos mais profundos do seu telefone, colocar mais vezes a senha, mas não, abri e estavam ali, no rolo da câmera.

Eram mais de dez vídeos. Garotas diferentes, entre a foto de um meme e outro, uma buceta, peitos, cabelos, pés, algumas inclusive não seguiam a dica que ele me dera e mostravam o rosto.

Entre todas estas fotos e vídeos recebidos, haviam os gravados por ele, seu pau aparecia, seu abdômen, suas bolas.

Peguei o perfume no armarinho, o mesmo que pensei em usar pela manhã, agora soquei, meti fundo. Quando começaria a socar forte, ao mesmo tempo em que escolhia o vídeo dele que assistiria, um outro vídeo me chamou a atenção.

O rosto era conhecido, a filha da vizinha do oitavo andar, a garota era 2 anos mais velha que ele.

A data em cima era de ontem, do começo da tarde, de quando ele chegara do colégio, provavelmente logo depois que me flagrou na cama.

– Espero que seja assim que você queria, que atenda às suas ordens.

Ela vestia uma blusa preta e um short de lycra da mesma cor, provavelmente recém tinha chegada do colégio.

Tirou a blusa dançando, atirando a peça no celular, ela sumiu no ar.

Laura virou de costas, seu rabo apareceu imediatamente, o short saiu com dificuldade, preso em sua bunda grande, precisou puxar com força, junto com a calcinha infantil que usava.

Sorria para a câmera, abriu a bunda, cuspiu na mão, passando a saliva no seu cu, diretamente, enfiando o indicador no local, abriu a boca, gemeu, ajoelhou na cama de 4, sem parar de olhar para ele.

Fiquei triste, travando o frasco de perfume na minha buceta, parando de socar. Ele não estava duro por minha causa, ele não se trancou no quarto por ter me flagrado, ele não tinha tesão na mãe.

Eu nunca mais conseguiria olha-lo apenas como filho.

Queria ele como homem.

O vídeo seguiu rolando, até que ela voltou para perto da câmera.

– Meus perfumes são pequenos, não me fazem lembrar seu pau enorme! – ria, claramente querendo deixá-lo com mais tesão. – Mas peguei esse pepino, será que serve?

Qual motivo dela falar em perfume? Será que ele tinha mandado ela fazer aquilo? Será que o perfume era mais uma ordem?

Quando se posicionou com as pernas erguidas no ar, como frango assado, e começou a enfiar o pepino na buceta, lembrei que era assim que eu estaria, com meu frasco de perfume socado, se Pedro tivesse chegado em casa 5 minutos depois.

A xota da adolescente parecia não ter fim, engolia o pepino inteiro. A raiva me matava, refletindo na força que eu socava o perfume em mim, fazendo minha bunda gemer no assento da privada.

Fechei a filmagem, ela estava como que queria estar para meu marido, ela tinha conseguido inclusive provocar meu filho como agora eu desejava. Queria matar aquela piranhinha!

Abri o vídeo que parecia ser meu filho. Sem cabeça, segurando o pau. O abdômen era dele, assim como os braços lisos e fortes, com veias saltadas, os dedos compridos, a mão com calos da academia.

Ele batia punheta, firme, um pau imenso, bem maior que do pai, desproporcional para a idade, alisava a cabeça rosada, o saco depilado, provocava a garota que recebeu o vídeo, balançando a pica, batendo com a cabeça na câmera, esfregando o pau.

Não conseguia mais controlar meus gemidos, não haveria mais desculpa se alguém fosse ao banheiro. O frasco sumia na minha buceta, imaginando que meu filho estava ali, que ele me comia no banheiro, que seu pau que brilhava na tela, estivesse batendo no meu útero.

Fechei os olhos, derrubei o celular no piso, meu corpo ficou bambo, as pernas arrepiaram, minha mão escorria, a tampa do vaso marcou minhas costas pela força que meu corpo caiu sobre ela.

Tinha gozado, como nunca na vida, descarregando todos dias sem prazer desde a noite com Marcelo.

Mas algo em mim tinha mudado ali.

Algo nunca mais seria igual.

Achei que tinha perdido meu filho, mas o que começava naquele banheiro me faria ganhar algo que apenas as mães que se permitem conseguem sentir!

Está é a última parte antes de eu me tornar devassa, antes de me entregar por completo, de ser uma mãe chifradeira, uma traidora dominada pelo próprio filho.

Me sigam no @claine.taina , lá terá foto de todos contos, para ajudar a alimentar a imaginação de vocês.

Comentários (1)

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  • juniortomaz: Que conto maravilhoso, quero uma família assim. Meu sonho ter uma filhinha

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