Tentei resistir à minha enteada
Conheci Josiane, minha atual companheira, em uma corrida que eu estava fazendo como motorista de Uber, no ano passado.
Eu estava desempregado fazia alguns meses, tinha voltado a morar com meu pai, que é funcionário aposentado dos Correios. Não queria ficar vivendo às custas dele, então comecei a fazer um bico de motorista, para ajudar nas despesas da casa, até aparecer algo melhor.
Após dois meses trabalhando como motorista de aplicativo, numa tarde ensolarada de sábado, recebi um chamado para uma corrida vinda do bairro Barra do Ceará, em Fortaleza/CE, cidade onde nasci em 88 e moro até hoje. Ao chegar ao local, uma morena de cabelos lisos entrou no meu carro. Ela estava com um vestido vermelho, com um decote bem generoso que deixava bem evidente que ela tinha seios apetitosos. Confirmei seu nome e seu destino e iniciei a viagem.
Seu rosto era o de uma mulher na casa dos trinta e poucos anos. Tempos depois descobri que ela só tinha vinte e oito.
Eu não costumo ficar prestando atenção nos passageiros, mas com Josiane foi diferente. Eu tentava ser discreto, observando-a pelo retrovisor. Seu rosto bonito e seu jeito contido logo me chamaram a atenção. Não era daquela beleza das influenciadoras de maquiagem ou academia, mas havia algo nela que me fisgou.
O "não" eu já tinha, então não custava nada tentar. Ao parar o carro no destino, antes de Josiane abrir a porta para sair, olhei para ela e arrisquei a sorte:
─ Algo me diz que devemos nos ver de novo para nos conhecer melhor. Como eu acho difícil pegar outra corrida sua, o que você acha de me passar seu número?
Durante toda a viagem ela estava com um olhar distante, quase melancólico, mas ao ouvir a minha pergunta, me olhou fixamente por alguns segundos. Ela não me deu o contato dela imediatamente, mas, para não alongar muito, ela falou mais ou menos isso:
─ Olha, não costumo dar meu número pra qualquer um, mas vou te dar por dois motivos: achei você legal e porque tô solteira. Grava aí meu zap.
Digitei o número e ela saiu sem dizer nada mais.
Após três dias, resolvi mandar uma mensagem para ela. Para minha surpresa, ela estava chateada por eu não ter entrado em contato antes.
Papeamos bastante. Josiane me falou um pouco de sua vida solitária de professora, de como era difícil arrumar um relacionamento sério quando os homens ficavam sabendo que ela já tinha uma filha. Todos saíam correndo, segundo ela. De imediato, deixei claro que isso não ia ser um problema para mim.
Duas semanas de conversa se passaram até conseguirmos marcar um encontro.
Já no primeiro encontro, percebi que ela não conseguia segurar a ansiedade de ir para a cama. Não deu outra: passamos quase três horas num motel.
Ficamos por alguns dias e ela já foi perguntando: "A gente tá namorando, né?". Josiane era carente, rapidamente se apegou a mim. Fui me deixando levar, afinal ela era gostosa e boa de cama. Dava um bom chá de buceta, valorizo isso numa mulher.
A gente não tinha nem dois meses de namoro e ela já foi me convidando para morar com ela. Uma coisa para mim ficou clara: além de carente, ela também era muito ansiosa.
Ela morava em uma kitnet na Barra do Ceará, de um cômodo apenas. Era um lugar pequeno, mas confortável, tinha até ar-condicionado. Ela falou que se eu aceitasse morar com ela, a gente podia dividir o aluguel e as despesas da casa.
Nem pensei muito: aceitei sem fazer cu doce. Tava de saco cheio de morar na casa do meu pai e ter que escutar todos os dias as reclamações que ele faz da vida.
Assim que me mudei para a casa dela, finalmente conheci sua filha: seu nome é Marcela, uma morena de catorze anos tão bonita quanto a mãe, só que mais baixa e mais jovem. Sempre que eu ia à casa de Josiane, sua filha não estava lá. Ela pedia para a filha ir para a casa da avó, para eu e ela termos um pouco de privacidade; afinal, sua cama e a cama da filha ficavam praticamente encostadas. A kitnet não tinha nenhuma divisão interna, só o banheiro que era separado do restante do cômodo.
Josiane "resolveu" o problema da privacidade separando um pouco mais as camas e colocando uma cortina entre elas.
Na nossa primeira noite juntos naquela casa, Josiane estava louca de tesão para transarmos, e ela não é nada silenciosa: seus gemidos são altos e agudos, claramente sua filha ao lado iria escutar tudo e perceber o que estávamos fazendo. Mas Josiane não estava ligando para isso.
Mesmo com todas as luzes de dentro apagadas, ainda havia um pouco de claridade na kitnet durante a noite, pois a única janela ficava de frente para um poste e entrava luz pelas frestas.
Nas primeiras noites, eu fiquei com um pouco de vergonha, imaginando que, a qualquer momento, sua filha poderia aparecer e ver sua mãe rebolando em cima de mim. Algumas noites depois, contudo, eu também já não me importava mais. Resolvi ligar o foda-se.
O meu convívio com Josiane em sua casa estava indo bem, seria tudo um mar de rosas se não fosse por um detalhe que mudava tudo: sua filha.
A garota estava com os hormônios à flor da pele, ela exalava sensualidade e perdição. Não era incomum que eu me deparasse com ela pela casa enrolada numa toalha ou trocando de roupa, ocasiões em que eu podia perceber melhor seu jovem corpo lascivo.
Claro que eu tentava botar um cabresto no meu instinto de macho. Afinal, era a filha da minha namorada e eu não queria estragar aquele projeto de relacionamento que estava caminhando bem até ali. Voltar a morar com meu pai na Messejana não era algo que estava em meus planos.
Só que, por vezes, Marcela me castigava impiedosamente.
Ela gostava de usar roupas muito curtas em casa. Vivia de shortinho, alguns bem colados. A garota também não gostava de usar sutiã em casa, me fazendo notar constantemente o bico empinado de seus seios. A forma como se vestia só deixava cada vez mais difícil eu me segurar. Era como ir a uma festa de aniversário e não poder comer do bolo.
Nos primeiros dias em que fui morar com sua mãe, Marcela aparentava ser retraída. Só depois que foi se soltando mais comigo. Mesmo assim a gente conversava pouco, pois ela vivia grudada em seu celular. Acredito que talvez até fosse melhor assim, que tivéssemos mesmo pouco contato.
Alguns dias na semana, eu começava minhas corridas de Uber cedo, tipo quatro ou cinco da manhã, e também terminava cedo. Às vezes, três da tarde, por aí assim, eu já estava em casa. Era bom que eu evitava os engarrafamentos de fim de tarde. Quando eu chegava na kitnet, quase sempre eu encontrava Marcela fazendo alguma marmota com sua amiga Safira, filha de uma de nossas vizinhas, que era mais baixa que Marcela e parecia ser um pouco mais nova.
Elas ficavam na frente do celular falando besteira e dançando. Diziam que estavam fazendo laive. Eu nem sei que danado é laive. As duas dançavam de shortinho e blusa, de forma bem sensual. Elas nem ligavam que eu ficava ali, da cama, observando as duas. Marcela dançava requebrando os quadris, seus seios balançavam de forma vertiginosa. Ela conseguia me deixar de pau duro com muito pouco.
Certa vez, cheguei em casa e as duas estavam dançando na frente do celular, só de calcinha e sutiã. Vi apenas de relance porque, assim que me notaram entrando, as duas deram um grito e correram para o banheiro.
Foi por pouco tempo que as vi, mas foi suficiente para que a imagem ficasse gravada na minha mente pura e sem pecado. As coxas de Marcela, sua bunda, o contorno formado no centro de sua calcinha... Era tentador vê-la daquele jeito.
As duas passaram um bom tempo no banheiro. Fiquei imaginando o que estariam fazendo lá. Saíram de lá vestidas, já próximo do anoitecer. Marcela passou por mim, mas nem me olhou. Já a menor, Safira, ficou me encarando de forma quase debochada e ainda disse "Tchau, tio!".
Quando Josiane chegou, Marcela ficou toda desconfiada. Acho que ficou com receio de que eu fosse contar algo para a mãe dela. Mas fiquei na minha, não disse nada. Não queria arrumar confusão.
Cheguei cedo do trabalho no dia seguinte. Safira e Marcela estavam em casa, as duas estavam cochichando na cama da minha enteada.
Troquei de roupa e fiquei deitado na outra cama, lendo A virgem e o Pastor, um conto muito bom disponível na Amazon. Após alguns minutos, a filha da vizinha veio até minha cama e se recostou ao meu lado. Continuei deitado e fitei seu rosto traquina. Estava com um ar malicioso que eu já tinha visto em outras ocasiões.
Desde minha chegada ali, eu havia trocado poucas palavras com ela, mas nesse dia foi quando conversamos mais. Safira falou:
─ Tio, sabe o que a Marcela me disse?
Com sinceridade, falei:
─ Não faço ideia.
─ Ela me contou que já viu o senhor pelado em cima da mãe dela.
Fiquei encabulado quando ela falou isso. Sem muita privacidade na casa, eu tinha certeza que Marcela já tinha, no mínimo, nos escutado trepando. Encarei Marcela e ela, sorrindo, desviou o olhar. Tentei desconversar e falei para Safira:
─ Aqui a casa é muito pequena, não dá pra fazer nada escondido.
─ Aham, tio. Sabe de uma coisa? A mãe da Marcela mandou uma mensagem pedindo uma coisa pra ela e pra mim.
Nesse momento, Marcela saiu correndo da cama dela e tapou a boca da amiga, dizendo:
─ Tu tá doida, Safira?!
A menor já foi subindo na cama, tentando se desvincilhar de Marcela e disse:
─ Ah, Marcela, deixa eu falar pro tio.
─ Não!
─ Então fala tu! Se tu falar, eu faço.
Fiquei curioso com tudo aquilo. Como Safira era a mais audaciosa das duas, perguntei para a garota:
─ O que foi que a Josiane pediu pra vocês?
Ela ficou calada, seu rosto enrubesceu. Safira era uma morena mais clara que Marcela, seus cabelos eram ondulados.
Diante da hesitação, perguntei outra vez:
─ Fala, Safira, fala o que foi que a Josi pediu.
Ela sorriu e finalmente falou:
─ Ela pediu pra gente dar uma lambidinha no seu pinto, tio.
Marcela tapou a boca e começou a sorrir. Fiquei sem jeito com a galhofa, mas disse:
─ Josiane não ia pedir uma coisa dessa pra vocês duas.
Safira continuou, toda sorridente:
─ É sério tio, ela pediu sim!
Marcela ficou calada e não disse mais nada. As duas ficaram cada uma do lado da cama, deitadas, e eu estava no centro, como se eu tivesse sido cercado. Comecei a ficar confuso com aquela história, então retruquei:
─ Não garotas, acho que Josiane não ia pedir isso pra vocês. E se ela pediu mesmo, com certeza só tava brincando.
─ Não, tio, ela falou mesmo pra gente fazer. Serinho!
Fiquei encarando as duas. Marcela estava tentando se fazer de séria, se segurando para não rir. A outra estava toda sorridente e animada.
Olhando para a minha bermuda, Safira foi perguntando:
─ O senhor vai deixar a gente fazer?
─ Não, Safira. Isso não é coisa pra idade de vocês. Eu sei que Josiane é doida e, mesmo que ela tenha pedido, com certeza foi brincando.
As duas se entreolharam e a menor foi faceira: foi pegando na minha bermuda e foi puxando para baixo. Ainda tive o reflexo de tentar puxar de volta, mas vacilei. Safira deixou minha bermuda e cueca estacionadas na minha canela.
Fiquei sem saber o que fazer naquela situação. Não estava acreditando que Josiane pediria aquilo para as duas e, por mais que tivesse pedido mesmo, não imaginava que elas realmente fossem fazer. No final das contas, acreditei que tudo era uma brincadeira das duas e que elas estavam fazendo aquilo só para zoarem comigo. Eu achava que elas jamais iriam adiante naquela graça.
As duas ficaram olhando para a estaca que estava de pé entre as minhas pernas. Safira parecia a mais surpresa. Marcela olhava fixamente, mas a expressão em seu rosto era enigmática.
Safira olhou para a outra e comentou espantada:
─ Meu Deus! Como é grande!
─ Não te disse? ─ Marcela emendou.
─ Olha só como ele tá!
─ Pois é, tá bem duro ─ Marcela falou baixinho.
Comecei a suar frio ali parado com as duas me observando, travei sem saber o que fazer. Foi quando Safira perguntou para Marcela:
─ Como será que faz pra ele voltar ao normal?
Marcela olhou para mim de relance, retornou com o olhar para a sua amiga e falou ligeira:
─ Assim ó ─ respondeu já pegando em meu pau e colocando-o em sua boca.
Não estava esperando que Marcela fosse fazer aquilo. Ela ficou com ele em sua boca e foi passando a língua em volta.
Repentinamente, senti um choque percorrer meu corpo. Era uma sensação de prazer misturada com o perigo de estar fazendo algo muito errado, que eu nunca havia sentido antes. Parecia que, a cada chupada dela, meu pau ficava mais duro.
Eu fiquei sem reação; ainda pensei em tentar impedir, forçá-la a parar, mas aquela sensação estava dando muito tesão. Sua boca quente subia até a cabeça e voltava descendo novamente, mais ou menos até a metade. Com os olhos fechados, Marcela pegava firme nele e chupava sem pressa, parecia saber exatamente o que estava fazendo. Mas alguns detalhes denunciavam a sua inexperiência.
Safira observava atentamente a sua amiga, parecia estar hipnotizada.
Por um instante, passou pela minha cabeça que poderia dar uma merda muito grande se Josiane, de alguma forma, ficasse sabendo daquilo. Com esforço, afastei esses pensamentos da minha cabeça e me deixei levar por aquele prazer insensato. Do jeito que Marcela estava fazendo, achei que não iria me segurar por muito tempo e talvez acabasse gozando em sua boca.
A outra não parava de sorrir e falou para Marcela:
─ Eu acho que o tio tá gostando. Deixa eu fazer também!
Com um sorriso, Marcela parou o que estava fazendo e colocou meu pau na direção da sua amiga, como se estivesse oferecendo um pirulito.
Safira foi mais comedida. Passou a mão nele, que já estava todo molhado. Fez alguns movimentos para cima e para baixo, dando acanhadas lambidas.
Enquanto isso, Marcela estava com a cabeça apoiada em uma das mãos, observando a amiga, quando então reclamou:
─ Tu nem sabe fazer direito!
Safira só resmungou:
─ E tu é a profissional, né? ─ e continuou passando sua língua subindo e descendo.
"Que loucura era aquela?", "o que será que essas duas viviam aprontando?", eu me indagava. Creio que as duas já fizeram coisa errada trancadas naquele banheiro.
Após algumas lambidas tímidas, Safira perguntou para Marcela:
─ Não vai sair leite, não?
Marcela deu uma gargalhada e pegou novamente em meu pau. Deu algumas punhetadas e fez jorrar o leite que Safira estava afoita para ver.
Fechei os meus olhos durante o orgasmo e, por alguns segundos, pensei que eu estava sonhando. Mas os abri novamente e vi que as duas danadinhas ainda estavam ali na minha frente sorrindo.
Safira deu uma lambida no esperma que escorria e falou em tom de confidência para Marcela:
─ É salgado...
Segundos depois, ouvi um grito vindo do lado de fora da kitnet, chamando por Safira. Pela voz, era a sua mãe. O susto foi grande, pois por um breve momento pensei que fosse Josiane gritando.
Marcela e a amiga quase entraram em pânico; saíram correndo em direção à porta. Antes que abrissem, vesti-me novamente, para não correr o risco da vizinha me olhar pelado.
As duas saíram e Safira não voltou mais naquele dia. Marcela só retornou para casa depois que sua mãe havia chegado.
(continua)
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