Bernado e Violetta (ideias: Em meu colo)
[Oi, este será um conjunto de ideias para contos que tive, mas não desenvolvi completamente. Escrevi alguns rascunhos na esperança de que vocês gostem e façam bom proveito.]
Um som ofegante profundo, gutural escapou do fundo da garganta de Bernardo. Ele jogou a cabeça para trás, os olhos se fechando como se precisasse se desconectar da visão para sentir ainda mais. Sentiu seu pau deslizando para dentro da vagina de Mariana, sentiu o calor dela o envolvendo, a pressão macia e úmida o aceitando.
Suas mãos agarraram a cintura dela. Guiaram. Conduziram a descida.
Mariana sentava em seu membro de costas para ele, a coluna encostada no peito nu e quente de Bernardo. Cada centímetro que descia a esticava por dentro, uma sensação de plenitude que a fazia morder os lábios para não gritar. Quando finalmente ele esteve todo dentro tão fundo que parecia tocar algo nela que ela nem sabia que existia um choramingo agudo, quase um soluço, escapou de sua boca. Ela rebolou lentamente, os quadris fazendo pequenos círculos, ajustando-se ao tamanho dele, sentindo-o pulsar dentro dela.
— Maravilhoso — a voz de Bernardo veio rouca, gemida bem junto à sua orelha. Ele sentia seu pênis completamente acomodado dentro dela, envolto em calor e pressão.
Mariana não podia ver seu rosto. Estava de costas. Mas ouvir aquela voz sentir o gemido dele vibrando contra sua nuca fez sua pele se arrepiar por inteiro. A confirmação de que ele estava sentindo prazer, de que ela estava proporcionando aquilo… encheu seu peito de uma sensação quente e doce, melhor que qualquer recompensa.
A mão esquerda de Bernardo abandonou a cintura de Mariana e começou uma jornada lenta pelo seu torso. Ela sentiu cada dedo deslizando pela pele da sua barriga, subindo, subindo, até que a mão dele cobriu seu peitinho por inteiro. Ele apertou. A pele macia e firme cedeu sob os dedos dele, e Mariana soltou um gemido baixo. O contraste era elétrico: os dedos ásperos, de homem, contra a pele nova sedosa e delicada de Mariana.
Ele beijou sua bochecha. Um beijo lento, molhado, quase doce. E então começou a comandar o ritmo.
Ela levantava e descia, os quadris obedecendo à pressão das mãos dele. O pênis dele deslizava dentro da vagina lubrificada de Mariana, entrando e saindo num movimento constante e profundo. Ela ofegava, sentia a rigidez se movendo dentro dela, sentia a mão dele apertando seu peito, os dedos brincando com o mamilo, beliscando-o suavemente, fazendo-a gemer. E sentia a respiração dele quente contra seu ouvido, ofegante também.
O corpo de Mariana respondeu. Ela ficou ainda mais molhada escorrendo por ele, pingando em suas coxas, escorrendo pela base do pênis dele a cada descida.
— nenê, deixa as pernas abertas.
A voz de Bernardo veio grossa, gemida, e a mão direita dele desceu com autoridade, empurrando sua coxa para o lado, abrindo-a ainda mais.
Mariana obedeceu. Olhou para o espelho na parede.
E viu.
Com as pernas daquele jeito — abertas, expostas, entregues — dava para ver tudo. Via o pênis dele encaixado dentro dela, perfeitamente alojado, como se a anatomia dos dois tivesse sido desenhada para se encaixar assim. Via a base do membro duro sumindo entre os lábios vaginais dela, molhados, brilhando, escorrendo. Via as bolas dele ali, balançando suavemente a cada movimento.
Mariana gostava muito, muito mesmo de fazer sexo com Bernardo. Diferente do pai e do seu padrasto, Bernardo dava atenção a ela. Focava em dar prazer, em provocar sensações que faziam Mariana querer mais. Explorar mais. Se entregar de vez àquela vida sexual que antes ela nem sabia que queria. Ele sabia exatamente como tocá-la, como estimulá-la. No começo, ela fora tímida insegura, envergonhada. Mas agora. Agora ela ansiava por cada sessão com ele.
Ousada.
A palavra ecoou na mente de Mariana enquanto ela colocava sua própria mão sobre a mão direita de Bernardo, aquela mão grande, quente, firme, que descansava em sua coxa. A mão dela era menor, mais fina, quase frágil perto da dele. O contraste entre as duas, lado a lado, era bonito de ver.
Ela o guiou. Lentamente. Levou a mão dele até seu grelhinho, num gesto silencioso, mas que dizia tudo: eu quero que você me toque aqui. Do meu jeito.
Seus dedos envolveram os dedos dele e começaram a guiá-lo mostrando exatamente a pressão, o movimento, o ritmo que ela desejava.
Bernardo era habilidoso. Uma mão apertava o peitinho dela, beliscando o mamilo com precisão cruel. A outra massageava o clítoris em círculos perfeitos. E tudo isso enquanto seu pênis entrava e saía num ritmo constante, profundo, implacável. Os dois corpos nus no sofá se moviam em sincronia como se fossem um só
Ele se observava no espelho. Os olhos afiados não perdiam um detalhe: cada movimento, cada contração, cada expressão de prazer no rosto de Mariana. Ele sorriu. Orgulhoso. Sentia-se poderoso como o mestre do sexo.
Mariana, por sua vez, estava com os olhos fechados. Gemendo. Perdida. Os estímulos vinham de todos os lados o beliscão no mamilo, a pressão no clítoris, a sensação de ser completamente preenchida por aquele pênis grosso que a esticava por dentro. Seu buraco apertava, se contraía em volta dele, implorando por mais.
Bernardo se satisfazia com a reação dela. Seu pênis acelerou estocadas fortes, firmes, frenéticas. Suas bolas balançavam a cada investida, batendo suavemente contra ela. Quando viu que Mariana estava no limite os lábios trêmulos, os gemidos mais agudos ele preparou o movimento final. Aquele que a empurraria para o abismo do orgasmo.
Bernardo deu um tapa no grelhinho de Mariana.
Ela deu um gritinho de surpresa.
No segundo seguinte, a mão dele já massageava o botão sensível com carinho, com delicadeza. O corpo dela relaxou involuntariamente, se entregando àquele toque macio, traidor.
E então veio outro tapa.
Dessa vez, Mariana não gritou de surpresa. Soltou um gritinho agudo de prazer.
Bernardo repetiu o ciclo mais duas vezes. Tapa. Massagem. Tapa. Massagem.
Na última massagem — quando os dedos dele deslizavam suavemente sobre o grelo latejante — Mariana entrou em clímax. Sem aviso. Sem pedir permissão. Apenas explodiu, o corpo todo se contraindo, um gemido longo e rasgado escapando dos lábios, enquanto as ondas de prazer a dominavam por inteiro.
A mão de Bernardo desceu. Os dedos percorreram o caminho úmido até se encontrarem bem no ponto exato onde seu pênis desaparecia dentro de Mariana. Ele sentiu. Sentiu o orgasmo dela ali o líquido transparente, quente, escorrendo pelos lábios vaginais, molhando sua pele, escorrendo pela base do próprio pênis.
Ele levou os dedos à boca dela.
Não perguntou. Não hesitou. Apenas os introduziu dois dedos grossos, molhados, escorregadios entre os lábios de Mariana.
— Chupa nenê — a voz dele veio baixa, firme. — Isso. Sente seu próprio gosto.
Mariana gemeu. Um gemido abafado, vibrante, que ecoou nos dedos dele. A língua dela se moveu por instinto, lambendo, chupando, provando. O sabor era estranhamente familiar salgado, úmido, quente, com um toque adocicado. O gosto do próprio prazer.
Ela chupou os dedos dele como se fossem o próprio pau. Os olhos fechados, o corpo ainda trêmulo do orgasmo recente, a respiração ofegante. E naquele momento, com os dedos dele na boca dela e o gosto dela mesma na língua. Agora era a vez dele.
Bernardo sentiu o orgasmo se aproximando como uma onda que vinha do fundo da barriga. Seu corpo tensionou, as mãos cravaram na cintura de Mariana, as estocadas ficaram mais rápidas — desesperadas, profundas, frenéticas.
Ele gozou com um gemido rouco, gutural, que ecoou pela sala. Jorrou dentro dela, quente, abundante, enquanto o corpo todo se contraía em espasmos de prazer. Mariana sentiu cada jato, cada pulsação dentro de si, e gemeu junto com ele.
Bernardo, ainda ofegante, se recuperava dos últimos jatos de esperma. Seu corpo relaxava aos poucos, mas as mãos continuavam vagando. Ele começou a brincar com os dois mamilos de Mariana, circulando-os, sentindo a carne macia, sedosa e quente sob as pontas dos dedos.
Mariana estava com a cabeça descansada no peito dele, respirando forte, o coração ainda acelerado. Ela olhou para baixo e viu o pau de Bernardo ainda dentro dela, e agora o gozo escorrendo devagar, escorrendo de dentro dela, Escorrendo pela base dele.
Ele a virou suavemente para si e a beijou. Um beijo profundo, de língua, daqueles que conectam almas. Os braços de Mariana envolveram o pescoço dele, e ela se entregou completamente, os quadris rebolando involuntariamente contra ele.
Bernardo se afastou do beijo, mas foi só para descer a boca. Seus lábios encontraram o mamilo dela, e ele o sugou com vontade.
— Eu amo mamar esses peitinhos novinha — ele gemeu contra a pele dela, a voz saindo abafada e quente. — São tão gostosos… pequeninos… rosadinhos.
Ele falou e deu uma lambida longa, úmida, que fez Mariana arquear as costas. Depois, com a mesma calma, mudou para o outro e repetiu o carinho.
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