Bêbado, meu pai pediu um segredo. Contei o que fizeram comigo na construção.
Já estava ficando insuportável toda a proximidade com a pele dele sem alternativa de cair de cara naquele pescoço ou na barriga peludinha, sem poder levantar seu braço e chafurdar com minha boca no sovaco cabeludo, sem arrastar minha língua no meio bem quentinho das duas nádegas.
Pra piorar meu cenário, o cheiro fresquinho da cerveja que exalava da sua boca enquanto falava cada vez mais perto de mim não me fazia querer parar nosso papo, pelo contrário, me deixava mais excitado.
Muito difícil aturar meu pai bêbado em público sem querer avançar nele como um bom filho tarado que sou.
Não transamos de manhã por culpa minha. Ele acordou excitado como sempre, a rola durona e quente forçou minha cueca assim que achou meu corpo embaixo das cobertas e a boca grudenta logo encurtou caminho na minha nuca. Disse entre gemidos manhosos que queria meu cuzinho, que de noite iríamos no aniversário de um amigo, que estava tarado, pegando fogo. Concordei com tudo isso, menos com a parte que rolaria uma trepada às 6h de um sábado.
Eu não precisava levantar cedo, não tinha compromissos, meu pai quem marcou reuniões importantes dizendo que não poderia ser outro dia, senão naquele. Nem sempre o tesão convence. Fiquei na cama enrolando preguiçoso, ele foi trabalhar de pau babado.
Fui o motorista da vez porque meu pai já abriu uma cerveja antes mesmo de sair de casa. Não era o nosso combinado e isso me deixou irado, mas a sorte do cara é que nem sempre estou com apetite para ressacas. Deixei que fizesse sua noite, então. No caminho alisou minha rola por cima da calça e sorriu no escuro do carro dizendo que eu estava cheiroso.
Não mentiu.
“Usei o Dior que você me deu semana passada, pai.”
“Eu dei?” Ele perguntou curioso, a mão ainda alisando minha vara.
“Claro que deu. Se usei seu dinheiro, então foi presente.”
“E como eu não fiquei sabendo disso? Não lembro de te passar meu cartão.”
“A idade tá deixando você cada vez mais desatento, não acha? Mas nesse caso o mérito é todo meu.”
“Mérito ou culpa?”
“Mérito, é óbvio. Primeiro eu te coloco sentado no sofá, abro suas pernas, cheiro seu saco, boto tudo dentro da boca e você fica tooooodo meloso querendo mais. É fácil tirar sua carteira enquanto tá gemendo de olhos fechados e roubar o cartão por um minutinho. Mais fácil que isso é abrir o site e comprar um perfume de milzão.”
“Que mamada cara da porra” ele reclamou me sentindo duro.
“Fica esperto, velhote. Tem gente dando golpe na praça.”
A gente gargalhou só até ele me fazer parar no primeiro ponto seguro e abocanhar minha vara me olhando de baixo para cima com o brilho de alguém que se ocupa da tarefa mais prazerosa do mundo: chupar o próprio filho. Não se importou com meus dedos em seu cabelo, nem com a saliva melando todo o bigode. Também não achou um problema ficar sem minha porra.
“Eu aceito tomar mais tarde na nossa cama quando a gente chegar em casa. Deixo você foder minha boca, mas não abusa da sorte.”
“Porra, pai… Eu adoro um ativo que chupa.”
“Melhor coisa do mundo foi aprender contigo como mamar direitinho uma piroca. Quer dizer… Mamar a sua. Tô corrigindo porque pareceu que eu tava disposto a sair por aí caindo de boca em qualquer marmanjo.”
“E não tá?” Provoquei abotoando minha calça de novo.
“Não fode, Eduardo.”
É delicioso descer do carro com meu pai e sentir o cheiro da minha própria rola no bigode dele. Me faz parecer mais sujo do que sou, me lembra que nossa relação se torna mais interessante que a grande maioria dos casais padrões por aí e é por isso que empurro ele na lateral da minha BMW pra beijar rapidinho antes de entrar. Mão na minha bunda, minha mão na mala dele, sua língua toda enfiada na minha boca, minha língua brincando com a dele, nosso quadril roçando um no outro, nosso perfume se misturando com a intimidade. Na rua, amantes fiéis, lá dentro, pai e filho decentes.
Na mesa do jardim do seu amigo, um barrigudo de meia idade sorridente e de bem com a vida, meu homem entornou mais algumas cervejas. No meio de uma rodinha tomou duas ou três dozes de qualquer coisa, não acompanhei direito, e quando caiu uma garoa leve lá pelas tantas da noite, nos jogamos no sofá espaçoso da sala. Ele com outra cerveja na mão sempre falando perto demais de mim e me fazendo cuidar do ambiente ao redor para que ninguém notasse o jeito do pai com o filho, eu com meu suco, disfarçando o tesão de ter nas mãos um homem que transpira perversão.
Me contava baixinho alguns segredos que só o álcool consegue arrancar.
“Porra, pai… Com o tio Caetano? Eu sempre achei ele um gostoso.”
“Pera aí, não vai falar do meu irmão assim na minha frente” ele reclamou meio balançado pela embriaguez e eu ri.
“Tá muito conservador pra quem acabou de jogar na conversa que batia punheta com o próprio irmão.”
“Batia? Pô, ele lá e eu cá. É, Dudu… pensando bem, a gente batia uma punhetinha mesmo.” E riu.
“Nunca rolou uma mamada?”
“Seu tio é hétero demais, filho. Não tem homem mais hétero que o Caetano nesse mundo. Problema dele é ficar tarado quando bebe. Tarado é pouco, ele vira um animal. Só pensa em meter, meter, meter. Comeu mais boceta que eu e metade dessa festa junto. Capaz de ter comido sua mãe, as primas…”
“Puta que pariu! Papo torto, pai. Cancela a cerveja.”
“Não tô brincando, já vi seu tio comer duas putas numa noite e me pedir dinheiro emprestado porque queria meter numa terceira e já tava quebrado de grana. Nem importava que tivesse tomado todas, o cara no ponto de cair bêbado, mas o corpo parece que sabia o que fazer. Nunca vi uma mulher aguentar aquele jumento até o fim da trepada, sempre pulavam fora depois de gozar duas, três vezes.”
“Meu tio é tipo o maior fodedor do pedaço?”
Meu jeito de perguntar isso deixou meu pai enciumado, por isso ele grudou a boca no meu ouvido pra sussurrar.
“Se continuar fazendo essas perguntas safadas vai me deixar com ciúme e com tesão. Me conta um segredo seu agora.” E tomou um gole gordo da cerveja.
“Você conhece todos os meus segredos, pai. Não tenho o que esconder do homem que me come desde os quinze anos.” Falei baixinho só pra ele ouvir. “Na verdade, fizemos juntos tudo de errado que eu tenho pra contar. Esse é meu orgulho.”
Ele gargalhou reconhecendo, mas eu mentia. Parei para olhar sério nos olhos alegres do meu pai, analisei cuidadosamente sua boca molhada pedindo meu beijo, e quase dei, mas suspirei e lancei direto na sua cara.
“Tem uma coisa. Você nem sonha com isso.”
“Desembucha.” O cara arrumou a coluna, me admirou atento, olhos penetrantes, queria rir.
“Digamos que… Talvez… Eu saiba o que é ser estuprado.”
Vi meu cara engolir o susto e arregalar os olhos na minha direção. Até a embriaguez pareceu ter sido engolida junto com a saliva que mantinha na boca. Negou os pensamentos com a cabeça, apertou os lábios e quase me abraçou.
“Que porra é essa que você tá falando, Dudu?”
O tom era meio bravo, meio preocupado, um pouco meloso, uma parte triste.
“Vou pegar mais uma cerveja. Você vai precisar estar com a boca molhada pra ouvir essa história, pai.”
Falei que aquela era uma tarde quente de algum mês qualquer. Não lembrava a data exata, mas lembrava o dia. Tinha ido no bairro onde Nic morava porque a gente precisava terminar juntos um jogo que o viadinho inventou de começar a jogar e me deixar viciado. Não era o bairro mais pobre, mas também não era nenhum condomínio de luxo. Naquele tempo meu amigo morava entre os dois mundos. Combinei que levaria uma coca-cola geladinha e parei no caminho, numa venda dessas de esquina onde se encontra de tudo.
Eu só tinha dezesseis, mas já havia sido ensinado a apreciar o olhar de um homem tarado com o meu próprio pai, que enquanto me comia lento, rápido, forte ou por amor, sempre me olhava nos olhos, não precisando falar uma única palavra para deixar claro seus desejos mais impuros. E aqueles dois olhos que pararam em mim naquela esquina não tinham um dono qualquer. Enquanto comprava meu refrigerante geladinho, um negro enorme assobiava uma música desconhecia e mexia nos bolsos do uniforme sujo de cimento pertinho de mim. Fumava um cigarro, me fisgava meio de lado e quando nos olhamos, ele colocou o maior sorriso cafajeste na boca.
“Tá perdido, loirinho?”
Lembro da voz. Muito grossa, alta, vinha do fundo do peito. Peito, inclusive, que era enorme, e pela abertura do macacão dava pra ver que era inteiro tatuado. As tatuagens seguiam por sua pele escura nos braços até as pontas dos dedos. Também subiam do peito e contornavam o pescoço. Era estranhamente sedutor.
“Tô nada” lembro de responder meio abusado.
“Nunca te vi aqui.”
“Não ando pra cá, só vim ver um amigo. Vamos jogar um pouco e depois vou pra casa.”
“E essa coca aí? Vai desenrolar um gole pro negão?”
“Você quer?” Meu olhar deve ter sido sugestivo por um segundo, porque o homem mediu meu corpo da cabeça aos pés, e nem precisou de muito tempo para isso.
“Vou tá querendo sim, moleque. Cola aí.”
Se eu soubesse onde estaria “colando” naquela tarde, talvez fosse mais preparado. O homem saiu pisando firme na frente, mas sempre lançando olhares pra mim, sorrindo malicioso também, até chegar na porta de uma construção. Não disse nada, só deu espaço pela entrada improvisada e fechou tudo assim que passei. Tremi quando o semblante dele mudou imediatamente, porque parecia nervoso com uma gota de suor descendo pela sua garganta tatuada, mas também parecia excitado.
Voltou com um copo em uma mão, com a outra coçava o macacão na altura da virilha. Parecia que alguma coisa já tinha sido acordada ali. Me estendeu, falou que podia encher, tomou metade de um gole só e perguntou se ia ganhar mais refrigerante. Enquanto servia, ouvi um ruído ao fundo da construção. Pareceu um som grotesco, mas prestando atenção entendi que era um gemido.
“Tá assustado? Chega aí.”
Eu fui. É claro! A medida que a gente foi entrando no lugar mais escuro o ruído ia aumentando até que percebi ser de um homem. Outro homem. Quando chegamos no último cômodo da construção, o negão sumiu para dentro do quarto e me deixou na porta. Tive medo de descobrir o que acontecia ali, mas dei um passo medroso, depois outro, e quando entrei no cômodo, vi que o gemido era de um homem ainda maior. O macacão esverdeado desse outro estava caído pela cintura e mostrava um pedacinho da bunda, das costas nuas desciam gotas de suor e o cheiro dali denunciava que alguém estava mexendo com a rola. Era o cheiro que ficava no quarto quando transava com meu pai.
“Se liga, Bode. Olha só o que acabei de achar pra gente.”
Ele gemia movimentando o braço enquanto assistia ao pornô na tela do celular preso na parede. Gemia alto, sem frescuras com o amigo que entrou falando cheio de orgulho.
“No horário de almoço a gente gosta de botar o boneco pra trabalhar” virou falando pra mim.
Bode percebeu que tinha visita e virou na minha direção. A pica babando ficou pendurada do seu macacão, na cara tinha o maior sorriso de prazer que um homem pode ter. Deu uma amassada no saco enquanto me olhava, encheu a boca de saliva, parece que imediatamente sentiu mais tesão.
“Que carinha de curiosidade é essa? Se eu fosse você começava a ficar com medo. Fala pra ele, Marcão. Tu não deixou avisado que só entra aqui quem tem coragem?”
“Ele só queria um pouco de refrigerante” respondi educado, mas curioso.
“A coca tava massa, mas agora o negão aqui quer outra coisa”, Marcão falou me interrompendo.
Não tive tempo de assimilar o perigo e a realidade. O primeiro o cara me puxou e trancou outra porta atrás de mim, me empurrou até perto do celular e me encostou na parede de frente, Bode já com a pica de fora gostou que tinha alguém ao vivo para apreciar. Bateu a punheta mais forte, com mais energia, uma corrente de ouro balançando no pescoço grosso. Marcão terminou de desabotoar a roupa da altura do peito até a cintura numa fração ridícula de segundos, e mais rápido ainda foi como a sua pica ficou dura, tão grande quanto a do amigo que já minava um líquido esbranquiçado da cabeça lustrada.
“Tira a roupa, viadinho. Quero ver se o cuzinho é rosa igual a sua boca.”
Larguei a garrafa de lado. Não queria tirar a roupa.
“Tá se fazendo, moleque? O Bodão mandou tirar a roupa. Vai logo!”
Cruzei os braços, medroso.
As quatros mãos voaram em mim enquanto os donos delas gargalham. Essa foi a parte assustadora. Não tive medo quando me deixaram totalmente nu e me tiraram do chão, os dois passando os dedos pesados em meus corpo, alisando meu peito, minha cintura e por fim tocando a entrada do meu cu. Nem tive medo quando Bode, o maior, me segurou de costas com a ajuda do parceiro, cuspiu uma poça de saliva no meio da minha bunda e brincou de pincelar a piroca ali, me arrancando imediatamente um gemido manhoso.
“Esse cuzinho aqui já tomou leite, tenho certeza. Pra tá macio assim só pode ser de tomar varada. Olha isso aqui, mano. Tu não acha que isso é trabalho de pica gorda, maluco?”
Marcão se esticou, gargalhando, e meteu o tapa na altura da minha bunda. Doeu, mas eu escondi o tesão que isso me deu.
“Segura aí, moleque. Vou ter que saber como é que esse buraquinho aguenta minha vara. Vou botar em você e nada de gritar, hein.”
Em pé mesmo, preso entre as duas barrigas suadas, senti quando o negro grandão me empinou e abriu as duas bandas. Não consegui mover as pernas, não tinha jeito de me livrar deles, fiz o que minha natureza mandou: abri o cuzinho do jeito que meu pai ensinou e a cabeça da pica muito maior que o meu costume entrou rasgando de uma única vez.
O que me assustou de verdade foi a gargalhada que soltou quando me viu gemer por causa da ardência que provocou, da felicidade em me ver com os pés longe do chão, levitando entre as duas muralhas negras.
Botou forte e apressado. Botou tudo depois de dançar atrás de mim, esfregando a barriga suada nas minhas costas quentes como se comesse uma puta qualquer, como se eu tivesse uma boceta para oferecer, e não um cuzinho adolescente. Mordeu minha nuca quando dobrou os joelhos e fez um assento com suas coxas, metendo rápido e fundo. Pra não gozar, mordi os lábios, mas Marcão, aquele que me levou até ali, viu a necessidade de usar melhor minha boca. Me colocou no chão, me fez curvar o tronco e me botou pra mamar sua pica masturbada. Engoli o que dava, a outra metade ficou para fora ganhando um carinho disfarçado nos meus dedos finos. Lá trás, o cara enorme se contorcia pra conseguir abaixar na altura certa, no jeito perfeito de botar mais no moleque que o amigo arrastou para o abatedouro. Parecia acostumado a fazer isso, não hesitou em bagunçar meu rabo.
“Parceiro, esse aqui é dos bons. Vem cá, bota nesse cu, sente só o jeito que ele aperta o cara lá dentro.”
Trocaram de lugar sem deixar o macacão cair muito abaixo da cintura, só a pica ficava de fora pronta para trabalhar. O negro que me seduziu na vendinha da esquina veio depois socando sem pena abusando do que o amigo violento tinha feito de mim. Cravou as mãos enormes na minha cintura, mirou a cabeça da pica na entrada e me acertou com a força que só um homem pode medir. A mão enorme grudou em meu queixo e apertou meu rosto, os dedos melados e cheirando a rola grudenta dele ficaram roçando meus lábios e minhas bochechas.
Não aguentei segurar os gemidos e mesmo de boca cheia consegui choramingar, porque nessa altura era Bode que eu chupava. Eles gostaram e foram socando mais a vontade, trocando de lugar a medida que quase gozavam de tanta euforia.
Foi o grandão e mais largo que sugeriu.
“Bora comer esse viadinho deitado no papelão.”
“Tu gosta de fazer eles sentir o peso da jeba, né?”
“Tamo aqui pra isso, mano. Tem coisa melhor que se jogar em cima desses putinhos?”
Fui atirado sobre uma cama de papelão no chão que já cheirava a macho, a sexo e porra seca. Não sei quem me empinou e botou primeiro, meu rosto estava enfiado na sombra dele. Comeu ainda mais apressado, mas agora com a ajuda do seu peso sobre o meu corpo era capaz de ir mais fundo, até o limite do aceitável. Me esperneei algumas vezes e aquele cara gigante por cima prendeu minhas coxas com as suas, sempre rindo, sempre gemendo enquanto cuspia palavras sujas.
Trocaram de novo.
Lembro bem as palavras que me me deixaram perigosamente excitado. Era a voz nítida do meu macho sedutor sobre minhas costas.
“Pô, moleque, se batendo desse jeito fica difícil. Me ajuda, bota a pica nele, Bode. Bota aí, cara. Vai porra. Enfia minha pica nesse buraquinho macio.”
O outro, sem receios, meteu a mão por baixo do corpo do maior e senti quando os dedos encostaram na minha bunda segurando a pica pesada do parceiro. Ficou mais divertido me debater assim. Bode segurou alguns segundos enquanto o cara socava forte, violento de verdade. Gemi porque doía, porque temia, mas também porque era daquilo que eu estava sendo ensinado a gostar: homens de verdade e suas fantasias mais sujas.
Só saíram de mim quando falaram, ambos grosseiros, que vinha muita porra. Acreditei. Era só olhar como as picas estavam duras. Os dois se posicionaram de joelhos sobre o meu corpo estirado no papelão, primeiro um, depois o outro. Porra minando de um lado, leite quente escorrendo do outro. Os gemidos dos dois caras gravaram minha pele, minha memória, e nada tira aquele som de mim. Sorri escondido sentindo meu cu totalmente arregaçado.
“Tira esse viado daqui, serve de nada depois de me fazer soltar porra” ouvi de um deles. “E volta logo que a pausa tá acabando, mano.”
Fui arrastado pra fora da construção, mal tive tempo de me vestir. Terminei de colocar a camiseta de volta já na rua, o refrigerante nem sinal. Fui pra casa deixando claro no meu rosto que alguma atrocidade tinha acontecido, meu corpo sentia as consequências de um abuso pesado demais para a minha capacidade de aguentar.
Na sala do amigo, no sofá espaçoso, sem soltar uma palavra da boca, meu pai me olhou com certo brilho enquanto colocava um sorriso excitado na boca.
“Tomaram o cuzinho de mim a força, pai.”
Olhei para baixo e admirei a rola dele completamente marcada na calça com uma marca úmida onde estava a cabeça que bem conheço.
“Eu lembro.”
“Como assim você lembra? Tá maluco?”
“Eu lembro, Dudu.” Ele repetiu de rosto corado, boca molhada. “Você chegou em casa suado, andando torto. Disse que tinha corrido da estação, mas era mentira. Você tinha sido torado por dois pedreiros pervertidos.”
Eu não disse nada, mas coloquei outro sorriso excitado nos lábios.
“E quando eu fui contigo pro banheiro, e você chorou dizendo que seu cu ardia, pensei que era por ter acordado você com minha rola já dentro do seu rabo naquele dia, mas não fazia sentido… Você já dormia e acordava levando minha pica no rabo. Agora entendi tudo.”
De novo outro sorriso meu, mas dessa vez sussurrei.
“Lembra como você gostou de comer meu rabo todo arregaçado?”
“Que safado você é, cara” ele constatou quase encostando a boca na minha. “Isso é mais sujo que sugerir uma punheta entre irmãos.”
“Mas não é pior que comer o próprio filho no banheiro de um amigo, é?”
Dessa vez era minha a sugestão. Olhei para o cômodo só alguns metros distantes de nós, percebi o barulho da música no ambiente, as vozes altas, prestei atenção na perversão explícita dos olhos do meu pai e tive a certeza de que uma foda bem dada no banheiro seria o melhor jeito de começar a fugir dali.
Coloquei meu pé na pia depois de tirar a calça dentro do lavabo e mandei meu pai colocar a cueca de lado pra conseguir achar a entrada do meu cu com a língua. Bêbado, ele fez a boca dançar na minha pele primeiro com mordidas, algumas chupadas em cada polpa pra me fazer tremer e descontrolar os gemidos, deu mais algumas mordias e finalmente enfiou a língua inteira no meu rabo. Sugou forte, sem frescuras. Tem a manha de chupar o filho. Dali mamou meu pau se encaixando entre minhas coxas quentes. Cada bola na boca, depois a pica inteira. Mama gemendo, é difícil não querer estragar a beleza da sua barba bem feita.
Me comeu me pé contra o espelho, seu rosto quente colado no meu, falando baixinho que:
“Eu sei que gosta quando te pego assim, filho. Você fica lindo tomando pica em pé, todo empinado. Essa carinha de puto me deixa maluco.” Foi assim que aqueles dois te meteram a rola naquele buraco imundo?
“Sua mente pervertida deve imaginar exatamente como fiquei entre aqueles dois monstros, né?”
“Caralho, Dudu… Não alivia a minha barra falar essas coisas. Tô quase esporrando só de pensar no meu molequinho içado entre duas picas pretonas.”
“Então goza rápido pra gente ir embora daqui. Quero te ver botar em mim até esse álcool escorrer da sua pele. Se não me satisfazer, alguém vai cair na pica.”
“Não tô alterado o suficiente pra deixar você querendo mais de mim. Consigo te cansar ainda hoje na nossa cama.”
“Prometa enquanto me leita. Vai, pai. Prometa que vai me cansar enquanto me molha todo no banheiro do seu amigo.”
Ele fez isso. Me melou todo com sua porra que saiu em jatadas desesperadas, pressa de ir embora e se enfiar de novo em mim. O jeito que nós dois rimos dentro do banheiro talvez tenha chegado lá fora nos outros convidados, porque quando saímos o anfitrião nos esperava meio curioso, meio preocupado. Jamais passaria pela cabeça dele o que o amigo tinha aprontado com o próprio filho em pé, encostado na pia, cara pro espelho do lavabo chique.
“Você sabe que uma pessoa se passou quando precisa do filho pra ir mijar e ainda se molha inteiro.” Ele falou encarando meu pai com ar de sarcasmo e divertimento.
Olhei meu pai com a calça melada. Não era mijo, era porra. Como eu diria isso? Eu só gargalhei.
“Ótimo sinal pra ir botar meu velho pra dormir, não acha?” Sugeri.
O amigo dele só concordou. Se soubesse com o quê concordava ou como pai e filho terminaríamos a noite, certamente tiraria aquele sorrisinho sínico da cara e ficaria chocado pelo resto da vida.
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