#Corno #Traições #Voyeur

Raquel não aguentou a pressão do corno e confeçou sua traição

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JB

João continuava parado, os olhos fixos nela, oscilando entre a incredulidade e a dor de ver suas piores suspeitas confirmadas. João revelava a dor da traição, mas tinha algo escondido.

— Foi na quinta-feira, João... mas já vinha acontecendo há algumas semanas — começou ela, com a voz falhando, sem conseguir sustentar o olhar do marido por muito tempo.

— Eu mudei de roupa no banheiro da loja antes de ir para a sala dele. Ele tinha me pedido na véspera que usasse uma calcinha bem indecente. Lembrei daquela calcinha preta de rendas nas laterais que usei pra você na quarta à noite e pensei, ele vai amar essa, também.

— Eu saí de casa com aquele casaco salmão por cima do uniforme para me proteger do frio da rua e com a calcinha azul. Mas logo trocaria pela preta de rendas pelas laterais.

— Quando fechei o caixa, fui ao banheiro. Tirei o uniforme e a calcinha azul, coloquei a preta de rendas nas laterais e vesti apenas o casaco salmão por cima. Eu queria ver a reação dele quando eu abrisse o casaco. Queria me exibir, queria que ele me visse daquele jeito, exclusivamente para ele.

João continuava imóvel, mas o impacto do relato detalhado era visível. Saber que a traição não tinha sido um deslize momentâneo, mas sim algo planejado com tamanha audácia — usando o frio da cidade e as roupas do dia a dia como cenário para o fetiche com o gerente —, transformava a dor da descoberta em algo ainda mais profundo.

João faz menção a calcinha vermelha de lacinho, que tinha desaparecido meses antes, fez o estômago de Raquel revirar. Ela não esperava que João tivesse reparado em tantos detalhes das roupas dela, e a precisão da pergunta a pegou totalmente desarmada.

— A vermelha com o lacinho... — Raquel repetiu em um sussurro, desviando o olhar para o chão, incapaz de encarar a dor e o desprezo nos olhos do marido. — Não... eu não dei de presente para ele.

Ela respirou fundo, sabendo que mentir àquela altura só tornaria tudo pior, e continuou a revelar os bastidores daquela farsa:
— o Elvis tinha comentado que gostava de vermelho, então eu a vesti de manhã, antes de ir trabalhar. Naquele dia, a gente se encontrou durante o horário de almoço, enquanto os outros funcionários tinham saído. Mas o clima estava tenso, a gente estava com pressa e com medo de alguém voltar mais cedo.

— Eu usei para ele...mas não sabia que depois que ele acabou comigo, queria levar uma lembrança daquele momento em que me comeu por inteira. João, quando ele me viu com a calcinha vermelha, ele parecia um animal, me jogou sobre a mesa e afastou a beira da calcinha e chupou minha buceta com muita vontade, parecia que iria me devorar toda e foi o que ele fez, comeu minha buceta por alguns minutos, depois me colocou de costas pra ele, abrindo minha bunda e penetrava fundo meu cu até gozar gostoso, ele não usava camisinha, encheu me rabo de porra.

Raquel ergueu os olhos, trêmula, tentando decifrar o olhar de João. A fúria que ela esperava encontrar nos olhos do marido havia se transformado em um brilho fixo, uma intensidade que ela demorou alguns segundos para compreender. Não era raiva; era o impacto de uma fantasia real e avassaladora que começava a tomar conta dele.

Sentindo essa mudança na energia da sala, Raquel engoliu em seco, a voz ainda baixa, mas agora guiada por essa nova dinâmica, continuou:
— Quando a porta do escritório se trancou... o silêncio lá fora parecia deixar tudo mais nítido — começou ela, dando um passo hesitante na direção dele. — Estava muito frio em Curitiba naquela noite, e eu entrei ainda segurando as bordas do casaco salmão bem fechadas. O Elvis estava sentado na mesa dele, assinando uns papéis. Ele só ergueu os olhos e sorriu, sabendo que eu estava ali com um propósito, revelar o que tinha preparado para ele.

Ela respirou fundo, revivendo a cena sob o olhar atento de João.

— Eu caminhei até o meio da sala, parei bem na frente dele e, sem dizer uma única palavra, abribo casaco. Quando abri os lados, a única coisa que eu tinha por baixo era a calcinha preta com as rendas nas laterais. O contraste da renda escura na minha pele fez ele congelar. Ele largou a caneta na hora. Os olhos dele percorreram o meu corpo devagar, fixando-se exatamente onde o tecido revelava as laterais dos meus quadris.

João deu um passo curto à frente, a respiração visivelmente alterada, focado em cada palavra do relato da esposa.

— Ele se levantou da cadeira de um salto — continuou Raquel, a voz um pouco mais firme, percebendo o efeito que a história causava no marido. — Veio até mim, me pegou pelos ombros e me girou pressionando contra a mesa de trabalho dele. O casaco salmão foi levantado levemente àcima da bunda. Com uma das mãos, ele puxou meu cabelo para trás para morder o meu pescoço, enquanto a outra mão descia firme, tateando a renda da calcinha antes de puxá-la de uma vez só para baixo...A revelação da minha bunda e a rachada da minha buceta provocaram uma reação física imediata em Elvis.

João ouvindo tudo isso, o choque inicial e a dor da traição haviam se misturado completamente, transformando a humilhação em um estímulo avassalador que ele já não conseguia esconder sob o tecido da cueca, seu pau estava pulsando numa mistura de sentimentos, tesão e ciúmes.

Raquel percebeu o olhar do marido descer por um instante e notar o volume evidente. A tensão de ser descoberta deu lugar a uma cumplicidade silenciosa e inesperada no meio daquela confissão.

— Ele não tinha delicadeza, João... — continuou ela, a voz mais baixa e pausada, observando o efeito de suas palavras. — A mesa de madeira do escritório estava fria contra a minha barriga, mas o corpo dele atrás do meu estava queimando. Enquanto ele me segurava firme pelos quadris, a cada movimento eu só conseguia pensar em como aquela situação tinha saído completamente do meu controle. E ele continuava, sem parar, sabendo exatamente o poder que tinha ali dentro.

João deu mais um passo à frente, com a respiração pesada ecoando na sala. A mente dele estava totalmente submersa na imagem da esposa entregue ao gerente.

Continuou, Raquel: ele se inclinou e com as duas mãos abriu a minha bunda. Eu olhava pra trás e via ele admirando minha bunda e buceta antes de beijar e chupar minha buceta e meu cuzinho ao mesmo tempo. Eu perdida nos meus desejos, pedi ao Elvis que queria ver sua penetração. Ele, atrás de mim, esfregava sua rola grande e grossa na minha buceta. Senti quando sua pica deslizou todinha dentro, me deixando toda preenchida. Ele socou muito forte na minha buceta deixando me louca de tesão, quando estava quase gozando, ele tira o pau da minha buceta e soca com força no meu cu, sinto meu cu rasgando e ao mesmo tempo sinto um calor tomando conta do meu corpo. Gostava de ser fodida daquele jeito. O homem atrás de mim, parecendo um cavalo no cio atrás de sua potranca. Não parava de bombar sua rola no meu cu, não cansava de meter com força no meu rabo. Era muito bom ser dominada daquela forma. Não aguentei mais o prazer que sentia, dei um grito anunciando meu orgasmo. Elvis, logo em seguida urrando goza dentro do meu cu, enchendo minha bunda de porra.

Raquel olha na direção do marido que já estava massageando o pau ao ouvir com detalhes o que o amante fez com ela. João gozou gostoso...

João soltou o ar com força contra o pescoço de Raquel, a mente completamente dominada pela imagem do gerente comandando aquele corpo. A urgência inicial deu lugar a um pensamento ainda mais audacioso e perturbador que começou a tomar forma enquanto ele a segurava firme contra o sofá. Ele percebeu que apenas imaginar ou tentar replicar o que aconteceu na loja já não era suficiente; ele queria a realidade ali, na sua frente.

Ele inclinou a cabeça, colando os lábios no ouvido de Raquel, sem soltar a pegada firme em seus quadris.

— Você disse que ele te dominou de um jeito que eu nunca consegui, não foi? — a voz de João saiu baixa, trêmula pela excitação e pela quebra definitiva de qualquer limite. — Então nós vamos resolver isso. Eu quero ver. Quero ver o Elvis fazendo exatamente isso com você, mas aqui, na nossa cama. Na minha frente.

Raquel soltou um suspiro sufocado, virando o rosto de leve, sem saber se o marido estava delirando ou falando sério.

— João... o que você está dizendo? — ela sussurrou, o coração batendo descompassado.

— Eu quero ele aqui, Raquel. Quero o seu chefe dividindo você comigo nesta casa — João continuou, a voz firme, os olhos brilhando com uma obsessão completamente nova. — Você vai ligar para ele. Vai dizer que eu sei de tudo, mas que em vez de brigar, eu quero assistir ele te possuir vestindo aquele casaco salmão e a calcinha de renda preta. Quero ver ele te devorando.

— Liga para o Elvis agora, Raquel. Diz para ele vir terminar o que começou na loja, só que agora, com o seu marido olhando cada detalhe. Raquel com um sorriso safado, obedeceu.

Não demorou muito tempo, o som da campainha ecoou pelo apartamento, quebrando o silêncio tenso que havia se instalado na sala. João e Raquel se entreolharam. O nervosismo dela era evidente, as mãos ainda frias, enquanto João exibia uma calma eletrizante, o olhar fixo na porta. Quando ele abriu, Elvis estava parado na entrada, vestindo um sobretudo escuro por causa do frio de Curitiba, com uma expressão que misturava desconfiança e uma curiosidade audaciosa.

— Entra, Elvis — disse João, com a voz firme, estendendo a mão para o gerente. — Não precisa ficar tenso. A Raquel me contou tudo sobre os bastidores da loja. E, como você pode ver, eu não estou aqui para brigar.

Elvis apertou a mão de João, avaliando a situação rapidamente. Ele olhou para Raquel, que estava no centro da sala vestindo apenas o casaco salmão, exatamente como no dia do escritório. O gerente sorriu de canto, percebendo que o jogo ali era real e consensual.

— Se é assim... é um prazer, João — respondeu Elvis, tirando o sobretudo e jogando-o sobre uma cadeira, revelando a postura confiante de quem sabia o efeito que causava. — A sua esposa é uma mulher fascinante.

João não perdeu tempo. O volume na sua calça deixava claro o tamanho do seu desejo.

— Chega de conversa. Mostra para mim o que você faz com ela quando a porta da sua sala se fecha.

Elvis caminhou até Raquel. Sem pressa, ele abriu o casaco salmão dela, revelando que, por baixo, ela usava apenas a calcinha preta com rendas nas laterais que João tanto havia imaginado. João se acomodou na poltrona em frente, os olhos arregalados, a mão descendo imediatamente para dentro da própria calça, começando a se masturbar enquanto assistia à cena.

Elvis puxou Raquel pela cintura, colando o corpo dela ao seu, e começou a beijá-la no pescoço com força, exatamente como no relato. Com um movimento rápido, ele a girou de costas para João e a empurrou contra a mesa de centro da sala. Raquel apoiou as mãos na madeira fria, arrebitando o corpo, mostrando sua bunda.

Sob o olhar atento e fixo de João, Elvis segurou as duas laterais da calcinha de renda e a rasgou para baixo, expondo completamente a bunda de Raquel. O gerente desceu os lábios por suas costas, mordendo e beijando a pele até alcançar a bunda e buceta dela, chupando-a com vontade enquanto Raquel gemia alto, o som ecoando pelo ambiente e acelerando os movimentos de João na própria rola, assentado na poltrona.

— Olha para o seu marido, Raquel — comandou Elvis, puxando o cabelo dela para trás para erguer seu rosto.

— Ela tem uma boca excelente, João. Você já sabe disso, mas precisa ver como ela faz no escritório — disse Elvis, com um sorriso seguro.

Raquel entendeu o comando. Sem hesitar, ela se aproximou de joelhos, estendendo as mãos para segurar firme as coxas de Elvis. O casaco salmão continuava aberto, caído pelos seus ombros, revelando o contraste de sua pele no ambiente iluminado da sala. Ela ergueu os olhos por um segundo para encarar o marido, buscando a aprovação dele, e encontrou apenas um desejo ardente e focado.

Sob o olhar atento de João, que se inclinou para a frente na poltrona para não perder nenhum detalhe, Raquel foi engolindo o membro mais profundamente. A boca dela trabalhava com vontade, subindo e descendo por toda a extensão da rola de Elvis, enquanto o som úmido do boquete preenchia o silêncio da sala. A cada movimento mais profundo, as bochechas de Raquel se contraíam, demonstrando a entrega total àquela humilhação consentida que tanto excitava o marido.

Raquel sustentava o ritmo, os olhos lacrimejando levemente pelo esforço, mas mantendo o foco em satisfazer o amante bem diante do homem com quem era casada, transformando a sala no cenário definitivo daquela fantasia.

A atmosfera na sala havia atingido um ponto de não retorno. O suor brilhava na pele sob a luz suave do ambiente, e o frio de Curitiba que batia contra as janelas parecia pertencer a outro mundo. Raquel, com a respiração completamente descompassada e o olhar nublado pelo excesso de estímulos, levantou-se devagar do chão, deixando o casaco salmão escorregar de vez pelos braços.

Ela olhou para João e depois para Elvis. O controle racional havia sumido, substituído por uma urgência absoluta de levar aquela fantasia até o limite máximo.

— No quarto... — a voz de Raquel saiu como um sussurro sibilante, mas carregado de autoridade. — Eu quero os dois na nossa cama. Agora.

João levantou-se da poltrona imediatamente, o corpo tenso pela expectativa do que estava por vir. Elvis deu um sorriso curto, impressionado com a audácia e a entrega da mulher, e seguiu o casal pelo corredor estreito até o quarto.

A cama de casal no centro do cômodo tornou-se o palco final. Raquel subiu primeiro, posicionando-se de joelhos no colchão, com o corpo arqueado e os olhos fixos na entrada. A calcinha preta de renda, agora rasgada, emoldurava seus quadris.

— João, na frente... Elvis, por trás — comandou ela, a voz trêmula de excitação. — Me possuam com força. Os dois ao mesmo tempo.

Os dois homens se aproximaram da cama sem hesitação. João se posicionou de joelhos na cabeceira, de frente para a esposa. Raquel ergueu o tronco, segurando o membro ereto do marido e guiando-o diretamente para a sua boca, começando a chupá-lo com um vigor desesperado, os olhos fixos nos dele.

Ao mesmo tempo, Elvis subiu na cama logo atrás dela. Ele segurou os quadris de Raquel com as duas mãos, cravando os dedos na pele macia, e alinhou seu membro grosso e ainda rígido na intimidade úmida dela. Com um impulso firme e resoluto, o gerente a penetrou por trás por inteiro.

O impacto duplo fez Raquel soltar um gemido abafado contra o membro de João. O ritmo que se seguiu foi intenso e puramente animal. Por trás, Elvis ditava um compasso violento, fazendo o corpo de Raquel avançar a cada estocada, enquanto na frente, João segurava a cabeça da esposa, controlando o movimento da boca dela, sentindo o calor e a pressão a cada investida do outro homem.

A mecânica do ato era perfeita e avassaladora: a sincronia dos dois corpos masculinos dominando Raquel por todos os ângulos possíveis. O som dos corpos se chocando e os gemidos ecoavam pelo quarto abafado. João assistia, de cima, o rosto da esposa se contrair de puro prazer e submissão enquanto o chefe dela a preenchia por trás.

A exaustão e o desejo se fundiram. Sentindo o ápice coletivo chegar, Elvis puxou Raquel um pouco mais para trás, intensificando a profundidade dos golpes, enquanto João acelerou o ritmo na boca dela. Com gemidos os dois homens atingiram o limite juntos. Elvis descarregou seu sêmen profundamente dentro dela por trás, enquanto João, retirando-se no último segundo, gozou fartamente no rosto e nos lábios de Raquel, selando definitivamente aquela noite de entrega absoluta no quarto do casal.

Comentários (4)

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  • Rita: Isso é super excitante, o amante fixo, o marido corno e a mulher tirando proveito disso e jogando com os dois para seu prazer e prazer deles. Adoro!

    Responder↴ • uid:8ihimnxmg3a
  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Wass: Super Excitante

    Responder↴ • uid:1en67yxrs313
  • Tuga tarado: O marido e o amante da puta, um desejo que tenho com minha mulher mas que ainda não aconteceu, ela ainda não me revelou ter um amante, mas ambos temos a fantasia e em muitas fodas falamos dela e desse louco desejo de ambos. Eu acho que ela tem um amante, o diretor dela, mas ela ainda não teve a coragem em o confessar, mas as calcinhas diárias, sujas de tesao, dizem-me que tem e isso deixa-me doido pensar, acreditar que tem.

    Responder↴ • uid:b9408ou4fyk