Meu primeiro abuso
Me chamo Gael. Tenho 25 anos agora, mas essa história é de quando eu tinha acabado de fazer 14.
Eu sempre fui afeminado. Cabelo cacheado até os ombros, voz fina, cintura estreita e uma bunda grande demais pro meu corpo. Meu pau mole parecia um grelinho, mas duro chegava a 22 cm. Na época eu tinha o famoso corpo de violão, moreno cor de jambu. Nunca tinha enfiado nada no cuzinho, apesar de amar ver porno gay e de trans. Eu me imaginava exatamente no lugar daquelas putinhas sendo usadas.
Pedro, meu irmão mais velho, já dizia que era pra ter vindo uma mulher. Que se eu fosse menina ele ia fazer questão de me transformar na puta dele. E fazia questão de me lembrar disso quase todo dia. O filho da puta sentia tesão no meu corpo. Meu pai falava a mesma coisa: que era pra eu ter vindo menina, que assim teria dois machos pra satisfazer as mulheres de casa. Na época eu custei a acreditar, mas o fdp queria que eu fosse menininha só pra me comer igual ele comia minha mãe.
Mas o que interessa aqui é o outro Pedro. Amigo de infância do meu irmão Carlos. Tinha 25 anos, já era formado, tinha namorada, mas vivia na nossa casa. Sempre que me via, lambia os lábios e apertava o pau por cima da bermuda. No começo eu achava que era brincadeira. Depois comecei a reparar que ele me elogiava demais. Se eu fazia a comida, ele falava que tava uma delícia. Se eu tava arrumado, falava que eu tava um gato. Mas eu sabia exatamente pra onde ele olhava: minha bunda, que sempre marcava nas calças coladas. E confesso que isso me deixava alegre e excitado. Eu via nos olhos dele o desejo reprimido de me foder.
Num belo dia teve churrasco em casa. Todo mundo na piscina. Pedro tava lá com a namorada, Angélica. Uma doce de pessoa. Ficamos conversando mais afastados dos meninos. Carlos passou e soltou:
— Olha a conversa de menina…
Eu xinguei ele, todo mundo riu. Angélica não. Continuou como se nada tivesse acontecido. Conversamos por horas até ela perguntar:
— Você já ficou com alguma garota?
Fiquei sem jeito.
— Não… ainda não. E não tenho tanto interesse assim.
— E com homem?
— Também não.
— E sua sexualidade?
— Ainda não sei… — ri meio constrangido.
Acabei confessando que gostava de porno gay e de trans. Que me imaginava como aquelas garotas sendo usadas e abusadas por vários homens, várias picas.
Ela riu e falou baixo:
— Se você virar uma mulherzinha, vai ser difícil competir com você. Olha esse corpão que você tem… me dá inveja. E outra: eu faço questão de te levar numa suruba só pra ver esse rabão sendo abusado por vários desconhecidos. Eu mesma, quando brigo com o idiota do Pedro, saio pra ser estuprada a noite toda por vários caras. Uma rola maior que a outra. Deixo eles me foderem sem camisinha, me enchendo de leite. Depois corro pra casa do Pedro e mando ele chupar tudo, falando que tô molhada de tesão por ele. O corno nem imagina o que aconteceu comigo.
Eu ri, mas fiquei pensando. Comecei a perguntar como era. Ela me contou como perdeu a virgindade: num churrasco, o amigo do irmão dela aproveitou que todo mundo tava bêbado e comeu ela na cama dela.
Na hora meu cuzinho piscou. E eu lembrei do Pedro.
O churrasco continuou, todo mundo bebendo. Eu tomei alguns goles com Angélica, nada demais. Depois ela teve um contratempo e precisou ir embora. Fiquei mais na minha. Meus pais já iam sair. Ficou só eu, Carlos e Pedro. Quando os pais não estavam, Carlos me deixava beber. Fiz um drink de gin e fiquei conversando perto deles.
Por volta das 18h Carlos já estava bêbado pra caralho. Eu e Pedro colocamos ele no quarto. Eu falei que ia tomar banho porque ia sair. Antes tomei uma última dose com Pedro. Viramos dois shots de uma vez. Fui pro banheiro meio tonto.
Demorei no banho. Fiquei lembrando de tudo que a Angélica tinha falado: a suruba, os estranhos, como ela voltava destruída. Lembrei da foto do cuzinho dela que ela tinha me mostrado. Meu cu piscou e me deu vontade de passar o dedo pela primeira vez. Meu pau tava extremamente duro, parecia que ia explodir.
Passei o dedinho no cuzinho. Ele piscava sem parar, bem quente. Fui colocando a pontinha. Quase gritei de tesão. Empinei e fui enfiando aos poucos. Depois, atrasado, fui me arrumar.
Meu quarto tem um espelho em frente à cama. Não aguentei. Me coloquei de quatro bem empinado, imaginando alguém me comendo naquela posição. Depois fiquei de frango assado, segurando as pernas na altura dos ombros, abrindo bem o cuzinho roxinho que piscava sozinho. Que cena linda. Me sentia uma atriz pornô esperando o macho pra foder a noite toda.
Foi aí que o inimaginável aconteceu.
Pedro abriu a porta me chamando e me pegou exatamente naquela posição: todo aberto, todo arreganhado.
Eu achei que tinha trancado a porta. Estava meio bêbado e esqueci.
Dei um pulo da cama e tentei me vestir. Ele entrou, trancou a porta, tirou a chave e veio em minha direção.
— Eu sabia que tu era uma mulherzinha… que delícia de cuzinho, hein. Deixa eu ver mais.
— Não. Sai do meu quarto.
— Aposto que já levou muita vara nesse cu pra estar naquela posição.
— Não. Nunca levei nada. Só… deu curiosidade.
Ele sorriu de canto.
— Então prova que nunca levou pica. Eu saio e te deixo em paz. Não falo pra ninguém.
— Vou provar como?
— Simples. Fica na mesma posição que estava. Eu vou avaliar se ainda é virgem igual você tá falando. Se for, eu não falo pra ninguém e paro de te zoar. Se não for… deixa eu te comer e vira minha putinha. Aí, temos um trato?
Apesar do cuzinho estar piscando, louco pra aceitar, eu disse:
— Não. Me deixa em paz e sai do meu quarto.
Me virei de costas pra me vestir. Foi quando ele me agarrou por trás e tampou minha boca. Pedro e meu irmão faziam jiu-jitsu desde pequenos. Ele me imobilizou fácil pra caralho.
Falou no meu ouvido, bem baixo:
— Eu não te estuprei até hoje porque tu é irmão do meu melhor amigo. Mas hoje você não escapa. Tem anos que eu tô de olho em você e querendo esse cuzinho. Então ou você coopera… ou eu te machuco muito. Mas que esse cuzinho vai ser meu, ele vai ser.
Eu estava em desvantagem três vezes: ele era mais velho, mais forte e ainda lutava. Como eu não queria apanhar, parei de me debater. Comecei a aceitar meu destino, lembrando do que Angélica tinha falado: que era gostoso.
Pedro me obrigou a ficar de joelhos e tirou o pau. Uma cobra branca de 23 cm, bem grossa. Minha mão quase não fechava. Quando eu vi aquilo, deu um frio na barriga. Só de pensar que aquela coisa ia entrar em mim bateu um desespero. Tentei correr pra porta e gritei chamando meu irmão.
Sem sucesso. Carlos estava bêbado demais pra ouvir. Meus pais estavam longe.
Não tinha jeito. Eu ia ser estuprado por aquele monstro branco de 23 cm.
Pedro me jogou no chão, pegou o pau e tentou enfiar na minha boca.
— Abre essa boca, seu viadinho. Abre essa boca antes que eu te bata.
Eu não abri. Ele me deu o primeiro tapa em cheio na cara. Doeu pra caralho. Eu ainda não abria. Ele deu mais três tapas, um de cada lado, segurando minha cabeça com a outra mão.
Eu abri.
Ele enfiou tudo de uma vez na minha garganta. Como ele me segurava, eu nem conseguia me afastar pra respirar. Começou um vai e vem pesado, sempre ameaçando:
— Se você colocar o dente no meio eu te bato muito mais.
Eu estava sem ar, querendo vomitar. A baba escorria pelo queixo, descia pelo pescoço e fazia uma poça embaixo de mim. Meu pau a essa altura estava explodindo de tão duro. Olhos cheios de lágrimas. E no fundo… no fundo eu estava gostando.
Meu cuzinho não parava de piscar. Parecia que meu corpo queria aquilo.
Perdi a conta de quantos minutos fiquei ali com aquela coisa na garganta. Minha garganta já não oferecia resistência. Já estava acostumando. Quando ele tirava eu sentia um vazio, seguido de uma ardência que só aliviava quando ele enfiava de novo.
Depois de usar minha garganta do jeito que quis, ele tirou, cuspiu na minha boca e mandou engolir. Obedeci.
Me levantou, me jogou de costas na cama e me puxou pra ponta. Caiu de boca no meu pau. Primeira vez que alguém me chupava. Foi uma das melhores coisas da minha vida. Ele engolia com vontade, babando bastante. Eu sentia a baba escorrendo pelo saco e descendo pro cuzinho, que a essa altura piscava sem parar.
Ele foi descendo, colocou meus ovos na boca e depois desceu pro meu cu. Começou a chupar. Eu já estava revirando os olhos, segurando pra não gemer. Não queria me entregar. Não queria mostrar que estava sentindo prazer. Ele enfiava a língua e depois o dedo aos poucos. Eu sentia meu cuzinho cedendo, abrindo. E com isso veio o tesão. Eu queria gritar. Queria gemer. Mas não podia demonstrar.
Depois de chupar horrores meu cu, ele falou:
— Agora tá na hora de você virar mulherzinha de verdade. Vou fazer esse cuzinho virar uma bucetinha.
Encostou o pauzão na entrada, deu uma cuspida e enfiou de uma vez.
Eu gritei horrores. Vi estrelas. Tentei sair, mas ele estava segurando minhas pernas. Comecei a chorar. Ele ria:
— Isso, putinha. Chora com 23 cm cravado no cuzinho. Eu te falei que ia te estuprar. Aguenta que tá apenas começando a nossa noite.
Pedro começou um vai e vem frenético, me xingando de tudo quanto é nome e batendo no meu saco. Meu pau, que estava extremamente duro, amoleceu e ficou pequenininho. Isso deixou ele ainda mais excitado pra me chamar de putinha, pra falar que eu já estava virando mulherzinha.
Ele me comeu uns quarenta minutos de frango assado. Depois de uns vinte minutos meu cu já tinha acostumado e eu estava começando a gostar. Não doía mais. Estava ficando gostoso. Eu sentia ele enfiar bem fundo, parecia que ia me rasgar por dentro… mas estava bom.
Ele me colocou de quatro, dando tapas na bunda e enfiando com tudo. De novo vi estrelas e senti uma pontada, mas já estava menos dolorido e mais prazeroso. Me fodeu por um bom tempo de quatro. Metia com força, sem dó, sem parar. Parecia uma máquina. Sempre urrando alto, me xingando, me batendo bastante na bunda, deixando roxa e dolorida.
Não satisfeito, me pegou e me levou pra sala.
— Vou te arrombar bem aqui. Se alguém chegar, vai te ver sendo enrabado e vai ver a putinha que você é.
Começou me fodendo em pé. Cravava o pau tão fundo que chegava a me levantar do chão. Eu via estrelas e não parava de babar. Meu pau já estava escorrendo de tanto que babava.
Ele enfiou tanto e tão fundo que eu tive meu primeiro orgasmo dando o cu. Meu pau começou a mijar sem eu estar com vontade, sem eu querer. Eu tinha perdido o controle do corpo. Meu cuzinho piscava e tentava expulsar a pica dele, mas ele metia cada vez mais forte e fundo, aumentando meu orgasmo.
Eu não conseguia ficar em pé. As pernas estavam extremamente bambas. Meu corpo não respondia. Só sabia ter orgasmo. Pedro tirou o pau e me soltou. Sem força nenhuma eu caí de quatro no chão. Ele aproveitou e cravou de novo. Ficou ali por horas.
Até que finalmente falou que ia gozar.
Eu já não sentia mais o corpo. Garganta ardendo. Cu tão arrombado que nem sentia quase nada. Tinha deixado uma poça de mijo, baba e suor no tapete.
Pedro me mandou ficar de joelhos.
— Vou gozar na sua boca.
Eu obedeci. Ele voltou a enfiar fundo na minha garganta, tirando e enfiando com força e rapidez. Quando eu menos esperei ele começou a gozar no fundo da garganta e foi tirando o pau, me enchendo de leite. Gozou muito. Encheu minha boca e meu rosto.
Eu queria cuspir. Ele mandou:
— Deixa na boca. Abre.
Eu abri. Ele cuspiu mais. Fechei os olhos pra não cair dentro. Quando consegui abrir, ele estava gravando. Eu de joelhos, todo suado, boca e rosto cheios de porra.
— Engole. Limpa a porra do rosto e engole também.
Fiz tudinho olhando pra câmera. Ele ainda me obrigou a falar:
— Eu sou a putinha do Pedro.
Depois disso eu fui pro meu quarto tomar banho. Fiquei uma hora no chuveiro tentando me recuperar. Me joguei na cama ainda pelado. Meu cuzinho estava extremamente vermelho e arrombado. Mesmo fazendo força ele não fechava. Olhei no espelho e não acreditei. Meu corpo todo doía. Meu pau estava extremamente sensível dos tapas. Eu tinha gozado enquanto ele me arrombava e batia no saco.
Eu estava destruído.
Aquele foi o primeiro dos vários estupros que eu sofri na vida.
E eu não me arrependo nem um pouco de nenhum. Se eu soubesse que isso ia me ajudar a ser quem eu sou… tinha procurado muito mais meios de ser estuprado.
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