A cueca do meu sobrinho
O dia que encontrei a cueca do meu sobrinho.
(versão gay e sem frescura)
Ele tinha ido tomar banho e deixado a cueca em cima da cama. Uma boxer preta, meio amassada, jogada ali como quem não dá importância. Eu entrei no quarto pra deixar uma toalha limpa e o cheiro me pegou antes dos olhos.
Peguei a cueca.
Ainda estava morna de corpo. Levantei até o rosto e respirei fundo, sem vergonha nenhuma. Aquele cheiro de moleque no fim da adolescência, testosterona e suor acumulado, me subiu pela cabeça inteira. Eu tinha trinta e poucos, já tinha fodido bastante na vida, mas ali virei menino de novo.
O elástico tinha aquele amarelado de urina seca. A parte da frente, o tecido endurecido de sebo, aquele grude branco e salgado que ele não lava direito porque tem dezessete anos e acha que cueca se troca uma vez por semana. Passei o dedo na costura e senti a crosta fininha. Enfiei o nariz bem no ponto onde a cabeça da rola dele repousa, o vão da boxer que fica exatamente em cima da glande, e aspirei fundo. Cheiro de mijo velho, de sebo, de saco. Fiquei tonto.
E então vi os pentelhos.
Uns quantos, escuros, enrolados, presos na malha. Peguei um entre o indicador e o polegar, girei, examinei. Aí levei à boca e passei na língua. Salgado. Gosto de pele e de cu e de alguma coisa mais funda. Mastiguei o fiozinho devagar, com o coração batendo, e senti minha rola endurecer dentro da bermuda só de estar com a cueca de outro na boca.
O chuveiro ainda corria. Ele ia demorar.
Me sentei na beira da cama com o pano amassado no colo. A abertura da boxer ainda guardava o formato do que ele tem entre as pernas — não era grande coisa, era um volume honesto de moleque, mas era o volume dele. Passei o dedo por dentro, tateando o vazio, imaginando o peso na mão, o calor, o cheiro de perto. Já tinha a minha mão por dentro da bermuda quando ele apareceu.
Ele saiu do banho com a toalha na cintura, cabelo molhado, gota escorrendo pelo peito magro. Olhou pra minha mão na bermuda. Olhou pra cueca suja na minha outra mão. Riu sem graça.
— Tava cheirando minha cueca, tio?
— Tava. E tava de pau duro por causa dela.
Ele ficou vermelho até a raiz do cabelo. Deu um passo, a toalha escorregou, ele segurou com a mão na frente — mas não antes de eu ver. A rola dele subiu dura, meio torta pra cima, a cabeça pra fora do prepúcio, com aquele brilho de quem acabou de sair do banho. Dezessete anos e já com aquele tamanho. Saco cheio e caído, pentelho preto subindo pela barriga até o umbigo.
— Tio… cê já ficou com homem?
— Já. Muito.
— E como é?
Não esperei ele perguntar mais. Cheguei perto, tirei a toalha da mão dele e deixei cair no chão. Ele ficou parado, nu, com a rola apontando pra mim. Ajoelhei na frente dele.
— Vem cá.
Passei a língua de baixo pra cima no pau dele, da base até a cabeça, devagar. Ele gemeu e segurou meu cabelo. A pele era lisa, quente, com aquele gosto de sabonete por cima e de moleque por baixo. Abri a boca e engoli até o fundo, sentindo a cabeça dele bater na minha garganta. Ele empurrou o quadril, sem jeito, e quase me engasgou. Ri com a boca cheia.
— Calma, garoto.
— Desculpa — ele disse, sem fôlego.
Chupei devagar, com a mão na base, a outra apertando o saco dele. Puxei o prepúcio pra trás e passei a língua na coroa da glande, naquele vão onde junta sebo, e ele arrepiou inteiro. Aí enfiei o nariz no pentelho dele e cheirei fundo, igual tinha feito com a cueca, e ele riu, e gemeu, e empurrou de novo.
— Tio, se cê continuar assim eu vou gozar.
— Goza na minha boca.
Ele tentou avisar, tentou falar, mas veio. Jorrou quente na minha língua, moleque goza rápido e muito, e eu engoli tudo enquanto ele tremia e apertava meu ombro como quem vai cair. Quando terminei, limpei a ponta com a língua e olhei pra ele de baixo.
Ele estava sem ar, suado de novo, com o pau ainda meio duro escorrendo.
— Foi… foi melhor que bater punheta — ele disse.
— Muito melhor.
Aí ele olhou pra minha bermuda, pra minha rola ainda dura marcando o pano, e engoliu seco.
— E a sua? Quero ver a sua.
Levantei e tirei a bermuda de uma vez, a cueca junto. Minha rola saltou dura, batendo na barriga, já melada na ponta. Ele olhou, olhou muito, com aquela cara de quem viu o que imaginava e mais um pouco.
— Tio… tá grande.
— Ajoelha.
Ele se ajoelhou no chão frio, com a bunda em cima dos calcanhares, e abriu a boca sem eu pedir duas vezes. Coloquei a mão na nuca dele e empurrei devagar, ensinando o ritmo. Ele chupou com vontade, babou, se atrapalhou, apertou os olhos quando a cabeça bateu na garganta, e mesmo assim não parou. Aquele esforço de moleque querendo agradar, com a mão apertando minha coxa e a outra tateando meu saco, me deixou louco.
— Abre mais — mandei. — Usa a língua.
Ele obedeceu. Baixou até a base, me engoliu até o fundo, e ficou lá, parado, com o nariz no meu pentelho, respirando. Olhou pra cima pra mim com aqueles olhos de quem tá aprendendo. E eu quase gozei ali, só de ver.
— Levanta — falei. — Deita na cama.
Ele deitou de barriga pra cima, pernas meio abertas, rola já de novo dura e escorrendo. Subi em cima dele e encostei a minha na dele, as duas juntas, e comecei a esfregar devagar, pele com pele, o sebo de um melando o outro. Ele gemeu e segurou meu quadril.
— Tio, e agora?
— Agora eu vou te comer.
Peguei o creme da mesinha, passei nos dedos e enfiei um no cu dele. Ele travou, respirou fundo, e depois relaxou. Enfiei dois, mexi, procurei, e quando acertei aquele ponto ele deu um pulo na cama e gemeu alto.
— Aí! — ele gritou. — Aí de novo.
Brinquei mais um pouco só pra ouvir ele gemer. Aí tirei os dedos, passei creme na minha rola, encostei a cabeça na entrada dele e empurrei devagar. Ele abriu a boca, apertou os olhos, segurou meu braço. Entrei até o fundo num movimento só e fiquei parado lá dentro, sentindo o cu dele apertar em volta, quente e apertado de moleque.
— Respira — falei, e ele respirou.
Aí comecei a meter. Devagar primeiro, depois firme, depois fundo. Ele foi se soltando, foi gemendo mais alto, foi levantando o quadril pra receber. A cama batia na parede. O quarto cheirava a suor e a sexo. E ele, todo arrepiado, com o pau batendo na barriga a cada estocada, começou a gemer meu nome.
— Tio… tio… não para.
— Não vou parar.
Meti mais forte. Peguei as duas pernas dele, joguei por cima do meu ombro e enfiei até o talo, no ângulo que acerta aquela bola por dentro. Ele gritou e se agarrou no lençol. Não demorou, ele gozou de novo, sem nem tocar no pau, jorrando na própria barriga, o cu apertando o meu tão forte que me puxou junto. Gozei fundo dentro dele, empurrando até o último, com a mão cravada na cintura dele.
Fiquei parado ali, respirando, suado, com ele ainda aberto embaixo de mim.
— Tio… — ele disse, depois de um tempo, ainda sem ar.
— Fala.
— Acho que agora eu vou ter que lavar essa cueca.
— Não precisa — eu falei. — Amanhã eu cheiro de novo.
E ele riu, e ficou ali, com a perna enroscada na minha, e a cueca preta jogada no chão, ainda cheirando a ele.
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