Pecados de Grávida 5
Acordei no meio da madrugada com sede. A barriga pesada pedia cuidados. Estiquei a mão para o lado e senti a cama vazia. Caio não estava na cama.
Levantei devagar e saí do quarto. O corredor estava escuro. Fui em direção à cozinha, mas ao passar pela porta do quarto de Camila percebi que estava entreaberta. Uma luz baixa.
Parei. Ouvi a cama rangendo em ritmo constante e um gemido abafado.
Cheguei mais perto e olhei.
Camila estava por cima do pai. Usava só uma camisola fina, que estava até a cintura. Caio sentado na cama, as costas apoiadas na parede, segurava os quadris dela e a ajudava a subir e descer. Ela cavalgava devagar, os seios pequenos balançando por baixo do tecido fino. O rosto dela estava virado para o lado, os olhos semicerrados, a boca entreaberta.
Eu senti o coração disparar. O nojo dessa vez não veio, e sim aquele calor familiar entre as pernas.
Caio desceu as mãos pela cintura dela até a bunda. Apertou a bunda dela com força e a abriu. Foi nesse momento que eu vi com clareza: o pau dele entrando e saindo da bucetinha da nossa filha. Melado, brilhando, desaparecendo dentro dela a cada vez que ela descia.
Aproximei mais o corpo da parede e coloquei a mão por dentro da minha calcinha. Estava encharcada. Comecei a esfregar meu grelo em movimentos lentos enquanto assistia. Com a outra mão coloquei meu peito para fora e apertei o mamilo, já duro e sensível por causa da gravidez.
Camila gemia um pouco mais alto agora, o ritmo ficando mais rápido. Caio segurava a bunda dela com força, abrindo e fechando, guiando o vaivém. O barulho molhado da buceta dela engolindo o pau do pai enchia o quarto.
Senti o orgasmo se aproximando. Meus dedos apertavam meu grelo, o polegar apertava meu mamilo com força. As pernas tremiam.
Caio soltou um gemido rouco e tentou levantar o quadril para tirar o pau de dentro dela.
— Sai… vou gozar…
Camila não deixou. Apertou as coxas contra os lados do corpo dele, desceu até o fundo e ficou ali, rebolando só a bunda.
— Goza dentro, pai…
Caio ainda tentou recuar uma vez, mas ela cravou as unhas nos ombros dele e continuou rebolando. Ele cedeu. Segurou a bunda dela com força e gozou. Vi o corpo dele tremer, os quadris subindo contra ela enquanto descarregava tudo dentro da filha.
Eu gozei junto. O líquido escorreu quente pelos meus dedos e pela parte interna da coxa. A barriga se contraiu forte, o bebê se mexeu, e mesmo assim eu continuei esfregando até a última onda passar.
Camila ainda estava em cima dele, ofegante, a camisola grudada no corpo suado. Caio acariciava as costas dela em silêncio, ainda com o pau dentro dela.
Eu me afastei devagar, voltei para o quarto e fechei a porta com cuidado. Deitei de lado, a mão ainda úmida entre as pernas, o coração batendo na garganta, pensando no que tinha visto.
Não fazia ideia de que, alguns metros atrás de mim, no corredor escuro, meu irmão tinha visto tudo do quarto.
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