O Entregador de Gelo
Oii gente, aqui é a Jade de novo! Vocês já sabem que eu ajudo a minha avó no bar em Manaus e que eu adoro um perigo. Depois do caminhoneiro e do Seu Valdo, eu achei que já tinha visto de tudo, mas o calor de Manaus tá me reservando surpresas novas.
Numa quinta-feira à tarde, o sol tava de rachar e o freezer de bebidas do bar tinha dado uma pane. A avó mandou eu ligar pra distribuidora de gelo pra comprar umas barras e salvar a cerveja. Não demorou muito e um caminhãozinho parou na porta.
Desceu um cara que eu nunca tinha visto. Ele era forte, moreno, suado do trabalho, com a camisa aberta e os braços grossos. Devia ter uns 50 e poucos anos. Ele começou a descarregar as barras de gelo e eu fiquei na porta do bar olhando.
Eu estava com um dos meus shortinho de sempre, aquele que a metade da bunda fica de fora, e uma regata fininha, sem sutiã e sem calcinha. O cara não tirava os olhos de mim. Ele carregou as barras pro depósito, e eu fui atrás pra mostrar onde ele deveria deixar.
Pode colocar ali no canto, moço – eu falei, me inclinando pra apontar.
Ele colocou as barras no chão, se levantou, passou a mão no suor da testa e me olhou de cima a baixo.
Você é a neta da dona Marlene, né? – ele perguntou, com a voz grossa.
Sou eu mesma. E o senhor é novo por aqui...
Sou o irmão do dono da distribuidora. Vim ajudar na entrega hoje. E tô achando que o calor tá fazendo eu ver coisas... ele falou, olhando pro meu short.
Eu ri, me aproximei e falei:
O senhor tá com calor? Quer beber uma água?
Ele não respondeu. Só deu dois passos, me encurralou contra a prateleira do depósito e me beijou com força. Ele tinha gosto de suor e de homem que trabalha no sol. Ele passou a mão na minha bunda, sentiu que eu não tinha calcinha e falou no meu ouvido:
Sua putinha safada... a buceta mais apertada que eu vou comer hoje, vadia.
Ele me levantou, me colocou em cima do freezer que ficava no fundo do depósito (aquele que ainda tava funcionando) e abaixou meu short. Ele tirou o pau pra fora, que já estava duro, e enfiou em mim de uma vez. Eu gritei e ele tapou a minha boca com a mão.
Cala a boca, sua vadia. Se a sua avó vier aqui, ela vai ver a netinha dando pro entregador de gelo.
Ele me virou de bruços em cima do freezer, me deixando de quatro, e meteu com força. O barulho da pele batendo com pele se misturava com o barulho do motor do caminhão lá fora. Ele segurava a minha cintura, batia na minha bunda e gemia.
Porra, como essa buceta é apertada! ele falava, metendo fundo. Parece que tá me sugando, sua cadela!
Ele meteu mais rápido, mais forte, até dar um urro e gozar dentro de mim, escorrendo pelas minhas pernas. Ele se afastou, se limpou com a camisa e falou:
Se precisar de mais gelo, me chama. Vou querer entregar na sua buceta de novo.
Ele saiu, entrou no caminhão e foi embora. Eu me limpei, puxei o short e voltei pro balcão, com a buceta latejando e pensando em como ia dar um jeito de o freezer quebrar de novo.
Façam sexo e sejam felizes!!! Beijos no pau e na buceta!!!
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