Foi Ao Acaso ou Pré Meditado? Sei Não.
Olá, eu sou o Juan, vamos de um conto...
Tenho uma prima que não tivermos muito contato, pois ela. Sempre morou distante de mim, e a gente só se olhava quando criança, eu ia de férias passear no lugar onde ela morava com seus pais (meus tios, ambos já falecidos). Quando ela casou, eu não fui no casamento, não acompanhei nada da vida dela, porém tempos atrás, acabei me aproximando, justamente por conta das partidas dos meus tios. Conheci seu esposo e seus filhos, duas moças e um rapaz, acabei fazendo amizade com todos. O rapaz aqui chamarei Beto*.
Beto, um rapaz tímido e por conta da timidez, até pensei que ele tinha problemas. Pois falava pouco, não tinha vício, ou seja, não fumava ou bebia, e mesmo eu contando algo numa roda de pessoas, o observava meio que viajando no que eu falava. Mas depois descobri que ele era somente tímido mesmo.
Passou um bom tempo sem eu aparecer, então apareci e tive uma surpresa. Eu estava numa festa numa zona rural e ele apareceu e veio falar comigo. Até aí tudo bem, ele fazia isso, mas minha surpresa foi ele dar uma sumida logo voltar à minha mesa com uma garrafa de cerveja.
Eu:_ Oh, e você já bebe?
Ele sorriu e disse que sim.
Percebi ele mais solto e conversador. Na mesa o que mais falava comigo era ele. Fiquei admirado com a mudança e via no rosto dele a felicidade de está ali, naquele momento.
E assim a noite seguiu. A festa foi acabando e muitos indo embora.
Beto perguntou:_ Juan, você, já vai encerrar a noite?
Eu:_ Cara, acho que sim, mas amanhã é domingo, não tenho compromisso algum e além do mais estou de férias.
Beto:_ Então topa a gente ir num lugar que rola um som até amanhecer?
Eu:_ Cara, não sei, vai depender de "fulaninho"* (*meu primo, mas não primo dele).
Beto:_ Ah, você anda com ele né?
Eu:_ Sim.
Beto:_ Convida ele, mas se ele não quiser, você vai comigo, estou também com moto.
Convidei meu primo, mas ele não quis ir, Beto também insistiu, disse que aparecia uma garotas que gastavam da putaria.
Meu primo disse que sabia onde era, e que realmente era um lugar bacana, mas que ele já estava cansado, porém se eu quisesse ir, ele não se chatearia por eu não voltar com ele.
Acabei aceitando, meu primo foi embora e eu fiquei mais o Beto.
Terminamos de beber a cerveja que tinha , subimos na moto e partimos rumo a esse lugar (oh lugar longe, kkkkk...). Chegamos e ficamos curtindo, batendo papo e apareceu umas mulheres e não me agradaram muito, mas mesmo assim fui educado e tudo mais. Por volta das 03h00 (sei lá) resolvemos ir embora. Beto havia falado que me deixaria em casa (onde eu estava hospedado). E partimos.
No Caminho Beto puxou assunto:_ Juan, você não é casado, não?
Eu:_ Não. Já morei com uma mulher, mas não deu certo e cada um foi pro seu lado, mas ainda sou amigo dela.
Beto:_ É, eu soube que você nunca se casou.
Eu:_ Pois é, e enquanto não aparece a mulher certa, vou me divertindo com as erradas.
E sorrimos.
Beto:_ Então, você deve ter alguém pra pelo menos tá metendo o cacete, né?
Achei aquela pergunta muito direta, pois ele não tinha muita liberdade comigo, mas por conta dos efeitos das brejas, não liguei e embarquei na putaria.
Eu:_ Ah, com certeza! Tenho que botar o pau pra trabalhar. Enquanto ele tiver me obedecendo, ponho ele em qualquer buraco.
Beto deu uma pausa, porém perguntou:_ Éguas, você falou qualquer buraco. Vai dizer que come até no cuzinho das mulheres?
Eu:_ Rum, se me liberarem. O cara quando tá doido* (*pau duro) mete até em buraco de tijolo.
Beto:_ Eita porra! Elas devem gemer muito no teu cacete.
Estranhei o assunto, mas concordei:_ Com certeza e quando provam, sempre querem mais.
Beto:_ Eita porra!
Passou um tempinho, Beto na cara dura:_ E você já meteu esse teu pau no cú de algum homem?
Putz! Gelei minha espinha, não estava esperando aquela pergunta. Mas me bateu uma ereção na hora, pois lembrei que já tinha comido alguns cuzinho.
E não sei o que me deu, acabei falando.
Eu:_ Cara, não vou te negar, estamos só nós dois aqui nessa estrada, sei que ficará só entre nós. Eu já comi uns cuzinhos de homens, sim.
Beto:_ Eita porra Juan! Você já botou os caras pra gemer no teu cacete e eles gostaram?
Eu comigo: Eh, rapá, esse assunto tá enveredando por caminhos tortuosos.
Eu:_ Cara, é como eu falei: quem prova não esquece.
Beto:_ Mas os caras gostaram de sentir você atrás deles, só metendo o cacete?
Eu comigo puta que pariu, mas que assunto é esse? Será que Beto gosta de sentar num pau ou por conta do álcool tá só puxando assunto de putarias?
Eu:_ Com certeza! Depois que entrar a cabeça, vai todo pra dentro.
Beto:_ Eita porra! E os caras não sentem dor?
Eu comigo: Rum... Essa assunto tá esquentando, acho que Beto deve gostar, se vacilar, eu não vou dispensar ele não.
Eu:_ Cara, senti dor, até que deve sentir se for a primeira vez, mas isso também é quando o cara vai dar o cuzinho para um cara sem experiência, que vai metendo com brutalidade. As coisas tem que acontecer nas manhas, tudo no carinho.
Beto:_ Juan, as pessoas dizem que o homem que dar o cú é viado, eu discordo. O cara tem que ser é muito macho, pois pra aguentar um outro macho enfiando o cacete dentro do cú. Rumm... Tem que ser muito macho.
Eu sorrir.
Beto:_ Eu não teria coragem de abrir meu cú pra um cara chegar e meter o cacete até o talo e ficar bombando.
Eu comigo: E rapá, o cara tá se comparando.
Eu:_ É, mas tem cara macho como você falou que aguenta e até gosta.
Beto:_ É, mas eu não. Já pensou o cara metendo o cacete no meu cú. Ainda mais que tem cara que tem um cacete que parece ser de jumento. Arregaçaria meu cú.
Eu comigo: Que porra de comparações são essas?
Eu:_ É, mas isso só se o cara for na brutalidade.
Beto:_ Não, Juan, eu não confiaria . Vai que o cara falasse que iria me meter devagar, e eu confiando, mas logo ele metia de uma vez pra dentro me fazendo berrar de dor. Eu não confiaria, não.
Eu:_ Realmente, teria que ser um cara que você confiasse.
Beto:_ Se eu fosse dar meu cú, talvez eu teria coragem contigo, pois você é meu parente e não iria me sacanear, e parece que tem experiência. Mas mesmo assim, Deus me livre. Teu cacete deve ser grande pra caramba. Rum... Nem quero imaginar você metendo o cacete no meu cú.
Eu comigo: Eita porra! O cara tá imaginando eu meter nele.
Eu já no êxtase:_ Nada, meu cacete não é tão grande assim, e não meto de qualquer jeito, primeiro tem que amaciar, passar um lubrificante pra entrar mais fácil, por isso às vezes ando com sachês de lubrificantes.
Beto:_ Ah, safado! Você anda preparado pra comer cú.
Eu:_ Com certeza.
Beto:_ É, mas o meu não. Mesmo com lubrificante pode doer e sei lá, você por sacanagem meter de uma vez.
Ali entendi que já estava tendo "uma negociação".
Eu:_ Que nada, você controlaria a penetração e só por a mão. À medida que fosse aguentado, ia liberando a entrada.
Beto:_ Aí, você ia só bombar o cacete no meu cú, e só ia parar quando gozasse, né safado.
Eu:_ Com certeza!
Beto:_ É, mas eu não quero imaginar você grudado na minha cintura, com teu cacete todo atolado no meu cú. Não, meter no meu cú, tá difícil.
Ficamos um pouco em silêncio.
Eu comigo: Que diabus tá acontecendo. Será que ele fez isso pra depois criar uma história com meu nome?? Rumm... Não quero nem imaginar.
Chegamos numa encruzilhada que uma levava para onde eu estava hospedado (casa de tios/padrinhos) e a outra seria para onde ele morava.
Beto parou a moto e falou:_ Juan, você quer que eu vá te deixar ou quer dormir lá em casa e amanhã pela manhã vou te deixar, pois daqui pra casa da tua tia é longe e eu vou ter que fazer tudo de volta. Se quiser tirar um cochilo lá em casa, tem espaço suficiente.
Eu fiquei desarmado, mas "maldei" algo.
Eu:_ Realmente, será uma viagem pra ti de volta, mas não quero incomodar.
Beto:_ Nada, a casa é grande. E além do mais, estou só em casa, todos lá de casa foram numa excursão religiosa.
Eu já, maldando:_ Cara, se não for incomodar, vamos nessa.
Beto:_ Mas se você não quiser, vou te deixar agora.
Eu:_ Rum... Liga essa moto e vamos embora, rapá!
Beto ligou a moto e fomos, rodamos pouco e chegamos, estava tudo silencioso, somente dois cachorro que latiram, mas Beto deu o comando e eles silenciaram. Beto guardou a moto e entramos casa adentro. Fomos para o quarto dele, ele pôs uma rede pra mim e falou pra eu ficar à vontade. Agradeci e deitei.
Passou um tempinho, Beto falou:_ Juan, se quiser tirar a calça, ficar só de cueca, pode ficar, você tá em casa, fique à vontade. Eu só durmo de cueca.
Eu:_ Tá bom.
Acabei tirando a calça e camisa, ele ouviu eu me movimentando, ligou a luz e veio em minha direção.
Beto falou:_ Pode por tua roupa alí (apontando um cabide).
Eu levantei, e antes de me direcionar para o cabide.
Beto falou:_ Cadê, Juan, deixa eu ver o sachê de lubrificante que você anda.
Peguei na carteira, num compartimento macio, um sachê e uma camisinha. Ele pegou o sachê e deu uma olhada.
Olhei em direção ao seu pau, e vi que ele estava duro.
Beto:_ Ah, rapaz. Você anda preparado mesmo.
Eu:_ Sim.
Beto:_ É comedor de cú mesmo.
Eu sorri, porém Beto percebeu que eu também estava de pau duro, o qual eu tentava disfarçar.
Ele pegando no sachê:_ Então, você passa isso no cú do cara e desliza o cacete pra dentro.
Eu:_ Com certeza.
Beto:_ Eita Juan, o cara tem que ter coragem, pois teu pau tá parecendo ser grande, só pela cueca da pra ter uma noção.
Eu já inebriado com o tesão:_ Nada, não é tão grande assim.
Beto na bucha:_ Não é, dúvido. Mostra esse cacete aí, só pra eu ter uma noção.
Nem questionei, pus o pau pra fora imediatamente.
Quando Beto viu:_ Eita, porra! Num falei.
Eu acabei encostando e falei:_ É nada.
Acabei dando o comando pra ele pegar pra certificar, ele demorou um pouco e pegou.
Senti uma sensação boa ele pegando no meu pau, minha vontade era pôr ele pra mamar imediatamente.
Beto pegou, tatiou, analisou e falou:_ Não, Juan, teu cacete é muito grande, nunca entraria no meu cú.
Eu:_ Entra sim, isso é só questão de jeito.
Beto:_ Eu acho que não entra.
Eu já louco:_ Só sabe se tentar.
Beto:_ Rum... Vai que você mete de uma vez.
Ali já era, Beto estava querendo pau.
Eu:_ Não sou louco pra fazer isso. Vamos tentar, caso não entre a gente desiste.
Beto ainda pegando no meu pau, acabou tirando a cueca e ficou de quatro pra mim. Fui à loucura, vê-lo na posição de submissão e tão rápido.
Abri sua bunda e vi um cuzinho limpinho que piscou pra mim. Meu pau deu uma pulsada. Dei uns beijos nas nádegas. Beto se remexeu e respirou fundo. Tasquei a língua no cuzinho dele.
Beto se retorceu e falou:_ Ah, safado, você faz o serviço completo, né? é igual um cavalo lambendo a buceta da égua.
Eu:_ Quer que eu pare?
Beto:_ Não.
E continue linguando o cuzinho dele, enquanto ele gemia e rebolava.
Achei o máximo quando ele pediu pra eu penetra-lo.
Beto:_ Tenta meter teu cacete, mas vai com cuidado.
Lambuzei seu cuzinho com saliva e comecei fazer massagem com um dedo. O que fez ele olhar para trás (acho que ele passava ser o pau) fiquei massageando até que o dedo já entrava sem dificuldade, em seguida pus outro dedo e continuei na massagem, seu cuzinho foi acostumado com os dedos. Pensei em por o terceiro, mas meu tesão estava grande, pus a camisinha, abri o sachê, untei bastante o cuzinho dele com o auxílio dos dedo, pus um pouco de lubrificante no meu pau, puxei sua traseira para atrás, para ficar o máximo na altura do meu pau e encostei. Pincelei o pau no rego dele e na entrada do cuzinho.
Beto soltava suspiros.
Devagar fui forçando a entrada, a cabeça passou fácil.
Beto gemendo falou:_Ai, ai, ai, porra Juan, que cacete grosso, tá alargando meu cú.
Eu:_ Tá doendo? Quer que eu pare?
Beto:_ Tá doendo só um pouquinho, mas eu aguento.
Então fui metendo e Beto gemendo e soltando uns "ai-ai-ai ai"...
Não demorou , eu estava com pau todo atolado no cuzinho dele. Ele pediu pra eu ficar parado (queria sentir o pau todo enfiado).
Beto:_ Porra. Teu cacete tá pulsada dentro do meu cú. Tá doido pra bombar, né? Então bomba esse cacete gostoso.
E eu comecei bombar devagar, e Beto gemendo e soltando os "ais". Comecei aumentar os movimentos, fiquei bombeando aquele cú gostoso, por um tempo.
Beto:_ Cara, vamos mudar de posição. Quero sentar no teu cacete.
Me deitei com o pau pra cima e Beto subiu. Ficou de frente com o pau apontando pra mim. Ele se ajeitou e foi descendo, à medida que meu pau ia entrando, ele soltava gemidos. Deixou meu pau entrar por completo e ficou parado e dando uma mexida de leve.Olhei em direção e vi que meu pau realmente estava todo dentro, pois seus zovos e bunda tocavam minha virilha e sentia seu cuzinho apertando meu pau.
Beto:_ Porra! Que pau gostoso!
E devagar começou cavalgar, subia e descia e dava uma rebolada. Ficou por um tempo nesse movimento. Eu via seu pau pulsando e escorrendo o melzinho que pingava na minha barriga. Beto soltava gemidos altos. Logo começou aumentar o movimento e comecei ouvir o barulho do pau entrando e da bunda dele batendo na minha virilha. Seu zovos se chocavam na minha virilha e permanecemos nisso, estava muito gostoso.
Até que ele falou:_ Porra! Que pau gostoso! Vou gozar.
Eu:_ Pois goza no meu cacete! Goza com meu pau enterrado nesse cuzinho gostoso.
E ele soltou um gemido, apertou meu pau, urrou e gozou bastante, seu leite caiu sobre a minha barriga me melando todo.
Eu acelerei as estocadas e também gozei. Senti um três jatos fortes dentro do cuzinho dele. Só não enchi ele de leite, por está usando camisinha. Mas meu pau pulsou bastante dentro do cuzinho dele. E também achei o máximo foi que ele em nenhum momento se masturbou, ou seja, gozou sem tocar no pau. Claro que desconfiei que aquele cú já era acostumado com pau, mas não toquei no assunto.
Ficamos exaustos. Depois do relaxamento, fomos ao banheiro e tomamos banho e acabei enlouquecendo, pois no banheiro ele me chupou e acabei gozando na boca dele, porém ele não engoliu (desperdiçou leitinho quente que muitos caras adoram).
Terminamos o banho, nos arrumamos, e voltamos para o quarto, tiramos um cochilo e logo amanheceu. Acabei chamando-o e avisando que o dia tinha amanhecido. Ele pediu pra eu passar o dia por lá, pois viu que aguentou meu cacete, queria passar o dia gemendo no meu pau.
A vontade foi imensa de passar o dia bombando aquele cú gostoso, mas fiquei preocupado com os parentes, pois não avisei nada e não tinha como avisar.
Então tive que ir embora. Ele foi me deixar. Claro, o sigilo ficou entre nós.
Depois desse dia, não tive mais oportunidade de comer ele novamente, pois por eu não morar por lá e só vou às vezes anualmente. Então não tivemos oportunidade. Até mesmo que algumas vezes ele estava viajando. Mas ainda tenho vontade de meter naquele cuzinho gostoso novamente.
E é isso aí... Fui.
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Comentários (4)
Nick: Nossa, que historia gostosa de ler. Continue escrevendo, por favor!!
Responder↴ • uid:1esyp51728bvJuan: Nick, obrigado por ter lido. Sinto uma satisfação quando a pessoa comenta, pois assim, sei que leu e me incentiva escrever mais. 😘no❤️
• uid:w72dg2d3Kaike: Quando dá uma vez acaba a timidez e procura um cacete pra sentar. Ótimo relato.
Responder↴ • uid:46kq0orsd9kJuan: Com certeza. Obrigado pela leitura. 😉👍🏻
• uid:w72dg2d3