Minha Netinha 34 - O Metalurgico
Não foi uma transa muito boa, mas ganhei uma cueca de brinde.
Leiam os outros contos pra ter ideia desse.
Sou a vovó Andrea e outra vez atacando os profissionais, junto com minha netinha de 14 anos.
Tenho um vizinho que trabalha em uma metalúrgica, se chama Domingos e é um rapaz gostosinho, por volta dos seus 30 anos, branco e cabelos preto liso e um corpo meio que fortinho, porém todo durinho e casado. Há um ano que ele mora no Rio, já que ele é do Nordeste e casado com um casal de filhos. Moram a pouco tempo na minha rua e sempre via na padaria ou nas ruas com seu cachorro ou mesmo em sua moto, sua esposa quase não via. Não tínhamos intimidade, mas sempre olhava aquele cara chegando do trabalho com seu uniforme e confesso ficava com tesão. Amo uniformes.
Certo dia a tarde quando voltava do mercado, com duas sacolas pesadas na mão. Ele gentilmente parou ao meu lado e perguntou se queria uma ajuda. Meus olhos vibraram ao ver o cara na moto, com um shortinho preto e sem camisa. Sua pele brilhava com o sol. Não recusei a ajuda. Mandei-o tomar cuidado com sua esposa, poderia não gostar e foi aí que veio a surpresa, ele disse que a esposa tinha viajado e so voltava em 15 dias, fiquei mais aliviada. Ao chegar em minha casa, eu por educação, convidei a entrar um pouco, aceitou. Mandei se sentar na sala começamos a trocar ideias. Quando ele me falar.
- Sempre via você passar com sua netinha.
- Sim, mas eu também te via, so não tínhamos intimidade para conversar.
- Outro dia dona Andrea, lhe dei bom dia e você não me respondeu.
- Juro que não ouvi, não quero ser uma vizinha antipática.
Minha neta estava dormindo em seu quarto. Domingos me contou um pouco de sua vida. As dificuldades e as coisas boas. Depois de meia hora ele foi embora, marcamos outra hora pra gente conversar mais e beber alguma coisa.
No outro dia já bem à tardinha saio no portão pra varrer minha porta e deparo com ele chegando do trabalho, ainda com seu uniforme sujo, tanto a calça como a camisa cinzas e com emblema da empresa, que tesão me deu. Ele veio até a mim e trocamos um oi. Convidei a entrar para beber uma água e o mesmo aceitou, minha rua sempre vazia ainda bem, ninguém percebeu nada.
Manuella dormia seu soninho da tarde, mandei se sentar no sofá enquanto pegava água pra o cara. Ele recusou, pois, estava suado e com roupa suja, mesmo assim mandei que se sentasse sem problema. Trocamos um papo saudável, quando entrou na parte de sexo ele logo fiquei animada, mandei que se livrasse de sua camisa pesada e ao tirar vi que seu corpo era gostosinho mesmo.
Domingo falou que sua esposa quase não transava com ele, porque sua esposa era uma espécie de mulher fria, que não curtia muito sexo, ai falei pra ele que sexo é um ato muito gostoso e saudável, quanto eu tinha um fogo na tabaca, ao dizer isso caímos na gargalhada. Ele me pediu pra lavar as mãos, pois estavam suadas e indiquei o banheiro do corredor logo após o quarto de Manuella. Na volta e falou que a menina dormia feito um anjo, Manuella com seus 14 aninhos tinha corpo perfeito, tudo durinho.
Ao sentar de volta retornamos o papo, so que percebi que ele voltou de rola dura e as vezes levava sua mão apertando o cacete, passei a olhar e como sou safada, fui logo perguntando o porquê do pau duro. Ele também desinibido apertou e falou ao mesmo que era por mim, uma senhora toda gostosa não podia ficar diferente, ao falar isso me aproximei e fui pegando e constatei que realmente estava dura que demais. Fui logo colocando pra fora e sem esperar me abaixei em sua frente e cai de boca naquela rola suja fedendo a mijo. Ele nada falou e comecei a chupar com mais vontade.
Ele estava nervoso devido a menina está em casa, mas acalmei o cara falando que não tinha problema. Nisso fui tirando toda minha roupa e me sentei no sofá de pernas abertas, o cara olhando a cena já veio ciando de boca na minha buceta e ao mesmo tempo admirando e falou que era linda, sua chupada era magnifica e sua língua poderosa, quase gozei naquela língua. Domingos sem dizer nada batia uma leve punheta em seu pau, para que crescesse mais, é uma rola branquinha e não muito grande, porém grossinha. Ele meteu na minha buceta de uma vez, senti uma dorzinha gostosa e não reclamei, passou a meter com velocidade de um macho no cio.
Nisso Manuela aparece na porta so de calcinha e uma leve blusinha, o cara ficou mais nervoso quando a viu, mandei a menina sentar ao nosso lado, seus peitinhos tinham sinal de tesão, pois os bicos estavam durinhos. Foi quando Domingos passou a alisar seus peitinhos e nesse ato Manu abriu as pernas alisando sua xerequinha por cima da calcinha. Domingo me olhou com cara de pidão e fiz sinal pra ele cair de boca na pepeca da menina, que por sua vez liberou. Eu olhando a cena me dava uma puta tesão e foi nessa hora que gozei esfregando minha buceta. Manuela não quis liberar a bucetinha pra ele e o cara chupava bastante até que ela chegasse ao orgasmo e liberasse seu melzinho em sua boca, enquanto ele a chupava em uma posição que via o cu do cara, fui até ele me abaixei e metia minha língua que pra minha surpresa estava limpo, Domingos percebendo a minha presença se abriu mais ainda, para que minha língua trabalhasse mais.
Domingos se levantou da posição que estávamos e com sua rola super dura, me obrigou a sentar no sofá e de imediato ele suspendeu minhas pernas no ar e meteu sua rola sem dó, senti uma dor que me incomodou, pois não esperava que fizesse isso, mas também não reclamei e fiz cara de felicidade, por sua vez o cara metia em mim com raiva, mas de olha na bucetinha de Manu. Ele chamou a menina pra perto e mandou ela se abaixar e disse pra ela.
- Olha o que você ta perdendo gatinha.
- Na próxima eu lhe dou.
- A parada é agora e o amanhar pode não chegar.
Cada palavras dele, fazia com que ele metia na raiva e no ódio por não meter na menina. Eu gemia alto e outra vez acabei gozando em seu pau, logo depois ele acabou gozando dentro de mim e sento que foram vários jatos de porra. Ao tirar sua rola ainda pingando, mandou a garota limpar fazendo um boquete e ela não recusou caiu de boca na piroca ainda com porra. Falei pra ele que o lance dela era somente mamar, que no qual ela sentia prazer. Depois de deixar a rola limpinha, o cara pois seu uniforme sem cueca, pois não sabíamos onde estava e que ficou pra mim como lembrança, nos despedimos e marcamos uma próxima. So que não rolou, figurinha repetida não completa álbum.
Acho que não ficou muito bom, mas valeu a intenção e até a próxima profissão. Beijos a todos.
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Comentários (1)
Segurança Marrento: Delicia de conto, vc adoro homens com cheiro, Vou vcs pra cheirar minha rola fedida ok, Bjocs
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