#Estupro #Gay #Grupal #Incesto #Teen

Escravo Familiar: Capítulo 30 (Aos pés dos machos da família)

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Tártaro

Chegamos em casa e fui direto escovar meus dentes. Papai subiu para seu quarto e, quando sai do banheiro, fui para o meu.

Eu já tinha tomado banho na casa da minha irmã, então não tinha necessidade de um novo banho por agora; só troquei de roupa e fui atrás de papai.

Saí do meu quarto e fui em direção à cozinha, que fica no mesmo andar. Não havia ninguém, então subi para o andar de cima e fui direto para o quarto do meu pai.

A porta do seu quarto estava aberta, o quarto com a luz acesa, e no banheiro encontrei papai embaixo do chuveiro se lavando.

Entrei no banheiro e bati no vidro do box para chamar a atenção do papai.

Toc! Toc!

Papai levou um susto, até porque eu entrei sem fazer qualquer ruído no banheiro. Quando ele viu que era eu, sorriu e fez sinal para eu me juntar a ele debaixo do chuveiro.

Retirei minhas roupas e entrei no box. Papai me deu espaço embaixo do chuveiro para que eu pudesse me molhar.

Entrei de cabeça embaixo da água, deixando-a correr pelo meu corpo todo. Papai estava com o sabonete em mãos e aproximou-se das minhas costas, fez espumas nas mãos com o sabonete e passou pela minha pele molhada.

— Faz um tempinho que não tomamos banho juntos! Ele comentou.

— Verdade, com você me levando para cima e para baixo para desfrutar dos membros da família, nem quase sobra tempo para um banho simples juntos.

Papai largou o sabonete na saboneteira, friccionou as mãos com o caldo dele e puxou-me para seu corpo de costas para ele.

Suas mãos grandes com espuma foram para meus peitos, papai alisou-os, espalhando sabão; em seguida, com as pontas dos dedos, deslizou até meus mamilos acariciando-os, beslicou-os fazendo eu gemer baixinho, huun! Logo foi descendo com as mãos pela minha barriga esfregando, depois me apertando com mais força no seu corpo molhado, desceu suas mãozonas para meu pinto, ensaboando e batendo uma punheta lenta para mim.

Atrás de mim, mais especificamente nas minhas nádegas, eu sentia seu pinto já duro esfregar no meio delas; ele o movimentava suavemente para cima e para baixo, causando uma excitação forte no meu corpo.

Eu gemia baixinho, chamando por ele.

— Papai! Papai!

Enquanto sua boca deslizava pelo meu pescoço, beijando e lambendo.

Comecei a rebolar suavemente no seu pau duro, encostado entre minhas nádegas; papai começava a ofegar no meu ouvido. Suas mãos escorregaram até meu cacete duro, iniciando uma punheta lenta; seu pau na minha bunda começou a ficar mais atrevido e ele abaixou um pouco a virilha, deixando a cabeça da pica na portinha do meu cu.

Senti ele começar a pressionar com intensidade a minha entrada apertada e, para me distrair, ele aumentou a velocidade da punheta.

— Huum!

A cabeça da sua pica rosada começou a deslizar suavemente para dentro do meu cu; eu sentia meu cuzinho se expandir, moldando-se no formato do seu membro duro.

Papai foi entrando, entrando, entrando, até chegar a encostar seu delicioso saco na minha bunda. Em seguida, esperou alguns segundos, beijando suavemente meu pescoço para distrair-me do desconforto.

Quando meu corpo relaxou, ele iniciou as bombadas: ploc, ploc, ploc... No início, elas eram desferidas suavemente, lentamente; ele segurava forte na minha cintura, grudado ao meu corpo. Já sua boca provocava meu pescoço com beijos e com os pelos grossos da barba e do bigode.

Eu gemia baixinho, segurando-me com as mãos na parede do banheiro. Papai, além de bombar gostoso no meu rabo, também rebolava, deixando a foda mais gostosa. Já eu acompanhava seu ritmo cadenciado, rebolando, gemendo e chamando seu nome.

— Isso, papai, tora meu cuzinho.

— Papai, tora, meu amor, rebola na pica do papai.

Eu fiz o que me pediu, rebolando gostoso. Aos poucos ele intensificou as metidas e logo gozamos juntos, gemendo baixo.

Ploc, ploc, ploc, ploc, ploc...

— huuuuuuuuuum! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Arf Arf Arf Arf...

Minutos depois de gozarmos, ele saiu de dentro de mim com seu pau ainda duro.

Ajoelhei-me no chão, ficando na altura do seu cacete, e ele começou a bater uma direcionando a cabeça da pica na minha boca aberta.

O cheiro dela estava delicioso, uma mistura de sabonete e de cu de viado. Alguns minutos depois vi a cabeça da pica pulsar e coloquei-a na boca e senti o leite de papai invadi-la.

Sorvi cada gota e limpei a cabeça de sua pica com a língua e os lábios. O retirei da boca e me ergui, beijando-o de língua.

...

Depois de fodermos, terminamos o banho. Papai desligou o chuveiro, nos secamos e fomos para a cama pelados.

Deitamos no colchão, e papai puxou o edredom para nos cobrirmos. Ele agarrou-me por trás, espremendo-me em seu peito. Logo nossos corpos esquentaram e caímos no sono.

...

No outro dia, despertei cedo junto com papai. Olhei no relógio: 8:00. Espreguicei-me e virei de frente para ele.

Papai beijou minha testa e, sorrindo, se esticou na cama, dizendo-me:

— Bom dia, amor do papai!

— Bom dia, papai, dormiu bem?

— Melhor impossível, e você?

— O mesmo!

— Que bom, filho! Ele disse, enchendo-me de beijos em seguida.

— Tá a fim de hoje fazer uma suruba? Ele tacou essa grudado no meu ouvido.

— Meu Deus, pai, nem acordamos direito e já está arrumando uma foda para mim? Controle-se, fodemos agora há pouco!

— Tá fraquinho, é?

— Não, só não estava esperando por isso logo cedo! Eu disse, rindo.

— Mas claro, eu topo. O que o senhor tem em mente?

— Vamos fazer uma suruba com seus tios. Estou querendo algo entre só eu, você e alguns de seus tios, nada muito grande. O que achas?

— Por mim tudo bem!

— Ótimo, vou mandar uma mensagem para eles agora então.

Papai pegou seu celular, entrou no WhatsApp e começou a criar um novo grupo. Selecionou alguns tios meus, meus irmãos, meus cunhados, meu padrinho, meus primos e eu. Em seguida, mandou uma mensagem:

"Bom dia, fiz esse grupo para saber quem topa uma suruba com o escravo familiar hoje. O local será numa cabana que encontrei perdida aqui perto de casa; mando o local em seguida."

Papai mandou o local, que era bem perto de casa, junto da mensagem. Alguns minutos depois, recebemos algumas mensagens.

"Eu topo", disse a maioria dos meus tios e primos, óbvio que meus irmãos foram os primeiros a concordar.

"Ótimo, esperamos vocês às 11:00 no local, depois vemos como vai ser a parte do almoço. Até daqui a pouco. "

Papai largou o celular, virou-se para mim, dando-me um beijo, e levantou-se.

...

Quando deu 10:00 da manhã, papai e eu estávamos prontos. Avisei minha mãe que eu e papai iríamos sair, e que não precisava se preocupar com almoço para nós, porque iríamos almoçar na rua. Ela disse que tudo bem e para eu me cuidar.

Papai chamou-me assim que retirou o carro da garagem. Eu desci as escadas e fui para a garagem, saí pelo portão, fechando-o em seguida, entrei no carro, papai deu-me um beijo de língua e deu partida no carro, saindo logo em seguida.

...

Chegamos a uma estrada de terra que ficava a 10 minutos de carro de casa. O mato ao redor da estrada era alto e denso; o local estava e era deserto. A natureza tomava conta de uma certa parte da estrada onde estávamos, e papai resolveu parar o carro logo no início da estrada.

Saímos do carro e papai levou-me a pé até a cabana. Ela ficava afastada da estrada, coberta por um mato alto. Papai pegou um facão na mala do carro, fechando-a em seguida, pegou em minha mão e foi abrindo um na passagem com o facão até a entrada da cabana.

Com um certo medo, perguntei enquanto seguia papai pelo matagal:

— Papai, aqui não tem cobras?

— AH, tem meu amor, só que as que têm aqui, ops, as que terão aqui, vão picar seu cuzinho daqui a pouco. Ele disse, rindo.

— Ah, pai, para de besteira, não foi isso que perguntei.

— Não se preocupe com isso, filhote, papai te protege, não vai acontecer nada com você, não se preocupe.

— Tudo bem! Respondi.

Seguimos mato adentro com uma certa dificuldade para andar, já que precisávamos abrir caminho pelo mato alto.

...

Quando conseguimos chegar até a porta de madeira da cabana, papai a empurrou com certa força, já que a porta parecia emperrada. Ao entrarmos, encontramos um chão de terra batido; tinha um móvel de madeira baixo que parecia uma escrivaninha.

Papai pegou uma quantidade do mato do lado de fora da cabana e tentou, com ele, limpar um pouco do chão e da escrivaninha. Quando se sentiu satisfeito, jogou toda a sujeira para fora, e nos sentamos na escrivaninha para esperar pelos homens da nossa família.

...

As horas se passavam, e parecia que não viria ninguém. Papai estava impaciente, olhava-me ansioso e, em certo momento, perguntou-me:

— Será que eles não vêm? Ou desistiram?

— Não sei, papai, mas, se caso não vierem, podemos transar só nós dois.

— Claro, meu bem! Ele falou.

Era 10:55 quando escutamos carros se aproximando. Papai saiu da cabana e segui atrás dele. Paramoss na porta e vimos vários carros se aproximando na estrada de terra e parando perto do carro de papai.

Em seguida desceram meus tios, primos, meus irmãos, meus cunhados dos carros, e seguiram pela estrada e logo entraram na passagem que papai fez com o facão até a cabana.

— Chegamos, seu João. Meus tios cumprimentaram meu pai batendo no seu ombro, seguidos pelos meus primos. Logo chegaram mais alguns de nossos familiares, meus cunhados, meu padrinho, meus irmãos, e entramos todos para dentro da cabana.

— E então, bora começar a festa? Estou louco para voltar a foder a nossa putinha — disse meu tio Chico.

— Ok, vamos lá, meu bem, chegou a hora. Disse papai e, em seguida, começamos a tirar as roupas.

Fiquei pelado e papai puxou-me para o centro da cabana, colocando-me de joelhos. Meus homens fizeram um círculo à minha volta, pelados e com os cacetes duros, se punhetando.

O primeiro que puxou para seu pau foi meu primo Fernando; ele segurou no topo da minha cabeça, inclinando-a para trás, abriu minha boca com os dedos da mão e cuspiu fartamente dentro dela.

— PTIU!

Em seguida, segurando seu cacete duro, socou fundo até o fundo da minha garganta, sufocando-me e gemendo alto e grosso.

— HÃÃ!

Logo, passou a mão esquerda atrás da minha cabeça careca e começou a movimentá-la lentamente, fazendo com que seu pau desaparecesse e reaparecesse várias vezes seguidas.

— Huuuuuuuuuum! Boquinha gostosa! Ele gemia.

Eu chupava gostoso, deliciando-me. Sua pica tinha um gosto doce e levemente salgado por conta da pré-porra que escorria da cabeça da sua pica morena, de 17 centímetros, grossa e cabeçuda. Eu a chupava com força, fazendo-o gemer de prazer. Ele socava fundo em minha garganta, sufocando-me e fazendo escorrer algumas lágrimas de meus olhos.

Quando estava prestes a gozar, sua pica saiu de minha boca e foi substituída pela do seu irmão Írio.

Meu primo puxou-me pela cabeça até seu cacete de 15 centímetros reto. Sua grossura era razoável e seu saco farto carregava um par de bolas grandes e redondas. Ele segurou na base do seu cacete e apontou a cabeça para meus lábios, olhando-me com desejo. Eu abri minha boca e logo ele enfiou-a com cuidado na minha boca.

Comecei a chupar a cabeça lisa e macia; ele deslizava-a com movimentos sutis, entrando e saindo da minha boca, gemendo rouco e baixo. Eu sentia a cabeça entrar até o fundo da minha garganta e voltar até quase sair de dentro da minha boca, e logo voltar para o fundo.

Eu me controlava para não ter ânsia e para promover o melhor boquete que ele poderia receber de qualquer pessoa que fosse. Senti seu pau vibrar, e parecia que ele estava chegando próximo de gozar, mas, antes que isso fosse possível, ele retirou o pau da minha boca e deu espaço para meu cunhado Felipe, que logo se aproximou.

Meu cunhado Felipe segurou no topo da minha cabeça com a mão esquerda, com a direita segurou seu cacete, que ainda estava meia-bomba, e o esfregou na minha cara, passando no meu nariz e dizendo:

— Cheira minha pica, viadinho ordinário, haha!

Eu aspirei forte e fundo, FSSSSSSSSSSSSSS, absorvendo o cheiro delicioso de pica suada de macho que ele exalava. Segurei firme na base dela e deslizei a mão até a cabeça, fui e voltei duas vezes e caí de boca chupando-o com força e maestria.

GLUB, GLUB, GLUB, GLUB, GLUB...

— Ãããh!, viado guloso da porra, chupa essa porra, chupa, Ããããh!

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

Seu saco batia com força no meu queixo, desferindo golpes fortes, enquanto a cabeça de sua pica machucava minha garganta.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Aaaaaaah, cara, vou gozar! Boquete gostoso, vai, hããããã!

Seu cacete fisgava e parecia que estava prestes a gozar, mas então ele saiu de dentro da minha boca pingando o pré-gozo.

Logo meu pai se aproximou, enfiando a pica na minha cara. Cheirei forte aquela pica que fazia poucas horas que estava atolada em mim. Fssssssssssssss! E, em seguida, expus a cabeça e lambi, rodando a língua, fazendo meu pai delirar de prazer!

— Hããmm!

Depois, enfiei-a na boca e deslizei-a até minha garganta. Papai se tremia todo, se contorcendo, segurando firme na minha cabeça, a imobilizou e começou a foder com força minha boca.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Huum. Papai gemeu grosso e alto enquanto bombava na minha boca.

Minha saliva grossa escorria, melando forte seu pau e escorrendo meu queixo abaixo. Papai fodia e rebolava ao mesmo tempo, delirando, mas logo gozou, um gozo mais ralo, porém muito doce.

— Aaaaaaah! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Em seguida, saiu de dentro da minha boca, tremendo, e deu lugar ao próximo membro da família.

O próximo que se alojou na minha boca foi meu cunhado Lucas, com sua geba grossa e cabeçuda de 17 centímetros. Ele prendeu meu nariz, fazendo com que eu abrisse a boca e não sentisse qualquer odor ou tentasse respirar por ali, segurou na sua deliciosa pica grossa e a socou firme, sufocando-me, e logo começou a bombar ritmadamente na minha boca, sufocando-me.

— Huuum! PlOC PLOC PLOC PLOC PLOC…

Sua virilha batia com força no meu nariz, suas bolas fartas o meu queixo, e a cabeça rosa o fundo da minha garganta, provocando um misto intenso de sensações.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Caralho, putinha, seu boquete é muito melhor do que o da sua irmã.

Ele bombou por vários minutos, até que gozou gritando:

— Aaaaaaah! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

— Arf, arf, arf...

Ele, logo depois de gozar, saiu da minha boca e deu espaço para o próximo.

Meu padrinho se aproximou com sua jeba em riste, primeiro deu-me um beijo farto, sentindo o gosto da porra dos outros machos, depois se reergueu e bateu uma leve punheta, expondo a glande da sua pica e socando-a até o fundo da minha garganta.

— Hããããã! Gemeu alto.

Ficou parado com a pica socada no fundo da minha garganta e, em poucos minutos, começou a foder ritmadamente.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Eu gemia e chupava-o, sugando-o, brincava um pouco com a língua na fenda da cabeça da pica e no corpo dela. Quando a sua geba estava prestes a sair da minha boca, ele socava novamente até o fundo e voltava a sentir minha garganta arder com a sua estocada.

— Huuuuuuuuuum, huuuuuuuuuum! Ele gemia gostoso, se contorcendo na minha boca.

Aos poucos foi perdendo o controle do tesão e gozou fartamente na minha boca.

PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

— ÔÔÔÔÔH!

Quando ele saiu de dentro da minha boca, deu espaço para que meu irmão Juan tomasse seu lugar.

Meu irmão veio com seus dreads balançando e segurou no topo da minha cabeça. Eu abri a boca para recebê-lo e ele, balançando sua pica dura, enfiou-a até minha garganta.

Senti o cheiro de sua virilha suada e seus pentelhos me furarem o nariz. Respirei com sofreguidão com sua pica e sua virilha, impossibilitando que eu respirasse melhor.

Ele esperou por alguns minutos parado e, em seguida, começou a bombar gostoso.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub

COFF COFF COFF COFF COFF COFF

Eu me engasgava, me sufocava em seu pau e virilha. Já ele ria de prazer louco, bombando igual a um touro na minha boca.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

Aos poucos foi perdendo o ritmo e logo gozou, enchendo-me de porra. PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

...

Quando saiu de dentro, eu estava com o maxilar duro, fiz alguns movimentos para que diminuíssem a rigidez e me preparei para o próximo.

O próximo que se aproximou foi meu irmão Thiago, foi o mais bruto dentre eles. Primeiro deu-me um tapa na cara, PLAFT!

— É isso que você merece, bixona!

Em seguida, ele enfiou quatro dedos na minha boca e a abriu com violência. Ele segurou na sua pica com a outra mão e a socou com firmeza até minha goela, tirando-me o fôlego.

— Huuum!

Logo começou a bombar.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

— Huuum!

Ele não se aguentou mais e gozou.

PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Logo em seguida saiu de dentro da minha boca e deu lugar ao próximo.

Quem veio em seguida para minha boca foi meu tio Manoel, irmão do meu pai. Ele é um tampinha, tem por volta de 1,59, gorducho e branquelo. Ele aproximou-se de mim com seu pau duro de 17 centímetros de espessura razoável e o socou até as bolas.

— Huuum.

Em seguida, começou a bombar.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Seu saco desferia golpes intensos no meu queixo, e eu revirava os olhos de êxtase, prazer, cansaço. Sua pica tinha um sabor amadeirado e forte, mas era bem gostosa de chupar.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Ele bombou por incríveis 50 minutos até gozar fartamente na minha boca, me afogando em um mar de porra.

PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Arf Arf Arf Arf Arf Arf

Quando saiu, deu espaço para o último membro presente, meu tio Antônio, irmão da minha mãe.

Meu tio Antônio é moreno, corpo definido pelo trabalho de pedreiro, cabelos curtos com entradas, tem uma pica deliciosa de 18 centímetros. Ele socou-a até minha garganta com certa brutalidade, assim como os outros, segurou por um tempo, sufocando-me na sua pica por alguns minutos.

Logo deixou que eu a retirasse da boca e recobrasse o ar; em seguida, olhando no fundo dos meus olhos, começou a bombar forte.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Seu pau entrava e saía com rapidez, fazendo um barulho estridente de VUP VUP VUP, seu saco batia forte no meu queixo, e eu delirava, cansado e já esgotado da surra de pica que minha boca sofria.

VUP VUP VUP VUP VUP VUP VUP VUP VUP VUP VUP VUP VUP VUP VUP

— Aaaaaaaaaaaah, toma, porra, sobrinho lindo, toma, porraaaaa, viadooooo! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Arf, arf, arf, arf, arf, arf.

...

Depois que já haviam chupado todas as picas, eles e eu estávamos cansados; eles se jogaram no chão, se escorando nas paredes do recinto.

...

Um tempo depois, recobramos o fôlego. Papai se levantou e disse:

— Bom, já que gozamos bastante e não temos mais energias para continuar fodendo, que tal colocarmos o meu putinho para cheirar nossos chulé suados?

— Concordamos! disse meu padrinho.

— Ótimo, então princesa do pai, hora de cheirar nossos deliciosos chulés, que estão guardados somente para você.

Os machos da família se recostaram na parede da casa abandonada, todos pelados. De joelhos, eu me arrastei até meu pai, meu senhor, e segurei, erguendo um pouco seu pé suado e fedido até meu nariz, e comecei a cheirá-lo.

— FSSSS! Fssssssssssssss!

Seu chulé estava quente, suado, forte, e eu os esfregava na cara, cheirando e degustando seus pezões. Ele me deu pequenos chutezinhos nas minhas bochechas e enfiou a sola grossa na minha cara. Eu os lambia e beijava, chupava dedo por dedo e depois os descia até meu pau, que voltou a ficar duro.

Coloquei as solas grudadas uma na outra, deixando um vão entre elas; logo enfiei meu cacete duro no vão e comecei a foder.

Fric Fric Fric Fric Fric

— Huuuuuuuuuum! Gemi, fodendo forte os pés de papai, até que saiu um líquido transparente do meu cacete.

Logo saí e fui para outro membro, arrastei-me até os pés do meu irmão Thiago, aqueles 44, suados e chulezentos que eu tanto amo. Peguei um pé e abri seus dedos, cheirando entre os vãos. FSSSS! Em seguida deslizei os seus imensos pés do meu nariz até meu pau duro e fiz ele pisar nele, botando uma pressão.

— Huum! Isso pisa, filho da puta!

Meu irmão começou a esfregar forte seus pés no meu pau, fazendo eu urrar de prazer!

— Aaaaaaah! Huuuuuuuuuum!

O cheiro do chulé misturado ao de pau embriagava-me, fazendo eu sentir ainda mais tesão.

— Huum!

— Goza, viado, gozaaaaa!

— Huuuuuuuuum, pfff! Caiu algumas gotas de porra no pé dele, ele ergueu até minha boca e lambi, deixando-o limpo.

Ofegando, fui para os pés do meu irmão Juan. Seus pés, tamanho 39, eram frios e secos; o chulé estava mais tranquilo e seus pés suavam pouco.

Segurei seus pés e os levei até meu nariz, aspirei fundo, FSSSSS, e os ergui, deixando seu calcanhar na minha boca, chupei, lambi, e em seguida ele prendeu meu nariz com o dedão e o outro dedo, prendendo minha respiração. Ele o balançou, chacoalhando minha cabeça, e em seguida soltou-me.

Deslizou os pés até meu pau e esfregou-os, empurrando fundo o pé na minha virilha, louco para fazer meu pau entrar para dentro dela.

Em seguida, soltou e eu fui para outro membro.

Dessa vez peguei nos pés do meu padrinho, os ergui, levei-os até meu nariz e os cheirei.

Fssssssssssssss!

Depois os lambi, deixando-os molhados da minha saliva. Seu chulé era delicioso, quente, mas não muito forte; o gosto salgado excitava-me e alucinava-me.

Desci seus pezões do meu nariz em direção ao meu pau duro e os esfreguei, gemendo loucamente.

— Huuum! Huuuuuuuuum!

Até que cansei e fui para o próximo membro.

Me arrastei até meu tio Manoel, ergui os pés dele e senti seu chulé amargo, aspirei fundo e forte, embriagando-me neles.

Fssssssssssssss! Fssssssssssssss!

Logo, ele esfregou seus deliciosos pés na minha face e foi descendo, passando pelo meu pescoço, meu peito, colocou meus mamilos com os dedos e voltou a descer para minha barriga, até que chegou na minha virilha, deu dois pisões e esfregou, esfolando meu pau semiduro.

Gemi de dor e prazer e logo eu fui para outro membro.

O próximo a ter os pés ovacionados foi meu tio Antônio; o bicho tem um pezão moreno com dedos cabeçudos e, ao invés de erguê-los, ele abaixou minha cabeça até eles e pisou na minha cara, esfregando as solas chulezentas no meu rosto.

Eu cheirei, absorvendo o odor fétido.

FSSSSS!

Depois ele deslizou seus pés pelo meu pescoço, meu peito, minha barriga, até chegar na minha virilha e esfregá-los no meu pau.

Deu algumas pisadas leves, batendo nos meus testículos, e me liberou para o próximo.

Arrastei-me até meu cunhado Felipe; ele estava jogado em uma cadeira próxima a mim, de pernas abertas, nu, batendo uma bela bronha, olhando fixamente para mim no chão.

Quando me aproximei de seus deliciosos pés 38, ele os ergueu até meu rosto, deixando um de cada lado das minhas bochechas; em seguida, bateu-os.

PLAFT, PLAFT, PLAFT.

Eu olhei para ele com olhos chorosos e fazendo biquinho. Ele me olhou e mandou um beijo, e em seguida os esfregou na minha cara. Suas solas tinham um chulé fraco, porém muito gostoso. Segurei em seus tornozelos e conduzi melhor seus movimentos, passando seus pés de cima para baixo em meu rosto, começando do calcanhar, deslizando pela cavidade, pelo peito do pé e depois pelos dedos. Eu começava cheirando, depois beijando e, em seguida, lambendo várias vezes.

Em momentos eu fiz o processo em um pé de cada vez, e no outro os dois ao mesmo tempo, usufruindo do meu maior fetiche.

Alguns minutos depois de estar saciado nos seus pés, os larguei no chão e fui para o próximo membro.

Na sequência em que estavam, o próximo a ter os pés ao meu prazer eram os do meu cunhado Lucas; seus deliciosos pés 42 estavam afoitos por mim, ele os esfregava um no outro ansioso. Peguei seu pé direito branquelo e quadrado e o ergui, possibilitando que a sola ficasse à minha disposição. Em seguida, aproximei meu nariz direto da cavidade dele e cheirei. FSSSS, logo subi cheirando até seus dedos e desci rápido para seu calcanhar, repetindo os movimentos várias vezes até me fartar com o odor. Logo ele deu alguns chutes leves na minha face e eu saí dele.

Em seguida fui para os do meu primo Fernando; seus pés tinham a pele grossa, com um chulé bem agradável. Ergui um pé, beijei o dorso, deslizei várias vezes a língua do tornozelo até a ponta dos dedos. Quando ia subir novamente, enfiei-os na boca, chupando-os. Já ele olhava-me com um ar de superioridade e forçava o pé com força para que os dedos entrassem o mais fundo possível na minha boca. Ele movimentava os dedos dentro da minha boca, cutucando minha língua e o palato da boca; logo retirava o pé de dentro e o substituía com o outro, fazendo o mesmo processo.

Depois voltava e esfregava os pés na minha cara, prendeu meu nariz com os dedos e chacoalhou, depois soltou-me e fui para o próximo membro.

O último membro foi o meu primo Írio; ele é mais novo que eu dois anos, tem por volta de 1,80, ele é loiro, cabelos lisos cortados em estilo social, seus pezões tamanho 42 têm os mesmos formatos que o meu, largos e com os dedos compridos e com as pontas redondas.

Dessa vez, como já estava exausto, deitei-me no chão com a barriga para cima, perto dos seus pés. Ele os ergueu juntos e pisou na minha cara.

Aspirei fundo o seu chulé frio, FSSSSS. Estava fraco, porém muito gostoso; o cheiro era salgado e leve. Deliciei-me cheirando, depois beijei-os e os lambi por inteiro. Em seguida, eles desceram da minha face para meu pescoço, passaram pelos meus peitos, barriga; quando chegaram no meu pau, os esfregaram, fazendo eu gemer.

— Huuum!

Depois esfregou-os na minha coxa, canelas, tornozelos e nos meus pés.

Papai levantou-se da sua cadeira depois que meu primo terminou e ergueu-me.

Me colocou encostado na parede da cabana, afastando minhas pernas e, em seguida, amarrou meus braços atrás das costas. Depois virou-se para nossos familiares e disse:

— Nessa última parte, quero que se juntem a mim para darmos chutes no meio das pernas do nosso escravo.

Ele se virou para mim e deu os primeiros chutes.

PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT.

— Ãããh! Huuuuuuuuuum! Eu gemia alto de dor, debatendo-me.

Logo saiu e deu lugar ao meu padrinho, que repetiu a mesma coisa.

PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT

— Huuuuuuuuuum!

— Hahahahah, isso é estranho e me excita ao mesmo tempo. Disse meu padrinho, saindo e dando espaço para o próximo membro.

Em seguida, deu lugar para meu tio Manoel.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

— Haaaaaaa! Gritei tentando fechar as pernas, mas não conseguia.

Ele saiu e logo depois veio meu tio Antônio, preparou o chute e os desferiu com uma sequência rápida.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

Em seguida, meu irmão Thiago primeiro aproximou-se do meu pau e saco vermelho e, com a mão direita, os apertou juntos, fazendo-me urrar de dor.

— ÃÃÃÃÃÃH!

Depois soltou-os e se distanciou de mim, preparou o chute e desferiu uma sequência.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

Enfiou o pé no meu pau, pressionando forte, e depois saiu.

Na sequência, veio meu irmão Juan; ele se preparou e disparou.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

Contorci-me amarrado e ele veio até meu rosto e deu-me um beijo de língua, afastando-se logo em seguida.

Na sequência veio meu cunhado Felipe.

— Toma chutes, Pedro!

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

Desferiu os golpes e saiu liberando passagem para o próximo.

Na sequência, veio meu cunhado Lucas, esfregou o pé no meu pênis, depois na minha cara, em seguida desceu o pé para o meio das minhas pernas e chutou.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

— Meu Deus, acaba nunca? Falei.

— Calma, escravo, está acabando.

Logo veio meu primo Fernando, se preparou e disparou os chutes.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

— Toma, viado, vira homem, porra!

E, por último, meu primo Írio.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

— Aaaaaaaaaaaah! Berrei e desmaiei com a dor.

...

Acordei desamarrado e sujo no chão.

Papai veio até mim, levantou-me e pregou-me no colo. Em seguida, levou-me para o carro.

Quando chegamos, ele abriu a porta do passageiro e retirou uma toalha que estava em cima do banco. Enrolei-me nela e papai fechou a porta, deixando-me dentro do carro.

À minha volta, vi o carro dos meus familiares. Eles estavam se preparando para irem embora. Papai despediu-se deles e entrou em seguida no carro.

Quando se acomodou, perguntou-me:

— Está tudo bem, filho?

— Sim, pai! Só estou com dor.

— Quando chegar em casa, te dou remédio e você descansa, ok? Vou deixar você descansar alguns dias. Em breve você volta a satisfazer os homens da família, tá bom?

— Ok, só quero ir embora!

Ele veio dar-me um beijo, mas esquivei-me.

— Não, não quero! Falei.

— O querido , você não gostou desse final, não é mesmo?

— Nem um pouco, fui punido sem necessidade. E o pior é que nenhum de vocês será punido por isso.

Papai olhou-me preocupado, mas não comentou mais nada, deu partida no carro e fomos embora.

Eu me encolhi no banco, enrolei-me na toalha que me recobria, louco para chegar logo em casa.

...

Papai parou em um restaurante a pouco mais de 5 km de onde podemos, com os machos da família, saiu de dentro do carro e foi para o meu lado.

— Querido, venha, precisamos comer, estamos mortos de fome.

Não queria sair dali, mas acabei cedendo; meu estômago roncou quando escutei a frase e tive que obedecê-lo.

Entramos no restaurante, fizemos nosso prato e sentamos em uma mesa.

Papai pediu refrigerante para tomarmos e copos. Alguns minutos depois, uma garçonete trouxe até nossa mesa, deixou a bebida e saiu.

...

Depois do almoço, papai levou-me para casa.

Quando chegamos, saí logo do carro, fui direto para o banheiro, tomei um belo banho e fiz uma compressa de água morna no meu pênis e no meu saco.

Depois me sequei e me troquei. Saí do banheiro e fui para meu quarto, tranquei-me e esperei até que a noite caísse e, com ela, esperava nunca mais recobrar a consciência.

Comentários (1)

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  • Daniel: Muito bom mesmo! Gostei mais da parte dos pés hehehehe mas na próxima dá pra ele sofrer mais. Não tem coisa melhor do que Pezão azedo de chulé

    Responder↴ • uid:8d5gapjqrb