Escravo Familiar: Capítulo 35 (O Clube dos Bolinhas - Vol. 01)
Coloquei novamente minhas roupas do dia anterior e saí do meu quarto, fechando a porta atrás de mim. Andei pelo corredor e fui para o banheiro, tranquei a porta e sentei na privada. Fiz minhas necessidades e, quando terminei, saí para tomar café da manhã.
Preparei na cozinha um pão com queijo com um copo de suco para refrescar minhas ideias e aliviar a tensão do sonho da noite passada.
Nesse meio tempo, escutei a porta do quarto do papai abrir, em seguida, passos pesados pelo corredor do andar de cima. Logo as batidas das pisadas de papai foram para os degraus da escada e, consequentemente, ele chegou no andar de baixo, abriu a porta que dava acesso ao corredor e veio até a cozinha.
— Bom dia, filhão. Já acordado a essa hora? Ele disse-me, vindo me abraçar, e depositou um beijo no topo da minha cabeça.
— Sim, papai, tive um sonho gostoso e acabei acordando todo sujo!
— Huuum, que gostoso. Quer contar para papai o seu sonho?
— Bom, sonhei que estava fazendo sexo com meu cunhado Vitor, você sabe, o namorado da minha irmã Joana. Foi bem gostoso e fantasioso; fizemos sexo em um lugar branco, fofo e com bastante fumaça. Na verdade, parecia nuvens.
— Hahaha! Que legal, filhote. Quer saber o que acha de darmos um passeio hoje? Podemos ir até a praça para podermos respirar um ar fora de casa e sair dessa rotina de casa, trabalho e sexo. O que você acha?
— Gostei, mas, papai, o senhor já tem planos para mim? Minha vida se tornou transar com nossos familiares, então já acordo pensando em quem será o próximo.
Papai deu um tranco no próprio corpo e ficou com uma expressão de "e agora?".
— Filho, olha, não tenho agendado nada com nenhum de nossos parentes, mas, ao longo do dia, quem sabe alguém ligue e peça seus carinhos.
Papai se aproximou de mim e deu-me um beijo e um abraço, cheirando meu pescoço. Depois se afastou e foi preparar seu café.
Quando ele se afastou, resolvi que iria ver minha mãe.
— Ok, pai, então vou atrás da mamãe. Qualquer coisa, avise-me se aparecer alguma coisa.
— Tudo bem, querido, vai lá.
Sai da cozinha, dirigindo-me às escadas, desci os dois lances de escada e fui para casa de mamãe.
Quando bati na porta, observei que estava destrancada e entrei.
— Mãe? Chamei e fui direto para a cozinha.
Minha mãe estava no fogão esquentando seu café.
— Bom dia, mãe! Saudei-a dando um beijo e um abraço nela.
— Bom dia, meu tchuco! Dormiu bem?
— Como um anjo! E a senhora?
— Também, já tomou café?
— Ainda não!
— Então tome junto com a mamãe.
Fui até o armário dela e abri, pegando um pão e deixando-o em cima do tampo do armário balcão. Depois fui para a geladeira, retirei a jarra de suco junto com o requeijão e busquei um copo no armário. Fiz um pão com requeijão, peguei um copo com suco e comecei a comer.
Um tempo depois, começamos a conversar. O assunto era nossa rotina, e sobre nosso futuro e o que poderia acontecer comigo daqui a alguns anos.
Depois do café e de uma boa conversa com mamãe, voltei para casa. Quando entrei, fui atrás de papai no andar de cima.
Caminhei até a sala e o encontrei mexendo no celular.
— Já voltou, querido?
— Sim, papai.
— Como andam as coisas com sua mãe?
— Bem, tranquilas!
— Que bom! O que você acha de transar com seus cunhados hoje? Com os quatro, eles estão em um clube de futebol agora de manhã; foram se desestressar e tirar um tempo para eles longe das suas irmãs. Acabei de falar com eles, e surgiu a ideia entre eles mesmos de foder com você juntos. Me pediram permissão e eu disse que iria conversar com você e daria retorno. O que você acha? disse-me papai, ajeitando seus óculos no rosto.
— Bom, eu acho estranho você me perguntar; normalmente você só me avisa que tenho um macho para satisfazer e pronto.
— Bom, dessa vez é diferente, aconteceu muita coisa até aqui, e acho que está na hora de dar um pouco de autonomia para você.
— Nesse caso, então, eu acato. Eu gostei de transar com cada um deles; vai ser bacana foder com os quatro juntos.
— Ok, então, vai se arrumar. Eles pediram para eu levar você para o clube e deixá-lo aos cuidados deles.
— Tá ok!
Desci as escadas e fui para meu quarto, escolhi uma roupa básica, uma bermuda com uma camiseta fácil de retirar do corpo, coloquei um tênis e, em questão de dez minutos, estava pronto.
Sai do meu quarto e fui atrás do meu pai no andar de cima.
Entrei em seu quarto e disse:
— Já estou pronto, papai. E o senhor já está pronto?
— Tô quase. Ué, vai tão simples assim? Pensei que iria se produzir!
— Hoje não quero, além disso vou para um clube e sabe-se lá o que vai acontecer, e também não estou no pique para colocar uma roupa muito elaborada. Hoje quero estar confortável e fácil de tirar a roupa.
— Legal, filhote! Papai falou, terminando de colocar o tênis.
Levantou-se da cama e saímos de seu quarto.
Descemos os dois lances de escadas e fomos para a garagem. Papai entrou no carro e o ligou; eu aproveitei e abri o portão para que ele pudesse retirar o carro.
Nesse tempinho entre ele retirar o carro da garagem e eu fechar o portão e entrar no carro ao seu lado, mandei mensagem para minha mãe avisando que estava de saída com meu pai e que mais tarde voltava.
Papai deu partida no carro e, em seguida, fomos para o clube, onde meus cunhados estavam.
Cerca de quarenta minutos depois, chegamos. Estacionamos o carro e descemos, indo em rumo à portaria do clube.
Ao entrarmos, fomos logo em direção à parte do campo de futebol que ficava mais adiante; basicamente era nos fundos do imenso lugar.
O dia estava lindo, ensolarado, mas o clube estava quase vazio, o que era estranho. Passamos por poucas pessoas no trajeto até o campo de futebol; papai não desgrudou de mim, e dava para ver em seu semblante ele encarando alguns rapazes que passavam. Seu ciúmes estava descontrolado, mas ele não arrumou nenhuma briga.
Quando chegamos ao campo, fomos para a arquibancada. Naquele momento estava rolando uma partida de futebol. Sentamos na última fileira, ficando bem altos para melhor assistirmos à partida. Procurei meus cunhados e os encontrei no time que jogava sem camisa. Naquele momento fiquei assanhado. Nossa, que visão! Meus cunhados corriam de um lado para o outro, trocando a bola de um para o outro. Seus corpos estavam maravilhosamente suados; dava para ver as gotas escorrendo de litros pelos seus troncos fartos, descendo, molhando o delicioso short fino e solto, que marcava as deliciosas picas que balançavam soltas dentro deles, aparentemente sem cueca. As pernocas grossas dos quatro são bem torneadas e já imaginava o chulé gostoso que deviam estar naqueles quatro pares de pés. Nenhum dos quatro é musculoso, porém, não é porque são meus cunhados, mas eles são uma delícia.
O jogo se desenrolava à nossa frente, mostrando que a partida estava acirrada. O jogo estava empatado em 4x4 e, pelo que parecia, com as informações que o placar do clube mostrava, era que o time que conseguisse cinco pontos ganhava Mas, pelo azar do destino, o time adversário marcou o quinto ponto, e assim se encerrou o jogo.
— Uuuuuuuuuuh! Algumas pessoas que torciam para meus cunhados vaiaram com o resultado final do jogo. Vi meus cunhados se cumprimentarem e o Vitor olhar para a arquibancada e fazer contato direto comigo.
— Mas que bando de pernas de pau esses seus cunhados em meu filho!
— Não fala assim deles! Só foi um dia ruim; quem sabe da próxima eles ganham.
Os meninos vieram juntos, suados, até nós.
— Sogro! Como vai? Disse meu cunhado Felipe, apertando a mão do meu pai.
— Bem, meninos, e vocês?
— Estamos bem — responderam juntos.
— Vocês são ruins no futebol, hein! Pareciam um bando de pernas de pau.
— Ah, qual é, sogrão? Não fale assim dos seus genros maravilhosos. Disse o Lucas, aproximando-se mais de mim.
PLAFT! Sentou a mão no meu rabo.
— Princesa! Ele disse, apertando minha bunda e dando um beijo no meu pescoço.
— Bom, garotos, como combinado, trouxe minha joia para vocês se divertirem juntos. Mas olhem lá, só vocês quatro têm o direito de usar; se outro macho se aproximar e vocês permitirem que ele transe com meu bombom, eu capo os quatro.
— Tudo bem, sogrão, vai dar tudo certo! Disse o Felipe.
— Bom, filhote, papai vai embora agora. Aproveita seu dia com seus cunhados; mais tarde eles te levam para casa.
— Tá bom, papai!
— E vocês putos , tomem cuidado com meu bombom , me devolva - o enteiro se não já sabem .
— huumm bombomzinho de papai ! Meu cunhado Vitor começou a me zoar, passando a mão em mim.
— Está bem, sogro! Disse o meu cunhado Lucas: — Mais tarde te devolvemos ele.
— Ok, agora preciso ir, meninos. Até mais tarde!
— Até sogro!
— E então, bombomzinho, vamos lá? Precisamos de um banho. Disse o Felipe, pegando-me no colo e dando-me um beijo na boca.
Fomos nós cinco para o banheiro do clube. Quando entramos, vi um banheiro com chuveiros sem divisórias, somente uma fileira com seus chuveiros ao fundo, um do lado do outro, na parede. Na parede lateral tinha um grupo de armários de ferro para que as pessoas pudessem guardar seus pertences, com cadeados presos.
Meus cunhados foram para a frente dos armários e, consequentemente, ficaram na minha frente, e começaram a tirar as roupas suadas e jogaram em cima de mim. Cheirei as roupas, enfiando meu nariz onde seus cacetes e cus estavam a manhã toda.
— Ih, olha lá, a putinha gosta de cheiro de pinto suado. Cheira aqui! O Vitor disse, pegando no seu pau com a mão e rebolando a virilha, e logo se aproximou de mim.
Enquanto isso, os outros três terminaram de retirar as roupas e começaram a observar a cena que se desenrolava entre o Vitor e eu.
Levantei-me do banco e aproximei-me mais dele, ficando colado em seu corpo. Comecei a cheirar seu pescoço, FSSSS! Depois desci para suas axilas suadas, que exalavam um cecê gostoso de suor de macho, FSSSS! Seu suor escorria de bica, lavando meu rosto e deixando seu cheiro impregnado em mim. Em seguida, com um certo ciúmes estampado no rosto, o Lucas pegou em meu pescoço por trás e me puxou, levando minha cara para as suas axilas.
Suas axilas exalavam um cheiro amadeirado do desodorante misturado ao seu delicioso suor de macho, que acabara de passar horas praticando esporte. Elas estavam molhadas e grudentas, mas seu cheiro masculino característico fazia eu delirar de tesão.
Logo em seguida, saí de suas deliciosas axilas e fui me deliciar nas do Felipe. Ele pressionou meu rosto com firmeza no seu suvaco, que apresentava pelos aparados e suados, e um cheiro leve e salgado do suor de sua pele branca. Sem querer ficar fora da brincadeira, meu cunhado Emerson puxou-me pela nuca, levando meu rosto de encontro ao seu suvaco suado, esfregou-o, marcando seu território e deixando seu cheiro atlético grudado nas minhas memórias.
Em seguida, eles me expulsaram de perto deles, jogando as roupas sujas e suadas na minha cara, e se encaminharam para o chuveiro, e eu me acomodei com as roupas sujas deles, no banco do banheiro e passei a assistir eles a tomarem banho.
Eles conversavam sobre o jogo e depois emendaram falando sobre minhas irmãs.
— Nossa, faz tempo que não fodo, minha mulher não quer saber de foder comigo já tem dias — meu cunhado Lucas falou.
— Nem fale, a Camila tá igual. Faço de tudo para não traí-la, mas tá dando não. Ainda bem que tem nossa cunhadinha para nos satisfazer, né, putinha?
Balancei positivamente minha cabeça.
Não consegui tirar os olhos deles; as picas dos quatro me enchiam a boca de água, seus corpos molhados eram um verdadeiro paraíso.
Fiquei assistindo ao banho deles, enquanto aproveitava para degustar das roupas sujas, cheirando as meias e as cuecas usadas, suadas, fssssssssssssss! Aproveitei também para cheirar as chuteiras que estavam no chão ao meu lado. Fssssssssssssss! Nossa, que chulés maravilhosos.
— Está gostando, putinha, do nosso cheiro de macho? perguntou o Emerson.
— Com toda certeza! Respondi, continuando a me deliciar com suas roupas e chuteiras.
Um tempo depois, entrou um negão pelado, dotado na parte dos chuveiros, com a toalha no ombro. Encaminhou-se para o chuveiro ao lado do meu cunhado Felipe e começou a tomar banho.
Passei a observá-lo; ele era alto, por volta de 1,90 m, careca e musculoso, tinha uma bela pica de 22 centímetros reta e cabeçuda com um par de bolas grandes no meio das grossas coxas musculosas que desciam por uma panturrilha torneada e um par de pés largos que pareciam ser tamanhos 43.
Voltei-me a concentrar nos meus machos e os peguei conversando sobre minhas irmãs.
Minutos depois, meu cunhado Emerson, ainda se lavando, fez sinal com a cabeça para o Vitor em direção ao negão.
— O que achas de nós nos exibirmos um pouquinho com nossa putinha para o cara do lado?
— Aqui? Até topo, mas nós quatro vamos ter que foder ela juntos.
— Vamos ver se os outros dois topam.
— Ei! Chamou meu cunhado Vitor.
Os outros dois levantaram o queixo, pedindo para ele falar.
— O que vocês acham da gente foder a putinha agora aqui para se exibir para o negão?
— Pff! Que ideia é essa? E se ele quiser participar? Como vamos proibir? Nosso sogro vai nos matar se o liberarmos sem permissão. Falou o Felipe.
— Vai nada! Disse o Vitor: — Vamos lá, vai ser divertido.
Os quatro se entreolharam, e o Vitor me chamou.
— Pedro, tira suas roupas e vem cá!
O negão olhou-nos quando escutou o que meu cunhado havia dito, ainda tomando seu banho, e eu levantei, tirei minhas roupas e me juntei com meus cunhados nos chuveiros.
Fui para o chuveiro em que o Vitor estava e, aproximando-me, tasquei um beijo de língua molhado nele e segurei firme em seu cacete, que aos poucos ia endurecendo.
O negão não parava de nos olhar, e eu, como uma boa putinha, me esfregava no Vitor e empinava minha bunda na direção dele.
Logo meus outros três cunhados vieram para junto de nós, fechando os chuveiros. Aproximaram-se e eu fui revezando entre eles, beijando suas bocas, enquanto eles passaram a alisar meu corpo. Ao nosso lado, assistindo, o negão começou a alisar seu cacete, que ia endurecendo, com os olhos fixados na cena que se desenrolava à sua frente.
Fui sendo beijado pelo corpo todo pelos meus cunhados, e logo os meninos desligaram o chuveiro que estávamos e saímos de baixo dele, indo para o meio do banheiro. Puxei-os para mim e voltei a beijá-los, enfiando minha língua em suas bocas e fazendo eles se beijarem entre si.
Aos poucos fui descendo, beijando seus pescoços e peitos, suguei forte os deliciosos mamilos rosados de cada um deles, tirando gemidos de prazer das suas bocas.
— Huuuuuuuuuum!
Depois fui descendo lentamente, beijando a barriga dos quatro, até que, em seguida, lambi a pele molhada, sugando as gotinhas de água que escorriam dos seus corpos molhados. Com o tempo, fui revezando entre cada um dos quatro corpos que estavam ali para receber as lambidas.
Sentindo-os ansiosos, agachei-me, ficando na altura dos quadris deles, e pude ter acesso às quatro rolas jovens e branquelas. Segurei primeiro na pica do Felipe, expus a cabeça rosada, lisinha e macia e aproximei minha boca, abrindo os lábios. A ponta da pica dele tocou a entrada e, aos poucos, foi deslizando para dentro dela.
— Huuuuuuuuuum! Ele gemeu.
Ela foi entrando devagar, preenchendo lentamente minha boca até chegar na minha garganta. Fiquei sufocado ali; ele segurava minha cabeça para que eu não ousasse sair daquela posição.
Alguns minutos depois, afrouxou a pressão, deixando sua pica deslizar até quase sair; depois começou a bombar em ritmo moderado.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC…
Meu nariz batia de encontro com sua virilha e seus pelos pubianos faziam cosquinhas no meu queixo e no meu "bigodinho de leite". Ele bombou por tempo suficiente para quase gozar, mas ele não queria isso agora, então saiu de dentro e deu espaço para meu cunhado Emerson.
O Emerson enfiou sua pica aos poucos em minha boca, centímetro por centímetro; o gosto da sua pele era doce e apresentava um fundinho salgado encantador. Ele deslizou sua pica até a metade e depois a quase retirou da minha boca e depois a socou até minha garganta novamente.
Depois repetiu o mesmo movimento, recuou a pica até a ponta da cabeça e, em seguida, devolveu-a para dentro e depois repetiu várias e várias vezes o movimento, aumentando gradativamente a velocidade até chegar a foder minha garganta.
Vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup
Coff coff coff coff coff coff
Tossi ao me engasgar com o ar e a pressão que ele fazia com a pica. Assim como o Felipe, ele não gozou, e fui direcionado para o Vitor.
Vitinho foi um misto de rapidez com lentidão, os extremos. Ele brincava com o pau na minha boca, rodando-o; depois socava fundo e forte na minha goela, mostrando sua fúria, mordendo sensualmente seu lábio inferior.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Mas, de súbito, interrompia as cacetadas e voltava para uma bombada mais calma e lenta.
PLOC, PLOC, PLOC
Quando senti seu pau dar espasmos, ele retirou de dentro da minha boca e deu espaço para o Lucas.
O Lucas pincelou seu pau na minha cara, lambuzando-a com seu pré-gozo, logo enfiou o pau duro até minha garganta, sufocando-me.
Esperou por alguns minutos e começou a desferir golpes no fundo da minha garganta.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC; vup vup vup vup vup vup vup vup vup.
Seu saco batia forte no meu queixo, seus pelos aparados exalavam seus hormônios no meu nariz, deixando-me embriagado com o cheiro.
Minha garganta secava e não podia nem produzir saliva por conta do entra e sai gostoso da sua rola na minha boca.
Vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup.
Até que ele quase gozou e retirou com rapidez da minha garganta.
Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf
Fui erguido pelos quatro e pego pelos braços. Ainda pelados, fui arrastado para fora do banheiro/vestiário e fui levado de volta para o campo em que eles jogaram, deixando o rapaz que assistia para trás.
Quando entramos no campo, fui colocado de quatro e levei algumas palmadas na bunda.
PLAFT PLAFT PLAFT
Meus cunhados ficaram à minha volta. Olhei ao redor, mas não tinha ninguém ali. Eles então começaram a se masturbar para deixar os paus ainda mais duros. Em seguida, o Felipe se aproximou de mim e apertou o botão de hormônios da minha coleira.
Bzzzz
Caralho, fazia muito tempo que não sentia aquele líquido fluir por meu corpo. A coleira vibrou e senti o fluido percorrer meu corpo, fazendo com que meus sentidos se aguçassem, meu coração acelerasse e meu cu passou a piscar desesperadamente.
Ao meu redor, os garotos se agitavam, loucos; comecei a rebolar e ficar mais agitado.
— Venham logo, estou com muito fogo.
Eu estava louco para sentir os caralhos deles no meu cu, e parecia uma tortura observar somente eles se masturbando e me olhando.
Segundos se passaram até que um a um veio atrás de mim, ajoelhou-se e começou a comer meu cuzinho. O primeiro foi meu cunhado Felipe, deu um tapa na minha bunda que fez um barulho enorme.
PLAFT!
Ele abriu minhas nádegas, aproximou sua boca da entrada do meu cuzinho e cuspiu.
Ptiu! Ptiu!
Depois caiu de boca, chupando forte e enfiando fundo a língua dentro do meu cuzinho, que piscava loucamente, prendendo a língua dele.
— Aãããããh! Aãããããh! Aããããh!
Sua língua invadia meu cu, lubrificando; sua saliva quente invadia meu cu a litros, que chegava a vazar. Fui calado pelo meu cunhado Emerson com sua deliciosa pica na minha boca, passei a chupá-la para me acalmar. Enquanto isso, meu cunhado Felipe parou de chupar meu cu e pincelou seu cacete na entrada do meu cuzinho e começou a forçar.
— Huuuuuuuuuum! Ele gemeu conforme meu cu abria, piscando e mastigando seu cacete duro e macio até seu saco bater nas minhas nádegas.
— Hãããããã, caralho! Isso, putinha, agora vou bombar gostoso.
Ele segurou em minhas nádegas e, pegando o ritmo das estocadas do Emerson, começou a bombar gostoso.
Vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup
— Toma pica, caralho, toma picaaa! Vup vup vup vup vup vup vup vup — Aaaaaaah! Cuzinho delicioso da porra! Vup vup vup vup vup vup vup vup vup..
— Aaaaaaah, vou gozar, putinha, toma porra, porra, toma meu leiteee, tomaaaa! Pffffffffffffffffffffffff!
Arf Arf Arf Arf Arf Arf
Depois que gozou, saiu de dentro, deixando o mar de porra escorrer pela minha perna.
Ele se levantou e o Emerson saiu da minha boca sem gozar, com o pau brilhando da minha saliva. Ajoelhou-se atrás de mim e segurou na minha coleira com uma mão, fazendo com que ela liberasse mais hormônios.
Pisquei meu cu com mais rapidez e ele deu uma cuspida na mão e passou no seu cacete. Logo senti ele pincelar a cabeça na entrada do meu cu e começar a forçar.
— Huum! Sua pica era um pouco mais grossa que a do Felipe, então entrou rasgando mais.
— Ai! Gemi de boca cheia pelo pau gostoso do Vitor que me preenchia.
Levei dois tapinhas na cara do Vitor. E no meu cu o Emerson começou a se movimentar, bombando lentamente, forte, e aos poucos aumentou o ritmo para uma foda sensacional.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Meu cu começava a arder, mas, ao mesmo tempo, implorava cada vez mais por pica, e o Emerson fodia, fodia, fodia , fodia, fodia, fodia, fodia, fodia. Até que, não se aguentando mais, e gozou.
Pffffffffffffffffffffffff!
Ofegando saiu de dentro de mim deixando o mar de porra vazar.
Já o Vitor estava bombando na minha boca, duro, e não tinha planos para gozar ali. Então saiu da minha boca e foi para trás de mim, senti ele usar a porra dos dois primeiros para lubrificar a sua deliciosa pica, pincelou a minha entrada gostoso com seu pau duro e começou a entrar.
— Huuuuuuuuuum! Gemi rebolando de boca cheia pelo Lucas, que agora ocupava o local.
O Vitinho separou minhas nádegas, pincelou seu cacete grosso e começou a introduzir.
— Huuuuuuuuuum! Gemi de boca cheia.
— Quietinho, é feio falar de boca cheia! Falou o Lucas.
Quando o Vitor terminou de introduzir seu cacete, ele deu um tempinho para melhor se alojar e depois começou a bombar.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Eu estava louco, gemia alto, rebolava, chupava e provocava o Lucas com minha carinha de cachorro pidão.
Meu cu vibrava involuntariamente; as estocadas do Vitor eram sensacionais, e ele rebolava como nenhum outro macho rebolou a me comer.
Mas, com o tempo e as provocações que eu fazia, ele não se aguentou e gozou.
Pffffffffffffffffffffffff!
Quando saiu, senti sua porra escorrer do meu cu.
Em seguida, o Lucas saiu da minha boca, e veio para meu cuzinho. E quem assumiu minha boca foi o Felipe.
Coloquei aquele mastro gostoso na boca e comecei a chupar. Logo o Lucas se ajoelhou atrás de mim, abriu minhas nádegas olhando o estrago que não existia e cuspiu.
Ptiu!
Depois segurou seu cacete e apontou a cabeça para minha entrada e começou a forçar.
— Huuuuuuuuuum! Caralho, parece que está sempre virgem essa porra! Cu apertado da porra!
Ele foi entrando centímetro por centímetro, fazendo eu sentir cada veia e vaso dilatado da sua pica.
Quando chegou no final, senti a cabeça do seu pau na beira do estômago e ele começou a desferir seus golpes.
Vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup
— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum!
Ele gemia de olhos fechados, rebolando e curtindo cada momento; eu gemia com a boca ocupada, olhando para a deliciosa pelve do meu cunhado Felipe.
Vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup
Bombadas depois, sentir seu pau fisgar e sentir seu leite explodir com fortes jateadas dentro de mim.
Pfff! Pfff! Pfff! Pfff! Pffff!
— Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf
Na minha boca, minutos depois, o Felipe gozou, fazendo eu engasgar.
COFF COFF COFF COFF COFF COFF
Quando os dois saíram, eu engoli a porra do Felipe, e desabei no chão e descansei um pouco.
— Acho que agora precisamos mesmo é de outro banho, e deveríamos almoçar; já são 13:30. Disse o Lucas.
— Caralho, como a hora passa rápido! Disse o Felipe
— Pois é, que tal passarmos uma água no corpo e irmos procurar algo para comer? Temos o dia inteiro para aproveitar dessa putinha, depois descansamos e voltamos a foder ela, o que vocês acham?
— Claro! Responderam os outros.
O Felipe pegou-me no colo, e juntos voltamos para o banheiro.
CONTINUA...
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