#Outros

Juiza de Dia, Putinha de Noite

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O Narrador de Contos

Um pouco da vida dupla que Yasmin anda seguindo.

Yasmin fechou a pasta e deu uma última olhada nos papéis que tinha na mão. Tinha sido mais um dia exaustivo no trabalho, mas ela sempre levava seus casos com muito profissionalismo e dedicação. Como juíza, era seu dever zelar pela justiça e pelo bem-estar da sociedade. Ela se orgulhava de sua postura séria e responsável durante as audiências.
Após sair do fórum, Yasmin caminhou até a estação de metrô mais próxima para ir para casa. Porém, ao chegar em sua parada habitual, ela decidiu seguir em frente e descer uma estação depois. Era tarde demais para voltar atrás agora - ela tinha um compromisso noturno que não podia ser adiado.
Ao sair do metrô, Yasmin viu o carro parado perto da entrada, exatamente como combinado. Ela respirou fundo antes de se aproximar do veículo. O motorista baixou o vidro e sorriu para ela.
— Olá, moça — ele disse, inclinando-se sobre o banco do passageiro. — Você está perdida?
— Talvez esteja procurando algo — respondi, me aproximando da janela. — Ou alguém...
Ele não precisou de mais nenhuma pista. Abriu a porta e eu entrei no carro.
— Meu nome é Carlos — apresentou-se. — E você? Qual o seu nome, putinha?
Sorri com a pergunta. Adoro quando eles começam assim mesmo, sem cerimônia.
— Crystal. Prazer em conhecê-lo, Carlos — disse, me virando para ele no banco traseiro enquanto tirava meu casaco lentamente.
Ele prendeu a respiração ao ver meus seios fartos quase saltando do sutiã vermelho. Não usei muita roupa por baixo do casaco - um vestido curto e justo que mal passava da bunda.
— Uau... você é mesmo uma pedra preciosa — ele murmurou, engolindo em seco.
Comecei a passar minha mão pela sua coxa enquanto falávamos. Ele estava duro feito rocha, dava para ver através da calça social.
— Que tal nos divertirmos um pouco? — propus, me inclinando sobre o banco para beijar seu pescoço.
Carlos gemeu baixinho e passou a mão na minha bunda. Eu tinha uma saia bem curta, então ele conseguiu tocar minha pele nua sem muito esforço.
— Aqui mesmo? — perguntou, surpreso. Estávamos em um estacionamento vazio perto de um prédio abandonado.
— Por que não? É excitante fazer isso no carro... no meio da noite — sussurrei em seu ouvido antes de mordiscar sua orelha.
Ele não precisou de mais encorajamentos. Começou a apalpar meus seios, apertando com força enquanto eu abria seu cinto e baixava o zíper da calça.
— Meu Deus, Crystal... — suspirou ao ver meu rosto perto do seu pau duro. Comecei a chupá-lo devagar, passando a língua na cabeça inchada antes de engoli-lo todo.
Carlos arfou, quase sem fôlego. Eu estava gostando demais daquele jogo perigoso e aventureiro. Continuamos nos beijando e nos apalpando até que ele não aguentou mais.
— Quero te comer agora — rosnou, me virando de costas para ele no banco traseiro.
Ergui a saia e tirei a calcinha, exibindo minha bunda redonda e molhada. Carlos se aproximou por trás e enfiou tudo dentro de mim com força.

Yasmin gemeu alto quando sentiu o pau grosso de Carlos penetrando-a fundo. Ela estava tão molhada que ele deslizou para dentro dela sem nenhuma resistência, preenchendo-a por completo.
— Caralho, como você é gostosa... — ele rosnou em seu ouvido, segurando firme na cintura dela enquanto dava estocadas cada vez mais rápidas.
Yasmin se contorceu de prazer, empinando a bunda para recebê-lo ainda melhor. Ela adorava ser fodida com força e sem dó, sentindo os pelos do saco dele roçando sua pele sensível.
— Isso, me fode com tudo... — ela implorou, apoiando as mãos no banco da frente enquanto Carlos a cavalgava freneticamente.
Os gemidos dela ecoavam dentro do carro, misturados aos sons molhados de suas peles se chocando. Yasmin não se importava se alguém passasse por ali e os flagrasse - ela só queria sentir aquele pau gostoso destruindo sua boceta apertada.
Carlos agarrou seus cabelos loiros e puxou com força para trás, fazendo-a arquear as costas. Ele meteu ainda mais fundo assim, atingindo pontos dentro dela que a deixavam louca de tesão.
— Goza pra mim, Crystal... goza gostoso no meu pau — ele grunhiu, sentindo as paredes da boceta dela começando a tremer ao seu redor.
Ela não pôde resistir àquela ordem. Seu corpo inteiro se contraiu em um orgasmo intenso, fazendo-a gritar de prazer enquanto se convulsionava debaixo dele.
Carlos gozou pouco depois, inundando-a com sua porra quente e espessa. Ele continuou metendo devagar, espremendo até a última gota dentro dela antes de sair com um suspiro satisfeito.
— Cara, isso foi incrível... — ele disse, se recostando no banco enquanto acendia um cigarro.
Yasmin sorriu para ele, limpando os restos do sexo do seu rosto e dos cabelos bagunçados. Ela adorava essa vida dupla que estava vivendo, pois nunca sabia o que iria acontecer em cada noite.
— Foi mesmo... — ela concordou, se vestindo rapidamente antes de abrir a porta do carro. — Adorei conhecê-lo, Carlos. Quem sabe nos vemos outra vez?
Ele sorriu e deu mais uma tragada no cigarro antes de responder:
— Pode contar com isso, putinha. Da próxima vez será ainda melhor.
Yasmin piscou para ele e fechou a porta, seguindo seu caminho na noite daquela vida secreta.

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