Apenas um desejo de te ver com outro homem
Marcos a anos fantasiava ver sua linda esposa com outros homens mas nunca teve coragem de pedir isso para ela, então ela realiza seu desejo mesmo sem saber dele
Marcos tinha trinta e seis anos, uma barba escura e bem cuidada, olhos cinza-azulados que pareciam sempre espreitar algo além do óbvio. Era um homem casado há dez anos com Barbara, uma mulher de corpo delicado, baixinha, mas cujos traços eram tão marcantes quanto a beleza que escondia sob os lençóis da casa deles. Loira, com cabelos cacheados que sempre caíam em mechas douradas sobre seus ombros, seus olhos verdes como um verão no campo, brilhavam de uma intensidade que, às vezes, o faziam sentir como se ela soubesse tudo antes mesmo que ele falasse. Sua pele era macia, quase translúcida na luz do dia, e quando ria, os dentes brancos brilhavam entre as lábios rosados. Mas o que mais o fascinava eram seus lábios finos, a boca que se fechava com um gesto de desdém quando ele tentava beijá-la, ou os dedos delicados que se enrolavam nos seus quando ela o levava ao orgasmo.
Barbara tinha uma vagina pequena, rosada, estreita e esse é um detalhe que ele sempre admirara, mas nunca havia explorado com a devida atenção. Ela era tímida em público, mas no quarto, quando os dois estavam sozinhos, ela se libertava: seus dedos se moviam com precisão, suas mãos sabiam exatamente onde pressionar para fazê-lo sentir o quanto ela queria dele. E ele, por sua vez, tinha um corpo forte, musculoso, que escondia uma paixão secreta.
Marcos não era infiel. Nunca havia sido. Mas havia uma parte dele que, desde jovem, se imaginava em situações improváveis: A mais frequente onde sua amada Barbara, deitada na cama dele, enquanto outro homem penetrava-a com cuidado, enquanto ele se masturbaria ao lado dela, observando como seus lábios rosados se fechavam em um gemido em quanto o orgasmo a atingia. Ele havia fantasiado isso mil vezes, mas nunca tinha admitido para si mesmo que queria mais do que isso: queria ver Barbara com outro homem na verdade, na sua cama, enquanto ele assistia de pertinho, talvez até ajudasse a guiar a penetração com sua mão deixando-a ser 'esmagada' entre as virilhas. Ou apenas observar como ela se entregava.
E então, um dia, tudo aconteceu.
Marcos saía do trabalho às cinco da tarde. Não era uma hora comum para ele voltar, mas havia algo que o fez sair mais cedo aquele dia: um relatório urgente, uma reunião fora do horário, ou simplesmente a necessidade de sair antes que o transito ficasse insuportável como geralmente ocorria quando saia em horário de pico.
Quando chegou em casa, ainda estava claro. A luz do sol caía sobre os quadros pendurados na parede, iluminando o sofá vermelho que ele tinha comprado para Barbara no Natal passado. Ele desligou o carro no garagem, abriu a porta e entrou sem fazer barulho.
Silêncio.
Ele não esperava encontrar ninguém. Barbara havia marcado um encontro com uma amiga desde as dez da manhã, então ele não tinha motivos para pensar que ela estaria em casa. Mas algo estava errado.
O cheiro de sexo o atingiu antes mesmo de entrar no quarto.
Era feromônico, um misto de suor, pimenta e algo que fazia seu corpo se contrair involuntariamente. Ele avançou devagar, ouvindo os sons: gemidos, risos, o ruído das camas sendo mexidas. Ele ainda não tinha certeza mas...
Barbara estava em casa.
Ele não tinha certeza de como ela havia ficado lá, mas isso não importava mais. O que importava era o que ele ia fazer agora. Marcos foi até a porta do quarto e quase não acreditou em tamanha ousadia ao encontra-la entreaberta. Não queria entrar ainda. Queria ter certeza antes de decidir o que fazer.
Na cama, três pessoas estavam deitadas: Barbara, deitada sobre os braços de um homem alto, magro, com pele clara e uma cicatriz fina na testa que se perdia no cabelo preto liso. O outro homem estava deitado ao lado dela, de costas para a porta, mas seus dedos ainda se moviam em círculos suaves sobre o pescoço suado de Barbara.
Não apenas um, mas dois homens em sua cama fodendo sua amada!
Marcos não os conhecia bem. Eles eram vizinhos do andar de baixo há anos, mas ele nunca havia dado muita atenção a eles. Havia ouvido rumores, alguns diziam que eram gays, outros que simplesmente viviam juntos por conveniência. Mas nunca tinha imaginado que eles estariam cobiçando sua esposa.
Mas agora ele tinha certeza que estavam!
Instantes depois Barbara estava montada sobre o primeiro homem, seus quadris se movendo com uma precisão que fez Marcos sentir como se ele estivesse assistindo a um filme pornô, mas não era. Era real. Bem mais real do que suas visões de fantasias.
Em seguida Marco a viu recebendo sexo oral do segundo homem enquanto ela ainda cavalgava o primeiro, só que agora de costas. O segundo homem por sua vez, parecia não sentir nenhuma aversão em também tocar o pênis do primeiro homem com sua boca, enquanto ele abria e fechava os rosados e delicados lábios vaginais de Barbara com seu pau grosso e cheio de veias. Barbara movia seus quadris fazendo seus seios saltarem enquanto gemia e fazia pedidos cada vez mais pervertidos. Barbara segurava a cabeça do segundo homem pressionando-a contra sua buceta fazendo ele lamber o encontro entre as genitais. As vezes o pênis do primeiro homem escapava de dentro de Barbara, e por sua vez segundo homem o segurava firme com a mão e o abocanhava com desejo antes de guia-lo de volta para dentro dela.
Os dois homens estavam de lado para a porta, mas seus gestos eram claros: eles dificilmente não saberiam que Marcos estava lá. O ponto agora era... O que ele faria a respeito?
Marcos ficou imóvel por alguns segundos. Então, por um instante, pensou em sair. Em ir embora e deixar tudo como estava.
Mas então algo dentro dele se acendeu.
Era uma mistura de excitação e surpresa. Ele queria ver isso terminar. Queria saber o que aconteceria depois. Então ele decidiu que iria ficar.
Marcos não foi para a cama. Naquele momento não tinha intenção de fazer nada ainda além de assistir, mas quando a porta se abriu, eles não olharam para ele imediatamente.
Barbara, ainda montada de costas sobre o primeiro homem, parou de mover-se. Seu rosto estava pálido, os lábios entreabertos em um gemido de prazer misturado com susto que não chegou a ser um grito, mas quase isso.
O primeiro homem, (o que ela cavalgava) virou o rosto lentamente e olhou diretamente para Marcos na porta.
Ele tentou se levantar, mas Barbara virou-se e o segurou com as mãos, mantendo-o deitado. O segundo homem, ainda fazendo sexo oral em, também parou.
Marcos ficou imóvel. Não sabia o que fazer.
Então, Barbara fez algo inesperado.
Ela correu até ele.
Não gritando. Não chorando. Apenas correndo sem palavras.
E quando chegou perto, seus olhos verdes se encontraram com os cinza-azulados dele.
Ele parecia-lhe assustada, porém havia algo mais em seu olhar.
Mas então ela fez algo ainda mais surpreendente.
Ela beijou-o como quem vai pro TUDO OU NADA. Como em cenas pornográficas onde: A amante safada agarra e beija a esposa inocente que acabou de flagrar o marido com sua melhor amiga em sua própria cama. Lindas cenas onde a esposa traída ainda tenta resistir enquanto chora e grita, mas se rende aos beijos e aos toques habilidosos da amante safada de seu marido e os três voltam juntos para a cama.
Não um foi beijo rápido, não um gesto de desculpas. Um beijo longo, molhado, onde Marcos sentiu seu corpinho nu e suado tremendo através de sua roupa.
Marcos não conseguiu responder. Não queria.
Mas depois do primeiro toque dos lábios dela, ele se deu conta de algo: Ele estava esperando isso fazia muito tempo e não cabia nenhum julgamento de sua parte.
Quando Barbara terminou de beijá-lo, ela respirou pesadamente, os dedos apertando levemente seu ombro. Então falou em voz natural:
"Agora Eu Quero Ver o Fim desse Filme"
—Você está falando sério, Marcos? — disse ela, a voz quente e um pouco tremula.
Marcos não respondeu. Não precisava.
Ele apenas olhou para ela, como se estivesse lendo algo nela que ela não sabia.
— Sim, amor — disse ele, baixinho. — Pode voltar ao que estava fazendo. Eu vou ficar olhando da minha poltrona. Quando eles terminarem… vai ser minha vez.
Barbara ficou um pouco confusa. Então, o primeiro homem, o que ela montava se levantou e se aproximou do segundo dizendo:
—Tiramos mesmo a sorte grande cara! — Disse isso, sorrindo.
O segundo homem também se levantou, rindo e gesticulando com as mãos em concordância.
Marcos não tinha certeza de como reagir. Mas então Barbara fez algo que o fez se identificar ainda mais com toda a situação.
Ela se virou para ele, os olhos verdes brilhando com uma luz que ele nunca havia visto antes.
—Você está certo — disse ela, quase sussurrando. — Eu sempre quis isso.
Marcos ficou na poltrona, observando enquanto Barbara juntamente com os dois homens lentamente retomavam de onde haviam parado. E como era lindo vê-los! Todos sem roupas: os seios pequenos e redondos, a pele rosada dos mamilos, o abdômen delicado que se encontrava com os quadris bem torneados. E entre suas perninhas brancas, aquela bucetinha brilhava de umidade já bem avermelhada. E todo seu corpo a flor da pele de tanto que ambos os homens passearam todo seu corpo com mãos e lábios.
O primeiro homem, que aparentava ser o mais alto se ajoelhou em sua frente e começou a fazer sexo oral nela. Ela arqueou o pescoço, enquanto os dedos do segundo homem apertavam seus ombros ao mesmo tempo que beijava seu pescoço por trás. Aproveitando-se da posição vantajosa, o segundo homem iniciou uma lenta penetração por trás segurando firme em seus quadris enquanto o primeiro homem continuava chupando sua buceta de joelhos em sua frente. Em algum momento Barbara exclama: "Só vai ficar olhando eles me fodendo gostoso amor?". O primeiro homem engolia cada gota de seu pré-orgasmo que vinha acompanhado de doces sussurros e gemidos que faziam Marcos sentir como se estivesse assistindo a uma cena de cinema.
Mas então o segundo homem—o mais baixo, o que estava por trás dela—começou a penetrá-la com mais força e velocidade.
Barbara não resistiu. Ela se encostou nele enquanto se equilibrava segurando com força a cabeça do primeiro que ainda estava chupando de joelhos. Os quadris movendo-se em círculos suaves enquanto ele entrava e saía com cuidado.
Marcos assistia, fascinado. Ele tinha imaginado isso mil vezes, mas nunca havia visto algo tão real.
E então, quando Barbara começou a gemer mais forte, ele não conseguiu resistir e exclamou: "Quero gozar! Posso te encher de porra na frente do seu marido Barbara?". —"Sim! Solta bem fundo, suja toda essa buceta que seu namorado limpa tudo com a língua enquanto meu maridinho olha de pertinho!".
Marcos se levantou da poltrona e foi até eles.
Momentos depois aquele lindo pênis grosso e cheio de veias do segundo homem explode dentro de Barbara. Ele pulsa cinco vezes expulsando um esperma denso e concentrado quase escumando como leite fresco recem ordenhado. Barbara sentiu cada pulsação enquanto gemia e pressionava a cabeça do primeiro homem contra sua buceta. Marcos viu em câmera lenta quando o segundo homem removeu o pau da buceta de Barbara, ainda estava duro e brilhando. Sem aviso algum, o primeiro homem levantou Barbara com os braços, jogou-a deitada na cama e caiu de boca novamente em sua buceta dizendo.—"Vou limpar tudo!". E foi sugando e puxando o esperma com um dedo. Enquanto isso o segundo homem sobe na cama e coloca o pênis na boca de Barbara, não fazia movimento algum, apenas descansava a rola na boca dela enquanto amolecia devagar. Barbara o segurava, lambia e chupava como se quisesse limpa-lo ou saborear o esperma residual entre a glande e o prepúcio.
—"Agora é minha vez de te encher!", diz o primeiro homem, que imediatamente para o sexo oral e se posiciona para penetrar Barbara, que por sua vez diz: —"Vai! Mistura a seu leite com o do seu namorado bem fundo dentro de mim!". O primeiro homem começa a fode-la com certa ferocidade, o segundo está se masturbando perto do rosto de Barbara que por sua vez alterna o olhar entre, o pau entrando e saindo dela, o rosto do Marcos e a punheta prestes a explodir em sua cara.—"Estou gozando!". Exclama o primeiro homem quase gritando de prazer enquanto injeta uma grande quantidade de esperma de qualidade bem fundo em Barbara. O segundo homem diz:—"Quer leitinho na boca safada?". Barbara não respondeu, apenas abocanhou aquele belo mastro. E ao invés de continuar uma punheta, o segundo homem sobe em cima dela e começa a foder sua boca como se fosse uma buceta. Marcos não ficou tão impressionado porquê ele mesmo já fez isso milhares de vezes, mas nunca havia visto de outra perspectiva, e ele gostou do que viu! Então disse: —"Enche a boca dela bem gostoso!". Barbara sorri... E logo o segundo homem começa a gemer exatamente como fez quando gozou em sua buceta. Para provocar, Barbara fez o esperma escorrer do canto de sua boca para o lado onde estava Marcos. E então ele remove o pau da boca e sai de cima dela. O primeiro homem ainda está dentro de Barbara mesmo após gozar e cai sobre ela beijando sua boca cheia de esperma do segundo homem e isso faz seu pau endurecer novamente, então Barbara sente isso e diz: —"Fode gostoso e me faz gozar!".
Imediatamente ele retomou o ritmo e Barbara finalmente diz enquanto esperma branco escorre pelos cantos rosados de seus lábios vaginais:—"Estou gozando no pau dele amor! Olha como a porra dele tá escorrendo pra fora!". Barbara gemia e gritava então o primeiro homem também começa a gozar novamente, dessa vez bem pouco esperma mas muito prazer. Ele desabou sobre ela mas Marcos exclama:—"Sai de cima da minha esposa! É minha vez!". Barbara está deitada no centro da cama, o primeiro homem de um lado e o segundo do outro. Agora a situação se inverteu, ambos observavam Marcos, que rapidamente tirou a roupa e caiu em cima de Barbara beijando sua boca sem se importar com o sabor residual de esperma. Ele olha a buceta de sua esposa e vê um risco branco de esperma seguindo o talho de sua xoxota que agora estava vermelha. Mas sem cerimonia ele a penetra sentindo aquele esperma estranho molhando seu pau e escorrendo até seu saco, porém isso só o deixou ainda mais excitado. Logo ele está metendo freneticamente em sua esposa, que geme alto e diz todo tipo de sacanagem. Barbara avisa que vai gozar novamente e Marcos diz:—"Também vou gozar amor! Vamos juntos!". Eles sempre faziam isso e conheciam o ritmo um do outro. Então a bucetinha da Barbara começa a apertar o pau do Marcos com uma mistura das contrações naturais do orgasmo feminino e uma técnica de pompoarismo. Marcos sente isso e começa a ejacular em sua esposa como lhe é de direito. Agora uma grande quantidade de esperma novamente a invade e se mistura com a dos outros dois homens, e mais uma vez é possível ver um anel banco de porra entre o pau do Marcos e os lábios vaginais da Barbara. Os dois homens comentam esse fato e todos sentem um cheiro forte de sexo no ar. Mas Barbara ainda teve a ideia de mandar os dois homens limpar toda a porra do Marcos misturada com a deles. E eles caíram juntos de boca nela, um deles tentou abocanhar o pau do Marcos e ele permitiu. Logo os dois homens estavam de joelhos chupando o Marcos e ele gostou! Então Barbara se junta a eles, e na visão de Marcos estava sua esposa no meio e um homem de cada lado chupando toda a região do seu pau. Por fim ele ejacula enquanto fode a boca de Barbara, que por sua vez distribui com beijos o esperma entre os três e todos vão juntos para o banheiro tomar lavar o que ainda é possível.
Fim. Espero que gozem! Comentem se for possível. Thenk's
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Comentários (1)
Curioso: Maravilhoso, agora falta a parte que os dois enrabam o Marcos.....
Responder↴ • uid:1ckzegdd146y