#Estupro #Gay #Grupal #Incesto #Teen

Escravo Familiar: Capítulo 43 (O que parecia bondade, na verdade era brutalidade)

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Tártaro

Escravo Punitivo Ato 3: sempre desconfiei que algo estava errado.

Papai saiu da casa do Kiko, arrastando-o por cordas que não sabia de onde tinham vindo. O Kiko estava ainda nu e seu delicioso cacete preto balançava despreocupadamente no meio de suas pernas, junto aos bagos grandes sustentados pelo saco grande.

Papai o arrastou até a mala do carro, que, por sorte minha, ou do Kiko, era uma Doblô e ele ficaria alojado na parte da carga.

Papai abriu a porta de trás do carro e jogou-o sem cuidado algum para dentro, junto do seu material de trabalho. Trancou a porta traseira e veio se sentar ao meu lado no banco do motorista.

Ajeitou-se no banco e, olhando-me, disse baixinho:

— Desculpa, papai, por ter deixado as coisas chegarem a esse ponto? Eu não sabia que esse filho da puta faria isso com você, meu amor.

— Não é culpa sua, papai! Disse-me, encolhendo-me no banco do carona e protegendo meu corpo nu com as roupas, sem ter vontade de as colocar novamente.

Papai fez carinho na minha face e depois deu partida no carro, saindo com ele em seguida, para casa.

Durante o trajeto, reparei que papai estava tenso e que não estávamos tomando o rumo de casa. Ele dirigia quieto, sem conversar comigo, passando de rua em rua, virando para a esquerda, depois direita, depois dando inúmeras voltas.

No meu íntimo, aos poucos, comecei meio que a entender o caminho. Papai o estava levando para o mesmo galpão que me levou no "sequestro".

Eu podia não ter visto o caminho, mas meu corpo meio que tinha guardado a memória de lá.

Uma hora depois, chegamos. Já era noite, e o local não tinha qualquer movimentação. Papai estacionou o carro de carga e desligou o motor, desafivelou o cinto e desceu do carro.

— Venha, meu garoto, vou precisar da sua ajuda. Ele disse-me e foi em direção à porta traseira do carro.

Desafivelei meu cinto de segurança e desci do carro, dando a volta e indo para a porta traseira, junto de papai.

Com a chave em mãos, papai destrancou a porta, e demos com o Kiko se debatendo, amarrado e com marcas roxas no corpo. Provavelmente uma parte foi papai quando viu meu estado em sua casa, e a outra foi dele se debatendo dentro do carro para se livrar das amarras.

Papai puxou-o sem o mínimo de cuidado pelas cordas e o retirou do carro. Arrastando -o até a porta de metal imensa que eu acabei reconhecendo.

Destrancou-a e, em seguida, arrastou o Kiko até o fundo do galpão e o amarrou na cama imensa. Depois, deu um comprimido para ele junto a um copo de água que ele acabou cuspindo na cara de papai.

PLAFT!

— Pois então, seu filho da puta, fique com dor, seu desgraçado.

Papai virou as costas para ele e estendeu a mão para mim. Eu a segurei firme e saímos de lá com papai fechando e trancando a porta de metal atrás de nós.

Voltamos para o carro, sentamos no banco e papai disse:

— Agora, meu docinho, é com seu irmão Thiago; ele vai declarar a punição do Kiko. Por enquanto, você não tem permissão para satisfazer a ninguém da família, até resolvermos isso, ok, docinho do papai?

— Sim, senhor, senhor papai!

— Ótimo, querido. Ah, vejo que, pelo menos, ele não estragou sua coleira.

— Verdade, senão meu padrinho iria esfolar ele!

Papai sorriu, deu partida no carro e fomos embora.

Tempo depois, entramos na garagem de casa e fui direto tomar banho.

Durante meu banho, papai entrou debaixo do chuveiro, junto comigo, dando-me beijos na boca e pedindo desculpas por fazer eu passar por aquilo.

Agarrei seu pescoço e devorei sua boca, em um beijo forte que me acalmou. Tomamos banho e depois fomos para a cama.

Deitei-me e me cobri; papai se alojou atrás de mim e enfiou a cara no meu pescoço.

Ficou um pouco inquieto e disse-me:

— Caralho, esqueci de mandar mensagem no grupo da família, só um instante, meu bebê.

Ele se levantou, pegando seu celular na cabeceira da cama, e logo chegou uma notificação do grupo da família.

"Boa noite a todos, sinto muito pelo horário, sei que é tarde, mas preciso avisar que estou convocando toda a família para uma nova punição. O membro que será punido é o Kiko, que hoje maltratou o escravo familiar. Irei mandar o local pela manhã, junto ao horário. Preciso organizar com o Escravo Punitivo para poder dar mais informações. Esperem meu contato, tenham uma boa noite!"

Em seguida, papai apagou a tela do celular e se enfiou debaixo do cobertor junto comigo, agarrando-me. Depois enfiou a cara no meu pescoço e adormecemos juntos.

Na manhã seguinte, acordamos cedo. Papai despertou, beijando-me várias vezes no pescoço e perguntou baixinho no meu ouvido:
— Tá acordado, meu bebê?

Me espreguicei dengosamente, me esfregando no corpo de papai, e disparei.

— Sim, papai! Bom dia!

— Bom dia, meu dengo, precisamos levantar, temos que ir para a punição do Kiko. Espero que você se lembre disso.

— Ai, mais um dia nesse inferno! Papai, deixa isso para lá, só quero que essa situação passe logo.

— Calma, filho, vamos resolver isso hoje, tá bom?

— Sim, meu senhor!

— Ótimo, então bora levantar! Ande antes que eu coma esse seu cuzinho arrombado!

Ri e me espreguiçando, levantei-me e fui me arrumar.

Depois que estava com a roupa no lugar, fui atrás de papai. O encontrei na porta do quarto do meu irmão Thiago batendo.

TOC TOC TOC

Abriu e falou com meu irmão.

— Tá pronto, filho? Precisamos sair.

— Tô quase! Respondeu meu irmão.

— Vai esquentando o carro enquanto eu termino de me arrumar.

— Tudo bem!

Papai passou por mim no corredor e ofereceu sua mão esquerda para eu segurar. Peguei-a e fomos para a garagem.

Papai entrou na Doblô que ele havia transportado o Kiko e ligou-a para deixar o combustível aquecendo.

Enquanto isso, aproveitou para abrir o portão e fumar um cigarro. Fiquei a observá-lo enquanto esperava o carro aquecer e meu irmão descer.

Papai estava com uma aparência cansada e preocupada; parecia que se arrependia de ter me transformado em escravo sexual, e se culpava por tudo que já havia ocorrido até aqui.

— Bom, agora já foi, não posso voltar atrás! Ele disse para si mesmo com pesar.

Aproximou-se de mim, abraçando-me por trás e ficou ali por alguns minutos esperando meu irmão descer de casa , e o carro esquentar.

Uns quinze minutos depois, estávamos entrando dentro do carro. Meu irmão Thiago estava bonitão, vestia uma bermuda larga de um tecido fino e branco, com uma camiseta baby look azul-marinho e um chinelo preto nos pés.

Papai entrou no carro e começou a tirá-lo da garagem. Em seguida, meu irmão fechou o portão e nós dois fomos para dentro do carro.

Depois de alocados, papai engatou a primeira marcha e saiu com o carro, rumo ao local onde deixamos o Kiko.

Uma hora depois chegamos. Papai saiu do carro junto com meu irmão e abriu o portão de ferro. Acendeu a luz do local e foi para os fundos, onde o Kiko havia sido colocado.

Escutei os barulhos da corrente sendo puxada e os três saírem de dentro do galpão. Papai e Thiago o arrastaram até o banco traseiro, de onde eu estava, e o enfiaram lá dentro, sentado com as mãos e os pés acorrentados.

Ele ainda estava nu e reclamava que não havia dormido direito e que queria água.

Papai abriu uma garrafa pequena com água que estava aos seus pés no banco do motorista e entregou para mim.

— Dê água para ele, filho!

Segurei a garrafa com uma das mãos e, colocando o gargalo na sua boca, virei várias vezes para que ele tomasse a água em goles espaçados.

Papai deu partida novamente no carro e fomos embora. Durante o trajeto, papai passou no supermercado e comprou algumas coisas para comermos e bebermos.

E eu comecei a ficar assanhado, como sempre, louco vendo aquele negão imenso ali pelado. Em um determinado momento, fui alimentá-lo com um salgado que papai tinha comprado e deixei cair alguns farelos de frango em cima da sua virilha.

— Opa, que desastrado eu! Disse para ele e me abaixei para pegar o frango caído.

Fui descendo e com a boca aberta , encostei no seu pau e suguei o pedaço do frango desfiado.

Frrrr!

O pau do Kiko logo ficou duro e comecei a rir.

— Hahahaha!

— O que foi, filhote? Perguntou Papai.

— Ele está de pau duro, papai!

— Safado! Ele respondeu. E meu irmão virou-se no banco para ver e começou a bater no pau dele.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT.

— Hahahaha! Meu irmão riu.

— Papai, posso chupá-lo até chegarmos?

— Claro, meu anjo, satisfaça-se com ele.

Abaixei no banco e desci minha cabeça até seu pau duro, expus a cabeça roxa e a cheirei.

FSSSSS!

AH, que saudade que eu estava daquele cheiro de pica de macho que eu tanto amo. Em seguida, cai de boca naquele rola preta grande e grossa, chupando forte.

— Huuuuuuuuuum! Ele gemia grosso e arqueava a pelve para que seu pau batesse fundo na minha garganta.

Fiquei parado com a boca ainda na sua pica e deixei que ele a fodesse.

Ele entendendo o que eu queria, começou a movimentar o quadril para cima e para baixo, lentamente, fazendo sua pica entrar e sair de dentro da minha boca.

GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub

— Ãããããh! Gemi

— Tá gostoso, filhão? Papai perguntou-me.

Retirando a pica da minha boca, disse:

— Muito! e voltei a mamá-lo.

GLUB Glub Glub Glub Glub Glub...

O tempo foi passando, o carro exalava o cheiro do sexo oral que eu fazia na pica preta do Kiko, e meu irmão e meu pai foram ficando cada vez mais excitados.

O Kiko gemia alto e rebolava enquanto eu o chupava. A estrada estava fluida, não tinha trânsito e faltava pouco para chegarmos.

Eu chupava gostoso a pica do Kiko e, quando ele ia gozar, interrompi a mamada, fazendo ele protestar amordaçado.

— Hahaha! Você achou que eu iria permitir que você gozasse? Não vai não, pelo menos não ainda.

Parei de chupar e fui para o banco da frente, para o meio das pernas do meu irmão Thiago, e, ajoelhando-me no assoalho do carro, retirei sua pica dura para fora e comecei a chupar.

Vup vup vup vup vup vup vup vup vup

O tempo vôo e chegamos ao deserto que meu irmão Thiago planejou para a punição do Kiko.

Meu maxilar doía das duas mamadas que realizei durante o trajeto, e a temperatura estava um inferno. Muito quente. No carro, o termômetro estava marcando 36°C e estávamos molhados de suor.

— Caralho, que calor do caralho! Não tinha outro lugar para fazer essa porra, não, Thiago? Que invenção do caralho! Papai falou bravo com meu irmão.

— Ah, pai, vai ser legal, o senhor vai ver!

Papai andou com o carro mais alguns metros e meu irmão fez sinal para parar em um ponto onde tinha um estacionamento.

Eu estava no assoalho do carro, ajoelhado e com o pé direito suado e fedido do meu irmão na boca, lambendo e cheirando.

Quando papai estacionou, desceu do carro, retirando suas roupas, e puxando o Kiko de dentro do carro.

Meu irmão retirou seu pezão da minha boca e puxou-me para cima, e saiu comigo no colo para fora do carro.

Colocou-me no colo, e ele foi nos conduzindo até uma área que ele havia programado.

Papai pegou Kiko pelas correntes e o levou consigo até onde meu irmão havia indicado com o dedo onde ficaríamos.

Depois começamos a esperar o restante da família. Papai levou Kiko e o amarrou em um tronco, e ficamos os três juntos esperando o restante de nossos familiares.

Vinte minutos depois, começaram a chegar os carros.

Eles estacionaram perto do carro de papai e saíram para vir nos cumprimentar.

— Caralho, que calor da porra! Comentavam.

Tempo depois, com todos presentes, meu irmão Thiago passou-me para o colo do meu padrinho, orientando-o.

— Cuida dele, nada de deixá-lo desprotegido nesse sol do caralho, senão você será o próximo a ser punido.
Meu padrinho balançou afirmativamente a cabeça e foi se escorar em uma parede para tentar nos proteger do sol escaldante.

Enquanto isso, meu irmão deu início à punição do Kiko.

— Bom, bem-vindos, espero que estejam bem!

Estamos aqui hoje para punir o Kiko, que dizia ser amigo da família, porém ele violentou o escravo familiar, e, como todos sabem, quem machuca o escravo terá uma punição, correto?

Os presentes balançaram a cabeça afirmativamente.

— Ótimo, então eu, como escravo punitivo, declaro a punição iniciada. A sentença será a seguinte:

Eu, meu pai e senhor, iremos mostrar para esse filho da puta como é bom estuprar o cu de outro homem sem seu consentimento. Vamos dar o troco com a mesma moeda. Essa será minha primeira vez comendo um cuzinho preto, espero gostar bastante. Vamos lá, então, que a punição comece.

Meu padrinho ficou duro e aproveitou que tinha permissão para me penetrar, e se enfiou dentro de mim. Sentei no seu pau duro, rebolando, sentindo a picagrossa dele me invadir sem dó, e comecei a prestar atenção na punição à nossa frente.

Meu irmão Thiago e meu pai colocaram o Kiko de joelhos no chão escaldante e, em seguida, retiraram suas roupas.

Manipularam seus cacetes duros, batendo uma punheta leve para aquecer os ânimos. Juntaram as suas duas cuecas, que estavam suadas e fedidas, com cheiro de cu e rola de macho, e começaram a esfregar no rosto do Kiko.

— Cheira, sinta o cheiro da sua punição, seu filho da puta! Falava meu irmão Thiago passando sua cueca e a cueca do meu pai sujas no seu rosto.

— Hãããããã! Fssssssssssssss! O Kiko gemeu e teve sua cabeça jogada para trás.

Logo, meu irmão jogou as cuecas no chão e foi buscar um açoite na mala que estava a poucos centímetros dele.

Trouxe um que tinha tiras de couro. Alisou as tiras, mostrando para todos ali, e o rodou no ar, fazendo o vento zumbir.

VUPT VUPT VUPT.

Aproximando-se do corpo do Kiko, desferiu um golpe.

PLAFT!

— Aaaaaaargh! Gemeu o Kiko, travando os músculos do corpo e prendendo o maxilar.

— Você gostou de machucar o escravo, não gostou?

— Não, senhor! O Kiko disse.

— Oooh! Sei, não minta, mentir é feio! E se eu descobrir que é mentira, vai ser pior. Disse meu irmão e logo deu outro golpe.

PLAFT!

— Vamos lá, admita que você adorou sodomizar meu irmãozinho! Assim, eu pego mais leve com você!

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT.

— Aaaaaaargh! Nunca irei admitir isso. Ele brandiu alto.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

— Bom, então, já que você não admite, não é homem para assumir seus erros, eu vou então pegar ainda mais pesado contigo.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT.

— Aaaaaaaaaaaah! Para com isso! Ele gritou.

— Quer que eu pare, então admita!

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

— Aaaaaaah! Tá bom, eu admito, eu sodomizei o escravo e fui além do permitido. Satisfeito?

— Agora sim! Meu irmão disse e jogou o açoite para o lado.

Voltou a manipular seu cacete duro e foi para frente do Kiko. Segurou com a outra mão a cabeça dele e começou a bater com o pau duro na cara do Kiko.

PLAC! PLAC! PLAC! PLAC!

— Cheire! Meu irmão ordenou, passando o seu delicioso cacete duro no nariz do Kiko.

— Fssssssssssssssssssss! Aaaaaaah! Ele cheirou e meu irmão jogou a cabeça para trás em êxtase.

— Abra a boca, putinha! Meu irmão ordenou e enfiou o pau fundo na garganta dele.

— Huuuuuuuuuum! Gemeu, tremendo-se todo.

Segurou a cabeça do Kiko, pressionando-a contra sua virilha com pelos aparados, e esperou por alguns minutos.

— ÔÔÔÔÔ! Gemeu alto e depois soltou sua cabeça.

— COFF COFF COFF.

Meu irmão deu dois tapinhas na cara dele e socou de novo fundo na sua garganta.

— Ôôôôôôôh! Gemeu e deixou a cabeça do Kiko deslizar pelo corpo da sua vara grossa.

Quando a pica do meu irmão saiu da sua boca, o pau dele brilhava de saliva grossa. Meu irmão então virou-se e ofereceu seu cuzão peludo para ele, abriu as nádegas e enfiou o rosto dele fundo no seu cu que piscava.

— Aaaaaaah! Cheira meu cu, seu nego safado! Cheira meu cu de macho.

— FSSSSS! FSSSSS!

Cara, aquilo me excitava demais. Ver um homem imenso ser sodomizado por outro de seu mesmo porte físico era muito bom.

Meu irmão rebolou na cara dele e depois o retirou do seu cuzão de macho.

Colocou-o de quatro e se ajoelhou atrás dele, abriu suas nádegas e expôs o cuzinho preto do Kiko para todos verem, e que delícia, apertadinho e com uma leve penugem preta ao redor da rosquinha de chocolate dele. Depois voltou para sua posição anterior e, com a boca, começou a chupar o cu do Kiko.

— Aaaaaaah! Aaaaah! O Kiko gritava de prazer, rebolando a bunda na cara do meu irmão, e meu irmão passou a bater forte nas suas nádegas enquanto devorava o cu quente e suado do Kiko.
A temperatura parecia aumentar mais a cada minuto, e meu irmão estava doido no rabo do Kiko. As pessoas ao redor se masturbavam assistindo, mas também passavam mal com o calor excessivo do tempo.

Depois de muito chupar, meu irmão levantou-se, pincelou o pau na portinha do Kiko que piscava, e segurou firme em seus ombros para que ele não escapasse, despejou um cuspi farto em cima do próprio pau e do cu do Kiko, e começou a forçar a cabeça para dentro.

— Hãããããã! Ele gemia junto ao Kiko.

— Ai, meu cu, tá rasgando, vai com calma, nunca dei meu cu preto, caralho. O Kiko falava, deixando o ato ainda melhor do que já estava.

Meu irmão foi se alojando, e do cu do Kiko descia um pouco de sangue, provando ser verdade a fala dele.

— Caralho, não acredito que estou te descabaçando de verdade, isso é ainda melhor. Huuuuuuuuuum! Disse meu irmão.

Seu pau duro foi deslizando suavemente pelo cu do Kiko, até chegar a bater as bolas e seu sacão de macho no saco e nas bolas fartas do Kiko. Esperou uns minutos e começou a bombar, gemendo alto.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Aaaaaaah! Aãããããh! Ãããããh!

O Kiko se balançava todo, gemendo alto e rebolando para meu irmão, que o fodia com força e dedicação.

O papai se levantou e foi em direção a eles. Meu padrinho me inclinou para frente nas suas pernas e começou a foder mais forte.

Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt...

Papai se aproximou do Kiko e deu um tapa na sua cara.

PLAFT!

Ajoelhou-se na sua frente e enfiou a pica na sua boca e começou a foder.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Hãããããã Hãããããã

Até que os três juntos gozaram.

Pffffffffffffffffffffffff PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Ofegando, mudaram de posição; papai deitou-se no chão e pediu para que ele sentasse na sua pica. Ele levantou-se e colocou um pé de cada lado das coxas de papai, depois foi descendo, apontando o cacete duro de papai no seu cuzinho. A cabeça encostou na entrada e ele foi deslizando suavemente até chegar a sentir o saco de papai na sua bunda. Em seguida, meu pai ordenou:

— Quica! Quica na minha vara, filho da puta! Se fode na minha pica, porra!

E o Kiko começou a quicar gostoso.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Ããããã! Caralho, isso é bom demais! Falava, papai.

— Mastiga meu pau com esse cuzinho preto, vai! Isso! Assim! Vai, me faça gozar.

Logo, meu irmão Thiago aproveitou e foi para trás dele e apontou seu pau para seu cuzinho que alisava o cacete de papai, e começou a penetrar seu cacete junto ao de papai no cu do Kiko.

— Ãããããh! Meu cu, caralho! Meu cuuuuuuuu!

Ele berrava e meu irmão começou a se movimentar, bombando junto com papai no cu preto dele.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt.

— Aaaaaaah, Aaaaaaah, Aaaah PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Os três gozaram juntos e caíram no chão insuportavelmente quente.

Com o pau ainda dentro do cu gozado do Kiko, papai o devolveu à posição de quatro no chão, depois inclinou seu trono para a frente, deitando sua cabeça no chão, em seguida pisou na sua cabeça e começou a foder novamente seu cuzinho preto.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC…

— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum!

— Cheira meu chulé de macho, filho da puta, cheira meu chulé de macho, caralho!

Ele começou a cheirar e papai descontou toda a sua raiva no cu dele e na cara, socando o pau fundo no seu cu e o pé chulezento na cara dele.

PLOPLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Até que papai gozou fundo no seu cuzinho preto arrombado.

Pffffffffffffffffffffffff.

Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf

Depois, papai saiu de dentro dele, e os três levantaram; papai e Thiago anunciaram que agora todos iríamos para um banheiro ali perto para podermos nos lavar e fazer as necessidades.

Andando em direção ao banheiro, eu reparei: "Meu Deus, acho que eles pegaram insolação, não só eles, mas o resto do grupo todo. Todo mundo estava muito vermelho e com a pele ardida.

Nos arrastamos até o banheiro e todos nós corremos para debaixo do chuveiro e tomamos um banho gelado.

A água refrescava. Meu padrinho ainda comigo no colo, me lavava e me paparicava, até que voltamos a nossa atenção e vimos meu irmão Thiago pegar o Kiko pelo pescoço e levá-lo para uma privada.

— Achou que eu iria esquecer desse detalhe, né? Você fez isso com meu irmãozinho, então irei fazer com você.

Meu irmão segurou forte no pescoço do Kiko e, em seguida, emergiu sua cabeça na privada, que já apresentava uma urina parada, afogando-o nela. Logo apontou seu pau e começou a mijar em cima dele.

Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Papai foi até eles e fez o mesmo.

Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

— É isso aí, filhão, nem me lembrava desse detalhe! Falou papai, apertando a bunda tesa do meu irmão Thiago. Logo depois, com o Kiko ainda com a cabeça imersa na urina na privada, eles deram várias descargas.

Fluushh! Fluuuuuuussssshhhhhhh!!

Depois o retiraram da privada, puxando-o pelos ombros, e o jogaram embaixo do chuveiro, abrindo a água no gelado e o deixando lá para que ele lavasse a vergonha dele.

Tomamos todos um banho e nos trocamos. Estávamos todos moles, então papai sugeriu:

— Gente, é melhor todos procurarem um hospital. Acho que essa punição acabou com todos nós; vamos embora.

Papai pegou o Kiko pelos braços, e todos nós saímos do banheiro e fomos de volta para os carros.

Em seguida, papai ligou o carro e deu partida. E saiu em busca de um hospital para podermos ser atendidos.

CONTINUA...

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