#Incesto #Teen

Sonia com o filho de criação

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Thiago P.

Sonia está cuidando do filho que sofreu um acidente e está com os dois braços quebrados.

​O vapor do chuveiro transformava o banheiro em um casulo abafado, mas o verdadeiro sufoco estava no peito de Sonia. Diante dela, Ricardo mantinha os olhos fixos nos azulejos, os dois braços engessados até os cotovelos suspensos como asas fraturadas e inúteis. Ele tinha 19 anos; não era o filho biológico que ela gerara, mas o enteado que ajudara a criar desde menino. O choque do acidente, porém, havia devolvido a ele uma vulnerabilidade infantil que Sonia, a princípio, acolhera com puro instinto de proteção.
​Até aquele momento.
​— Pode deixar que eu lavo as costas, mãe .. — ele murmurou, a voz grave contrastando com o desamparo do corpo nu.
​— Você não alcança, Ricardo. Deixa de bobagem. — Ela tentou soar firme, a voz de autoridade que usava anos atrás, mas a esponja ensaboada tremeu levemente contra a pele dele.
​Ao deslizar a espuma pelos ombros largos, descendo pela linha tensa da coluna até a curva da cintura, o toque deixou de ser anestésico. A água quente corria pelo peito do rapaz, desenhando os músculos que o gesso destacava por pura imobilidade. Sonia engoliu em seco. O cheiro de sabonete misturado ao calor da pele dele preencheu o espaço claustrofóbico, e o que antes era apenas a execução de uma tarefa desconfortável transformou-se em uma percepção aguda, física e avassaladora: a rigidez do corpo dele não era apenas pelo gesso, e o calor no ambiente já não vinha só do chuveiro.
​Ricardo soltou uma respiração curta quando a mão de Sonia demorou um segundo a mais na sua costela. Pelo espelho embaçado, os olhos dele procuraram os dela, um vislumbre rápido, carregado de uma culpa que espelhava a dela. Ninguém disse nada. O silêncio no banheiro tornou-se denso, quebrado apenas pelo estalar das gotas no chão.
​Quando o banho terminou, a tarefa de vesti-lo revelou-se ainda mais perigosa. Sonia estendeu a toalha, secando o peito dele com movimentos deliberadamente lentos, tentando convencer a si mesma de que era apenas cuidado. Mas cada esbarrão de seus dedos na pele quente de Ricardo parecia um território proibido sendo invadido de comum acordo. Ao segurar o cós da cueca para ajudá-lo a vestir, os nós dos dedos de Sonia roçaram o quadril do rapaz. Ricardo prendeu o fôlego, os olhos fixos no topo da cabeça dela, as mãos engessadas ligeiramente erguidas, incapazes de afastá-la ou de puxá-la para perto.
​Sonia subiu o tecido devagar, sentindo a pulsação dele acelerada sob a pele. Quando o cós da cueca chegou à altura dos quadris, seus dedos roçaram inevitavelmente na base do pênis dele — e ali estava: meio duro, inchado o suficiente para marcar o algodão fino, a cabeça arredondada pressionando o tecido com um volume evidente que não deixava espaço para disfarces.
​Ricardo soltou um gemido baixo, quase um grunhido de vergonha. Seu rosto corou violentamente, os olhos se desviando para o lado enquanto tentava, inutilmente, mover os cotovelos engessados para cobrir a região.
​— Merda... Mãe, desculpa... — murmurou ele, a voz rouca e entrecortada, o constrangimento tão cru que chegava a doer. — Eu não... não consigo controlar. Tá acontecendo desde que você começou a me tocar. Eu juro que não queria que fosse assim.
​A cueca ficou presa por um segundo, o elástico esticado sobre a ereção crescente. Sonia sentiu o calor latejante contra os nós dos dedos, o membro dele pulsando levemente ao contato, engrossando ainda mais com o toque involuntário. Ela parou, o coração martelando no peito, a boca seca. O banheiro parecia ainda menor, o vapor colando na pele dos dois como uma segunda camada de desejo.
​Por um instante, ela pensou em soltar tudo, fingir que não tinha visto, que não tinha sentido. Mas seus olhos desceram, traidores, e fixaram na saliência óbvia. O contorno era grosso, a glande marcada no tecido úmido, uma pequena mancha transparente já começando a aparecer na ponta.
​— Ricardo... — sussurrou ela, a voz falhando. Não era mais a voz de autoridade de mãe . Era algo mais grave, mais rouco, carregado de tudo que ela vinha negando desde que entrara naquele banheiro.
​Ele engoliu em seco, o peito subindo e descendo rápido.
​— Eu sei que é errado. Você me criou, porra... Mas quando você me toca assim... eu fico louco. Olha o que você faz comigo.
​Sonia terminou de subir a cueca com as mãos trêmulas, mas não afastou os dedos de imediato. Em vez disso, deixou a palma aberta pressionar levemente sobre o volume quente e rígido, sentindo ele latejar contra sua mão como se pedisse mais. Ricardo soltou o ar com força, os olhos semicerrados, a culpa e o desejo lutando no mesmo olhar.
​O silêncio voltou, pesado, cheio de promessas perigosas. A toalha escorregou dos ombros dele para o chão, esquecida. Nenhum dos dois se moveu para sair do banheiro imediatamente, mas a urgência do espaço claustrofóbico exigia ar.
​Sonia o guiou para fora, o corpo dele ainda úmido e quente colado ao dela. Os braços engessados faziam cada passo uma pequena aventura, e ela o apoiava pela cintura, sentindo a rigidez dele roçar ocasionalmente na lateral de sua coxa enquanto caminhavam pelo corredor até o quarto. Lá dentro, a luz era mais suave, a cama desfeita ainda guardando o calor dos lençóis.
​— Vem, deita um pouco para eu terminar de te vestir direito — disse ela, a voz tentando em vão manter um tom prático.
​Ricardo sentou na beira da cama, as pernas abertas, a cueca esticada ao limite pelo volume óbvio. Sonia ajoelhou-se entre as coxas dele, fingindo ajustar a roupa. Seus dedos voltaram ao cós e, dessa vez, sem qualquer hesitação, ela puxou o elástico para baixo com firmeza, libertando-o por completo. Grosso, latejante, com a cabeça avermelhada e brilhante de baba , o membro pesado balançou livre no ar quente do quarto.
​— Mãe... — Ricardo gemeu baixinho, a voz carregada de vergonha e de um desejo que ele não conseguia mais conter. Os olhos dele, suplicantes, fixaram-se nos dela. — Por favor...
​A visão daquela rigidez absoluta e o som da voz dela dito daquela forma desceram como um choque elétrico direto na intimidade de Sonia. Ela sentiu um jorro quente de tesão molhar sua calcinha, os mamilos dolorosamente duros sob a blusa fina. Mas manteve a farsa do controle, os olhos semicerrados, assumindo o papel de quem apenas resolvia um problema clínico.
​— Shhh... Para de ser besta — murmurou ela, a voz rouca, envolvendo o membro dele com a mão inteira. A pele estava ardente, as veias grossas e saltadas pulsando forte contra sua palma. Ela começou a bombear devagar, da base até a glande, girando o polegar na cabeça inchada e espalhando o líquido transparente que escorria sem parar. — Você está precisando tanto... Olha como está duro, filho. Mamãe cuida disso para você, tá bom? Deixa comigo.
​Ricardo jogou a cabeça para trás, os braços engessados apoiados de forma desajeitada na cama, os quadris curvando-se para frente, buscando instintivamente o ritmo da mão dela.
​— Caralho... sua mão é tão boa... — sussurrou ele, a voz entrecortada, os dentes cravados no lábio inferior enquanto o constrangimento se dissolvia no prazer cru. — Eu não aguento mais... desde que você começou a me lavar...
​Sonia acelerou o movimento, apertando mais a base e deslizando rápido pela extensão inteira. Seu próprio corpo traía a encenação: a respiração estava pesada, as coxas apertadas uma contra a outra, uma vontade avassaladora de rasgar a própria roupa e se esfregar nele ali mesmo. Mas continuou dominando a situação, inclinando o rosto mais perto, o hálito quente roçando na pele hipersensível do rapaz.
​— Isso, relaxa... É uma necessidade do seu corpo, Ricardo. Mãe está aqui para ajudar em tudo o que você não pode fazer sozinho — disse ela, a voz melosa e carregada de uma malícia disfarçada de zelo, enquanto ditava o compasso da masturbação com mais fome, os olhos fixos no membro latejante que brilhava, completamente molhado, em sua mão.
​Sonia olhou para o membro latejante na sua mão, a cabeça grossa brilhando de pré-gozo, as veias pulsando visivelmente. O cheiro quente e masculino dele subiu até seu nariz e algo dentro dela quebrou de vez. A farsa do “cuidado” ainda estava lá, mas agora servia apenas de desculpa para o desejo cru que a consumia.
— Shhh… calma, filho — murmurou ela, a voz rouca e maternal, enquanto se inclinava mais para frente. — Mãe vai cuidar disso direito. Você precisa tanto…
Ricardo mal teve tempo de processar as palavras. Sonia abaixou o rosto e, sem hesitar, passou a língua quente e molhada pela base do pau dele, subindo devagar até a glande inchada. Ele soltou um gemido alto, o corpo inteiro tensionando.
— Mãe… caralho…
Ela não respondeu com palavras. Em vez disso, abriu a boca e envolveu a cabeça grossa, chupando com fome. A língua girava ao redor da glande, lambendo o pré-gozo salgado que não parava de escorrer, enquanto sua mão continuava bombeando a base com movimentos firmes. Sonia se esbaldava, gemendo baixinho ao redor do pau, os olhos semicerrados de puro prazer.
Ela desceu mais, engolindo boa parte do comprimento quente e grosso, sentindo ele pulsar contra sua língua e garganta. Subia e descia a cabeça ritmadamente, chupando com vontade, as bochechas ocas e o som molhado e obsceno enchendo o quarto. Com a mão livre, ela segurou as bolas pesadas, massageando-as delicadamente enquanto lambia.
Por um momento, Sonia tirou o pau da boca com um estalo molhado, olhou para ele com olhos vidrados de tesão e sorriu com malícia maternal.
— Olha como você está inchado, filho… tão cheio… — sussurrou ela, antes de abaixar ainda mais o rosto.
Sua língua deslizou para baixo, lambendo toda a extensão até chegar às bolas. Ela as chupou uma por uma, devagar, saboreando a pele enrugada e quente, puxando levemente com os lábios enquanto a mão masturbava o pau acima, espalhando saliva e pré-gozo. Sonia se esbaldava completamente — gemendo contra a pele dele, esfregando o rosto no pau e nas bolas, inalando o cheiro forte e viril do enteado que ela criara.
— Mãe… porra, assim eu vou gozar… — Ricardo gemeu, a voz embargada, os braços engessados tremendo inutilmente ao lado do corpo.
Sonia voltou para o pau, chupando com mais força e velocidade, a cabeça subindo e descendo enquanto a mão trabalhava em conjunto. Ela queria tudo dele — o gosto, o cheiro, a sensação dele enchendo sua boca. Lambia, sugava, engolia fundo, deixando saliva escorrer pelo queixo enquanto se deliciava com o membro latejante do rapaz.
— Goza pra mãe, Ricardo… — murmurou ela entre uma chupada e outra, a voz abafada e carregada de desejo proibido. — Deixa tudo na boca da mamãe, vai…
O corpo dele se arqueou na cama, os quadris tentando foder a boca dela instintivamente. Sonia acelerou, chupando com devoção total, lambendo as bolas entre uma descida e outra, completamente entregue ao prazer de devorar aquele pau bem maior e mais duro que o do pai dele.
Ricardo gemeu alto, a voz rouca e desesperada, o corpo inteiro tremendo. Os braços engessados pressionavam inutilmente o colchão, os quadris se erguendo em espasmos curtos, fodendo a boca dela com o pouco de controle que ainda lhe restava.
Sonia não parou. Em vez disso, apertou os lábios com mais força ao redor da glande inchada, sugando com devoção enquanto a mão masturbava a base com movimentos rápidos e firmes. Seus olhos subiram, encontrando os dele — vidrados, suplicantes, cheios de culpa e prazer absoluto.
— Goza pra mãe, filho… — murmurou ela, tirando o pau da boca apenas por um segundo, a voz rouca e melosa, o fio grosso de saliva ligando seus lábios à cabeça brilhante. — Mãe quer tudo. Não segura. Goza na boca da mamãe…
Ela engoliu ele novamente, fundo, a garganta apertando ao redor da glande. Ricardo soltou um gemido gutural, quase um grito abafado. Seu pau inchou ainda mais na boca dela, as veias pulsando violentamente.
— Mãe… eu tô gozando… caralho… MÃE!
O primeiro jato foi forte, grosso e quente, explodindo direto no fundo da garganta de Sonia. Ela gemeu alto ao redor do pau, os olhos semicerrados de puro prazer, e engoliu avidamente, sem desperdiçar uma única gota. O sêmen era abundante, quente, com um gosto forte e salgado que ela saboreou como se fosse o néctar mais proibido. Ricardo gozava sem parar — jatos longos e potentes que enchiam sua boca.
Sonia manteve os lábios bem fechados, sugando com força para extrair cada pulsação. Ela sentia o pau dele contrair ritmadamente contra sua língua, disparando mais e mais porra quente. Engolia tudo, o pescoço se movendo visivelmente enquanto o sêmen descia por sua garganta. Nem uma gota escapou. Quando o jato seguinte veio, ela chupou ainda mais fundo, o nariz quase encostando na barriga dele, extraindo até a última gota.
Ricardo se contorcia na cama, gemendo o nome dela repetidamente:
— Mãe… mãe… porra… tão bom…
Mesmo depois do último espasmo, Sonia não soltou. Continuou chupando devagar, lambendo a glande sensível, limpando cada resquício de gozo com a língua. Só quando o pau dele começou a amolecer levemente na sua boca é que ela se afastou devagar, com um estalo molhado. Seus lábios estavam inchados, brilhantes, e ela passou a língua neles, recolhendo uma última gota que havia escapado no canto da boca.
— Isso… assim… — sussurrou ela, a voz rouca de tesão, olhando para ele com um sorriso satisfeito e maternal. — Mãe cuidou de tudo. Não desperdicei nada, filho. Olha como você gozou tanto pra mim…
Ricardo respirava pesado, o peito subindo e descendo rápido, o rosto vermelho e os olhos ainda vidrados de prazer. Sonia subiu o corpo devagar, beijando a barriga dele, o peito, até chegar perto do rosto.
— Você foi um bom menino — murmurou ela, passando os dedos gentilmente pelos cabelos dele.

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