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Desviando o irmãozinho

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Nayfcm

Oie, muito prazer! Eu sou a Nayara, tenho 24 anos, morena de pele clara, cabelos pretos, sou baixinha, acho que tenho 1,57.
Tudo começou com uma traição, que foi o pior dia da minha vida.
A minha ex-sogra estava com câncer, internada na UTI, prestes a morrer, já faziam quase dois meses que eu e Diego, meu ex, nos revezamos entre as visitas diárias, nessa rotina cansativa de hospital, num desses dias, eu recebi a notícia de que ela estava em cuidados paleativos, eu precisava contar isso pra ele e pra sua família, mas decidi não falar nada por mensagem, foi esperando o ônibus que passou um conhecido meu, Júnior, 26 anos, alto, branco, músculos definidos, bem gostoso. Ele parou o carro do lado do ponto, abaixou o vidro e me ofereceu carona.
Eu não costumava aceitar caronas, principalmente sozinha, mas Júnior era crente, pregador, todo certinho, e sempre falava de Deus em suas frases.
Como cheguei mais cedo que o habitual, Diego (meu ex) não esperava minha presença, estranhei que a casa estava toda fechada, mas talvez ele tivesse saído, quando abri a porta escutei gemidos, barulho de sexo, e meu peito acelerou na hora, antes de tomar coragem de enfrentar isso, eu me sentei no sofá para me acalmar, enquanto ouvia a garota dizer: "isssooo, me fooode, aiiii, foode!"
Eu levantei, abri a porta do quarto de uma única vez, flagrando ela sentada na rola dele, minha sensação era de ódio, os dois pularam, se cobriam, e a primeira coisa que eu ouvi dele foi: "Amooor, euuu, euu posso explicar"
Na mistura do ódio com a decepção, eu não tive reação, só comecei a chorar feito criança, chorava soluçando, a menina se vestiu e foi embora rapidamente, enquanto Diego pelado, de pau duro me consolava e cada vez mais eu chorava até ficar em posição fetal.
Para resumir, eu acabei me divorciando e voltei a morar com minha mãe por um tempo, passaram alguns meses e eu estava voltando a ter ânimo na vida, mas lutando severamente contra uma depressão, confesso que eu tinha uma dependência emocional em Diego, e aquilo me destruiu, até que uma amiga minha, Priscila, me chamou para sair um pouco, para viver, preocupada comigo.
Fomos para o shopping Itaquera, que é o mais próximo de casa, estávamos sentadas na praça de alimentação comendo um lanche, e Priscila insistia que eu deveria ficar com alguém, transar, mas eu nunca fui de sair ficando com as pessoas ou tendo encontros casuais, de repente, um homem alto, forte, com as costas largas, passou pela gente, e a Priscila disse: "É um desses que você precisa pra esquecer o Diego"
Eu me virei pra olhar, e acabei reconhecendo, era o Júnior, ele não tinha me visto, mas assim que ele se virou, acenei e ele veio me cumprimentar, sentou do meu lado e ainda tinha aquela pose pastoral, mas Priscila não perdia tempo, ela começou a soltar umas brincadeiras muito diretas:
- A Nay tá precisando de uma oração no quarto
- Para com isso Priscila!
- Só to dizendo pro irmão ajudar uma alma necessitada, ela tava toda depressiva, o cajado pode ajudar
Acabou que eu fiquei brava com as brincadeiras de Priscila, e Junior parecia estar desconfortável, a senha dele chamou, ele foi buscar sua comida e aproveitei para me despedir dizendo que precisava ir embora.
No caminho até minha casa, Priscila entrou na minha mente dizendo que se eu não fodesse logo, eu ia acabar virando aquelas garotas depressivas que nunca superam um término.
No mesmo dia, mandei mensagem pro Júnior me desculpando das brincadeiras da minha amiga, ele foi super gentil e não se importou, a conversa estava se esfriando e eu acabei num impulso dizendo:
"Você tem planos para amanhã a noite?"
"Amanhã a noite não"
"Vamos sair pra conversar? Preciso desabafar com um amigo"
"Combinado, te pego às 20h"
Contei para a Priscila de meu encontro, ela era mais vivida do que eu, e eu estava tão apreensiva que não sabia o que fazer, mas ela foi me acalmando e me dando dicas de sedução, a missão agora era levar o irmãozinho para a cama.
No dia seguinte, ele me pegou às 20h, e fomos para um restaurante que eu sempre quis ir mas Diego nunca me levou, Júnior era educado, calmo, culto, eu não estava acostumada com isso, afinal, meu ex era um maloqueiro.
O jantar estava agradável, e conversávamos realmente apenas como amigos, eu sentia a temperatura do corpo subir, sabendo que eu precisava ser safada, mas não queria parecer atirada ou tomar um fora, foi quando Priscila me mandou um áudio e a mensagem: OUVE ALTO PRA ELE OUVIR, FINGE QUE FOI SEM QUERER!
Eu aumentei o volume, e soltei o áudio... "E aí amiga, como tá sendo o encontro? Já beijou? Espero que dê tudo certo, se for passar a noite com ele me avisa"
Eu fiquei vermelha, não sabia onde enfiar a cara, enquanto Júnior ria, totalmente tranquilo.
- Me desculpa, me desculpa mesmo
- Então você tá pretendendo me beijar?
- Não! Quero dizer... sim! Ai! Eu nem sei o que eu to falando.
- Só relaxa.
Júnior me olhava com ternura, e me acalmou, quando fomos pro carro, ele dirigia em direção a minha casa, eu sentia ainda a vergonha pelo áudio, então ele disse:
- Você quer passar a noite na minha casa?
- Não, desculpa pelo áudio, nem pensei nisso
- Mas agora eu to convidando
Meu coração pulsou, eu sorri, e respondi: - Quero
Eu não sabia bem onde ele morava, mas chegamos em um condomínio bonito, no elevador eu sentia aquele frio na barriga, ainda não tinha rolado nada, nem beijo, e eu indo pro apartamento do cara... o que eu estava fazendo?
Acabei perguntando:
- Espera! Você mora sozinho?
- Sim
- Ah sim.
Sentei no sofá e ele me ofereceu suco, conversamos mais um pouco e acabamos nos beijando, foi incrível como o beijo encaixou de primeira, um beijo bem sensual, apaixonante, com aquelas mãos grandes pegando em meu rosto, eu já sentia minha calcinha encharcada, quando o beijo terminou ele já desceu para meu pescoço, me deixando toda arrepiada, eu puxei sua camiseta pra cima, e acabei vendo todos aqueles músculos definidos, ele estava uma delícia, e eu nunca tinha tido um homem assim, não quero que fique chato a comparação, mas Diego era gordinho, passei minhas mãos em seu abdomen todo definido, mas era hora da verdade... comecei a desabotoar sua calça e abrir o zíper, me lembrei de uma frase que a própria Priscila falava: "Homem com tanquinho a torneira é pequena"
Acabei ficando curiosa/preocupada, se eu ia me decepcionar, afinal, Diego era "grande", tinha uns 18cm, fino, mas era gostoso, antes que eu pudesse abaixar sua calça e ver o volume de sua cueca, Júnior me chamou para a cama para ficar mais confortável, fomos... ele beijava meu corpo e em poucos tempos ele estava chupando minha buceta, ele chupava muito bem, muito bem mesmo, já me dominando com o jeito de me segurar, mas eu ainda estava preocupada em se eu ia gostar de seu pau, então meio que com pressa eu disse:
- Deixa eu te chupar um pouco
Ele concordou, se levantou e tirou toda sua roupa, estava escuro, então eu não via direito, ele veio me minha direção guiando o pau na minha boca enquanto segurava minha cabeça, a primeira coisa que eu senti foi uma cabeça grossa, grande, então fui segurar pra ter noção de onde terminava, na primeira pegada, o susto... ainda cabia a outra mão, eu coloquei as duas mãos, era grosso, com veias saltadas, e maior do que o pau do meu ex... nessa hora, eu perdi a pose de preocupada com tamanho e passei a ficar preocupada em se eu aguentaria tudo aquilo.
Junior me deitou e se encaixou entre minhas pernas, ele esfregava a cabeça na minha buceta e sorria, um sorriso que não condizia com a postura certinha dele, mas que era uma delícia, de repente ele começou a me penetrar, eu sentia que minha buceta não estava preparada para aquilo, embora eu estivesse encharda, eu sentia ele me alargando, eu gemia cada vez mais, e ele aumentava o ritmo, parecia que seu pau cutucava meu útero, eu sentia dor, mas muito prazer, então pedi pra sentar, ele se deitou e eu segurei em seu pau guiando para minha entrada, eu comecei a quicar, e confesso que eu só estava indo até a metade, foi quando ele segurou minha bunda e começou a bombar, eu me sentia uma putinha sendo estourada, mas estava amando, de repente eu pedi para filmar, não tinha esse hábito, mas queria passar a semana revendo o que eu aguentei.
Ele concordou, apoiei o celular em uma cômoda e a filmagem pegava perfeitamente eu sentando em seu pau grosso.
Depois disso, fiquei de quatro, ele pegou o celular e filmou de cima, aquela rola parecia que nunca acabava dentro de mim, foi uma foda deliciosa.
Ele gozou fartamente em minha bunda, tomamos um banho e transamos de novo no chuveiro, dormi lá, e pela manhã não rolou a foda porque eu quase perdi a hora do trabalho, ele me levou até meu trabalho, eu passei o dia sorridente, e Priscila percebeu (trabalhamos juntas), quando contei o que tinha rolado, ela ficou super animada, mas quando contei do tamanho e grossura daquela rola, ela ficou incrédula, disse várias vezes:
- Você passou anos dando pro Diego, qualque 2cm a mais você já deve achar que é dotado
Acabei me irritando um pouco com isso e disse:
- Eu vou te provar
Peguei meu celular e mostrei os dois vídeos, ela assistiu com brilho nos olhos, eu fiquei tímida por ela estar me vendo nua, mas quando ela terminou de assistir me disse:
- É realmente muito grande, você foi guerreira, quem me dera ter um assim
Para resumir o conto, Junior e eu ainda não oficializamos namoro, tem 3 semanas que isso aconteceu, e já transamos mais umas 2x além dessas que contei, e agora, Priscila sempre fica me perguntando detalhes de como foi e isso está me dando tesão.
Devo convidar Priscila pra participar?

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Comentários (2)

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  • Cinquentão RJ: Muito boa história, dei nota 4.

    Responder↴ • uid:w71qy2d1
  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk