#Gay

Tudo tem um começo. Tem um fim?

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cu de borracha

A curiosidade mata o gato? Eu precisava descobrir.

As latas de cerveja em cima da mesa marcavam a mesa da cozinha. O silêncio dominava aquele espaço e o corredor repleto de pequenos quadros davam um tom mais vivo para a casa. Pouquíssimos metros dali, o silêncio estava sendo rompido por gemidos baixos. Quem abrisse a porta certamente depararia com uma cena quente e tensa. Em pé, eu levava pica e caretas apareciam naturalmente. Meu corpo branco e mediano para baixo com dezoito anos mostrava apetite por pau ao dar para o Fernando. O careca com seus quarenta e poucos anos, moreno claro, mandava fundo e não havia nada que impedisse sua tara. Meu cu estava sendo comido por rola média. Sofri no começo e fiquei excitado depressa para deixar o sexo rolar pelo tesão que estava no teto. Não era mais uma relação e sim aquela primeira que marcaria o início da descoberta. Segurando minha cintura ele não dava trégua e meu corpo escorria um suor. Metendo bem, senti parar e o caralho saiu deixando uma meleca de esperma que tomou meu cu.

- Depois tem mais, viado.

Olhei e sorri tendo uma sensação dupla: cu dolorido e esperma escorrendo dando um tesão que eu não esperava. A dor tomou conta do rabo arrombado e bati uma dentro do banheiro para aliviar o tesão generalizado que causou um calor forte no corpo. Um banho e vesti a roupa trocando olhares e sorrisos de putaria feita com ele na cozinha. Uma rodada de cerveja para comemorar e novas possibilidades poderiam pintar no futuro. Saí dali uma nova pessoa e aliviado ao resolver algo que eu desejava há tempos. Sentar era impossível e o cu latejava muito mesmo com refresco da água que eu deixei cair em novo banho em casa.

A noite chegou depressa e deitado na cama eu passava a mão no cu para sentir o estrago e também excitar. O toque com o dedo na entrada mostrava interesse em mais sexo. Eu não sabia e descobriria mais tarde, eu havia dado margem para um gosto que mexeu com meu corpo. Tentei ler um livro para disfarçar a dor interna e nada. O negócio foi dormir.

Dias depois, o careca mandou mensagem e passei em sua casa. Um papo e logo eu passei a tomar surra de rola na boca babando e engolindo o pau quase inteiro. Se o Fernando pudesse, ele enfiava as bolas junto. Eu precisei aprender, não sabia mamar e fui praticando diante do seu olhar e corrigindo os erros. Um curso de boquete seria necessário e ele foi direto ao assunto sabendo que somente o tempo educaria direitinho. Liberei minha bunda para ganhar apalpada e ele abriu dando uma cuspida no cu e espalhou com o pau para segurar fazendo passar. Desta vez, eu curti mais o vai e vem e segurando minha cintura ele botou um sexo mais rápido sem tirar. Gemendo, eu achei gostoso o passear da rola mesmo com as duras cabeçadas e boca aberta. Tirou e mandou que abrisse muito a bunda e voltou a meter com tesão e intensidade. Aquilo parecia não acabar nunca atacando forte o fundo, eu gaguejei e fiz caretas, ouvi som de sexo e depois soltou:

- Delícia do caralho!

As amostras tensas cessaram dando lugar para o vai e vem em meu cu, sem pressa, eu estava curvado na mesa da cozinha levando enterrada e mandou rebolar. Gostei e até sorri com aquele caralho inteiro na bunda, trabalhei um pouco indo e vindo de olhos fechados, passei a língua nos lábios e disse;

- Gostoso. Assim é bom.

Eu estava aceitando bem a relação diferente da primeira vez que era tudo novo. Uma surra de pica fechou aquele ato sexual safado depositando a gozada em cima da bunda e fiquei melecado. O meu saco ganhou um fio de porra e senti o caralho espalhar tudo criando uma camada protetiva. Deu enterradas e depois ficou dando na entrada para terminar de vez. Um tapa na minha bunda, sorri estava com os olhos brilhando, achei tenso e safado, gostei demais de tudo.

- Pauzudo.

- Vai acostumando.

Meu cu estava aberto e dolorido. Piscava e eu sentia grudando. Um banho e tudo foi amenizado menos a dor interna que eu sabia, duraria um tempo. Rodada de cerveja e papo, ao dar para o Fernando eu selava uma amizade improvável. O cara é amigo recente do meu pai e o segredo precisava ser mantido. A minha coragem só indicava o nível de safadeza ao qual eu estava colocado. Quisesse, eu daria mais e saí dali convicto que era bom demais.

A vantagem de dar para um conhecido era poder contar com novas relações quando quisesse e por outro lado vi riscos. Uma briga com meu pai ou desentendimento, o Fernando poderia usar isto como arma rompendo comigo e com ele. Não ocorreu e mais duas relações trabalhadas colocaram pimenta na minha bunda. Curti muito sentar e ficar quicando. Fechei os olhos, rebolei, sorri e senti bem de olhos fechados e até soltei “delícia”.

Depois da quarta relação, eu criei asas. Na minha cabeça, eu queria novos ares e conhecer algumas coisas mais picantes. Fica para o próximo conto.

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