Primeira vez: estuprando o pai da minha amiga
A primeira vez a gente nunca esquece, principalmente quando é estourando o rabinho virgem de um macho adulto
Salve salve galera, tenho muitas histórias para contar sobre o desenvolvimento da minha vida como macho comedor.
Hoje eu tenho 23 anos, sou negro, tenho 1,80 de altura e um pau de 23cm. Na época do conto eu tinha 15 anos e meu pau já era grande pra idade, tinha uns 16cm.
Com 15 anos eu já tava subindo pelas paredes de comer alguém, já tinha botado umas pessoas para mamar (conto em outros contos depois), mas nunca tinha comido nenhum cu e nenhuma bucetinha.
Eu tenho até hoje uma melhor amiga, a Naty, fomos criados como amigos desde crianças, então eu frequentava a casa dela e ela frequentava a minha sempre. Como nossos pais eram amigos e nós também, meus pais permitiam que eu descesse a serra com a família da Naty em alguns finais de semana, e a família dela era bem festeira.
A Naty era bonita, nessa época já tinha criado corpo e como tava criando vaidade eu via quando ela usava biquíni a virilha dela raspadinha, esperava que ela me desse mole pra comer ela num futuro (depois eu conto como consegui), mas quem me chamava atenção mesmo na família dela era o pai, o Antônio.
Antonio era um pai jovem, tinha uns 42 anos na época, tinha uma barriguinha de pai, uns peitoes marcados e uma bundona de dar inveja em qualquer puta. Não muito alto, de pele branca queimada pelo sol, um homem bonito.
Quando ele vestia as bermudas de futebol eu ficava louco, o rabo dele não era só grande, ele era redondo, as ancas dele também eram proeminentes, parecia rabo de mulher de tão perfeito, era uma obra prima, genética pura.
Eu curto mulher, mas o que sempre me chamou atenção foi homem e aquele homem eu era doido pra enrabar. Acho que nunca fiz tanta homenagem na punheta pra alguém quanto fiz pra ele, eu faria de tudo pra comer aquele rabo.
O Antônio era bem carismático, simpático e gente boa, me tratava como filho, mas era fraco pra bebida, quando bebia já capotava.
Naquele dia, estamos na casa de praia da família da Naty com os familiares dela comemorando o feriado estendido, o Antônio se passou como sempre, começou bebendo e aquele dia ele bebeu muito e acabou subindo pra dormir, famoso bebeu dormiu.
Eu nem tinha planejado nada aquele dia, vou ser bem sincero, eu tava de boa na piscina com a Naty, era de noite quando falei pra ela que precisava ir no banheiro, eu tava com vontade de dar um mijao. Eu tava meio bebado aquele dia, pois a gente dava uns goles na cerveja naquela idade.
Naquele dia tanto eu quanto a Naty estávamos em um colchão no chão na suite do 2 andar da casa , pq a casa estava especialmente lotada e a gente não podia ficar em um quarto separado.
Quando entrei no quarto pra usar o banheiro, vi o Antônio deitado de bruços, apagado, só de sunga com o rabao mastigando aquela sunga. Vi sua bunda gigante, peluda, apontando pra mim, me chamando.
O pau endureceu na hora, fiquei louco. Como naquela época eu já tinha uma intimidade com ele, falei brincando:
- Ehh Antônio, tá com fome, mastigando! Hahahaha
Mas ele não respondeu, parecia bem apagado. Dei uma sacudida e ele continuava sem esboçar reação, estava muito bebado.
Na hora do me veio na cabeça: quando eu vou ter essa oportunidade de novo? Quando vou ter uma chance como essa de novo? Encostei e porta e deixei o quarto em um breu quase total, deixei só a luz do banheiro acesa com a porta entre aberta. Como a escada era de madeira, se alguém subisse, dava pra correr pra lá e fingir que estava lá o tempo todo.
Parti pro ataque, puxei a sunga dele até tirar e fiquei olhando aquele rabo delicioso, dei uma apertada e ele deu uns beijinhos, o Antônio estava totalmente apagado, ele era muito fraco pra bebida e uma preza fácil pra um pervertido como eu.
Abri as bandas e olhei o cuzinho dele, rosinha, fechadinho, as pregas intactas. Cu de macho, nunca havia dado na vida. Não perdi tempo e enfiei a cara naquele rabo e chupei, não foi muito gostoso, era minha primeira experiência chupando, então basicamente eu não tinha, e como era um cuzinho fechadinho, mal dava pra enfiar a língua dentro.
Quase gozei de tesão mesmo assim, então me ajoelhei atrás dele e comecei a roçar no cu dele, um vai e vem, eu era moleque ainda e não aguentei e gozei, gozei muito, uma das melhores fosadas da minha vida, meu pau pulsos jatos naquele rabo e eu esfregando e sentindo o as bandas deles com meu pau no meio como se fosse uma salsicha no meio de um cachorro quente.
Após o choque de gozar, me recuperei e continuei duro e com vontade, sabe aquele orgasmo que não queima a vontade de fuder? Foi um desses e ainda bem que eu tinha gozado, pq usei a porra de lubrificante, eu precisava comer ele.
Não podia perder muito tempo pra Naty não desconfiar, então já rocei no pau dele, pra frente e para trás e comecei a forçar.
- Ah… hmm… - Ele finalmente esboçou reação um gemido manhoso. Puta.
Forcei e a cabeça entrou.
Aaaah - senti ele acordando, tentando levantar, ele era menor que eu na época, mais forte, porém bebado não conseguiria muito. Joguei meu corpo por cima do dele e enfiei tudo de uma vez. Cara que delícia, senti aquele cuzinho quente abrindo com minha rola.
-Shhhh!! - falei enquanto ele tentava sem forças sair debaixo de mim. Passei a mão por baixo dos braços de me e enfiei a cabeça dele no travesseiro enquanto ele gemia abafado e comecei a meter, primeiro devagar, depois mais rápido.
- hmmm… hmmm… - ele gemia fino com a cabeça no travesseiro, chorando, enquanto eu metia gostoso, revirava os olhos naquele rabao delicioso.
Estuprei ele gostoso por não muito tempo e já gozei de novo, ficando mole. Foi só então que a pica amoleceu e saiu do cu dele.
Por incrível que pareça, o cuzinho dele não sujou muito minha rola, manchou só um pouco a cabeça. Como já tava demorando muito, eu levantei, guardei tudo na bermuda e desci rapidinho pra piscina. Lavei a pica lá mesmo e aproveitei e mijei na água, foda-se.
Ele ficou no quarto fazendo sabe-se lá o que, enquanto eu não conseguia parar de pensar no que eu fiz. Tinha estourado o pai da minha amiga, gozado gostoso e ainda experienciado o rabo dele que era meu sonho de consumo. E melhor, eu sabia que foi a primeira e única pessoa que já entrou lá, um muleke de 15 anos comeu um adulto a força e gozou.
A noite passou e de madrugada fomos todos dormir, a mãe da Naty já tava dormindo com o Antônio que até então não falou nada, mas estava de bermuda e blusa quando eu e a Naty fomos dormir no colchão.
No dia seguinte Antônio estava meio desconfiado, não sei se ele contou pra esposa ou escondeu por vergonha, mas eu vi que ele provavelmente achou que quem comeu ele foi um dos cunhados, ou qualquer outra pessoa, não desconfiou de mim, otario.
Fui em outras festas na casa de praia da Naty com a família dela, mas depois desse dia o Antônio nunca mais bebeu de cair, só tomava uma latinha ou outra. Também nunca mais subiu no quarto antes de todo mundo. Parecia outro homem.
Acho que traumatizei ele rsrs, e ele até hoje nunca soube que quem estuprou ele foi o amigo da filha dele, que até hoje ele confia e considera como um filho.
Esse conto é real, a parte triste é que nunca mais tive chance de comer ele de novo por conta dessa desconfiança dele.
Até pensei em dopar ele com remédio, mas precisaria ser uma festa ou ele pode ligar os pontos e descobrir que fui eu. Mas se um dia ele der brecha, beber pra cair de novo, eu vou comer aquele rabo.
Em breve cantor mais histórias de como eu com 15 anos me tornei um comedor de viado.
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