#Incesto #Lésbica #Teen #Voyeur

Espiei a pegação da minha concunhada com a própria filha

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Leila descobriu a filha espiando ela tomar banho, e fizeram uma 69 para apagar o fogo

Moramos na parte de baixo, a sogra na casa do meio, e o irmão mais velho da minha esposa mora na de cima. Com a esposa (Leila), e Luna, a enteada.

Recebo uma ligação de vídeo de um número desconhecido. Não atendi.
Em seguida, o mesmo número em uma mensagem no zap, dizendo: “Tio. Atende. É Luna”.
Novamente a ligação de vídeo, que atendi prontamente. Tudo escuro, com barulho de chuveiro. Em seguida percebo, por entre uma fresta de claridade, Leila tomando banho.
PQP... q u e cor-pão... meu pau quase rasgou a cueca.
Subi correndo. Queria ver a cena ao vivo.

Segui pela varanda em direção à porta da sala. Nas pontas dos pés, fui até o quarto. Entrei e fiquei espiando por sobre a cabeça da Luna, que se tocava por cima da calcinha, e não percebeu minha presença, até que percebeu minha respiração ofegante, pois eu estava me masturbando. E se assustou, que quase nos entrega para Leila, que chegou a parar de se lavar e olhar para a porta.
Luna estava tão excitada, que, dando de cara com meu pau, abocanhou e intensificou a siririca. Mamou com tanta intensidade, que quase me fez explodir imediatamente.
Fomos interrompidos com o barulho da porta do box. Leila já saiu do box enrolada na toalha em direção à porta. Sem tempo para sair, entrei no closet, que era fechado com uma cortina.
Leila se assusta e quase tropeça na Luna.
“O que tá fazendo aí?” Pergunta Leila, procurando manter a calma e a voz suave. E sem esperar a resposta, já emenda outra: “Tava me espiando?”
Luna tentou balbuciar alguma coisa, enquanto Leila continuou: “Gostou do que viu? Quer ver mais de perto?” e largou a toalha.

Foi a gota para meu pau explodir fartamente contra a cortina. Precisei tapar a boca para não me denunciar.

“Vem com a mamãe”. Falou Leila, pegando Luna pela mão, e levando até a cama.
Sentaram-se na beirada, e Leila, ainda segurando a mão da Luna, a levou até sua coxa, bem próximo à virilha. Espalmou-a e manteve a sua sobre a dela.
“Melhor do que olhar é sentir”. Falou para a filha, que, corada e inquieta, tentava tirar a mão. Em vão.
À medida que Luna foi se acalmando, Leila conduziu sua mão mais para cima, em direção à vulva, até espalmá-la, cobrindo sua genitália por completo, e fazer os dedos penetrarem entre os lábios maiores.
“O que acha? Qual a sensação?” Perguntou, logo que percebeu o desconforto da filha esmorecer. Gaguejando, Luna falou: “É quente e úmido. Ou melhor, quente e gosmento”, enquanto tentava esboçar um leve sorriso, ao que Leila rio alto, e respondeu, em tom de sarcasmo: “Não se faça de ingênua, pois você sabe que é o melzinho lubrificante. Resultado da tesão que provocou em mim”. E continuou, enquanto colocava a própria mão na genitália da Luna: “A tua deve estar ainda mais “gosmenta”, pois, além da atual excitação, eu vi que você tava siriricando”. “Hummm. Encharcada”. Continuou Leila. “E deliciosa”. Acrescentou, enquanto cheirava e lambia os dedos. Nesse meio tempo, Luna, mais à vontade, com uma mão masturbava Leila, enquanto com a outra, bolinava os mamilos.

Eu, reiniciando outra punheta, curtia o máximo possível aquele momento, enquanto Leila empurrava a Luna, fazendo-a deitar.
Ajoelhou no chão, tirou a calcinha da filha, e caiu de boca na xoxota dela, ao mesmo tempo que bolinava os mamilos da filha com uma mão, e com a outra se masturbava. Luna se contorcia e quicava na cama, gemendo muito alto.
Leila rodeou a cama e se deitou sobre a Luna, na posição 69. Instintivamente, Luna meteu a língua na buceta da mãe, que fez o mesmo, provocando gemidos em ambas. Acredito que para ficar mais confortável, uma vez que Luna é bem menor que a mãe, Leila girou, ficando por baixo da filha. Com isso, Luna, vez ou outra, mudava de posição, e “mamava” os seios da mãe, bolinando e mordiscando os mamilos, enquanto oferecia os seus à mãe.

Mau pau já dava vistas de uma nova erupção, enquanto as duas se chupavam loucamente.
De gemidos passaram a urrar e gritar: “Isso. Assim. Tesão. Mete o dedo. Delícia”. Até que, quase ao mesmo tempo, passei a ouvir, de ambas, somente algo tipo: “Âããeee”. “Ummm”. “Uuu”... e um breve silêncio, quebrado por um grito abafado e simultâneo: “Aaaaaaiiii uuuuiiii”. E Luna largou o corpo sobre o da mãe.

Mais uma esporrada na cortina. E uma preocupação: Como sair dali sem ser notado?
Por sorte, Leila foi tomar banho, e chamou Luna para tomar também.
Foi “a deixa” para eu “sair de fininho”.

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