Os irmãos da igreja. 2
Fui jogar bola com o irmão Maurício e depois fui pra casa do Vini pra depois ir a casa do Cláudio.
Na terça feira, depois do acontecido, o irmão Maurício apareceu na minha casa pra me convidar pra jogar bola no sábado com os soldados do quartel do exército, alí próximo a igreja. Aceitei e ele ficou de me pegar depois do almoço.
No dia combinado ele apareceu de camiseta regata, short de futebol e tênis. Estava muito gostoso, com aquele corpo explodindo testosterona. Me deu um abraço demorado e suspirou. Entramos no carro e fomos direto pro quartel. Irmão Maurício devia estar na casa dos 40 anos.
Assim que chegamos, já estavam lá os meninos da igreja, inclusive o Vini e o Cláudio, amigos inseparáveis. Nos cumprimentamos e o irmão Maurício ficou meio incomodado com a nossa aproximação. Acho que ele sabia alguma coisa do Vini com o Cláudio.
O futebol rolou de boa. Estava um calor muito forte e suavamos muito. No final do jogo, os soldados ganharam de 4x3. Fomos todos pro vestiário e alguns passaram uma água no rosto e saíram. O irmão Maurício falou que teríamos que tomar banho pra não suar o banco do carro. Nunca tive problema em ficar pelado e foi o que fiz. Alguns tomaram banho de short. Quando o Vini e o Cláudio me viram nú, tiraram suas roupas também e vieram pro mesmo chuveiro em que eu estava.
O irmão Maurício ficou muito nervoso e começou a nos apressar no banho. Ficamos nos sacaneando debaixo do chuveiro e reparei que a piroca do Cláudio era um tronco. Não era comprida mais era muito grossa, veiuda e com os pentelhos bem pretinhos. O irmão Maurício ficou no chuveiro ao lado, tomando banho de cueca. Ele era muito gostoso. Tinha um sovaco enorme e bem peludo, as coxas e a bunda deliciosas e a vara parecia ser grossa porém não muito grande.
Ele nos olhava nervoso e sua piroca começou a dar sinal de vida. Percebemos e começamos a rir discretamente. A piroca do Cláudio ficou muito dura e ele ficou pulando e nós sorrimos. O irmão Maurício virou de costas pra nós, pra não mostrar o pirocão duro. Ele saiu do banho e nos mandou sair também.
Vini tinha uma pequena mochila com toalha e um short limpo. Eu e o Cláudio não. Nos secamos com a toalha do Vini e o irmão Maurício me ofereceu a toalha dele mas eu recusei. Ele estava puto de raiva. Coloquei o short do futebol e o Cláudio também. O irmão Maurício parece que estava com vergonha de trocar de roupa na nossa frente pois o seu pau estava muito duro. Até que o Cláudio, que era muito descarado, perguntou se ele não ia trocar o short.
Imediatamente ele tirou o short molhado e pulou uma vara grossa na nossa frente, super dura, que até nos espantamos. Ficamos olhando o nervo do irmão, analisando as veias, os pentelhos, o saco e o irmão ficou quieto, nos deixando analisar e nossas pirocas começaram a ficar duras. Rapidamente o Cláudio chegou perto e deu um cheiro de encostar o nariz na dobra do cabeção e disse que estava mal lavada.
Nos entre olhamos e começamos a rir. Até o irmão Maurício sorriu, batendo levemente com a toalha no Cláudio e o chamando de bobo. O Vini estava babando pela piroca do irmão, nem disfarçava. Achamos melhor sair dali pois estávamos dentro de um quartel. Fomos todos no carro do irmão e na hora que os meninos iam descer, me puxaram pelos braços pra descer com eles.
Disseram que o irmão poderia seguir viajem pois eu iria pra casa do Vini. Aleguei que estava só com aquele short sujo e sem dinheiro de passagem mas não quiseram saber. O irmão Maurício mais uma vez ficou puto e arrancou com o carro indignado. Começamos a rir e fomos pra casa do Vini. Fiquei um pouco acanhado de a mãe dele me ver daquele jeito mais ela entendeu que estávamos vindo do futebol.
Fomos pro quarto do Vini trocar de roupa. Ele emprestou uma bermuda taktel pra mim e pro Cláudio. Começamos a falar da piroca do irmão Maurício e ficamos zoando o Vini que ficou cheio de tezão e ele confirmou. O Cláudio disse que achava que tinha cheirado no lugar certo da piroca pois o cheiro ainda estava no seu nariz.
Pedi pra cheirar a ponta do nariz do Cláudio e quase demos um beijo. Começamos a rir, até que a mãe do Vini nos chamou pra almoçar. O Cláudio não queria pois morava na mesma quadra, mas a mãe do Vini colocou almoço pra ele também. Depois do almoço, fomos pro quarto do Vini e nos deitamos no carpete pra descansar. Eu estava entre os dois. O Vini virou pro meu lado e aproximou a mão do meu peito, perguntando se podia tocar nos meus pelos. Falei pra ficar a vontade.
O Cláudio ficou olhando em silêncio. Nossas pirocas começaram a ficar duras. O Cláudio se aproximou mais de mim, virou pro meu lado e passou uma de suas pernas por cima da minha pois eu estava deitado pra cima. Eu sentia a pica do Cláudio na minha coxa e o Vini começou a fazer a mesma coisa, me roçando a vara na outra coxa.
De repente, passaram os rostos por cima do meu peito e começaram a se beijar, bem pertinho do meu rosto. Viraram pra mim e um de cada vez me beijou a boca. Foi tudo tão suave, sem pressa e muito apaixonante. Ficamos um pouco fazendo isso e resolvemos parar porque a mãe do Vini estava logo ali, na sala. Então o Cláudio deu a ideia de irmos pra casa dele. E assim fizemos.
Claudio morava numa casa um pouco pequena e ele dívidia o quarto com o irmão mais velho. Claudio ia fazer 18 anos e estava estudando pra entrar pra aeronáutica. Iria pra Guaratinguetá. Queria se formar em sargento. A família dele não era da igreja e então, estavam todos em um barzinho em frente a casa, bebendo e comendo petiscos. Rapidamente Cláudio me apresentou a todos e ao seu irmão mais velho, que era uma cópia dele, porém bem alto e extremamente delicioso. Muito sério, apertou a minha mão e me tirou de cima a baixo.
Já eu, olhei pro meio de suas coxas e gostei do volume. Ele deu um sorriso de canto e ficou na dele. Claudio nos levou pro quarto dele. Pegou um baralho pra a gente jogar. Tudo disfarce. A gente tava era a fim de se pegar mesmo, beijar na boca, no corpo, se tocar, se curtir. Talvez até meter mesmo ou rolar uma mamada.
Tudo iria depender de ninguém vir importunar. Começamos o jogo de cartas e de vez em quando rolava uns beijos, pegadas no pau, mamadas rápidas, sempre vigiando a porta. Teve uma hora em que o tezão falou mais alto e acabamos nos mamando ao mesmo tempo. O Vini no Cláudio, eu no Vini e o Cláudio em mim. Esquecemos da porta e quem a abriu foi o irmão do Cláudio, o Caio.
Puta que pariu! Que susto da porra! Ele olhou pra nós e começou a rir. Entrou e fechou a porta. Nada falou. Apenas colocou a sua enorme e grossa piroca meia bomba para fora e falou pras três putinhas mamar ele. Olhamos pro Cláudio sem saber o que fazer e o Cláudio foi o primeiro a mamar o irmão dele. Ficamos em choque. Depois foi o Vini e depois eu. Ficamos revezando até que o Caio pediu pro Vini botar o cuzão de quatro. Vini obedeceu todo alegre. O macho cuspiu no pau e no cu do Vini, mirou e começou a enterrar. Vini queria gemer alto mais o Caio pedia pra ele não fazer barulho.
Fiquei receoso daquele macho querer enterrar aquele porrete em mim. Eu não tinha o costume de dar o cu. Com certeza iria me arrombar. Claudio veio na direção do meu pau e começou a mamar e aproveitei a deixa pra mamar ele também num delicioso 69. Ficamos assim por um tempo. Caio, o gostoso carcando no Vini e eu e o Cláudio no meia nove. Passei a mão entre o saco e o cu do Cláudio e senti o seu cuzinho. Cuzinho não, cuzão. Ele era tão arrombado quanto o Vini. Então eu entendi quem foi que arrombou aqueles dois. Foi o Caio.
Claudio largou o meu pau e veio direto sentar na minha vara inchada. Desceu suave e ficou gemendo bem baixinho e quicando gostoso. Coloquei as mãos atrás da cabeça e fiquei olhando pro Caio que também me olhava com tesao. Claudio e Vini, parece que estavam acostumados com pirocas grandes porque sentiam muito prazer e deixavam socar com força.
O Caio disse que iria gozar mais queria gozar na minha cara, comigo alí, deitado enrrabando o irmão dele. Veio na minha direção e jorrou muito leite na minha cara e pra não desperdiçar, abri a boca e ainda engoli um pouco daquela porra grossa. Ele limpou a cabeça da rola dentro da minha boca. O cheiro da porra me fez gozar dentro do Cláudio, que não parava de quicar, fazendo uma espuma no olho do seu cu.
Caio colocou sua sunga, a bermuda e falou pra ficarmos a vontade que ele não ia deixar ninguém se aproximar daquela porta e saiu. Faltava as duas putinhas gozar. Então resolvi mamar os dois enquanto se beijavam. Primeiro o Cláudio. Mamei aquele cavalinho de raça até explodir em leite na minha garganta. Depois veio o Vini, aquele aleijado, com aquela piroca gigante e quente. Gozou no fundo da minha garganta. Quase não senti o gosto da porra do safadão pois gozou bem no fundo mesmo. Demos uma pausa pra nos recuperar.
Eu tinha que ir embora. Estava ficando tarde. Ficamos trocando alguns beijos e eu perguntei ao Cláudio se foi o irmão dele que o havia descabaçado e ele confirmou. E não só ele mais o Vini também. E disse que se eu continuar a frequentar a casa dele, que eu serei o próximo. Começamos a rir.
Fomos até lá fora nos despedir da família e o Caio estava sentado em uma das cadeiras do bar, meio a parte. Não estava bebendo. Me perguntou onde eu morava e lhe disse que era um bairro próximo. Ele tinha uma moto e se ofereceu pra me levar. Claro que aceitei. Os moleques sorriram. Subi na garupa e o Caio disse pra eu me segurar bem nele. Eu entendi.
Caio nunca me arrombou porque não dei mole pra ele, mas comemos muito aqueles dois juntos. Caio só comia. Já eu comia, mamava, beijava, chupava e os moleques nunca me comeram também.
Próximo conto será sobre o irmão Maurício. Ou irmão mau mau. Até breve.
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Comentários (1)
Naeg_21: Nossa tá muito bom essa sequência rsrs, já quero a parte 3 hehe.
Responder↴ • uid:5pbav2a66ia