O motora safado
Oii gente, meu nome é Thau e tenho 1,58 de altura, cabelo castanho escuro, peitos e bumbum grande e trabalho como dançarina e modelo fotográfica. Moro com meus pais e uma irm. Vim aqui compartilhar mais uma das minhas aventuras e espero que gostem.
Como vocês já sabem, eu sou uma puta e adoro ser tratada como tal. Eu treino pesado na academia e tenho um corpo delicioso, e adoro usar isso pra provocar os homens. Naquela noite, eu tinha saído da academia tarde, tomei um banho, mas coloquei uma legging preta que marcava cada centímetro da minha buceta e da minha bunda, e um top que deixava meus peitões quase saltando pra fora. Não coloquei sutiã. E, de propósito, não coloquei calcinha também.
Fui pra uma balada, bebi um pouco, mas o tesão tava batendo solto. O problema é que eu não tava com paciência pra ficar caçando macho lá dentro. Chamei um carro pelo aplicativo pra ir embora. Quando o carro parou, vi que o motorista era um coroa, uns 55 anos, de camisa social e cara de safado. Entrei no banco de trás e falei um "boa noite" com a voz meio arrastada de quem já tinha bebido e tava com a buceta latejando de tesão, querendo levar rola.
O cara não disfarçou. O tempo todo ele olhava pelo retrovisor pro meu decote, pro meu peito, e pra legging que marcava meus lábios. Eu abri as pernas um pouco, me ajeitando no banco, e fiz questão de deixar a legging enfiar bem no meio da buceta. Ele engoliu seco.
– Tá calor hoje, né? ele puxou assunto, com a voz meio rouca.
– Tô derretendo... –eu respondi, passando a mão no meu pescoço e descendo até o peito. Acho que a corrida pra minha casa vai ser longa, né?
Ele riu, um riso safado. Eu vi o volume na calça dele crescer. Não tive frescura. Enfiei a mão dentro da legging e tirei a calcinha que eu nem tinha colocado, mas puxei a tira da legging pra cima. Passei o dedo na minha buceta que já tava escorrendo e levei o dedo na boca, chupando, olhando bem nos olhos dele pelo retrovisor.
– Quanto custa pra eu pagar a corrida de outro jeito, moço? eu falei, gemendo baixinho. Porque eu tô com a buceta molhada e não tenho dinheiro trocado.
O carro deu uma freada. Ele virou o rosto, me olhou de cima a baixo e falou: Tá querendo dar pra um desconhecido, putinha? Então tira essa legging agora.
Ele desviou o carro e parou num beco escuro, mas eu falei: Não, moço. Para na frente da minha casa. Lá é mais perto e eu quero gozar na minha cama.
Ele riu alto, um riso de quem não tava nem aí pra perigo. Acelerou e parou o carro bem na porta da minha casa. A rua tava deserta.
Ele desligou o carro, se virou pra trás e me puxou pelo braço. Não teve beijo, não teve carinho. Ele foi logo enfiando a mão na minha buceta, me fodendo com dois dedos com força, sem piedade.
– Olha só como essa puta tá molhada. Tá escorrendo pela minha mão. Vadia.
Ele tirou a mão e mandou eu chupar. Eu chupei meus próprios dedos e os dele, olhando na cara dele. Ele abriu a calça, tirou o pau pra fora, e era um cacete grosso, veiudo. Ele não me pediu nada. Só me puxou pelo cabelo, me jogou pro banco de trás, e me fez engasgar com aquele pau na minha boca. Ele metia fundo na minha garganta, segurando minha cabeça, gemendo alto.
– Chupa, sua cachorra. Chupa tudo. Você não queria pagar a corrida? Então paga com a sua boca.
Ele me chupou por uns minutos, me fazendo babar muito. Depois, ele me tirou do banco de trás e me colocou de quatro no banco da frente, no meio do carro. Puxou minha legging até o joelho, abriu minha bunda e enfiou o pau de uma vez, sem camisinha. Não teve lubrificante, não teve preparo. Só o meu mel e a força dele.
– Aaai, caralho! eu gritei, sentindo aquele pau arrombando a minha bucetinha.
– Cala a boca, vadia! ele sussurrou no meu ouvido, puxando meu cabelo com força. Se alguém ouvir, eu falo que você é uma puta que me ofereceu o corpo na rua.
Ele metia com muita força. Dava tapas na minha bunda que estalavam no carro inteiro. Ele me xingava de prostituta, de vadia, de puta barata, de cadela. E eu adorava. Cada tapa, cada xingamento, me deixava mais molhada. Eu empurrava a bunda pra trás, pedindo mais rola.
Ele meteu tão forte que o carro balançava. Ele gozou primeiro. Enfiou bem fundo, grunhiu e eu senti o jato quente da porra dele dentro de mim, escorrendo pela minha buceta. Ele não parou de meter. Continuou bombando até eu gozar, me contorcendo toda no banco, gemendo alto, com o rosto grudado no vidro.
Quando terminou, ele tirou o pau de dentro de mim, se ajeitou, puxou o zíper e falou:
– Agora desce, puta. A corrida tá paga.
Ele não esperou eu me limpar. Eu tentei me ajeitar, puxei a legging, mas tava tudo melado. Desci do carro com as pernas bambas e a porra escorrendo pela perna. Ele arrancou o carro e foi embora, cantando pneu.
Eu fui até a porta de casa, abri, entrei, e fui direto pro banheiro. Tirei a roupa e vi aquele leite escorrendo. Sorri. Paguei a corrida com o maior prazer. E ele nem me cobrou a mais.
Façam sexo e sejam felizes!!! Beijos no pau e na buceta!!!
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