#Assédio #Gay #Virgem

O Despertar (Parte 2)

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Red

Se eu pudesse traduzir em palavras o que senti, seria como se o meu corpo tivesse sido rasgado e eu finalmente tivesse me liberado dele, como mulher.

Eu estava indo para o banheiro do shopping certo de que nada mais seria como antes. No mictório, outros primeira vez eu não me contive e olhei sem qualquer vergonha para o pau do cara ao lado. Ele balançou a cabeça em reprovação e eu o olhei nos olhos, quase como se dissesse que chuparia o pau dele se tivesse a chance. Eu estava ousado. Sentia uma mistura de ansiedade e medo do que estaria pra acontecer, além de um tesão diferente de tudo que já tinha sentido.

Quando olhei para o meu pau tive a impressão dele estar menor. Parecia envergonhado, como se quisesse se esconder. Eu ri do que pensei. Afinal, se nós imaginarmos uma piroca como se fosse o soldado protetor do ânus, com o propósito único de proteger o ânus com a sua própria vida contra a invasão de outro soldado, como este soldado estaria se sentindo, sabendo que havia um soldado a caminho, prontinho para invadir o seu território? Era justificado ele querer se esconder, se encolher. Esse pensamento, inclusive, me deu um tesão ainda maior do que o que já estava sentindo.

De repente meu corpo todo estremeceu. Era o Pietro entrando no banheiro. Ele me encarou de leve e entrou em um privado. Fiquei sem fôlego. Senti um frio na barriga e por um instante pensei em desistir do inevitável. Fui ao lavatório. Molhei o rosto e me encarei no espelho. Aquela seria a última vez que eu veria um homem no reflexo. Na verdade, era como se eu já conseguisse enxergar a puta que estava lá dentro, chamando por liberdade. Eu enxuguei o rosto com papel, passei as mãos nos cabelos e dei um tempinho ali, aguardando os caras que ali estavam saírem. E assim que o último saiu, justamente o rapaz do pau que eu havia olhado, eu respirei fundo e fui até o privado onde o Pietro havia entrado.

Assim que empurrei a porta estava fechada, mas foi destravada imediatamente e eu me deparei com o Pietro de pé, me encarando com a rola para fora do zíper. Ela estava muito ereta. Quase como se estivesse me encarando. A cabecinha para fora, as mãos do Pietro na cintura e a cara dele com aquele sorrisinho safado. Então ele disse "vem" sem emitir som. Eu tranquei a porta. Não tinha muita certeza do que fazer e ou como fazer. Então, sem eu esperar, ele me puxou pela cintura, me virando de costas pra ele e me agarrou. Eu já estava tremendo. Mas a tremedeira aumentou tanto, que eu mal conseguia me meter firme das pernas. Ele disse no meu ouvido "bora logo com isso". E como se já tivesse tirado poder sobre mim, abriu minha calça e a arriou junto com a cueca até um pouco abaixo da minha bunda. Então ele começou a passar saliva em sua rola e começou esfregar ela no meu ânus. Aquilo foi estranho. Parecia humilhante. Eu virei a cabeça para olhar para baixo e tentar ver o que estava acontecendo lá atrás, mas de repente eu fui surpreendido com a cabecinha da rola entrando no meu ânus. Já era! Ele me abraçou e foi empurrando pra dentro. Um suspiro intenso me escapou. Tive que me conter para não fazer barulho, para não vender ou gritar. E aquilo estava doendo...

CONTINUA...

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