#Incesto #Teen #Traições #Voyeur

Pecados de Grávida 7

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Maquik

O resto do dia passou em um borrão. Eu não conseguia parar de pensar no que tinha acontecido naquela manhã. O cheiro dele, a força com que me comeu, a sensação do pau dele me abrindo, me sentia suja, porém leve e viva. Bernardo agia normalmente, como se nada tivesse acontecido. Conversava, ria, ajudava na cozinha. Eu respondia no automático.

À noite, Caio me procurou. Deitamos, ele me beijou, desceu a mão e me tocou enquanto chupava meu peito. Segurei seu pau duro. Ele me pediu para ficar de lado e então foi colocando. Enquanto ele me comia, devagar e carinhoso, minha cabeça estava em outro lugar. Eu lembrava de Bernardo me fodendo com força, da mão grande segurando minha barriga, do gemido dele no meu ouvido. Gozei devagar, sem fazer barulho, pensando no meu irmão.

Na manhã seguinte todos saíram como de costume. Caio para o trabalho, Camila para o colégio. Fiquei sozinha em casa. Sentei na cozinha com uma xícara de café e fiquei revivendo o orgasmo que tive com o Bernardo. A forma como ele me rasgou, como me usou, como gozou dentro de mim. Me sentia suja, mas o tesão não me deixava esquecer.

Ouvi a chave na porta. Meu corpo inteiro arrepiou. Sabia que era ele.

Bernardo entrou, me cumprimentou com um “oi” casual e foi direto para o quarto de visitas. Logo depois ouvi o chuveiro ligar. Fiquei na cozinha, confusa, o coração acelerado. Alguns minutos depois ele apareceu, só de toalha na cintura, o cabelo molhado.

Veio até mim por trás e me abraçou, o peito nu colado nas minhas costas. Senti o volume duro pressionando minha bunda.

— Para… — eu disse, a voz fraca.

Ele não parou. A mão subiu e segurou meu peito por cima do vestido, apertando. Um jato de leite saiu na hora, molhando o tecido. Eu soltei um gemido de surpresa. O leite escorrendo e a boca dele tão perto me deixaram molhada na hora.

— Bernardo, para…

Virei o corpo para enfrentá-lo. Meus olhos desceram sozinhos. A toalha marcava o pau dele, completamente duro. Ele se inclinava e beijou meu pescoço. Minhas pernas amoleceram. Com um puxão forte ele arrebentou a alça do vestido. O tecido rasgou e meu peito saltou para fora. Ele abaixou a cabeça e puxou o mamilo com a boca.

O leite jorrou direto na boca dele. Ele chupou com vontade, engolindo, enquanto eu olhava para baixo e colocava a mão na cabeça dele, puxando-o contra o peito. O barulho molhado da chupada e a sensação do leite saindo me deixaram tonta de tesão.

Ele tirou a toalha. O pau bateu pesado contra a minha coxa, duro igual no dia anterior. Pegou minha mão e colocou em cima. Eu fechei os dedos em volta e comecei a masturbá-lo devagar, sentindo seu pau quente e melado.

— Chupa — ele mandou.

Sentei na cadeira da cozinha e levei o pau à boca. Não me importei com o risco de alguém chegar. Só queria sentir cada centímetro daquele pau na minha boca. Chupei fundo, babando, enquanto ele segurava meu cabelo.

Depois de um tempo ele me puxou pelo braço com cuidado, me virou e fez eu apoiar as mãos na mesa. Levantou o vestido, puxou a calcinha para o lado e enfiou de uma vez. Minha buceta já estava tão melada que ele entrou inteiro sem dificuldade. Gemei alto. Ele segurou minha cintura e começou a meter com força. Sim, era diferente de Caio. Era daquele jeito que eu gostava.

Eu peguei a mão dele e coloquei sobre a minha barriga. Ele entendeu. Segurou firme e me puxava para trás a cada estocada, enfiando com tudo. A mesa balançava. Eu gemia sem me preocupar com o volume. Gozei apertando o pau dele, as pernas tremendo. Ele gozou logo depois, fundo, enchendo minha buceta de novo.

Assim que terminou, eu me virei e sentei na cadeira, ainda ofegante. Ele não hesitou e disse:

— Abre a boca.

Colocou o pau sujo de porra e gozo na minha boca. Eu chupei, passando a língua em volta da cabeça, engolindo o que restava, me sentindo uma verdadeira puta.

Daquele dia em diante, toda vez que o Bernardo chegava em casa eu já estava pronta. Parava o que estava fazendo, ia até ele e me entregava. O interesse em ficar espiando Caio e Camila foi sumindo. Eu não pensava mais nisso com a mesma intensidade. Meu corpo só queria meu irmão.

Três dias depois daquela foda na cozinha, Bernardo fez a mala e voltou para o apartamento dele. A reforma tinha terminado.

Depois que ele voltou para o apartamento ficou difícil de nos encontrar. Também acabei ficando mais focada na minha gravidez. Estava perto de ter o neném, mas meus desejos por ele ainda continuavam.

Comentários (1)

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  • Vidanacabana-: Gostoso assim hein,desse jeito vc não sentiu mais falta do marido. Pena que seu irmão foi embora, será que tu consegue ir no apartamento dele?

    Responder↴ • uid:1cotwzr3nm2u