#Assédio #Estupro #Gay #Teen

Como me tornei uma vagabunda PT3

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ThiiPutinha

Nesse conto vou relatar como fui aprendendo novas formas de satisfazer machos pervertidos e me preparei para encarar meu primeiro abuso coletivo com vários.

Antes de completar 15 anos já era abusado quase que diariamente, como a época era outra, era normal que os alunos saissem da escola e fossem embora sozinhos ou de ônibus sem qualquer supervisão, inclusive tinha liberdade de ir pra casa de algum colega e nem precisava avisar, pois meus pais trabalhavam o dia todo e eu ficava em casa sozinho, então ninguém me procurava a tarde toda a não ser meus abusadores.
No início, virava a esquina e estava lá, ou Marcão ou o Jorge. O Jair nunca ia, pois trabalhava fora a semana inteira e só encontrava ele aos domingos no bar, o que era um alívio, pois ele era o macho que tinha prazer real em me machucar, ele era sádico, fazia questão de deixar marcas e meter em o pauzão dele em mim sem dó, era sempre uma tortura servir como putunha pra ele. Não tinha escolha, estava com muito medo dos meus pais ou alguém da escola descobrir que eu estava sendo enrabado por homens, que eu estava aos poucos me tornando um viadinho. Morria de vergonha da possibilidade de ser zoado e apanhar mais na escola, afinal, eu era um garoto frágil, nunca soube me defender, já sofria por ser gordinho, ter um bundão grande que parecia de mulher, imagina se soubessem que eu estava sendo mulherzinha de três homens?
No início ainda tinha dificuldade em aguentar as sessões de abuso, mas já conseguia sentir um pouco de prazer depois que a dor da penetração diminuia e meu cuzinho se acostumava com as rolas de homens adultos que estavam me deixando cada vez mais laceado. Mas por orgulho e vergonha, fingia que não gostava nem um pouco, foi quando percebi um padrão: Eles gostavam de me fazer gritar, chorar, ficavam malucos quando eu pedia pra parar e implorava para acabarem logo. De alguma forma isso afetava a masculinidade deles. Dos 3 Jair era o que tinha o pau maior, por volta de 20 cm cabeçudo e grosso, mas quem já deu o cu sabe, ele tinha o pior tipo de pau pra quem não está acostumaro, aquele tipo que começa mais fino e engrossa na base, com ele eu realmente não sentia prazer nenhum, até pela forma que me comia, perder a virgindade pra ele foi uma das piores experiências da minha vida. Já Jorge e Jair tinham paus normais, Marcão era mais grosso, uns 16, 17 cm, Jorge era um pouco maior, mas era mais fino, ele era o que mais me fazia sentir que estava gostando, ele era mais paciente e realmente parecia ter alguma pena de um garotinho como eu, ele sabia que era errado o que fazia, mas mesmo assim não conseguia parar. Marcão era um problema no começo também, mas não pela forma como me pegava e sim porque seu pau estava sempre sujo, ele sempre estava suado e parecia não gostar muito de banho, eu tinha dificuldade em fazer o que ele mandava, ele, um coroa de uns 50 e poucos anos, barrigudo e muito peludo, muito mesmo, adorava esfregar meu rostinho nos pelos do saco, do suvaco, gostava de me fazer limpar o pau dele com a língua e sempre estava com gosto de mijo e porra seca. Ele gostava de me dominar, montar em cima de mim e ficar sarrando até o pau dele invadir meu cuzinho por completo, esfregava aqueles pelos no meu corpo, a barba na minha nuca e eu não podia fazer nada, apenas aguentar o peso dele sobre meu corpinho enquanto ele urrava de prazer até gozar. Na maioria das vezes era dentro, mas ele gostava de lambuzar minha cara com aquela porra grossa e farta, gostava de ver meu rosto coberto de seu leite de macho. Eu nem tinha sinal de barba e os meus pelos estavam começando a aparecer, bem ralinhos mesmo, mas já sabia o sabor e o peso de um homem.
Foram uns 6 meses nessa rotina, saia da escola no horário de almoço do Marcão que me pegava na esquina de baixo e me levava pro bar onde Jorge nos esperava de portas fechadas. Alfuns dias eles só se aliviavam e me deixavam ir, mas tinha dias em que ficava a tarde toda com Jorge. Já estava me acostumando, não sentia mais tanta dor, mas mesmo assim fingia não gostar. Só tinha o sábado livre, domingo era o pior dia, dia que meu tio inocentemente me levava pra jogar fliperama e quando perdia a noção com a bebida eu sabia que Jair estava pronto pra me destruir.
Meu tio ainda era um impecilho, ainda tinha um certo perigo dele descobrir e não sabiamos a reação que ele teria, foi quando estava nas vésperas do meu aniversário de 15 anos, armaram um plano, eles arrumaram uma câmera VHS, colocaram um remédio na cerveja do meu tio enquanto ele estava distraído e ele ficou totalmente fora de si, mole, cambaleando, não sabia nem onde estava. Levaram ele pro quartinho do fundo onde eu já estava todo fodido e sujo do abuso que tinha acabado de sofrer e colocaram do meu lado, tiraram a roupa dele e filmaram ele pelado comigo, me obrigaram a chupar o pau dele, subir em cima e fingir que estava sentando no pau dele que nem duro ficava por conta de estar bêbado e dopado, mas mesmo assim criaram uma prova para chantagea-lo. Quando acordou do porre, mostraram pra ele e além de mim, agora tinham meu tio em suas mãos, foi aí que a coisa perdeu o controle.
No final de semana que ocorreria meu aniversário, um dia antes, fizeram meu tio convencer meus pais a deixar que eu ficasse na casa dele, que ele me levaria pra passear e depois dormiria lá, lembro que era um sábado, a festinha que meus pais haviam planejado era no domingo e á base de chantagem, conseguiram convencer meu tio a me levar até um sítio onde os 3 me esperavam com minha surpresa de aniversário.
Chegamos lá por volta do meio dia, tinha uma pequena festa, algumas pessoas em volta de uma piscina bebendo e fazendo churrasco, meu tio muito apreensivo sem saber também o que nos esperava.
Descemos do carro e Marcão já veio me receber com uma latinha de cerveja e um sorriso no rosto:
- Que bom que chegaram, já estávamos ansiosos esperando o aniversariante chegar. Disse isso me entregando uma latinha de cerveja:
- Hoje você faz 15 anos, já tem idade pra experimentar sua primeira cerveja, pega aqui.
Peguei a lata meio confuso e olhei pro meu tio que fez sinal de consentimento, acho que ele já tinha percebido o que me aguardava, eu ainda não.
- Vamos entrando, vamos cumprimentar o pessoal, depois quero que vá no quarto principal, tem um presente pra você lá.
Fui andando, olhando as pessoas e finalmente percebi, só tinha homem naquele lugar, além dos 3 e meu tio, tinham mais 4 homens, todos na mesma faixa de idade deles, coroas por volta dos 50 anos, três homens brancos e um negro.
Fiquei um pouco assustado, já entendi o que ia acontecer, quando os cumprimentei já pude ouvir risadas e conversinhas baixas. Meu tio pegou uma cerveja e foi conversar com os caras enquanro Marcão me levou até o quarto, onde havia um conjunto de lingerie vermelha, um sutiã com emchimento e calcinha do tipo cinta-liga e além disso um par de saltos altos da mesma cor.
Como havia um banheiro no quarto ele disse que me deixari à vontade para me preparar, tomar um banho e me vestir, eu recusei na hora, fiquei nervoso, com vergonha, disse que não queria me vestir assim e que jamais teria coragem de aparecer na frente daqueles homens vestido daquele jeito. Por um breve tempo ele tentou me acalmar e disse que seria bom pra mim, que eu ia gostar, tentando me convencer com um ceto carinho, mas eu estava irredutível, não queria aceitar de jeito nenhum, foi quando ele perdeu a paciência e me deu um tapa forte no meu rostinho, deixando vermelho na hora com a marca da sua mão, me arrastou pro banheiro pelos cabelos e me deu um mata leão na porta e falou esbravejando:
- Tentei fazer por bem, te dar a oportunidade de por em prática tudo o que aprendeu com a gente, mas pelo jeito você é um viadinho ingrato e aprenda que não importa o que você quer ou não, se um macho manda você obedece!
Me virou de frente pra ele novamente me segurando pelos cabelos e exigiu que eu respondesse como eles haviam me ensinado. Eu sem alternativa e com muito medo apenas fiz o que ele queria e respondi:
- Sim senhor!
Ele me olhou com um olhar de satisfação e disse:
- Quero você bem limpinha pra servir todos esses machos como eles merecem, mas fica tranquila putinha, vai estar anestesiada quando chegar a hora, já já Jair vem aqui ver se está pronta e é bom estar, você sabe como o Jair é né?
- Sim senhor. Respondi com lágrimas nos olhos pensando o pior que ia acontecer comigo durante aquela festa, ainda mais sabendo que era justo o Jair que iria me buscar dentro daquele quarto. Pensei em fugir, mas como eu era inocente, claro que eles já haviam pensado nessa possibilidade, então Marcão saiu e me deixou trancado naquele quarto.
O gelo na barriga era forte, apesar de já estar um tanto experiente, seriam pelo menos 7 homens pra me usar e a única coisa que passava pela minha cabeça era: e se todos quisessem fazer como o Jair? Estava perdido, olhei para aquela lingerie na cama e vi o resto da minha masculinidade que nem havia aflorado direito indo embora. Quando decidi entrar no banho e fazer logo que precisava, o silêncio do quarto se rompe com Jair entrando, com aquele jeito grosseiro já veio reclamando:
- Vai ficar enrolando até que horas viado? Anda logo e se apronte de uma vez que teus machos estão esperando puta. Disse isso me empurrando pra baixo do chuveiro e indicando o chuveirinho ao lado. Travei, não consegui sair do lugar, Jair que estava com um copo de caipirinha na mão, mandou eu me ajoelhar no box do banheiro e disse:
- Trouxe isso aqui pra vc beber, vai te relaxar, pra se soltar e curtir seu primeiro aniversário como uma menina vadia e obediente.
Ele estendeu a mão e me deu o copo de caipirinha, ordenou que eu tomasse um gole, nunca havia experimentado cachaça antes e achei muito forte:
- Senhor Jair, não vou conseguir beber isso, é muito ruim.
Nesse momento ele me olhou com uma expressão de raiva:
- Eu não perguntei se gosta ou não vadia, mandei beber! Achou ruim? Pois vou te mostrar que vai ter que beber coisa muito mais forte pra agradar seus machos.
Ele tirou uma carteira de cigarro do bolso, acendeu um, abriu a braguilha da calça jeans, colocou seu pau, que mesmo mole era enorme pra fora e me mandou abrir a boca.
- O que o Senhor vai fazer? Perguntei sem entender o que estava acontecendo.
Ele pegou o copo de caipirinha da minha mão e colocou sobre o móvel do banheiro e sem esperar levei outro tapa na cara, dessa vez bem mais forte do que havia levado do Marcão. Cheguei a cair no chão, ele me pegou pelos cabelos e puxou de volta a posição que eu estava e ordenou mais uma vez gritando:
- ABRE A BOCA PORRA!
Eu instintivamente, por medo, abri, ele continuava com a mão grudada no meu cabelo e de repente sinto o primeiro jato. O safado estava mijando em mim, na minha boca! Assustei, tentei sair, senti muito nojo e repulsa. Ele segurou mais forte e disse:
- CARALHO PUTA, QUER APANHAR DE VERDADE? QUER QUE EU TE QUEBRE NA PORRADA? ABRE A PORRA DA BOCA E É BOM ENGOLIR TUDO!
Eu acabei cedendo, mas dessa vez ele enfiou a cabeça do pau na minha boca e soltou um mijão forte, amarelo, quase passei mal, mas fiz o que pude, prendi a respiração e engoli o que pude. Ele terminou e ainda fumando seu cigarro deu uma gargalhada:
- Hahahaha, já está aprendendo, assim que eu gosto, logo vai conseguir beber tudo e ainda vai pedir mais. É bom você se aprontar e tomar toda essa caipirinha, vou mandar fazer mais pra você, garanto que vai facilitar pra vc aguentar tudo o que vamos fazer hoje. Ele fechou a calça e saiu, eu fiquei no chão, em cima de uma poça de mijo que cheirava forte, fiquei com o gosto na boca, ali eu chorei, chorei muito, mas sabia no fundo que eu realmente não tinha escolha, então me levantei, fiz a higiene como me ensinaram, tomei um banho e vesti a lingerie. Olhei no espelho do quarto e pela primeira vez gostei do que vi, estranhamente não era uma sensação ruim. Será que eu realmente estava me tornando uma menina? Será que eu já era assim ou será que todos aqueles abusos estavam me mudando pra sempre? Engoli seco, guardei as dúvidas pra depois, virei o copo de caipirinha e no último gole Jair volta novamente e entra no quarto:
- Boa menina, agora só falta colocar esse sapato e vamos ver se leva jeito.
Subi no salto e foi incrivelmente fácil pra mim, consegui andar normalmente e até mais que isso, Jair me pediu pra desfilar pra ele e assim fiz, enquanto dividia meu olhar entre ele e o espelho do quarto, acho que fiquei alterado com a mistura de cerveja e capirinha que havia acabado de tomar, criei coragem e sai do quarto com ele segurando minha mão e me levando literalmente para o abate, mas ali algo realmente mudou, me senti pronto, ou melhor, pronta pra servir aqueles machos e encarar todas as rolas que estavam a minha espera.

Como o conto já está um pouco extenso, vou continuar na próxima parte, espero que estejam gostando do relato de tudo o que aconteceu comigo nessa época da minha vida. Quem quiser entrar em contato comigo, deixe email nos comentários que eu respondo assim que puder.

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