Encontro Inesperado - Parte 3
Acompanhem as 2 partes anteriores...
Minha casa era meu refúgio, cheia de livros e silêncio. Mas ultimamente, Pedro invadia meus pensamentos. Ele aparecia na escola todos os dias, agora com um brilho nos olhos quando me via. Sua ingenuidade me encantava – ele ainda aparentava um menino, com o corpo liso, sem pelos, pênis pequeno que eu imaginava sob as roupas. Mas sua bundinha saliente era tentadora, balançando ao andar.
Uma quarta-feira, ele chegou chorando novamente. "Mãe me expulsou de casa por uma hora. Brigamos feio."
"Vem pra minha casa. É perto, e ninguém vai ver." Ofereci, o coração disparado. Era arriscado, mas ele precisava.
Ele hesitou. "Tem certeza? Não quero problema pra você."
"Tenho. Vamos."
Caminhamos pelas ruas quietas, o ar fresco da noite. Em casa, servi jantar – macarrão simples. Ele comeu vorazmente, como se não comesse direito em casa.
"Obrigado, Fábio." Ele disse, usando meu nome pela primeira vez sem "diretor". Soou íntimo.
"De nada. Fique à vontade."
Sentamos no sofá, assistindo um filme nerd que eu recomendei – algo de super-heróis. Ele se encostou em mim, "acidentalmente". Seu calor me excitou. Meu braço envolveu seus ombros, e ele suspirou.
"Fábio... Isso é errado?"
"Depende. Você quer?"
"Quero... Mas tenho medo."
"Eu também. Vamos devagar."
Minha mão desceu para sua cintura, tocando a pele lisa sob a camisa. Ele gemeu baixinho, um som inocente. Eu o puxei para mais perto, meu peito peludo contrastando com sua suavidade.
"Você é tão macio." Murmurei.
Ele corou. "Você é forte... Gosto dos seus pelos."
Beijei sua testa, teste. Ele fechou os olhos. Então, seus lábios – macios, inexperientes. O beijo foi lento, exploratório. Sua língua tímida encontrou a minha, e eu dominei levemente, guiando-o.
"Uau..." Ele ofegou ao separar.
"Primeiro beijo?"
"Sim... Com você."
Meu desejo cresceu. Mas parei. "Basta por hoje."
Ele assentiu, mas seu corpo traía excitação – um volume pequeno nas calças.
Levei-o de volta para casa mais tarde. "Cuidado com sua mãe."
Na escola, dias depois, ciúmes surgiu. Ele viu uma aluna flertando comigo – inocente, mas ele franziu a testa.
" Ela gosta de você." Disse depois.
"Ciúmes de novo?"
"Talvez... Você é meu."
Sorri. "Sou?"
Ele corou. "Quero que seja."
Aquilo me excitou. Naquela tarde, na minha sala, tranquei a porta. "Venha cá."
Puxei-o para o colo. Beijamo-nos com mais fome. Minha mão desceu para sua bunda saliente, apertando levemente. Ele gemeu.
"Fábioo... Isso é bom."
"Shh... Deixe-me guiar."
Toquei seu pênis pequeno sobre a calça – duro, mas delicado. Ele arqueou.
"Para... Ainda não."
Respeitei. Mas o fogo acendera.
A evolução continuou: beijos roubados, toques escondidos. Ele se abria sexualmente, mas com receio. Eu, safado, ansiava mais.
O verão finalmente chegara, trazendo consigo um calor úmido que grudava na pele como uma segunda camada. As noites eram longas e abafadas, o tipo de clima que desperta desejos primitivos, faz o suor escorrer pelas costas e os pensamentos se tornarem mais ousados. Minha casa, tornara-se nosso santuário secreto. Pedro Henrique e eu tínhamos estabelecido um ritual sutil: ele aparecia após as aulas, sob o pretexto de estudar ou ajudar com algum projeto escolar, mas na verdade, eram horas dedicadas à exploração mútua. Ele ainda era virgem, ingênuo em tantos aspectos, mas sua curiosidade crescia a cada dia, como uma planta regada em segredo. Eu, com meus 39 anos, sentia-me como um mentor safado, guiando-o com dominação leve, sempre atento aos seus receios. Meu bissexualismo não assumido encontrava nele uma saída perfeita – discreta, intensa, proibida pela sociedade da pequena cidade.
Naquela noite específica, uma sexta-feira abafada, Pedro chegou à minha porta por volta das oito horas. Eu o havia convidado mais cedo, durante uma conversa rápida na escola, quando ele se queixou de outra briga com a mãe. "Vem pra cá, rapaz. Vamos relaxar", eu dissera, piscando discretamente. Ele apareceu vestindo uma camiseta branca simples, que grudava no seu corpo magro devido ao suor, e shorts folgados que destacavam sua bundinha saliente. Seu rosto, aparentando mais novo do que seus 15 anos recém-completados, estava corado – não só pelo calor, mas por uma excitação evidente nos olhos grandes e inocentes. Sem pelos no corpo, sua pele branca parecia porcelana sob a luz amarelada da varanda.
"Eu pensei em você o dia todo na aula", ele murmurou ao entrar, fechando a porta atrás de si com um clique suave. Sua voz era baixa, trêmula, como se confessasse um pecado. Ele ainda morava só com a mãe, e as brigas constantes o deixavam depressivo, vulnerável. Mas comigo, ele florescia.
"Sente-se no sofá, Pedro. Quer uma cerveja? Ou prefere suco?” Meu lado safado adorava provocá-lo assim, testando seus limites.
"Suco, por favor. Não quero ficar tonto... Ainda." Ele riu nervoso, sentando-se no sofá desgastado, as pernas cruzadas de forma que eu pudesse ver o contorno discreto do seu pênis pequeno sob o tecido fino. Voltei com os copos, sentando-me ao lado dele, meu braço peludo roçando o seu braço liso. O contraste me excitava: eu, o homem maduro, peludo e estabelecido; ele, o menino ingênuo, descobrindo-se sexualmente.
Conversamos por um tempo, como sempre, para aquecer as coisas devagar. Ele contou sobre o dia na escola, sobre como os colegas ainda o zoavam por ser quieto, por não flertar com as meninas. "Eles dizem que eu sou gay. Mas... E se eu for? Com você, sinto que sou."
"Você é o que quiser ser, menino. E comigo, você pode explorar isso." Minha mão deslizou para sua coxa, apertando levemente. Ele estremeceu, mas não se afastou. Seus olhos se fecharam por um momento, e eu vi o volume em suas calças crescer sutilmente. "Conte mais sobre o que pensou hoje."
Ele corou violentamente, mordendo o lábio inferior, um gesto que me enlouquecia. "Sonhei... Que você me tocava todo. Tipo, em lugares que ninguém nunca tocou. Acordei duro. Foi estranho, mas bom."
Meu pau endureceu instantaneamente sob minhas calças. Eu o puxei para mais perto, meu braço ao redor dos seus ombros estreitos. "Quer que eu faça isso de verdade? Mas devagar, hein? Você é virgem, e eu não quero te machucar."
"Sim... Quero. Mas tenho medo. E se doer? E se eu não for bom nisso?" Seus olhos imploravam porsegurança, e eu, como o dominador leve que era, assumi o controle.
"Shh, relaxe. Deixe-me guiar você. Levante-se." Ordenei suavemente, e ele obedeceu, ficando de pé na minha frente. Eu me levantei também, torreando sobre ele com minha altura maior. Minhas mãos peludas foram para a barra da sua camiseta, puxando-a para cima devagar, revelando sua barriga lisa, sem um único pelo. O peito branco, os mamilos rosados – tudo nele era puro, intocado. "Tão bonito, Pedro. Tão macio."
Ele gemeu baixinho quando beijei seu pescoço, minha barba por fazer roçando sua pele sensível. "Fábio... Isso arrepia."
"É pra arrepiar mesmo." Desci os beijos para seu peito, lambendo um mamilo devagar, depois mordiscando levemente. Ele arqueou o corpo, as mãos indo para meus cabelos. Meu cheiro – uma mistura de suor masculino e colônia barata – contrastava com o dele, fresco e inocente. Minhas mãos desceram para sua cintura, abrindo o botão dos shorts. Ele hesitou, segurando minha mão.
"Espera... Eu sou pequeno aí embaixo. Não ri, tá?"
"Nunca riria de você, menino." Puxei os shorts para baixo, junto com a cueca, revelando seu pênis pequeno – uns 12 centímetros ereto, fino, circuncidado, sem pelos ao redor. Ele pulsava levemente, a cabeça rosada brilhando com uma gota de pré-gozo. "É perfeito. Pequeno e delicado, do jeito que eu gosto."
Ele corou mais, mas sorriu tímido. "Sério? Você acha?"
"Sim. Agora, sente-se de novo." Guiei-o de volta ao sofá, ajoelhando-me entre suas pernas. Meu rosto peludo se aproximou do seu pau, e eu o cheirei primeiro – um aroma limpo, virgem. Então, lambi a base, subindo devagar até a cabeça. Ele gemeu alto, as mãos apertando o sofá.
"Ahh... Isso é... Incrível."
"Quietinho, ou vou parar." Brinquei. Engoli-o todo de uma vez, era fácil, dado o tamanho, minha boca quente envolvendo-o completamente. Suguei devagar, a língua rodopiando, enquanto uma mão massageava suas bolas pequenas e lisas. Ele se contorcia, os quadris se movendo involuntariamente.
"Para... Vou... Vou gozar rápido."
"Deixe vir, Pedro. Goze na minha boca." Aumentei o ritmo, chupando com mais força, minha mão livre apertando sua bundinha saliente. Ele explodiu segundos depois, jatos quentes e doces enchendo minha boca. Engoli tudo, lambendo os resquícios enquanto ele ofegava, o corpo tremendo.
"Uau... Foi... Meu Deus. Minha primeira vez... Com isso."
"Primeira de muitas." Levantei-me, beijando-o para que ele sentisse o próprio gosto. Ele hesitou, mas correspondeu, curioso.
Agora, era hora de avançar. "Quer mais? Quero te mostrar tudo."
"Sim... Mas devagar." Ele assentiu, os olhos vidrados de prazer.
Levei-o para o quarto. Deitei-o na cama de bruços, admirando sua bundinha saliente, branca e lisa. "Relaxe, menino. Vou preparar você."
Peguei o lubrificante da gaveta – algo que eu guardava para ocasiões raras. Espalhei nos meus dedos, e comecei a massagear sua entrada apertada. Ele gemeu, enfiando o rosto no travesseiro. "Dói um pouco..."
"Respire fundo. Vai passar." Inseri um dedo devagar, sentindo o calor virgem ao meu redor. Ele era tão apertado, tão novo. Movimentei gentilmente, adicionando um segundo dedo após alguns minutos. Ele gemia misturando dor e prazer, os quadris se erguendo involuntariamente.
"Fábio... Me sinto cheio."
"É só o começo." Meu pau, grosso e peludo na base, pulsava de desejo. Lubrifiquei-o todo, posicionando-me atrás dele. "Vou entrar devagar. Diga se quiser parar."
Empurrei a cabeça contra sua entrada, e ele arfou. "Ahh... Dói!"
"Relaxe, Pedro. Empurre contra mim." Dominei levemente, segurando seus quadris. Centímetro por centímetro, entrei nele, o contraste era delicioso: meu pau maduro invadindo seu corpo jovem. Quando estava todo dentro, parei, deixando-o se acostumar.
"Você... Tá todo aí? Sinto você pulsando."
"Sim, menino. Agora, vou me mover." Comecei devagar, estocadas longas e gentis. Ele gemia alto, as mãos agarrando os lençóis. Aumentei o ritmo aos poucos, uma mão em sua nuca, pressionando levemente. "Você é meu agora, Pedro."
"Sim... Seu... Ahh!" Ele gozou sem se tocar, o sêmen sujando os lençóis, seu corpo convulsionando. Aquilo me levou ao limite, gozei dentro dele, enchendo-o com jatos quentes.
Caímos exaustos, eu o abraçando por trás. "Te amo, Fábio", ele murmurou, sonolento.
Meu coração parou por um segundo. "Eu também te amo, Pedro. Mas temos que ser cuidadosos. A cidade... Sua mãe..."
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