O coroa que me ensinou as virtudes de ser gay parte 4 - Nova lição
Eu estava facinado por aquele coroa negro e com pouca experiência, começei a ficar dependente dele e estava aprendendo a ser completamente submisso.
Após a última foda com o meu coroa negro, voltei pra casa refletindo que nunca tinha apanhado dos meus pais, como eu poderia admitir apanhar daquele homem que pra mim era ainda um estranho, completamente desconhecido.
Mas ao mesmo tempo, eu estava completamente facinado por ele, eu adimirava sua postura de macho e entendia a diferença entre aquele coroa e os outros homens que eu conhecia na vida.
Meu pai ,eus tios, primos e colegas de escola, professores, todos tinha muita importância na minha vida, mas ele era diferente, com ele eu me sentia estranhamente bem.
Diante de todos os outros eu tinha sempre algo a provar e a expectativa de um comportamento, mas com ele, eu não tinha que ser abasolutamente nada, e isso era libertador, eu era despojado completamente da responsabilidade e apenas permitir me deixar ser orientado sobre como deveria e comportar.
Aquele homem negro e o seu prazer absoluto era a única coisa que realmente importava quando eu estava com ele, eu apenas era usado para dar prazer a ele e isso é meio que libertador.
Ter um homem experiente que sabe exatamente o que é bom pra gente e deixar ele governar nossas ações é maravilhoso.
Pela primeira vez eu tinha um homem de verdade me mostrando o caminho que eu devia seguir.
Eu cheguei em casa , entrei no banheiro e no chuveiro eu peguei meu pauzinho que confesso ter no máximo 10 cm e com meus dedos e forma de pinça, batinha uma gostoso punhetinha até gozar e escorrer um liquidozinho incolor a ralinho, muito diferente da porra espessa e branca do meu coroa negro.
Enquanto lavava meu cuzinho, eu sentia tanto orgulho de suportar aquele pau enorme dele e sentir o resultado da brutalidade d penetração, como o relevo irregular do meus esfincter anal devido ao inchaço, me faziam relembrar cada cena da foda com aquele homem.
Mas eu estava com muito tesão porque não conseguia para de pensar nos tapas que ele me deu naquele dia.
Eu chorei muito pela humilhação de apanhar de outro homem, mas pude refletir depois que ele estava cumprido seu papel. Ele era o macho e eu estava cumprindo o papel de fêmea.
Ele não tinha culpa alguma, é uma questão biológica e quimica. Seus hormônios de macho falando mais alto e compelindo ele a ter atitudes próprias de macho dominante.
Eu pensei comigo, coitado dele, Ele metendo o pau no meu cú, sentindo as paredes do meu anus massageando a cabeça do pau dele e de repente eu empurro ele fazendo o pau desencaixar e aquele sensação gostosa de um cú agasalhando o pau do macho cessar, será que eu ia gostar?
Ou enquanto eu suspendia o quadril enquanto cavalgava seu pau, de repente o cú deixar o pau escapar como eu deixei, que macho ia gostar disso.
E ele coitado, apenas usou a linguagem da força para se impor e passar a mensagem que aquilo não deveria mais acontecer.
Passei a ver isso como lições de ensinamento que estavam contribuindo para que eu ganhasse mais experiência, que trariam vantagens para ambos.
Com este pensamento, eu me esforcei imensamente nas próximas vezes que ele me fodeu e me tornei um parceiro muito mais atento e dedicado a lhe dar prazer como aquele macho merecia.
Isso me rendeu uma primeira foda num motel super luxuoso.
Foi numa sexta-feira bem chuvosa, que causou muita estranhesa em meus pais, pois eu não saía muito em dia chuvosos e naquela sexta eu estava muito eufórico.
Isso me fez me senti mal, porque meu pai achava que eu estava assim por causa de alguma menininha, mas ele não sabia que o filho dele estava sendo levado para um motel por um macho mega dotado e ia levar muita pica no cú a noite toda.
Apesar da consciência pesada, era mas forte que eu a vontade de pica e meu prazer em relação a sexo era servir aquele macho negro.
Quando chegamos no motel, eu fiquei impressionado, pois ele não economizou.
Tinha até uma hidromassagem no apartamento.
Ele se despiu e entrou direto na hidro, sem colocar nenhum produto espumante.
Eu podia ver seu pau já muito duro abaixo da água.
Eu me despi e me juntei a ele na hidro,
Agradeci a ele por ter me levado aquele motel e já procurei por seu pau e fiquei punhetando ele lentamente na água.
Tava tão gostoso bater aquela punheta pra ele dentro d'água. Podia sentir ele pulsando forte como sempre.
As bolas dele estavam tão cheias,
Aquela fábrica de porra devia estar a toda, produzindo muito leite.
Ele sentou na borda da Hidromassagem e eu fiquei dentro d'água na sua frente e entre as suas pernas e começei a pagar um delicioso boquete no pau dele.
Depois de uns 20 minutos de boquete ele voltou pra água e mandou eu virar de costas e chegar bem perto.
Senti as mãos dele na minha cintura me guiar para seu pau.
Dentro dágua , assim que a cabeça do pau encostou na entrada do meu cú, o pau escorregou muito facilmente pra dentro.
Apenas senti as bolas dele na minha bunda e tive a certeza de ter engolido aqueles 23 cm de pica.
Eu arqueiei um pouco o tronco pra frente e botei as mãos nos joelhos e comecei a rebolar a bunda no pau dele.
O homem gemia de tesão e eu também.
Senti a mãos dele apertar minha cintura e comecei a ser empurrado e puxado de volta, o que fazia meu cú deslizar pelo pau dele e depois engolir ele inteiro.
Ele depois de me foder gostoso assim por uns 10 minutos, puxou meu tronco, fazendo minhas costas repousarem em seu corpo.
Ele usou as mãos para deslizarem pelo meus corpo.
Isso me arrancou arrepios e gemidos enlouquecidos que acendeu a puta dentro de mim.
Eu comecei a dizer que ele era meu macho e eu era sua fêmea.
Pedi para ele meter a pica todo e sem parar dentro do meu cú.
Joguei a cabeça pra trás e tentei abrir o olhos e olhar diretamente pra ele e pedia pra ele não parar de me foder o cú.
Foi quando pra minha surpresa ele me olhando, aproximou a boca e mes lascou um beijo de lingua.
Eu virei geléia de tão mole que fiquei.
Eu sentindo os peito cabeludo daquele coroa negro roçando minhas costas. As suas mãos deslizando pelo meu peito e barriga, o pau deslizando pra dentro e pra fora do meu cú e sua lingua dentro da minha boca, eu fiquei louco.
Assim que ele liberou minha boca eu implorei por mais pau e ele me deu.
Ele passou as mãos por baixo da minha coxa e me suspendeu do fundo da hibro e fodeu meu cú feito um tarado.
Foi tão gostoso ser fodido suspenso.
Eu gostava de não ter nenhum conrole sobre a foda.
E suspenso, apenas podia jogar meus braços pra trás e em volta do seu pescoço e me segurar esperando receber minha primeira leitada da noite.
A única coisa que eu pude fazer naquela posição enquanto era fodido naquela posição, foi largar seu pescoço e procurar suas bolas com uma de minhas mãos e começar a massageá-as para estimular meu macho a dar-me o meu merecido leito de pau.
E foi o que aconteceu logo depois.
E sentido aquele pau pulsar e despejar o leite dentro do meu cú, ele começou a moder o lóbulo da minha orelha e me eleogiar dizendo como meu cú era gostoso.
Apenas virei o rosto e procurei sua boca e beijei meu coroa lindo na boca com muita vontade.
Ele me tirou do seu pau e me pousou no chão da hidromassagem e saiu primeiro.
Estendeu a mão muito gentilmente e me ajudou a sair também.
Me deu um tapa na bunda e pegou as tolhas e nos secamos.
Ele foi ao banheiro e eu fui pra cama.
Enquanto ouvia o jato grosso de urina cair no vazo eu já estava começando a me acender de novo, só de ouvir aquele som.
Conheço a ferramenta que provoca aquele jato potente de mijo.
Não sei o que me deu, mas dei um salto da cama e corri pro banheiro e passei por ele e entrei no box e pedi para que ele mijasse em mim.
Ele interrompeu o fluxo de urina e se virou pra mim e caminhou um pouco até estar a uma distância que possibilitasse ele me atender.
Foi quando senti aquele jato de liquido quente bater no meu rosto e eu apenas fechei meus olhos e abri a boca.
Foi ótimo acumular um bom volume daquele liquido quente e assim que ele interrompeu aquele banho de urina, eu abri meus olhos e olhei pra ele enquanto mantinha a boca cheia de sua urina e com ele olhando pra mim, eu engoli o mijo quenti e abri minha boca para mostrar que eu havia engolido tudo.
Vi a satisfação em seu rosto de ver que eu não tinha nojo algum de seus fluídos e ele mandou eu me banhar e voltar rápido pra cama.
Eu já estava doido pra levar pau de novo e me apressei em me banhar e voltar rápido para aquela cama.
Quando voltei ele já estava lá punhetando aquele monstro que já apontava pro teto.
Só tive o trabalho de subir na cama, engatinhar até aquele pau, cuspir na cabeça do pau dele e espalhar com ums movimentos de punheta e me posicionar.
Assim que meu cú engoliu uma boa parte do pau dele e comecei a foder ele todinho com meu cú.
Eu estava tão tarado que dei uma verdadeira surra de cú naquele pau.
Mas eu queria mais e de repente eu sai do pau dele e pedi que ele me desse um corretivo.
Pra quem não entendeu, quando eu disse um corretivo. na verdade eu queria que ele me castigasse por ter saído do pau dele sem autorização.
Ele não conversou e cumpriu seu papel.
Ele me bateu tanto que fiquei com as marcas dos dedos de sua mão nas bochechas e na bunda.
Então voltei a sentar sobre o pau dele e continuei a foder ele com meu cú.
Comecei a olhar em seus olhos e implorar pra ele me foder de quatro e gozar no meu cú.
Eu chorava de tanto tesão e ele me atendeu.
Me botou de quatro e sentou a pinca até gozar dentro do meu cú pela segunda vez naquela noite.
Depois dormimos por uma hora e depois continuamos a foder a noite toda.
Eu saí do motel as 6h e ele me deixou em caso.
Meu pai me recebeu e perguntou como tinha sido a noite e eu disse que foi ótimo.
Eu fiquei com dor na consciência por que sabia que ele achava que eu tinha fodido alguma menina, mas mal sabia ele que eu passei a noite levando pica de um homem negro maduro.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (1)
Roberto: Que delicia e que inveja.
Responder↴ • uid:1dwq1saruc50