Harem 09 - Empregada
Continuação da história "Harem 08 - Inauguração"
Depois da foda que tivemos em grupo, cada uma foi para seu quarto descansar, com exceção de Raquel que se aconchegou mais perto de mim, seus cabelos fazendo cócegas no meu pescoço.
— Eu não consigo acreditar, querido. Ontem estávamos apenas nós três e hoje olha só pra isso. — ela suspirou, um sorriso satisfeito brincando em seus lábios.
Passei a mão pelas suas costas nuas, sentindo sua pele macia sob meus dedos.
— E ainda tem muito mais por vir, amor. Só Deus sabe quantas surpresas o futuro nos reserva. — sorri de volta, beijando seu ombro com carinho.
— Concordo plenamente. Mas por enquanto, estou feliz demais com tudo que já conquistamos. E a melhor parte é que agora temos esse lindo prédio só nosso. — ela sorriu, olhando ao redor do quarto.
— Temos sorte querida, temos sorte... — eu respondi começando sonolento depois de tudo.
Continuei passado a mão no corpo de Raquel e quando olhei para o lado ela já dormia profundamente, a cobri com um lençol e me levantei.
— Boa noite querida. Durma bem. — eu disse baixinho, dando um beijo na testa dela antes ir para meu quarto.
Já era tarde e estava cansado depois da mudança e toda a transa que tivemos. Mal caí na cama, adormeci profundamente.
De manhã, acordei com uma sensação gostosa no meio das pernas. Abri os olhos devagar, ainda grogue de sono, e vi Isabela entre as minhas pernas, me chupando com vontade.
— Bom dia, papai... — ela disse sorrindo, olhando pra mim com aqueles olhinhos brilhantes.
— Bom dia meu amor, vejo que não quer perder tempo no seu dia da semana — disse rindo um pouco da situação.
—Nem um pouco, quero sentir você dentro de mim logo — ela disse com metade do meu pau na boca com um sorriso.
Isabela começou a me chupar com mais intensidade, sua lingua roçando a cabeça do meu pau enquanto ela subia e descia a cabeça. Meu pau estava duro como pedra dentro da sua boca quente e molhada. Ela olhou para mim com um sorriso safado enquanto me chupava, seus olhos brilhando de desejo.
— Ah, isso é muito bom, filha... Continue assim — gemi, colocando minha mão na cabeça dela, guiando seu movimento.
Ela continuou chupando por mais alguns minutos até que não aguentei mais. A puxei pelo cabelo e a joguei em cima da cama. Ela sorriu para mim enquanto eu me posicionava entre suas pernas abertas. Seu sexo estava molhado e pronto para mim.
— Estou com tanta vontade de você, pai... Por favor, me fode logo — ela pediu, mordendo os lábios.
Segurei meu pau e o esfreguei na entrada da sua boceta, provocando-a. Ela tentou empurrar os quadris para frente, mas eu não deixei. Queria fazer isso do meu jeito. Comecei a penetrá-la devagar, sentindo cada centímetro do seu interior quente e apertado.
— Ahh... Como você é gostosa, filha — murmurei, começando a me mover dentro dela com movimentos lentos e profundos.
Ela começou a gemer baixo, segurando minhas costas enquanto eu a fodia. Eu aumentava o ritmo a cada estocada, sentindo meu pau ficando ainda mais duro dentro dela. Ela enrolou as pernas ao redor da minha cintura, me puxando para mais perto, me incentivando a ir mais fundo.
— É assim que você gosta, não é filha? — perguntei, olhando em seus olhos enquanto eu a fodia com força.
— Sim... Ahh sim, pai! Me fode com força! — ela gritou, jogando a cabeça para trás em prazer.
Continuei fodendo-a com tudo que tinha, sentindo seu corpo quente se contorcendo debaixo do meu. Ela começou a gemer cada vez mais alto, até que não aguentou mais e gozou forte ao redor do meu pau. Eu continuei movendo-me dentro dela enquanto ela gozava, prolongando seu prazer.
Quando ela terminou, saí de dentro dela e ela me empurrou para o lado, subindo em cima de mim com um sorriso malicioso. Ela começou a rebolar no meu pau, me fodendo devagar enquanto olhava nos meus olhos.
— Agora é minha vez de te foder, pai — ela disse, sorrindo.
Começou a se mover cada vez mais rápido em cima de mim, seu corpo nu e suado brilhando sob a luz do quarto. Segurei seus quadris com força, ajudando-a a manter o ritmo enquanto ela me cavalgava com desejo.
— Você é incrível filha... Adoro quando você me fode assim — murmurei, sentindo meu pau latejar dentro dela.
Ela continuou se movendo em cima de mim por mais alguns minutos até que não aguentei mais. Segurei seus quadris com força e gozei forte dentro dela, inundando seu interior com minha porra quente.
Quando terminamos, ela caiu ao meu lado na cama, ofegante e suada. Sorri para ela e a puxei para perto, beijando sua testa com carinho.
— Eu te amo filha — sussurrei em seus ouvidos.
— Também te amo pai... Muito — ela respondeu, sorrindo de volta.
Ficamos ali deitados por alguns minutos, recuperando o fôlego e aproveitando a sensação gostosa que ficava depois do sexo. Então, ela se levantou da cama e começou a se vestir.
— Preciso ir tomar um banho antes do café da manhã — ela disse, sorrindo para mim enquanto abotoava a blusa.
— Eu também... — respondi, me levantando da cama e começando a me vestir também.
Saímos do quarto juntos e fomos cada um para seu respectivo banheiro tomar um bom banho quente. Depois disso, nos encontramos na cozinha onde Raquel já comia seu café da manhã. Ela sorriu para nós quando entramos.
— Bom dia meus amores! Dormiram bem? — ela perguntou enquanto colocava a torrada e o café nas mesas.
— Sim mãe, dormimos muito bem... E você? — Isabela respondeu, sentando-se à mesa.
— Também dormi bem, obrigada querida. Vocês estão atrasados para o café, Carla e Bia já saíram. — ela disse, sorrindo.
— Você também não devia ter saído meu amor? — perguntei a Raquel pensando que ela também tinha perdido a hora.
— Não, e eu uma novidade para contar a vocês! — ela me respondeu animada e misteriosa.
— Qual é a novidade mãe? — perguntou Isabela intrigada enquanto me servia de café e torrada.
— Ontem recebi um e-mail de um antigo cliente... Ele quer comprar a minha empresa pelo dobro do valor de mercado! — ela explicou animada.
— Que incrível, Raquel! Parabéns! — comemorei, sorrindo para ela.
— Sim, é uma ótima notícia mãe. Você merece isso — disse Isabela também sorrindo.
Raquel sorriu satisfeita com nossas reações e continuou servindo o café da manhã enquanto conversávamos sobre a novidade.
— Depois de tudo que aconteceu por conta do meu distanciamento João, acho que vender a empresa vai ser um alivio para mim — ela disse sorrindo.
— Concordo meu amor, acho que vai ser muito bom para você. — respondi feliz por ver ela tão sorridente.
— Bom, preciso ir acertar os termos com ele — ela disse, se levantando da mesa. — Isabela quer carona hoje?
— Não mãe, vou a pé mesmo. Quero aproveitar o sol. — minha filha respondeu sorrindo.
— Tudo bem então. Nos vemos mais tarde! — Raquel nos deu um beijo no rosto antes de sair pela porta.
Assim que elas saíram, comecei a arrumar minhas coisas para a mudança. Havia muito o que fazer ainda e eu queria terminar logo com isso. Passei horas colocando tudo em caixas e organizando os quartos. Quando terminei, estava exausto mas satisfeito com o trabalho.
Logo depois, sentei-me no sofá com meu notebook para procurar por faxineiras na internet. Encontrei algumas opções boas e comecei a ler sobre elas, comparando preços e serviços. Depois de um tempo, escolhi três que parecia ser muito boas e marquei uma entrevista com cada uma felizmente todas poderiam ser entrevistadas hoje no final do dia.
Depois de algumas horas chegou a primeira a ser entrevistada.
A primeira faxineira chegou um pouco atrasada às 3 horas da tarde. Era uma senhora de idade avançada, provavelmente na casa dos setenta anos, com uma postura rígida e um semblante sério. Ela olhou ao redor do prédio assim que entrou, balançando a cabeça em desaprovação.
— Meu Deus, mas isso é um palácio! Como vou limpar tudo isso sozinha? — ela resmungou enquanto eu a guiava pela casa.
— Na verdade, não precisa limpar tudo sozinha. Terá ajuda — expliquei, sorrindo educadamente.
— Ah, então quer dizer que posso dividir o trabalho com outra faxineira? Que alívio! — ela disse, suspirando de alívio.
Expliquei a ela que contrataria mais de uma funcionaria e que poderiam ajudar. Ela assentiu, parecendo mais animada com a ideia.
— Muito bem então, vou fazer um orçamento para vocês... Mas aviso já que não vai ser barato! — ela disse, erguendo uma sobrancelha.
— Não se preocupe com isso, temos dinheiro suficiente. Só queremos alguém de confiança — respondi, sorrindo.
Ela anuiu e começou a fazer suas anotações enquanto eu lhe mostrava o resto da casa. Após cerca de 30 minutos, ela terminou e nos despedimos.
A segunda faxineira chegou logo em seguida. Era uma mulher na faixa dos quarenta anos, com um sorriso amável e uma postura agradável. Ela não reclamou sobre o tamanho do prédio como a primeira e parecia estar animada para começar a trabalhar.
— Que lugar lindo! Mal posso esperar para colocar minhas mãos nisso — ela disse enquanto eu lhe mostrava a casa.
— Fico feliz que tenha gostado. Estamos procurando por alguém eficiente e de confiança — expliquei, sorrindo.
Ela assentiu, parecendo ainda mais animada com meu elogio. Mostrei a ela o resto da casa e ela fez algumas perguntas sobre nossos hábitos e preferências. Depois de cerca de 20 minutos, terminamos a entrevista e nos despedimos.
A terceira faxineira chegou logo depois. Era uma moça jovem, provavelmente na faixa dos vinte anos, com um cabelo roxo vibrante e olhos puxados que sugeriam alguma ascendência asiática. Ela parecia nervosa enquanto esperava na porta da frente.
— Olá, sou a Mika — ela disse timidamente quando abri a porta. — Estou muito interessada no emprego...
Sorri para ela com empatia e a convidei a entrar. Ela me acompanhou pela casa, olhando ao redor com curiosidade. Notei que ela ficava me encarando de vez em quando com um olhar estranho.
Ela não parecia entender nada sobre a faxina, acabava me perguntando coisas obvias, mostrando que possivelmente tinha mentido no currículo para a vaga.
— Então, estou contratada? — ela perguntou claramente tensa depois que terminei de mostrar a casa.
Olhei para ela com um olhar de julgamento e perguntei.
— Porque você quer esse emprego Mika? Esse não parece um trabalho que se encaixa no seu perfil.
— Preciso muito dele para sustentar minha filha. Por favor o salario vai cobrir todas as minhas despesas e ainda sobrará um pouco. — ela disse quase como se fosse uma suplica.
Antes que eu pudesse responder ela se aproximou de mim, com seus olhos fixos nos meus.
— Eu posso fazer muito mais do que apenas limpar sua casa, senhor João... Posso satisfazer todas as suas necessidades — ela sussurrou sedutoramente, passando a mão pelo meu peito.
Fiquei um pouco surpreso com a abordagem dela. Não esperava algo assim de uma entrevistada para o emprego de faxineira.
— Mika, eu realmente aprecio sua oferta... Mas não acho que isso seja apropriado — respondi tentando manter a situação sob controle.
Mas ela não esperou eu terminar de falar e enfiou a mão no meu membro, que confesso tinha ficado duro com a proposta anterior.
Mika começou a me masturbar por cima da calça, seus dedos pressionando meu membro já duro. Olhei ao redor rapidamente para ter certeza de que estávamos sozinhos antes de responder:
— Mika, eu realmente não acho...
Mas ela não deixou que eu terminasse a frase. Com um movimento rápido, abriu o zíper da minha calça e puxou meu pau pra fora.
— Deixe-me mostrar como posso satisfazer você, senhor João — ela disse com voz rouca de desejo antes de se ajoelhar na minha frente.
Olhei para baixo enquanto ela deslizava a língua ao longo do meu comprimento, saboreando cada centímetro. Ela começou a me chupar devagar no início, seus lábios macios envolvendo meu pau enquanto ela subia e descia a cabeça.
— Ahh... Isso é tão bom, Mika — gemi baixinho, colocando minha mão na cabeça dela para guiá-la.
Ela continuou me chupando com mais força, sua boca quente e molhada se movendo cada vez mais rápido ao longo do meu pau. Ela começou a me engolir completamente, sua garganta apertada massageando a ponta enquanto ela me sugava cada vez mais fundo.
— Porra... Assim você vai me fazer gozar — murmurei entre os gemidos de prazer.
Ela continuou chupando com ainda mais desejo, seus olhos fixos nos meus enquanto ela me levava à beira do orgasmo. Eu não aguentava mais e gozei forte dentro da sua boca quente, inundando-a com meu esperma quente.
Quando terminei, ela se levantou e engoliu tudo o que tinha na boca, limpando os lábios com um sorriso satisfeito. Eu estava sem fôlego, ainda tentando recuperar o controle depois daquele momento intenso.
— Então, senhor João... Posso contar com o emprego? — ela perguntou com uma piscadela maliciosa antes de sair pela porta da frente.
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