Presente de Natal 2
Sérgio continua levando no cu até ficar arrombado e babando e engasgando em rola
A lareira ainda crepitava baixa no quarto master do chalé, lançando sombras dançantes nas paredes de madeira. O ar estava pesado: cheiro de suor masculino, porra, lubrificante e lenha queimada. Sérgio estava de quatro no centro da cama king size, o corpo suado brilhando, o cu vermelho, inchado e escorrendo uma mistura leitosa das cargas de Marcos e Claude. Ele respirava pesado, o peito subindo e descendo rápido, o pau semi-duro pingando no lençol.
Marcos, o grandão peludo, passou a mão grande na bunda dele e deu um tapa firme, fazendo a carne tremer.
— Tá gostando do Natal, né, putinho? Ainda nem começou direito.
Claude, o franco-canadense de peito peludo e pau grosso, riu baixo com aquele sotaque rouco enquanto limpava o pau na coxa de Sérgio.
— O cu dele tá piscando pedindo mais. Olha como tá aberto...
Sérgio gemeu baixinho, ainda sentindo os dois paus latejando dentro da memória do buraco. Ele virou o rosto, olhos vidrados de tesão e cansaço.
— Eu aguento... me usem mais...
Foi nesse momento que a porta do quarto se abriu. Pedro Costa, o diretor financeiro de Marcos — um homem de 42 anos, alto, musculoso, com barba cerrada e um pau que Sérgio já tinha visto de relance no jantar —, entrou acompanhado de Hugo, o marido dele. Hugo era mais novo, uns 34 anos, corpo definido de academia, mas com cara de quem curtia assistir o marido dominar.
— Trouxe reforço — anunciou Marcos com um sorriso predatório. — O Pedro tava louco pra provar esse cu de luxo que eu paguei caro.
Pedro tirou a camisa devagar, revelando o peito largo e peludo. O pau dele já estava duro dentro da calça, marcando uma volume impressionante.
— Ouvi dizer que você aguenta dois ao mesmo tempo, Sérgio. Quero ver isso de perto.
Sérgio sentiu um frio na barriga misturado com excitação. Ele já tinha feito DP antes, mas nunca com paus daquele tamanho. Marcos e Claude eram dois monstros. Ainda assim, o dinheiro, o tesão e o desejo de ser usado como putinho de luxo falaram mais alto.
— Pode vir... — murmurou ele, voz rouca.
Marcos o puxou pelos quadris e o colocou de lado na cama, uma perna levantada. Claude se deitou atrás dele, encaixando o pau grosso novamente no cu ainda molhado. Entrou fácil dessa vez, o buraco acostumado. Sérgio gemeu, rebolando devagar.
Pedro se ajoelhou na frente, segurou o queixo de Sérgio e enfiou o pau na boca dele até o fundo. Sérgio engasgou, olhos lacrimejando, mas chupou com fome, saliva escorrendo pelo queixo.
Enquanto isso, Marcos se posicionou entre as pernas abertas de Sérgio. Cuspiu bastante no cu já ocupado pelo pau de Claude e começou a forçar a cabeça grossa ao lado.
— Relaxa, putinho. Vai doer, mas você vai aceitar.
Sérgio arregalou os olhos. A pressão era imediata e brutal. Claude segurou firme os quadris dele, mantendo o pau fundo. Marcos empurrava. O cu de Sérgio esticou ao limite, queimando como fogo.
— Aaaahhh! Porra... tá muito grosso! — gritou ele, a voz abafada pelo pau de Pedro na garganta.
Marcos não parou. Empurrou mais. A cabeça dele passou com um plop audível, alongando as paredes internas de Sérgio de forma impossível. Sérgio gritou alto, o corpo inteiro tremendo, lágrimas escorrendo pelo rosto. A dor era lancinante, uma queimação profunda que fazia ele ver estrelas.
— Caralhooo! Tá rasgando! Marcos, por favor... ai meu Deus!
Hugo, assistindo tudo, punhetava devagar, olhos brilhando.
— Olha o putinho gritando... continua, Marcos. Ele aguenta.
Marcos grunhiu, segurando a base do pau e forçando mais uns centímetros. Agora os dois paus — Marcos e Claude — estavam meio dentro, roçando um no outro, esticando o cu de Sérgio ao máximo. O buraco dele estava vermelho-vivo, brilhando, a pele esticada ao redor dos dois grossos membros.
Sérgio soluçava, o corpo convulsionando de dor, mas o pau dele estava duro como pedra, babando sem parar.
— Aceita, vai... — rosnou Claude no ouvido dele, mordendo o pescoço. — Abre esse cuzinho guloso pra nós.
Marcos deu uma estocada lenta mas firme. Mais dois centímetros entraram. Sérgio gritou de novo, rouco, o som saindo abafado porque Pedro segurava a cabeça dele e fodia sua garganta com estocadas profundas.
— Gluck... gluck... gluuuurk! — Sérgio engasgava violentamente, baba e lágrimas molhando o pau de Pedro. O diretor financeiro segurava o cabelo dele com força, metendo até as bolas, tapando o nariz de Sérgio por segundos longos.
— Isso, engole tudo, cadelinha . Engasga nessa rola enquanto leva dois no cu arrombado.
Os dois paus no cu começaram a se mover. Primeiro devagar, alternando: um entrava enquanto o outro saía um pouco. Cada movimento fazia Sérgio gritar e soluçar. A dor era intensa, mas aos poucos uma onda quente de prazer prostático começava a surgir por baixo, misturando tudo.
— Tá doendo demais... mas não para... por favor não para... — implorou ele entre engasgos, voz destruída.
Marcos riu grave, suado, o corpo peludo colado nas costas de Sérgio.
— Olha como esse cu tá arrombado... dois paus melecados de porra e lubrificante. Você nasceu pra isso, Sérgio.
Eles aceleraram. Claude metia de baixo com força, Marcos socava de cima. O barulho era obsceno: ploc-ploc-ploc molhado, pele batendo, os gemidos roucos dos machos e os gritos abafados de Sérgio. O cu dele estava completamente destruído, inchado, vermelho, escancarado ao redor dos dois paus grossos que entravam e saíam quase juntos agora.
Pedro tirou o pau da boca de Sérgio por um momento, deixando ele respirar. Fios grossos de saliva ligavam os lábios inchados dele à cabeça roxa do pau.
— Respira, putinho. E grita pra gente.
Marcos e Claude meteram juntos, fundo. Sérgio jogou a cabeça para trás e gritou alto, um som longo e rouco de dor e prazer:
— Aaaaaaaaaiiiii! Tá rasgando tudo! Caralhooo... eu vou morrer... mas fode... fode mais!
Hugo não aguentou só assistir. Subiu na cama e enfiou o pau na boca de Sérgio novamente, fodendo a garganta com vontade enquanto o marido e os outros dois arrombavam o cu dele.
Agora Sérgio estava completamente empalado: dois paus enormes destruindo o cu e um terceiro garganta abaixo. O corpo dele tremia sem controle, suor escorrendo, lágrimas caindo, baba pingando. Ele gozou pela primeira vez assim — sem tocar no pau —, jatos fortes sujando a barriga e o lençol enquanto o cu apertava desesperadamente os dois monstros dentro dele.
— Porra, tá apertando gostoso! — grunhiu Claude.
Eles não pararam. Continuaram metendo através do orgasmo de Sérgio, prolongando o prazer até ele ficar mole, quase desmaiando. A dor virava puro fogo de prazer. O cu dele tinha virado uma boceta arrombada, aceitando os dois paus com mais facilidade agora, embora ainda gritasse a cada estocada mais funda.
Pedro e Hugo revezavam na boca dele. Um fodia a garganta enquanto o outro batia o pau babado no rosto de Sérgio, esfregando as bolas nos olhos dele.
— Engole, vai... engasga nessa rola enquanto leva dois no cu — ordenava Pedro.
Marcos e Claude aceleraram no final. Estocadas curtas, brutas, fundo. Os dois paus pulsando juntos dentro do cu destruído de Sérgio. Claude foi o primeiro a gozar, rosnando feito animal e jorrando quente, enchendo tudo. Marcos veio logo depois, apertando a cintura de Sérgio com força bruta e descarregando jatos grossos que transbordavam ao redor dos paus, escorrendo pelas coxas dele.
Eles ficaram dentro um tempo, pulsando, enquanto Hugo gozava na boca de Sérgio, obrigando ele a engolir tudo.
Quando finalmente saíram, o cu de Sérgio ficou escancarado, um buraco vermelho, inchado, pulsando, com porra escorrendo em cascata. Ele tremia inteiro, deitado de lado, respirando com dificuldade, lágrimas ainda escorrendo.
Marcos acariciou o cabelo dele com uma mão surpreendentemente carinhosa.
— Bom garoto. Aguentou como um campeão. Olha o estado desse cu... arrombado pro resto da semana.
Sérgio, voz quase sumida, murmurou com um sorrisinho fraco:
— Feliz Natal pra mim... me usem mais amanhã...
Pedro riu e deu um tapa leve na bunda dolorida.
— Amanhã tem mais. Vamos te deixar de quatro na sala, com plug gigante enquanto a gente bebe uísque. Depois DP de novo, com o Hugo filmando.
Claude trouxe água e uma toalha quente, limpando o suor e a porra do corpo de Sérgio com cuidado. O contraste entre a brutalidade da foda e o cuidado depois fazia Sérgio se sentir completamente possuído e valorizado.
Eles o deitaram no meio da cama, entre os corpos quentes e peludos. Sérgio dormiu quase imediatamente, o cu latejando forte, mas o corpo relaxado de exaustão e prazer.
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Comentários (1)
Beto: Cara quando eu saí com dois amigos eles tentaram de várias formas fazer uma DP mais cem sussesso os paus não entraram e teve que um gosar no cu e outro na minha boca sujando todo meu rosto ele melou meu rosto todo de gala depois esfregou o pau no meu rosto e boca
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