#Coroa #Incesto #Teen #Virgem

A virgindade tirada numa orgia/incesto

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mariaclaraputinha39

Decidi contar como perdi a virgindade em uma orgia, com incesto e homens próximos da minha família.

Sou de Manaus, e sempre costumávamos ir de carro para Manacapuru, para o festival de cirandas, só que no domingo de a noite, precisamos voltar, porque eu tinha aula, mais meu pai e minha madrasta queriam ficar, mas não podia por minha causa. Mais ou outros decidiram voltar, porque iriam trabalhar, e na época minha madrasta estava desempregada e meu pai de férias do trabalho, e eles tinham vários conhecidos na cidade lá.
Eles decidiram ficar e me mandaram com os outros no carro, e disseram que iam voltar de ônibus, e nisso, o cunhado do meu pai, encontrou o pastor da igreja que ele congregava. O carro era um KOBI velha do sogro do meu pai. Aí decidiram dá carona para esse pastor. Eu o conhecia de vista, era um homem de seus 40 anos.
Quando estávamos viajando, já eram 01h da madrugada. E o carro pifou. Começaram a empurrar o carro, mas não chegávamos em lugar nenhum.
Eu ia andando atrás, e eles empurrando o carro. E eles cansaram, aí ficaram esperando passar alguém e ajudar, mas já tinham empurrado uns 500 metros ou mais.
Aí eu fiquei sentada no banco, com a porta aberta. E eles conversando besteiras.
Aí quando eu olhei para o lado, eu vi o melhor amigo do meu pai mijando, e fiquei observando (ele tinha 38 anos). Aí depois disso, percebi o amigo do meu pai, cochichando com o cunhado do meu pai.
Aí não demoro, o cunhado do meu pai foi mijar também, e ficou na mesma posição (ele tinha 35 anos). Aí eles perceberam que eu estava olhando, e ele veio pra beira da porta, com o pau pra fora da calça.
- meu Deus – disse, meio sem graça, mas sem deixar de olhar.
Aí perguntou se eu já tinha visto uma rola daquele jeito. Eu perguntei nervosa, que jeito, sem tirar os olhos da rola dele. Ele foi e disse: grande e grossa. Eu sem graça disse que não. Aí ele perguntou se eu queria pegar
Eu continuei sem graça. Aí o amigo do meu pai foi e entrou no carro, passando do meu lado, e sentou do meu lado. E os outros caras estavam só na frente conversando, e nem percebiam ainda, não estavam vendo, estava de costa.
Olhei pra o amigo do meu pai, aí ele foi e falou, pega na rola dele, vai dizer que não quer, fiquei sem graça, Mas acabei colocando a mão, a rola do cunhado do meu pai era a primeira que eu segurava. Quando eu olhei para o lado, o amigo do meu pai. Tinha tirado a rola pela beira do short, Ele era negro, já estava dura, era enorme, preta e cheia de veias, até a cabeça era escura.
Ele foi e me perguntou: quer segurar na minha também? Fiquei meio assim. Aí foi e disse: so vou fazer o que você quiser Clarinha, se quiser pegar ok, senão eu guardo. Aí eu falei: eu pego. E coloquei a mão, e ele foi aos poucos foi em ensinando bater pra ele.
Fiquei ali, segurando a rola do cunhado do meu pai e do amigo dele, numa estrada, as 01h da madrugada. Quando eu vi, meu padrinho se aproximar da porta, e tirei minhas mãos. Mas ele percebeu, e disse: calma princesa, você estava pegando na rola deles? Eu disse que sim com a cabeça. ele foi e disse: mas você quis amor? Eu disse que sim, ai foi e disse: pode pegar de novo amor.
Eu voltei a segurar na rola do amigo do meu pai, so que agora com as duas mãos, so na dele. ele foi e me perguntou: quer colocar na sua boca, Clarinha? Eu olhei para meu padrinho. Que disse: se você quiser, vai, Clarinha. Olhei pra rola dele, e fui me aproximando. Nervosa, sabendo que o cunhado do meu pai e o meu padrinho estavam vendo.
Comecei a chupar o amigo do meu pai, eu não sabia fazer direito. Ele foi me ensinando, dizendo: isso, sem os dentes, so com os lábios. E fazendo eu colocar mais na boca, dizendo: isso engole esse cacete, Clarinha. E foi fazendo eu chupar o máximo que eu ia. Eu soltei, toda babada, ele deu um cheiro no meu pescoço, e disse: continua chupando, está muito bom.
Meu padrinho foi e disse: me empresta ai minha afilhada. Eu soltei da rola do amigo do meu pai, e me virei pra porta, meu padrinho já estava de pau duro pra fora. E falou: ajoelha aqui amor, experimenta o pau do padrinho. So se você quiser. Eu me ajoelhei, dizendo: quero padrinho. Segurei na rola dele, e disse: Eita padrinho, é grande. Ele disse: com você chupando vai ficar maior amor, vai chupar pra mim.
Comecei a chupar meu padrinho. E a rola foi ficando maior, era enorme. Passei uns 2 minutos chupando o dele. O cunhado do meu pai falou: mamar aqui também, Clarinha. Segurando a rola do padrinho, abocanhei a rola do cunhado do meu pai. Ai o amigo dele saiu do carro, ficando os três ao meu redor. Meu padrinho foi e disse: posso chamar outros caras, amor.
Fiquei nervoso, mas já estava acontecendo tudo, fui e disse que sim. Aí veio o sogro do meu pai e o pai da minha amiga. Ficaram os cinco ao meu redor, e o pastor ficou um pouco atras, estava receoso de participar. Eu fiquei trocando de rola pouco a pouco. Ai o cunhado do meu pai falou: pessoal acho que uns 60 metros, tinha uma rua de chão, e uma arvore grande nela. Bora com o carro pra lá, melhor que fazer essa brincadeira nessa via, vai passar um carro a qualquer hora.
Fomos, eu fui dentro do carro, e eles empurrando a Kobi, chegamos com uns 5 minutos. Eles já colocando as rolas pra fora, e eu voltando a mamar eles, o pastor olhando, e de pau duro, encostado no carro. Aí eu vi quando ele tirou a rola pra fora, e assistindo começou a bater. Aí eu fui e me aproximei dele, tinha a rola grande também, eu perguntei: posso? Ele soltou a rola e disse: você que sabe. Aí eu comecei a chupar o pastor também, e ele gemendo.
Ai o sogro do meu pai foi e me chamou, e mandou eu deitar no chão da Kobi, de barriga pra cima. Eu estava de vestido, eu apenas senti o ele puxar minha calcinha para o lado. Ouvir eles dizendo: caralho, que delicia de buceta.
Ele começou a me chupar, levantando minhas pernas. Eu comecei a gemer. Falando o nome dele: S.r. Jacinto. E ele chupando sem parar.
Tentava me segurar nos bancos, enquanto era chupada e gemendo. Ai o pai da minha amiga, entrou no carro, sentou no banco, e puxando minha cabeça disse: voltar a mamar aqui, Clarinha. Coloquei a rola dele na boca, era eu mamando o pai da minha amiga e o sogro do meu pai me chupando. Ai o pai da minha amiga disse: isso, Clarinha, que gostoso, sabia que queria um boquete seu fazia tempo, hoje é a realização de sonho.
Ele todos me chuparam, e eu sempre chupando um deles. Ai o meu padrinho foi e me perguntou: amor, nós queremos meter em você, mas você tem que dizer, qual de nos primeiro. Eu olhei pra eles, e disse: eu nunca dei, Padrinho.
Eles me olharam, achava que não iam acreditar em mim.
- escolhe um de nós, iremos fazer com carinho – o amigo do meu pai falou.
Olhei para ele, depois para meu padrinho, e disse –
o senhor Padrinho.
Ele deu um sorriso, e disse: ok amor.
Meu padrinho voltou a me chupar, eu gemia sem parar, de olhos fechados. E de repente senti ele esfregar a cabeça grossa e quente entre os lábios da minha buceta. Dizendo: está gostando amor? Eu disse que sim. Ai foi e disse: vou meter na hora que você pedi pra eu meter. Eu ainda fiquei sentido ele esfregar a cabeça. Ai eu falei: pode meter padrinho.
O padrinho continuava so a cabeça entre os lábios da minha buceta, e o Sr Jacinto continuava enfiando a rola na minha boca. Quando senti o padrinho para de se mexer, e uma mão dele segurar na minha cintura, e ele começou a esfregar a cabeça da pica de cima pra baixo. Eu vi, ele segurar na pica, posicionar na entrada da minha buceta.
Quando ele começou a empurrar, eu vi a cabeça entrar na minha bucetinha, comecei a gemer, e soltei a rola do Sr Jacinto, e comecei a me segurar nele. O padrinho empurrou de novo, eu senti a cabeça procurar espaço na minha bucetinha, entrando. Eu soltei um: ai ai, minha nossa, padrinho
Ele so disse: calma amor, é assim mesmo, você é muito macia, sabia?
Eu empurrou novamente, a cabeça entrou todinha, eu fiz que ia me mexer, mas ele segurou, e logo após, começou a massagear um os meus seios, empurrou novamente, eu fiz de novo que iria me mexer, dizendo: não não amor, não se mexer, senão a pica sai.
Eu falei: está ardendo padrinho.
Ele empurrou de novo, eu gemi bem alto.
Ele foi e disse: calmo amor, é assim mesmo, a primeira vez sempre arde, so deixa esse cacete entrar, sei que é grosso, mas você aguenta.
Ele deu outra empurrada, eu reclamei gemendo. Ele empurrando. Eu dizendo: padrinho, está ardendo demais, e muito grosso. Ai ele foi me aproximou, meio se deitando em mim, falando no meu ouvido: calma amorzinho, sabe quantos centímetros tem meu cacete? Eu balancei a cabeça dizendo que não. Sentindo minha buceta pegando fogo, sentia os lábios da minha buceta ardendo com a rola dentro, mas fechei minhas pernas ao redor dele. Ele disse – isso, me puxa pra você. Ele foi e disse: eu tenho 20 centímetros amorzinho, sua mãe que me perdoe, por enrabar a filha dela, mas está sendo um privilégio tira esse seu cabacinho gostoso, e não chegamos nem na metade da minha pica, agora aguenta
Ele continuava enfiando, eu gemendo sem parar, o Sr Jacinto tentava fazer eu mamar, mas eu so conseguia me concentrar, no meu padrinho metendo na minha buceta. Eu já estava suada. E ele dizendo como eu era apertadinha, e como era gostosa. Ai eu falei: não sei se aguento mais.
Ele deu outra empurrada, eu soltei o Sr Jacinto, e me comecei a empurrar ele pra trás, tipo, com minha mão na barriga dele. Ele foi e fez – shiiii deixa entrar. Eu reclamei. Ele disse: eu sei amor, eu sei. Ai ele foi e me puxou, segurou nas minhas duas pernas, pelas minhas batatas, fazendo eu abri-la mais para ele, eu nunca pensei que ficaria naquela posição para meu próprio padrinho
Ele me olhando nos olhos, empurrou a pica, dizendo: sente ela entrar todinha nessa sua bucetinha gostosa. Eu fui, e abri mais as pernas entre um gemido e um pouco de dor, ele disse: isso gatinha, se abre mais pra mim. Empurrou mais, eu gemi alto. Ele foi e disse: calma amorzinho, quase toda dentro, so vou empurrar mais um pouco, e você vai senti ela todinha em você. eu estava ali, tinha acabado de perder a virgindade com o meu padrinho, que era amigo de infância da minha mãe. Ele disse: viu, pronto, tudo dentro. E os outros so observando e batendo punhentas.
Depois, ele esperou eu me acostumar, e aos poucos foi tirando e enfiando, tirando e enfiando, no início, so um pouco, depois até a metade, depois até fica so a cabecinha dentro, e enfiando tudo de novo. Ate que ganhou ritmo, força e velocidade, eu voltei a gemer sem parar. E o cunhado do meu pai foi e colocou a rola na minha boca, e os outros a chuparem meus seios.
Então depois, do padrinho, o pai da minha amiga foi e me comeu também, e eles o tempo todo fazendo eu mamar, e chupando meus seios. Ai quando o sogro foi meter, ele me virou de quatro. Ele tinha a rola mais grossa. Eu olhei para o meu padrinho nervosa. So senti o Sr Jacinto esfregar a cabeça da pica em cima da minha bucetinha, que já estava vermelha.
Quando o sogro do meu pai enfiou a rola, eu esguichei pra frente. Ele foi e me segurou pelo cabelo, me puxando, fazendo eu empinar mais pra ele, começou a meter com muita força. E dizendo como era apertadinha minha buceta, eu sentia a rola dele entrar e sai com muita velocidade. Ai o pastor foi e colocou a rola na minha boca. E eles voltaram o ritmo, até que so faltava o pastor para me comer.
O pastor foi começou a me comer, de quatro mesmo, e começou a penetrar com muita força, mas força que os outros. E me chamando de nomes, eu estranhei, mas não disse nada. Quando do nada, so senti ele cuspindo no meu cu. E começou a esfregar a cabeça na beira do meu cuzinho.

Quando eu percebi, o pastor começou a empurrar a rola no meu cu. Eu soltei um gemido forte. E ele disse: calma putinha, deixa entrar, tu não queria pica. Eu segurai com tanta força no braço do padrinho, que ele sentiu minhas unhas doendo apertando. E o pastor continuava enfiando no meu cu. Ele forçou mais um pouco, e eu senti cada pedaço da cabeça entrando no meu cuzinho, eu ficando ofegante, e o pastor me chamando de putinha e falando para eu ter calma.
- ahh senhor – falei gemendo.
- deixa entrar, Clarinha. A cabeça já esta dento. Caralho, que delicia de cuzinho – o padrinho me disse, enquanto eu segurava nele, e ele assistia o pastor metendo em mim.
O pastor meteu mais um pouco, e disse.
- depois da cabeça, o resto vai melhor gatinha.
Ele meteu mais um pouco.
- ela esta bem vermelhinha – o padrinho falou rindo.
- esta doendoooo – quase gritei, olhando por cima do meu ombro para o pastor atras de mim.
O pastor continuava enfiando no meu cu, enquanto eu ainda senti os outros chupando meus seios, e batendo punhentas ao meu redor. Eu gemendo sem parar, toda suada. Falando: ai ai senhor, devagar. E nisso, ele me puxou, fazendo eu ficar meio empinada, dizendo: eu nem queria participar, mas você foi lá e caiu de boca na minha pica, agora sente essa rola grossa entrando seu cuzinho apertado vadia. Senti a rola terminar e entrar, e nesse momento, eu gozei a primeira vez, e nem tinha ideia.
Depois eles voltaram a me comer, todos quiseram meter no meu cu. Eles arranjaram um pano não sei de onde, e forraram o chão, aí o padrinho foi e se deitou no chão, mandando eu sentar nele, e eles foram me ensinando a cavalgar.
Quando eu percebi, com o padrinho metendo na minha buceta, o cunhado do meu pai começou a meter no meu cuzinho. Os dois ao mesmo tempo. E o melhor amigo do meu pai em pé na minha frente fazendo eu chupar ele, o pai da minha amiga chupando um dos meus seios, e minha mão esquerda segurando a rola do pastor e a direita a rola do sogro, eu estava totalmente sendo fudida por eles.
De tanto eles irem revezando, eu fiquei cansada demais, e me sentei na porta da Kobi, dizendo que precisava respirar. Eles ficaram parados na minha frente, todos se masturbando. O amigo do meu pai, colocou a mão na minha nuca, me puxando pra rola dele, deixando minha cabeça na vertical, e mandou eu abrir a boca. Eu tirei um momento o pau dele daa boca, ele batia de leve, e eu notava como era grande, grossa, e cheia de veias, mas preta e so a cabeça era rochona. ele segurou minha cabeça com força, dizendo: abre bem a boca, vou gozar gatinha.
Eu segurei nas duas coxas dele, e senti ele empurrando a rola ate o fundo da minha goela, e começou a gozar. Ele foi o primeiro, o melhor amigo do meu pai era o primeiro homem a gozar na minha boca, ele me conhecia meu pai desde crianças, eu sentia a porra quente na minha garganta descendo, quando ele tirou a rola da minha boca, eu acabei engolindo tudo.
O sogro do meu pai deitou na Kobi, e me chamou, eu acabei voltando a cavalgar nele, é o cunhado do meu pai veio por trás, metendo no meu cuzinho. Eu gemia sem parar, ainda segurando na rola do meu padrinho. eu senti o cunhado do meu pai aumentando as penetradas no meu cuzinho, até que enfiou todo de uma vez, e me abraçou forte por trás, e começou a gozar, dentro do meu cu. E nisso, o pastor falou que ia gozar também, mas queria gozar nos meus seios, e me virou um pouco de lado, e gozou, me labuzando toda.
Eu ainda cavalgando no sogro do meu pai, aumentei as sentadas nele, ele falou que iria gozar, e eu continuei quicando nele, quando senti ele gozar dentro, que eu acabei gozando junto, e ficando mole em cima dela.
Ai o pai da minha amiga batia punhenta fora da Kobi, e o padrinho também, e na porta da kobi, o padrinho ainda batia também. ai o pai da minha amiga falou: vem aqui gatinha, quero gozar nessa boquinha também. Eu me aproximei, me ajoelhando na frente deles dois, voltei a chupa-los, uma hora mamava um e masturbava outro. Padrinho segurou com as duas mãos nos meus cabelos, e começou a fuder minha boca, tirava as vezes para eu respirar, e voltava a chupar o pai da minha amiga.
Eu chupava ele sem parar, ele enfiando até o fundo da garganta, e falando: isso amorzinho, engole todo meu cacete, pra quando tu ir lá em casa, lembrar que o pai da tua amiga fudeu tua boca com gosto, e gozou no fundo da tua boca gostosa. Nisso ele empurrou ate o final, que eu senti os ovos dele nos meus lábios, e começou a gozar, tão quente quanto do amigo do meu pai.
Quando ele me soltou, eu fiquei tentando respirar, estava ofegante, ai ele deu dois tapinhas de leve no meu rosto, dizendo: é assim que se bebe leite, putinha safada. Eu já estava cansada, e o padrinho foi e me chamou, mandou eu sentar no chão, e ficou batendo na minha frente, dizendo: eu vou finalizar, amor.
Ele ficou na minha frente, batendo, e dizendo: mexer na bucetinha, enquanto olhar pra mim, amor. Eu comecei a esfregar dois dedos na buceta, assistindo meu padrinho batendo uma punhenta pra mim. Ele disse: vou gozar. Eu rápido, me ajoelhei, abocanhando a cabeça da pica dele, ainda esfregando minha buceta. Aí ele disse: vai amor, engole tudo. E empurrou mais, senti minha boca abri, e a rola entrando até o fundo da garganta, que eu senti a cabeça encaixando. ele disse: isso, agora bebe tudo amor. Meu padrinho depois de tirar minha virgindade, estava gozando na minha boca.
Quando ele tirou da minha boca, eles se sentaram no carro, eu me levantei, minhas pernas estavam bambas, tremendo, eu me sentia ardendo.
Eles me limparam com as camisas dele. E voltamos com a kobi para a via principal. Mas so fomos chegar em casa, na segunda, 15h da tarde, eu acabei não indo pra escola, e fui pra casa.
Depois acabei transando com meu padrinho, sogro e cunhado do meu pai novamente. Hoje tenho 39 anos, sou casada, mas tenho saudades das doideiras de adolescentes.

Comentários (1)

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  • Anonimo: Que delícia.. continua vc já e mamãe

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