Incesto- segunda parte
Depois de experimentar o gozo pela primeira vez, eu queria mais, mas sabia que tinha que evitar os meninos da minha idade, tanto para não engravidar, quanto para manter minha imagem pública, portanto o melhor caminho era o que eu tinha descoberto e que se mostrou delicioso, minha irmã.
No dia seguinte, na escola fiquei olhando para cada uma de minhas colegas tentando adivinhar quantas delas já tinham sido chupadas. Perdidas em meus pensamentos fui assaltada por outra curiosidade ou vontade, na época não souber definir, como seria chupar uma boceta? No almoço, ao ver Silvia, fiquei com tesão e a pergunta ficou batendo forte na minha cabeça, qual a sensação? Como seria a sensação de leva-la a um gozo como ela tinha feito comigo? Assim que terminamos o almoço e ficamos sozinhas, sem dizer nada, sentei ao lado dela e ela carinhosa como sempre, alisou minha perna por cima do moletom, mas aquele carinho passou a ter outro significado e a beijei demoradamente, recebendo sua língua em minha boca, me deliciei chupando e quando tive minha língua chupada por ela, tive um prazer enorme, enfiei a mão por dentro de seu pulôver e senti em minha mãos aquele seios durinhos e por puro instinto sentei em seu colo como se esperasse que ela me penetrasse. Com os dois pés no sofá, tendo o corpo de minha irmã entre minhas pernas, recebi seus dedos certeiros em meu grelo e continuei chupando aquela língua até que ela massageando minha buceta grudou sua boca em meu pescoço, aquele arrepio que percorreu meu corpo exigiu que eu fizesse mais e levantei sua blusa e descobri como é gostoso mamar outra mulher, logo estávamos deitadas e ela arrancou a parte de cima do meu moletom e mamou deliciosamente meus seios como tinha feito no dia anterior . Puxei sua calça junto com a calcinha, ajoelhei no chão e a espertinha logo colocou a bunda no limite do acento do sofá, parei um tempinho para ver aquela buceta não como as que eu já tinha visto anteriormente, mas como um objeto de desejo e notei aquele calombinho durinho acima da racha e fiz como ela no dia anterior suguei forte, minha primeira fêmea gemeu e ela mesma abriu os lábios vaginais para eu come-la com a língua e sem a menor noção do que estava fazendo passei a língua de baixo para cima, Silvia gemeu novamente mais alto ainda e ao enfiar a língua na fenda senti aquele gostinho delicioso de mulher e a partir daí, nada mais foi calculado, passei a devorar minha irmã ouvindo seus sons guturais inebriantes e me dei conta de que estava com o grelo doido e quando ia eu mesmo masturba-lo, o corpo de Silvia passa a estremecer e senti minha boca ser inundada por seu liquido do prazer, suguei até minha bucetuda afastar minha cabeça e beijar minha boca, desesperada para gozar, fiquei de pé só o tempo suficiente para tirar minha calça de moletom e colocar um pé no acento do sofá ainda com o outro no chão fiquei toda arreganhada, ofereci minha buceta gulosa para a chupadora. Tendo aprendido como Silvia tinha feito, abri os lábios de minha buceta com as pontas dos dedos, recebendo a boca gulosa de minha irmã e duas mãos dela em minhas nádegas a sede pelo gozo me levou a loucura e senti seu dedo na portinha da minha vagina logo em seguida aquele mesmo dedo lambuzado sendo introduzido no meu anel anal, foi um gozo fortíssimo. Certa de estarmos sozinhas, produzi sons guturais involuntários que jamais imaginei produzir, potencializando meu gozo. Voltamos a nos beijar enquanto eu ainda sofria alguns espasmos musculares deliciosos. Como o dia estava friozinho, fomos para a ducha e regulamos a agua para ficar bem quente e nos alisamos como duas namoradas durante todo o banho, nos enxugamos e fomos para a cama de casal de nossos pais. Silvia mandou eu deitar de bruxo e jogou um cobertorzinho nas minhas costas e fez o que mais tarde soube ser sua preferencia, passou a língua entre minhas nádegas, já desinibida não evitei os gritinhos de prazer e abri ainda mais minhas pernas enquanto sentia meu cuzinho piscar. Receber aquela língua em formato de cunha em volta do meu anel provocou uma reação tão forte no meu corpo que comecei a arranhar o lençol com meus dedos, Silvia percebendo, pegou uma de minhas mãos e a enfiou em baixo de mim, em direção a minha buceta, a dica mais o instinto fez eu passar a massagear minha bucetinha completamente encharcada e minha fodedora, passou a abrir minhas nádegas só com uma mão e seu outro braço transmitia uma vibração no colchão, que minha mão que estava bolinando minha buceta aderiu ao ritmo, pois Silvia também masturbava a própria buceta e gozamos pela primeira juntas em uma sinfonia de gemidos orgásticos divinos. Assim que voltamos ao normal, nos abraçamos por bastante tempo nuas em baixo do cobertor, até que Silvia deixou eu notar que ela estava esfregando a buceta na minha coxa e mamei novamente naqueles seios gostosos e ela virou o corpo entrelaçou nossas pernas, encostamos nossas bucetas e começamos a esfrega-las, nunca senti tanto tanta vontade de gozar quanto naquele momento, gemia, gritava, esfregava com mais força, sentia o grelo duro de minha irmã pressionar meus lábios vaginais e explodi em um prazer fantástico, o mais forte que tinha sentido até então e arrastei minha irmã para aquele estado maravilhoso em que eu queria ficar para sempre. Eu estava amando gozar e não consegui evitar de fazer a pergunta com a boca pertinho do ouvido de Silvia: "É assim que você faz com a mamãe?" Ela me olhou assustada e com uma carinha de sacana perguntou antes de me beijar: "Você quer comer a mamãe também?"
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Comentários (1)
José Carlos: Vou gozar pra vcs meus amores
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