#Incesto #Lésbica #Teen #Virgem

Nossa filha nos comeu na pandemia- segunda parte

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Cláudia

Continuando...
Arthur gozou na boca de nossa filha, vendo em seguida a menina dividir comigo o leitinho que tinha na boca, ele que nunca soube de meu romance com outra mulher, viu aquele beijo lésbico incestuoso com um brilho de tarado nos olhos. Suzi alisou o peito peludo do pai e sorriu para ele que ainda confuso trocou com ela um selinho. Não sabíamos o que falar até que Suzi explicou que tinha lido que pessoas dinâmicas como eu e o pai sentiam mais o peso do isolamento e ela resolveu dar vazão ao tesão que sentia por nós, sem fazer referencia ao dia anterior que nos comemos. O pai vendo aquele corpinho nu em nossa cama, abraçou a filha deslisou na cama, abriu as pernas da filha e abocanhou aquela bucetinha que eu conhecia o gosto e Suzi se esparramou na cama me puxando para cima dela, enquanto o pai chupava a rachinha virgem, eu sugava os peitinhos adolescente alternando entre direito e esquerdo enquanto a nossa menina nos incentivava a chupa-la, relatando como estava gostoso, até que ela explodiu, segurando minha cabeça em seu seio esquerdo enchendo-me de tesão novamente. Assim que ela se recompôs, fomos os três para banheira. Arthur não cabia dentro de si, sem demonstrar o menor desconforto pelo que tínhamos acabado de fazer com nossa filha, não parava de alisa-la enquanto a taradinha dedilhava as bolas do pai. Arthur perguntou com o semblante fechado: "Filha, você ainda é virgem?". Suzi beijou o pai e respondeu: "Só até quando você quiser papai, estou louca para você me tornar mulher". Suzi riu ao sentir o pau do pai pulsar na sua mão quando ouviu a resposta. Passamos o dia andando pela casa nus, trocando carinhos a todo os instantes até que esbarrei em Suzi e chupei seus seios e a levei para cama, fazendo o que adorava fazer quando adolescente, coloquei Suzi de quatro na cama, mandando ela arrebitar bem, abri suas nádegas e esfreguei minha buceta em seu cuzinho deixando-o molhadinho com meu liquido vaginal, Arthur vendo o cuzinho da filha piscar esperou eu gozar e me substituiu. Mantendo Suzi na mesma posição, passou a esfregar a cabeça da rola no anelzinho da filha e meu tesão foi na tampa ao ver a desproporcionalidade daquele buraquinho e aquela cabeçorra e resolvi que teríamos que lacear a argola antes do pai estourar o rabinho da filha. Peguei um creme de mão e mandei Suzi esfregar a racha no sentido longitudinal na caceta do pai sem deixar o bruto invadir sua caverna. Me deliciei vendo aqueles lábios vaginais abertos molhar o cilindro que a cada segundo ficava mais duro, enchi meu dedo indicar de creme e penetrei delicadamente o ânus virgem, assim que meu dedo entrou todo, nossa aprendiz de amante gozou como louca, quase causando uma penetração vaginal acidental. Percebemos que não poderíamos arriscar fazer aquilo novamente e mandei ela deitar com a barriga para cima e enquanto punhetava o pai, ele a masturbava , eu enfiei meu dedo médio e indicador no rabinho de Suzi, que já não rebolava com a mesma desenvoltura e então resolvi juntar a meus outros dois dedos o anelar ela parou de se mexer até o pai começar a gemer indicando que ia gozar e quando o pau lambuzou a mão da virgem, ela também gozou com meu três dedos enterrados no rabo. Eu estava tremendo com vontade de gozar, em mais um gesto ousado de Suzi, a menina abocanhou minha buceta e me fez ir ao êxtase sob o olhar excitado de Arthur. Naquela noite, nossa filha foi dormir em sua cama e meu marido me fez belisca-lo varias vezes durante nossa conversa erótica em que comentamos nossa sorte em termos uma filha tão taradinha quanto Suzi. Logo cedinho, fui à suíte de Suzi, a acordei com beijinhos e a levei para debaixo do chuveiro, ensinando-a a fazer a higiene profunda no ânus, quando a agua saiu bem limpinha, a levei para minha suíte para aproveitarmos a ereção matinal de Arthur que é maravilhosa e o acordamos massageando a pica a quatro mãos, seguindo minhas instruções, ela ficou de cócoras sobre a pélvis do pai e eu mesma salivando de vontade de chupar aquela piroca, a untei com bastante creme e apontei para o rabinho de Suzi e avisei que ela podia descer um pouquinho, ela estava segurando meu pulso e quando senti ela apertar com força, quase gozei, curvei meu corpo para ter certeza e de fato, a cabeçorra tinha sumido dentro da argolinha que estava toda esticada, olhei para o rosto da empalada e vi que corriam lágrimas de seus olhos, o pai perguntou se ela queria parar um pouco, como resposta, Suzi deixou o corpo descer mais um pouco e demonstrou a dor que eu conhecia bem em seu rosto, mas a valente não parou, engolindo a metade daquele cacete gostoso. O pai começou a fazer os movimentos para cima e para baixo, Suzi ficou paradinha até ter o canal inundado pelo esperma do pai que uivou como um lobo alfa. Suzi saiu bem dolorida, o pica do pai é muito grande para anal, eu bem sabia disso e para não deixa-la traumatizada, armei com ela uma tesourinha e logo para o encantamento de Arthur e para nosso deleite, gozamos gostoso.

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